Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



sexta-feira, 30 de março de 2012

PF prende prefeito e secretário de Saúde de município do RJ

O prefeito de São Francisco do Itabapoana, Carlos Alberto Silva de Azevedo, e o secretário municipal de Saúde, Cristiano Salles, foram detidos por desvio de verba pública

Cinco pessoas foram presas na manhã desta quinta-feira (29), entre elas o prefeito de São Francisco do Itabapoana, no norte fluminense, Carlos Alberto Silva de Azevedo, e o secretário municipal de Saúde, Cristiano Salles, durante a Operação Renascer, deflagrada pela Polícia Federal para desarticular um esquema de desvio de verbas públicas destinadas à saúde no município.

Entre os presos também estão um ex-secretário municipal de Saúde e os donos da Clínica Fênix, que a polícia acredita ter sido usada para operar o esquema fraudulento.

De acordo com a PF, as investigações foram realizadas pela Delegacia da Polícia Federal em Campos dos Goytacazes, também no norte do estado, em inquérito policial instaurado para apurar os crimes de quadrilha, peculato (apropriação ou o desvio de valores ou bens por funcionário público) e corrupção passiva e ativa.

Todos os cinco mandados de prisão e os 11 de busca e apreensão – decretados pelo desembargador federal Messod Azulay, da Segunda Turma Especializada do Tribunal Regional Federal – foram cumpridos.

Mais informações sobre a operação serão apresentadas durante entrevista coletiva marcada para o fim da manhã de hoje na Delegacia de Polícia Federal em Campos dos Goytacazes.

Procurada pela reportagem, a prefeitura de São Francisco do Itabapoana informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que não iria se manifestar.

Fonte SaudeWeb

AstraZeneca unifica comunicações internas com a plataforma Lync

Projeto piloto inclui 4.300 pessoas de todos os grupos funcionais da empresa. A farmacêutica deixou claro que gosta dos resultados colhidos até agora

A AstraZeneca está unificando as comunicações internas através da plataforma Microsoft Lync, como uma forma de melhorar a comunicação entre os grupos de pesquisa e desenvolvimento e, também, entre a gestão da cadeia de suprimentos.

A diretora de tecnologia da farmacêutica, Angela Yochem, falou sobre os primeiros resultados do que ainda é um projeto piloto durante a conferência UBM’s Enterprise Connect, em Orlando. O piloto inclui 4.300 pessoas de todos os grupos funcionais da empresa. A AstraZeneca não se comprometeu à Lync como um padrão corporativo, mas deixou claro que gosta do que está vendo até agora.

Kirk Koenigsbauer, vice-presidente corporativo da divisão Microsoft Office, palestrou no Connect Enterprise nesta quarta-feira. O Lync também foi notícia esta semana após um anúncio da HP / Polycom sobre a entrega de equipamentos e serviços para empresas que optarem por implantar o equipamento de videoconferência da Polycom em conjunto com o software Lync. Embora a própria Microsoft não faça anúncios de notícias importantes durante o evento, a empresa está trabalhando para solidificar a reputação do Lync como uma entrada forte no mercado de comunicações unificadas.

O Lync é um software da Microsoft para gerenciamento de voz sobre chamadas telefônicas IP, bem como videoconferências, mensagens instantâneas e conferência web. A história da AstraZeneca ajuda a tornar público o caso de que o Lync está sendo levado a sério por grandes corporações.

A AstraZeneca é uma empresa global com operações em mais de 100 países. “Ela costumava deter todos os aspectos da descoberta de medicamentos, fabricação e comercialização, mas nós mudamos para um modelo onde a maior parte desses serviços é terceirizada”, disse Yochen.

Isso significa uma maior colaboração entre as pessoas, incluindo a colaboração com pessoas de empresas parceiras, avalia. Um aspecto interessante do Lync é a sua capacidade de comunicação federativa através do firewall com participantes de videoconferências de outras organizações, disse a executiva.

Alguns dos benefícios iniciais do ensaio são:

- O tempo necessário para treinamento de vendas em um novo medicamento foi reduzido em 75%.

- Uma equipe da cadeia de suprimentos relatou que o tempo necessário para completar transações de rotina com os fornecedores encolheu de dias para minutos.

- Uma pesquisa global e a equipe de desenvolvimento informaram que ficou muito mais fácil criar videoconferências.

Em uma pesquisa com 1.000 participantes, 93% disseram que recomendariam o Lync para os colegas, 78% acreditam que sua produtividade foi reforçada e 75% estam dispostos a desistir de seu telefone fixo se fossem fornecidos com o Lync.

Além disso, embora o foco do piloto seja a melhoria da produtividade, em vez de poupar dinheiro, “estamos muito interessados em algumas das economias que já vimos”, disse Yochem. Um dos participantes do estudo que viaja à China economizou US $ 600 em custos de comunicação por si só, ela disse.

AstraZeneca não é necessariamente uma loja da Microsoft, Yochem disse, por isso está avaliando o Lync por seus próprios méritos.

Além do vídeo e comunicações unificadas, Yochem disse que ela está interessada em modos assíncronos de comunicação, como as empresas de redes sociais, que têm a vantagem de criar um arquivo pesquisável das comunicações que podem ser minadas no futuro como um registro do conhecimento organizacional. Existem vários usos experimentais de tecnologia de colaboração social em uso ao redor da empresa, mas não uma plataforma padrão.

“Parte da minha lista de coisas a fazer este mês está dedicada a definir a natureza exata da capacidade de que precisamos”, disse ela. Isso não significa que selecionaremos um produto apenas esboçando os “resultados de negócios necessários”, a empresa gostaria de uma tecnologia nova de colaboração, disse.

Fonte SaudeWeb

Radiologistas suspendem exames agendados pela Unimed

De acordo com a Sociedade Cearense de Radiologia (Soceara), a operadora está limitando o número de exames realizados, entre eles os exames de imagem de ultrassons e raios

Os médicos radiologistas suspenderam por tempo indeterminado os atendimentos de exames agendados pelo plano de saúde Unimed em hospitais e clínicas credenciados de Fortaleza.

De acordo com a Sociedade Cearense de Radiologia (Soceara), a operadora está limitando o número de exames realizados, entre eles os exames de imagem de ultrassons e raios X. A Unimed Fortaleza informou que o cliente não pode ter limitador na hora da realização de exames e que os contratos com todas as 32 clínicas de radiologia em Fortaleza estão firmados.

Em entrevista ao portal G1, o diretor da Comissão de Defesa Profissional da Soceara, Dower Frota, afirma que quando a clínica passa do número de exames estipulado pela Unimed, o valor do serviço, que é de R$ 450 por exame, cai 20%. Frota diz que o caso é compreendido como uma atitude ilegal porque as operadoras não podem limitar. E ressalta que os exames de imagem são fundamentais na medicina em termos de diagnóstico. O plano faz isso para reduzir custos e acaba prejudicando o paciente.

O diretor da Unimed Fortaleza, Luciano Alencar, diz que essa é a lógica de mercado. E exemplifica ao dizer que se existem 100 exames, há um preço. Se existem 120, 130, o preço diminui. Segundo a publicação, a Unimed, por meio de nota, informou que as clínicas, não poderão limitar o número de exames e que os clientes do plano de saúde continuarão tendo à disposição a rede de atendimento, conforme previsto em contrato.

A Unimed disse que as mudanças vêm sendo implementadas há cerca de seis anos e que as clínicas assinaram contratos aceitando essas mudanças. O plano de saúde informa que não existe, até o momento, nenhuma clínica ou laboratório descredenciado e que os contratos com as clínicas de imagem e de radiologia encontram-se todos em vigência.

Mudança
A mudança nos contratos foi criticada pelos médicos radiologistas, que realizam exames de imagem pela operadora de plano de saúde. Insatisfeitos, eles decidiram suspender os atendimentos eletivos, os que não são de urgência, por tempo indeterminado.

Frota afirma que a partir do momento em que a Unimed coloca um limitante virtual, em que a partir do qual os profissionais vão ganhar até 20% a menos, ela está inibindo de exercer o ato médico

O diretor da Clínica São Carlos, Francisco Monteiro de Castro Júnior, disse que só foram atendidos os casos de urgência.

Decon
Para o Ministério Público, pacientes que tiverem exames recusados devem procurar o Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon). Segundo a promotora Ann Cely Sampaio, foi aberto um canal de negociação junto à sociedade dos médicos radiologistas e Unimed para tentar solucionar esse problema. Aquele consumidor que se sentir prejudicado poderá comparecer ao Decon para prestar a reclamação devida, ressalta.

A Unimed informou ainda que já enviou esclarecimentos para que o Decon tome providências, alegando que as clínicas têm um contrato e que não podem se recusar a realizar exames.

Agência Nacional de Saúde
A súmula normativa n° 16 da Agência Nacional de Saúde (ANS) diz que é vedado às operadoras de planos privados de assistência à saúde adotar e/ou utilizar mecanismos de regulação baseados meramente em parâmetros estatísticos de produtividade os quais impliquem inibição à solicitação de exames diagnósticos complementares pelos prestadores de serviços de saúde, sob pena de incorrerem em infração.

Fonte SaudeWeb

Relação Nacional de Medicamentos passa a contar com 810 itens

Entre as novidades, está a inclusão de cinco novos medicamentos, que passam a ser fornecidos gratuitamente nas unidades básicas de saúde

Uma nova Relação Nacional de Medicamentos (Rename) está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (29). Por meio da Portaria 533, o Ministério da Saúde amplia a Rename, a lista oficial de medicamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), que passa a contar com 810 itens. Entre as novidades, está a inclusão de cinco novos medicamentos, que passam a ser fornecidos gratuitamente nas unidades básicas de saúde.

Entre eles, os medicamentos alopáticos Finasterida e a Doxasozina, indicados para o tratamento da hiperplasia prostática benigna (crescimento anormal da próstata). E mais três fitoterápicos: Hortelã (tratamento da síndrome do cólon irritável), Babosa (queimaduras e psoríase) e Salgueiro (dor lombar).

A Relação Nacional de Medicamentos é atualizada a cada dois anos. A última relação atualizada fora publicada em 2010. Outra novidade é que a Rename/2012 ganha outro conceito.

Até o ano passado, só constavam desta relação medicamentos da atenção básica, considerados itens “essenciais” para a população brasileira; isto é, voltados para os agravos mais recorrentes.

Por isso, a Rename/2010 se limitava a 340 itens. Até então, não estavam incluídos os medicamentos que tratam doenças raras e complexas nem vacinas ou insumos. Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Carlos Gadelha, este ano, a Rename foi elaborada a partir de um conceito mais amplo do que é essencial para a população. Todos os medicamentos de uso ambulatorial foram incluídos – entre eles, insumos e vacinas. Por isso, a lista mais do que dobrou de tamanho, ganhando 470 itens.

Gadelha acrescenta que este é mais um passo da estratégia nacional que vincula acesso, incorporação racional de novos medicamentos para os cidadãos e sinalização para o aumento da produção nacional. Só não constam da Rename/2012 os medicamentos oncológicos, oftalmológicos e aqueles usados em Urgências e Emergências. Esses produtos estão contemplados na Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde (Renases).

Atualização
A incorporação, exclusão e alteração de medicamentos e insumos na Rename são realizadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), coordenada pelo Ministério da Saúde e com a participação de representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), além de especialistas da (Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de entidades e associações médicas, comunidades científicas e hospitais de excelência.

A incorporação é feita a partir da análise da eficácia, efetividade e custo-benefício dos medicamentos e deve ser acompanhada de regras precisas quanto à indicação e forma de uso. Isso permite orientar adequadamente a conduta dos profissionais de saúde, além de garantir a segurança dos pacientes. A Conitec tem um prazo de 180 dias, prorrogáveis por mais 90, para a conclusão dos processos de avaliação de novas tecnologias.

Distribuição
Para obter (gratuitamente) os cinco novos e outros produtos incluídos no Sistema Único de Saúde a partir da Rename/2012, o usuário precisa apresentar receita médica às unidades do SUS. Os municípios e estados têm autonomia para disponibilizar esses medicamentos conforme a demanda da população local.

Cada município faz sua própria lista – a Relação Municipal de Medicamentos (Remume). Esses itens são adquiridos com recursos próprios dos estados e dos municípios, complementados por recursos do Ministério da Saúde. A compra dos medicamentos é uma responsabilidade compartilhada entre estados e municípios, bem como a definição dos pontos de oferta dos produtos e os documentos que devem apresentados pelos usuários.

Para a aquisição dos medicamentos, o Ministério da Saúde repassa às secretarias de saúde R$ 5,1 per capita habitante/ano (considerando-se que todos os brasileiros utilizam o SUS). A esse valor é adicionada uma contrapartida financeira pelos estados e municípios – cada um deles repassa R$ 1,86 per capita habitante/ano (totalizando-se, assim, R$ 8,82 per capita habitante/ano).

Fitoterápicos
O Ministério da Saúde passou a financiar fitoterápicos na rede pública de saúde a partir de 2007. Inicialmente, apenas dois produtos constavam da lista do SUS. Atualmente, são 11 medicamentos. Todos eles são fitoterápicos industrializados, ou seja, registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); portanto, com eficácia e segurança comprovadas.

Esses produtos, assim com os medicamentos tradicionais, passam por controle de qualidade e as empresas seguem as mesmas regras de boas práticas de fabricação utilizadas pelas fábricas dos alopáticos. O Ministério da Saúde orienta o uso desses produtos apenas na atenção básica. Os profissionais de saúde interessados em prescrever fitoterápicos devem estar capacitados nesta área. A responsabilidade da prescrição é dos profissionais de saúde.

Fonte SaudeWeb

10 maneiras de prevenir e controlar a hipertensão

Novos dados indicam que a doença atinge 23,3% dos brasileiros

A hipertensão, conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que não tem cura, mas pode ser controlada. "Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. Além disso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal", explica o cardiologista Enéas Rocco. Essa doença pode desencadear males que envolvem o sistema circulatório, desde um infarto até um derrame cerebral. Entretanto, há hábitos de vida que implicam em pequenas mudanças que estão totalmente ao alcance e podem blindar seu organismo. Confira 10 dicas para afastar essa doença silenciosa.

Pressão arterial - Foto: Getty Images

Um hábito prático e saudável: para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. Atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.

Pressão arterial - Foto: Getty Images

Reduza (não elimine) o sal: o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva. Além disso, hoje existe uma boa substituição: o sal diet pode ser útil na dieta do hipertenso, substituindo parte do cloreto de sódio pelo cloreto de potássio - e nisso, ele é duplamente benéfico, por reduzir o sódio e por adicionar potássio, sendo esse último um elemento muito importante na prevenção e no tratamento da hipertensão arterial. Além dos cuidados em relação ao consumo de sal, quem já apresenta a hipertensão deve seguir uma dieta balanceada, privilegiando frutas e verduras, carne magra, laticínios desnatados, grãos e cereais.

Pressão arterial - Foto: Getty Images

Perdendo medidas: pesquisadores do Instituto de Nutrição da UFRJ descobriram que um mal, muitas vezes esquecido, tem grande influência na hipertensão: o acúmulo de gordura na cintura. O indicador é sinal de alerta quando as medidas ultrapassam 102cm para os homens e 88cm nas mulheres, pois essa gordura abdominal duplica as chances de hipertensão, infarto e diabetes. Para reduzir os alimentos gordurosos na alimentação vale incluir frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros como filé mignon e músculo.

Pressão arterial - Foto: Getty Images

Beba com moderação: a redução da ingestão de álcool também auxilia o controle da pressão arterial, porém não é necessária a abstinência. Para não passar da conta, a recomendação é a seguinte: a ingestão de bebida alcoólica deve ser limitada a 30g álcool/dia contidas em 600 ml de cerveja (5% de álcool) ou 250 ml de vinho (12% de álcool) ou 60ml de destilados (whisky, vodka, aguardente com 50% de álcool). Este limite deve ser reduzido à metade para homens de baixo peso, mulheres e indivíduos com sobrepeso e/ou triglicérides elevados.

Pressão arterial - Foto: Getty Images

Apague o cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente, além de comprometer toda a sua saúde a longo prazo. "Parar de fumar é fundamental", alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa. Isso ocorre porque a nicotina do cigarro aumenta a pressão arterial - o que não significa que fumar cigarros com baixos teores de nicotina diminua consideravelmente o risco de doenças cardíacas.

Pressão arterial - Foto: Getty Images

Conte até dez: o estresse aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, desencadeando a hipertensão e doenças do coração. Uma das doenças relacionadas à estafa, ou seja, a doença mais conhecida como fadiga, que causa dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar um tempo de descanso e recuperação) e pela má alimentação. Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. As dicas dos especialistas são controlar s emoções e procurar incluir atividades relaxantes na sua rotina.

Pressão arterial - Foto: Getty Images

Vitamina D sempre: um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de hipertensão em mulheres estão associados ao descontrole dos níveis da pressão arterial em decorrência da falta de vitamina D no organismo. A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como a manteiga, gema de ovo, fígado, entre outros, mas sua principal fonte de absorção é a luz solar. Com a falta da vitamina, o organismo feminino faz um esforço três vezes maior para manter seu equilíbrio circulatório e acaba sobrecarregando algumas funções como a irrigação das artérias, o que gera um aumento na pressão e desconfortos, como tontura e transpiração excessiva.

Pressão arterial - Foto: Getty Images

Monitore seu coração: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz. No mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem medir a pressão arterial. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios. Quem já possui a doença deve ir medi-la a cada mês e ir ao médico a cada seis meses para verificar a medicação que está tomando.

Pressão arterial - Foto: Getty Images

Benefícios adicionais do sexo: um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. A pesquisa contou com a colaboração de três mil homens de 45 a 59 anos de idade. De acordo com os cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão arterial suba durante as atividades sexuais, a pressão subsequente é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o organismo, afastando o risco de infartos.

Pressão arterial - Foto: Getty Images

Tire as crianças da frente de TV: crianças que passam muito tempo em frente à televisão têm mais chances de apresentar elevação da pressão arterial independentemente do seu nível de gordura corporal ou peso, de acordo com um estudo publicado na revista científica Archives of Pediatric and Adolescent Medicine. A pesquisa analisou a relação entre a pressão arterial das crianças e sua escolha de passatempos passivos, como assistir à TV, usar o computador e ler. De acordo com os pesquisadores, ver TV é mais nocivo do que jogar vídeo-game, por exemplo, porque a ação de jogar demanda o mínimo de movimentos da criança. Enquanto a TV, além de estimular o comportamento passivo, normalmente vem associada ao consumo de guloseimas, como salgadinhos e biscoitos, cheios de sal e gordura, que também contribuem para o aumento da pressão.

Fonte Minha Vida