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quinta-feira, 22 de março de 2012

Governo define manual para pessoa com síndrome de Down

O "Diário Oficial" da União publicou nesta quarta-feira um anexo que define o Manual de Atenção à Pessoa com Síndrome de Down.

Os detalhes contidos no texto serão publicados no site do Ministério da Saúde.

No Brasil há cerca de 4,5 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, segundo dados recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com o manual, o governo espera esclarecer dúvidas e colocar à disposição do público informações detalhadas sobre como proceder quanto ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das pessoas com deficiência.

O texto da cartilha foi elaborada com o apoio do SUS (Sistema Único de Saúde), que forneceu dados sobre o atendimento e a qualificação de profissionais e equipes públicas.

Em comemoração à data de hoje, Dia Mundial da Síndrome de Down, o Senado promove sessão especial. É a primeira vez que o dia será celebrado em 193 países, após a aprovação de uma moção apresentada pelo Brasil na ONU (Organização das Nações Unidas).

A sessão no Congresso será comandada pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e deve contar com a presença dos ministros Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Alexandre Padilha (Saúde).

No ano passado, a presidenta Dilma Rousseff lançou o Plano Nacional da Pessoa com Deficiência - Viver sem Limite. O objetivo é proporcionar autonomia e inclusão social aos portadores de deficiência.

Fonte Folhaonline

Atualizações de status de amigos causam angústia e insegurança

"Eu realmente não gosto das minhas amigas", queixa-se Veronica Sawyer (Winona Ryder) no filme "Heathers", de 1989, um clássico sobre turmas, suicídio e atletas no colegial. Jason Dean (Christian Slater) responde: "Eu também realmente não gosto das suas amigas".

Essas frases foram ditas muito antes do Facebook ou do Foursquare. Imagine como nos sentimos hoje, quando somos bombardeados pelos pensamentos, sentimentos, desejos e viagens de nossos amigos através de um fluxo constante de atualizações de status, links, tuítes e fotos. Ciúme, perturbação e ressentimento podem borbulhar.

"Eu tive de parar de 'seguir' certas amigas porque constantemente as via tuitar sobre festas para as quais não tinha sido convidada!", disse ao "Times" Laurie David, autora e produtora em Hollywood.

Um estudo em janeiro na revista "Cyberpsychology, Behavior and Social Networking" descobriu que quanto mais tempo as pessoas passam no Facebook, mais elas acham que seus amigos são felizes e, em consequência, se sentem mais tristes.

Por que você está em casa quando alertas na rede social informam que seus amigos estão em um bar ou restaurante? Sentimentos de ansiedade, arrependimento e inadequação brotam, uma combinação que Jenna Wortham, do "Times", descreve como "medo de perder alguma coisa".

Os bilhões de atualizações podem fornecer vislumbres divertidos ou muitas vezes irritantes das atividades dos amigos, inimigos, colegas e ex-namorados. Vídeos de bebês, fotos de férias e declarações políticas com que você não concorda podem parecer forçados. Então basta deixar de ser amigo, certo?

Nós fazemos isso na vida real. Os psicólogos consideram uma etapa inevitável da vida quando as pessoas alcançam maturidade e autoconsciência suficientes para saber quem elas são e o que querem, e quais amigos merecem atenção e quais não, relatou o "Times". O processo de poda tem até um nome clínico: teoria da seletividade socioemocional.

Mas na internet muitos acham difícil resistir a bisbilhotar. "Eu tinha esse hábito voyeurista e bizarro de percorrer as fotos de viagem das pessoas on-line e depois me perguntar: 'Por que não caminhei pela grande muralha da China?'. E sentir culpa: 'Eu deveria levar meu filho à Espanha'. Eu nem sequer gosto de viajar!", disse ao "Times" a romancista Laura Zigman.

Mas os usuários não estão apenas irritando uns aos outros; os sentimentos negativos se estendem aos criadores do software. Sentindo-se rejeitados depois que o Facebook se inscreveu para uma das ofertas públicas iniciais mais lucrativas da história, alguns se perguntavam: qual é a minha parte? "Sem mim e as outras 844.999.999 pessoas que espiam, gostam e compartilham no site, o Facebook pareceria árido, desolado e muito triste", escreveu Nick Bilton no "Times".

Jaron Lanier, da Universidade do Sul da Califórnia, teme que companhias como Facebook e Twitter enriqueçam com conteúdo gerado de graça pelos usuários. Ele disse ao "Times" que esse processo deixará a sociedade dividida e distorcida.

Se é que já não está. Estamos nos aproximando do excesso de atualizações de status? Kevin Systrom, presidente do Instagram, um aplicativo de compartilhamento de fotos, disse ao "Times": "Nós como humanos só podemos processar uma certa quantidade de dados". E um certo número de amigos.

Fonte Folhaonline

quarta-feira, 21 de março de 2012

Quase metade dos estudantes gaúchos precisam de tratamento odontológico

Trabalho realizado pelo Sesc em escolas de 133 municípios busca melhorar a saúde bucal das crianças no Estado

Das 257 mil crianças gaúchas avaliadas pelo Programa Sesc Sorrindo para o Futuro, 44,7% apresentam necessidade de tratamento odontológico. Nas escolas rurais, a incidência de problemas dentários é maior: 56,6% dos alunos precisam de atendimento, contra 42% nas escolas de áreas urbanas.

Os dados são referentes a 2010, quando foram avaliadas mais de 50 mil crianças em 754 escolas de 133 municípios. Na comparação com os anos anteriores — o programa atende e avalia os alunos gaúchos desde 2003 — 83% das crianças registraram melhora ou mantiveram as boas condições de saúde bucal. Atualmente, mais de 2,8 mil escolas de 389 cidades contam com o atendimento odontológico do Sesc, em parceria com as prefeituras municipais.

Estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental de colégios públicos recebem kits de saúde bucal gratuitamente (escova, creme e fio dental) e professores e dentistas são capacitados para desenvolver o hábito da escovação correta dos dentes com as crianças.

O programa estimula também o maior acesso ao tratamento odontológico através da prática do tratamento restaurador atraumático, trabalhando na prevenção de fatores de risco comuns às doenças crônicas (alimentação, atividade física e higiene); estimulando a formação de escolas promotoras de saúde e promovendo motivação e envolvimento da comunidade escolar através de gincana estadual, que acontece todos os anos.

Os números do programa são tema de encontro que ocorre nesta quarta-feira, em Porto Alegre. Escolas que tiveram destaque na melhora da saúde bucal serão premiadas no evento.

Fonte Zero Hora

Vitamina C contra o estresse?

A vitamina C pode aliviar os sintomas do estresse, diz pesquisa. De acordo com os dados dos pesquisadores, a vitamina C ajudou a controlar a produção excessiva de adrenalina durante um evento estressante, diminuindo as reações que ocorrem naturalmente quando o corpo reage a uma situação que ele enxerga como perigosa.

Os resultados da pesquisa, liderada por Samuel Campbell da Universidade do Alabama, nos EUA, e publicadas pela Academia Americana de Química, foram feitas com modelos animais ingerindo suplementos de vitamina C mas, de acordo com os pesquisadores, podem ter benefícios similares em humanos.

A equipe de Campbell afirma que além de diminuir o impacto do estresse – deixando os “gatilhos” que ativam essas resposta natural do organismo menos sensíveis – a vitamina C também diminuiu os efeitos colaterais associados ao estresse como o ganho de peso e o aumento de anticorpos ligados à inflamação (que normalmente aumentam durante eventos de estresse crônico).

Uma hipótese, dizem os autores, é que o mecanismo do estresse influencie negativamente o sistema imunológico e ao ingerir suplementos vitamínicios ricos em vitamina C o corpo interromperia parte do funcionamento do mecanismo estressor, levando a uma resistência maior a esses eventos.

“Nossos antepassados, especialmente aqueles nas regiões tropicais, podiam ter grandes quantidades de frutas em suas dietas e de algum modo o organismo criou uma forma de os proteger contra o estresse diário em um ambiente selvagem”, sugerem os pesquisadores.

Fonte O que eu tenho

Enxaguatórios Bucais: amigos da saúde bucal

Veja por que eles são fundamentais para a saúde de seu sorriso

A importância da utilização dos enxguatórios bucais
A cárie dentária e doenças gengivais são causadas principalmente pela placa bacteriana que nada mais é do que uma película esbranquiçada que adere-se às superfícies dos dentes e é formada principalmente por bactérias e restos alimentares.

Se a placa bacteriana não for removida ela se calcifica formando o tártaro. Portanto, uma boa higiene bucal é muito importante para evitar o surgimento da cárie dentária e problemas gengivais.

A higiene bucal deve ser feita utilizando escovas dentárias com cerdas macias e pontas arredondadas, e um creme dental que contenha flúor.

É importante realizar a técnica de escovação dentária correta e realizar movimentos suaves para evitar ferimento nas gengivas.

Complementando a escovação dentária, deverá ser utilizado o fio dental e o enxaguatório bucal com flúor.

O enxaguatório bucal com flúor é muito importante principalmente à noite, pois é nesse período que as bactérias se tornam oportunistas e atacam a superfícies dos dentes causando cárie dentária e problemas gengivais.

Os benefícios dos enxaguatórios são muitos, dentre os quais podemos destacar: ajudam a eliminar as bactérias que causam a gengivite, a placa bacteriana, o mau hálito e a cárie dentária, atuando onde a escova dentária não alcança, pois permanece por mais tempo na boca uma vez que não enxaguamos a boca após a utilização.

Existem diversos enxaguatórios bucais no mercado com diversas formulações e diversos sabores, mas é importante que o mesmo contenha flúor para ajudar a reduzir o risco de cárie dentária.

É importante que, em caso de dúvidas, seu dentista seja consultado para que ele possa esclarecê-las e indicar o enxaguatório bucal ideal para o seu caso.

Portanto, não se esqueça que o enxaguatório bucal é um complemento importante da sua escovação dentária diária, devendo ser utilizado pelo menos uma vez ao dia.

Fonte R7