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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Casa de vidro em shopping de SP mostra vida de quem tem Parkinson

Gabo Morales/Folhapress
Uma casa de vidro está em exposição no shopping Eldorado de até dia 14 de abril para mostrar como é a vida das pessoas que têm mal de Parkinson.

Dentro da casa, pacientes com a doença vão compartilhar suas experiências e atividades cotidianas com os visitantes. Haverá também a participação de médicos e distribuição de folhetos informativos sobre a doença.

A iniciativa pretende mostrar que a informação sobre o diagnóstico precoce e o tratamento são bastante importantes para uma melhor qualidade de vida dos pacientes. O mal de Parkinson acomete cerca de 2% da população acima de 60 anos --estima-se que 400 mil brasileiros convivam com a doença, mas esse número pode ser maior já que os sintomas podem ser confundidos com sinais do envelhecimento.

A atriz Eva Wilma foi escolhida a madrinha da campanha e esteve presente no lançamento da ação, que ocorreu hoje (10) e tem o apoio da Associação Brasil Parkinson, da Academia Brasileira de Neurologia e da Roche.

Mais informações sobre a campanha estão no site "[vivabemcomparkinson.com.br}": http://www.vivabemcomparkinson.com.br/

Fonte Folhaonline

Quase metade dos brasileiros está acima do peso

Uma pesquisa anual feita pelo Ministério da Saúde indica que o país manteve, em 2011, a tendência de crescimento do excesso de peso e da obesidade entre adultos.

Em 2006, 43% dos adultos brasileiros registravam excesso de peso, entendido como IMC (Índice de Massa Corporal) de 25 ou mais. Em 2011, a pesquisa identificou aumento dessa taxa para 48,5%.

O percentual de adultos brasileiros obesos (IMC de 30 ou mais), por outro lado, passou de 11% em 2006 para 15,8% em 2011.

O crescimento é significativo tanto entre homens quanto entre mulheres e é visto como "preocupante" pelo ministério.

"A notícia para olhar com atenção é que continuamos com crescimento [de sobrepeso e obesidade]. Não é abrupto, mas vemos o aumento de maneira sistemática e consistente", afirmou nesta terça-feira Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do ministério.

O ministro Alexandre Padilha rejeitou a tese de que o fator determinante para o aumento das taxas de obesidade e sobrepeso tenha sido a melhoria econômica brasileira e, consequentemente, o ganho de poder aquisitivo pelas famílias.

"Não mudou o hábito alimentar nos últimos seis anos, não foi nesse período que aumentou o consumo de leite com gorgura, carne com gordura", disse Padilha. "Agora é a hora de virar o jogo se não quisermos chegar nos patameres do Chile, da Argentina e, muito menos, dos Estados Unidos."

Enquanto o Brasil tem 15,8% da população obesa, o Chile tem 25,1%, a Argentina tem 20,5% e os Estados Unidos, 27,6%.

O inquérito por telefone (Vigitel) ouviu 54.144 pessoas com 18 anos ou mais em 26 Estados, durante o ano de 2011. O objetivo da pesquisa é identificar hábitos de vida que podem ter impacto na saúde pública.

Menos cigarro
Se o brasileiro mantém a tendência de aumento do peso, por outro lado, continua em queda a prevalência do tabagismo no país.

Entre 2006 e 2011, o percentual de fumantes no país caiu de 16,2% para 14,8%. A queda ocorreu entre os homens (20% em 2006 e 18,1% em 2011). Entre as mulheres, um dos principais alvos atuais da indústria do tabaco, a prevalência ficou estável na faixa dos 12% e 13%.

Se feito o corte por escolaridade, é possível perceber a presença mais forte do tabaco entre os menos instruídos. O percentual de fumantes chega a 18,8% entre os brasileiros com até oito anos de escolaridade e cai para 10% entre os que têm 12 anos ou mais de estudos.

A disparidade entre pessoas com mais e menos escolaridade se repete em quase todos os hábitos analisados e é marcante quando referente à realização de exames preventivos, como a mamografia.

Entre mulheres de 50 a 69 anos com até oito anos de instrução, apenas 68,5% afirmaram em 2011 ter realizado o exame nos dois anos anteriores. O percentual chega a 87,9% entre mulheres dessa faixa etária com 12 anos ou mais de escolaridade.

A diferença, segundo Barbosa, demonstra que "apesar de estar crescendo [a cobertura da mamografia], ainda há esforços a serem realizados".

Durante entrevista coletiva nesta terça, o ministério listou medidas que foram adotadas nos últimos meses para combates os problemas identificados nessa pesquisa e nas anteriores, como aumento da oferta de mamografias, aumento na taxação do cigarro e a implantação de academias nos municípios.

Fonte Folhaonline

Como o adolescente pode manter um sorriso brilhante?

Uma boca bem cuidada prolonga a vida dos dentes
Uma boca bem cuidada não somente prolonga a vida dos dentes como também faz o indivíduo se sentir bem.

Como os adolescentes podem manter dentes saudáveis e brilhantes?
A melhor maneira de se ter dentes saudáveis e um sorriso bonito é continuar com os bons hábitos de higiene bucal adquiridos na infância. Independentemente do uso de aparelhos ortodônticos, o importante é:

- Escovar os dentes no mínimo três vezes ao dia usando um creme dental com flúor, para remover a placa bacteriana, que é a principal causa da gengivite e das cáries.

- Usar fio dental diariamente para remover a placa bacteriana instalada entre os dentes e sob a linha da gengiva. Se a placa não for retirada diariamente, pode endurecer e formar o tártaro, uma substância amarelada e de aparência desagradável.

- Limitar a ingestão de açúcar e alimentos que contém amido, principalmente os pegajosos (que grudam na superfície dos dentes).

- Consultar o dentista periodicamente para um exame profissional detalhado e uma limpeza ou profilaxia.

Uma boca asseada e bem cuidada não somente prolonga a vida dos dentes como também faz o indivíduo se sentir bem, com hálito fresco e um sorriso mais bonito.

Sobre que assuntos especiais, relacionados com os dentes, os jovens deveriam estar informados?
Problemas dentários podem acontecer na adolescência e, infelizmente, eles realmente acontecem. Com mais informações sobre temas que afetam a saúde bucal, as escolhas se tornam mais fáceis.

Ortodontia — Muitos adolescentes e pré-adolescentes precisam usar aparelhos para corrigir os dentes mal posicionados ou muito juntos, e o mau alinhamento das arcadas. É mais difícil cuidar de dentes que não se ajustam bem. Esses dentes correm o risco de precisarem ser extraídos e causam um esforço extra nos músculos da mastigação. A avaliação de um Ortodontista poderá determinar se você precisa usar aparelho e qual o tratamento correto. O uso de aparelho exige uma escovação ainda mais rigorosa.

Protetores bucais — Se você pratica esportes, estes protetores são indispensáveis para proteger seu sorriso. Os protetores bucais geralmente cobrem os dentes superiores e são feitos para evitar que eles sejam traumatizados, que os lábios sofram cortes ou que outros possíveis danos ocorram na sua boca. Se você usar aparelho ortodôntico ou prótese na arcada inferior, seu dentista poderá sugerir que você também use um protetor para os dentes inferiores.

Nutrição — A alimentação tem um papel fundamental na sua saúde bucal. Os açúcares e amidos em muitos alimentos e bebidas contribuem para a formação da placa bacteriana, que destrói o esmalte do dente. Reduza a ingestão de lanches e refrigerantes. Cada vez que você consome alimentos e bebidas que contém açúcar ou amidos, os ácidos atacam seus dentes durante 20 minutos ou mais. A adoção de uma dieta equilibrada, baseada nos cinco grupos de alimentos, pode fazer uma grande diferença para a saúde de sua boca. Como lanche, escolha alimentos nutritivos, como, por exemplo, queijo, verduras cruas, iogurte natural ou frutas.

Fumo — Se você não fuma ou nem mastiga tabaco, resista e não comece com esses hábitos. Eles podem manchar seus dentes e gengivas, tornar mais forte a mancha do tártaro que se acumula nos dentes e produzir mau hálito, além de outros problemas de saúde. Com o passar do tempo, o fumo e o hábito de mastigar tabaco aumentam o risco de gengivite e câncer na boca. Se você faz uso do tabaco, informe seu dentista e seu médico e avise-o se houver qualquer problema bucal.

"Piercing" na boca — Apesar da sua popularidade, este tipo de "piercing" pode causar complicações tais como infecções, sangramento incontrolável ou danos a um nervo. Você também corre o risco de engasgar com os pinos e argolas. As jóias de metal podem danificar seus dentes e sua gengiva. Se estiver pensando em fazer "piercing" oral, fale com seu dentista. Ele poderá ajudá-lo a fazer uma escolha mais segura.

Distúrbios alimentares — A bulimia (comer demais e vomitar) e a anorexia (medo excessivo de ganhar peso que, muitas vezes, resulta em vômitos) são problemas graves de saúde que afetam diretamente a aparência dos dentes, corroendo o esmalte. O dentista pode corrigir o esmalte deteriorado, mas não pode tratar o distúrbio alimentar, que pode levar ate à morte e deve ser tratado com um psicólogo. Se você tem - ou acha que tem - um distúrbio deste gênero, fale com seu médico.

O que fazer para deixar meus dentes mais brancos?
Uma boa limpeza ou profilaxia, feita por seu dentista, remove a maior parte das manchas externas causadas pelos alimentos e pelo tabaco. O uso de um creme dental branqueador especial também pode ajudar a remover estas manchas até o momento da sua próxima consulta. Se seus dentes estiverem manchados há muito tempo, é possível que você tenha que fazer um tratamento profissional para branqueá-los.

As manchas internas podem ser branqueadas ou recobertas (coroa). Todos estes métodos são seguros e trazem bons resultados. Seu dentista poderá recomendar o tratamento apropriado que depende do estado dos seus dentes e dos resultados desejados.

Fonte Colgate-Palmolive

Casos de demência podem dobrar até 2030, segundo OMS

Com envelhecimento da população mundial, casos de demência podem superar os 65 milhões, adverte entidade

O número de pessoas com demência deve praticamente dobrar para 65,7 milhões em 2030 com o envelhecimento da população mundial, de acordo com relatório da Organização Mundial de Saúde publicado nesta quarta-feira.

Em 2050 o número de doentes pode ser 3 vezes maior que o atual, em 35,6 milhões, informou a organização da ONU. O relatório divulgado pela OMS e pela Alzheimer's Disease International estima que o custo do tratamento e dos cuidados médicos para pessoas com essa condição é de 604 bilhões de dólares por ano.

A demência é causada por uma variedade de doenças no cérebro que afetam a memória, o pensamento, o comportamento e a habilidade de realizar atividades cotidianas. O Alzheimer é a causa mais comum da demência e corresponde a cerca de 70% dos casos.

Mais da metade dos doentes (58%) vivem em países de renda média e baixa, mas esse número pode aumentar para 70% em 2050. O relatório informou que seriam necessários diagnósticos muito mais eficazes, já que, até mesmo em países ricos, apenas de 20% a 50% de casos de demência são rotineiramente reconhecidos.

"Uma vez que a prevalência da doença vai explodir neste século porque todos vamos viver mais - o risco de demência é de 1 em cada 8 para aqueles com mais de 65 e uma proporção assustadora de 1 em 2,5 para os maiores de 85 - seu impacto vai se tornar maior ao longo das décadas," de acordo com Shekhar Saxena, chefe do departamento de saúde mental da OMS.

"Precisamos aumentar nossa capacidade de detectar a demência precocemente para oferecer as condições sociais e de saúde necessárias," disse Oleg Chestnov, diretor geral assistente de Doenças Não Transmissíveis e Doença Mental da OMS.

"Muito pode ser feito para reduzir o problema da demência. Os profissionais de saúde, com frequência, não são treinados adequadamente para reconhecer a demência."

Apenas oito países em todo o mundo - Austrália, Grã-Bretanha, Dinamarca, França, Japão, Coreia do Sul, Holanda e Noruega - atualmente têm programas nacionais para a demência, de acordo com o relatório "Demência: uma prioridade da saúde pública".

Alemanha e Suécia estabeleceram listas de recomendações. O estudo também destaca um falta de informação e conhecimento geral sobre a doença, que alimenta o estigma e leva as pessoas, às vezes, a adiar a busca por apoio.

"Agora é vital enfrentar os baixos níveis de conscientização e entendimento públicos e reduzir drasticamente o estigma associado com a demência," disse Marc Wortmann, diretor executivo da Alzheimer's Disease International.

"Precisamos agir, precisamos deter essa epidemia."

Neste relatório, a OMS recomenda que as autoridades procurem minimizar o estigma que tem sido, há muito tempo, associado à demência e melhorar os cuidados gerais para as vítimas, junto com o apoio para os enfermeiros. Não é possível atualmente tratar a demência, mas o avanço da doença em alguns casos pode ser desacelerado.

Fonte iG

Pequeno dicionário dos tratamentos de câncer

Conhecer as técnicas que ajudam a enfrentar a doença facilita o tratamento. Métodos vão além da quimioterapia

Câncer ainda é uma doença que assusta. Muitas vezes o diagnóstico é associado a uma sentença de morte e os tratamentos a verdadeiras torturas, com sequelas físicas e emocionais.

Felizmente a medicina evolui a cada dia, com objetivo de combater ao máximo os tumores e oferecer mais conforto e segurança aos pacientes.

Com o aumento da expectativa de vida, a doença avançou e já é a segunda causa de morte dos brasileiros.

Diretor responsável pelo Centro Integrado de Oncologia do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, de São Paulo, o radio-oncologista Robson Ferrigno explica a seguir quais são as técnicas não cirúrgicas de tratamento de câncer. Conhecê-las certamente ajuda a diminuir os medos e contribui para o sucesso dos tratamentos.

Quimioterapia
É um tratamento realizado por meio de um ou mais medicamentos com capacidade de destruir as células tumorais. É considerado como sistêmico porque atinge todo o organismo.

Quimioterapia oral e injetável
Dependendo da situação clínica, a quimioterapia pode ser realizada com a ingestão oral de comprimidos ou por via venosa, dissolvida em soro. “Essa última é mais frequente, porém, vem aumentando a disponibilidade de alguns quimioterápicos novos por via oral”, explica o médico Robson Ferrigno.

Quimioterapia ambulatorial
Ocorre quando o tempo de infusão de soro com quimioterápicos é curto (em torno de duas horas) e o paciente tem condições clínicas de ir ao ambulatório para receber a medicação. Se o tempo de infusão for muito longo, às vezes durante alguns dias, e o paciente não estiver clinicamente bem, a técnica é realizada com o paciente internado.

Radioterapia
Ao lado da cirurgia e da quimioterapia, é uma das três principais modalidades técnicas de combate ao câncer. É um tratamento localizado e feito por meio da aplicação de radiação ionizante na região do corpo afetada pela doença. Quanto mais concentrada a dose de radiação no tumor e menor nos tecidos normais vizinhos, menores as possibilidades de complicações e melhor é o resultado.

Nos últimos anos houve substancial desenvolvimento de novas técnicas de radioterapia. “A mais antiga é a convencional, que irradia um volume grande de tecidos normais porque o planejamento é feito pela delimitação na pele do paciente sem sabermos ao certo quais estruturas internas do corpo a radiação está atingindo. Graças a novos equipamentos e sistemas computadorizados, técnicas de maior precisão, tais como a radioterapia conformada e a de intensidade modulada (IMRT), começaram a ser utilizadas na prática médica com melhores resultados de tratamento”, diz o especialista.

Radioterapia conformada
Esta técnica foi desenvolvida para que a área de tratamento com radioterapia pudesse ser visualizada e fosse possível avaliar a distribuição da dose no organismo. Para tanto, o planejamento da dose é feito em um exame de imagem do paciente, mais frequentemente uma tomografia computadorizada que, ao ser exportada em um computador, permite ao médico determinar a área que deve receber a radiação e as regiões que devem ser protegidas.

Com isso, tem-se a informação das estruturas internas atingidas pela radiação e com qual intensidade. A radioterapia conformada, por ser mais segura para o paciente, é a técnica mais recomendada pela SBRT para todas as situações clínicas.

Radioterapia de intensidade modulada (IMRT)
A sigla é inglesa e significa “Intensity Modulated Radiation Therapy”. Como o nome diz, é uma técnica com capacidade de modular a intensidade da radiação que vai atingir cada órgão ou área acometida pela doença.

Isso é possível graças a alguns acessórios que são incorporados à máquina de radioterapia, no caso um acelerador linear de partículas, e programas de computador que passam informações para o aparelho para que filtros sejam colocados na frente do feixe de radiação e assim ela seja dirigida de forma mais concentrada. Com isso, pode-se aumentar a dose de radiação no tumor e diminuí-la nos tecidos normais.

É a melhor técnica de distribuição de dose de radiação disponível no mundo e bastante útil em regiões onde o tumor está muito próximo a estruturas que devem ser protegidas. É a forma de radioterapia com menor toxicidade para o paciente.

Atualmente, a IMRT é indicada para tratamento de tumores de próstata, de cabeça e pescoço, de cérebro, de pulmão, de tumores abdominais e pélvicos e de outras situações que necessitam de uma adequada distribuição de dose.

Braquiterapia
É uma modalidade de radioterapia que consiste na colocação de um material radioativo no interior ou próximo de um tumor que necessita receber altas doses de radiação. O material radiativo, geralmente pequeno, pode ficar permanentemente implantado ou ser colocado e retirado após liberação da dose necessária. O tipo de braquiterapia depende da situação clínica. Essa técnica é realizada em vários tipos de tumor, como de colo uterino, endométrio, próstata, esôfago, mama, cabeça e pescoço, partes moles e pulmão.

Braquiterapia de sementes para próstata
É um tipo de braquiterapia que consiste na introdução de sementes de Iodo-125, um material radioativo do tamanho de um grão de arroz, no interior da próstata, onde ficará implantado permanentemente. É utilizada para curar tumor localizado de próstata.

Radiocirurgia e radioterapia estereotática fracionada
Tratam-se de técnicas sofisticadas de precisão para atingir alvos no interior do cérebro com altas doses de radiação. Isso é possível graças aos recursos de fixação da cabeça e liberação da radiação dirigida por computador.

Hormonioterapia
Alguns tipos de câncer, como de mama e próstata, são estimulados por hormônios. Para tratar esses tumores, utilizam-se drogas que bloqueiam a ação do hormônio sobre a doença. No caso do câncer de mama, recorre-se ao bloqueador do hormônio feminino estrogênio, caso o tumor manifeste receptor para o mesmo.
No caso do câncer de próstata, bloqueia-se a ação da testosterona, o que pode ser feito com a retirada dos testículos (orquiectomia) ou por castração química, por meio de medicações. Esses bloqueios hormonais são chamados de hormonioterapia.

Iodoterapia
São injeções endovenosas de um material radioativo líquido, no caso o Iodo-131, para tratamento de câncer de tireóide, uma vez que esses tumores captam iodo. É um tratamento realizado por especialistas em Medicina Nuclear e não por especialistas em radioterapia.

Quando a cirurgia é necessária?
Vários tipos de tumores necessitam que a doença macroscópica seja retirada para um controle efetivo. A decisão vai depender do tipo de câncer e do estágio em que ele se encontra. São exemplos da obrigatoriedade da cirurgia tumores iniciais de mama, de próstata, de cabeça e pescoço, de pulmão, de estômago, de reto, de endométrio entre outros.

Fonte iG