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domingo, 22 de abril de 2012

Praticar ioga na adolescência pode proteger contra transtornos mentais

Pesquisadores da Universidade de Harvard, nos EUA, mostram em um novo estudo que praticar ioga durante a adolescência pode ajudar a prevenir transtornos mentais.

Os autores compararam o desempenho de alunos do ensino médio de uma escola que participaram das aulas regulares de educação física com um grupo que, durante 10 semanas, frequentou aulas de ioga. Antes e após o programa, os alunos completaram uma bateria de testes psicossociais. Além avaliar para mudanças no humor e controle da ansiedade, ambos os grupos foram testados para o desenvolvimento de habilidades de autorregulação, tais como a resiliência, controle de raiva e atenção – características que indicariam a tendência ou não da ioga em proteger contra o desenvolvimento de transtornos mentais.

Segundo os resultados, divulgados no periódico Journal of Developmental & Behavioral Pediatrics, os jovens que frequentaram as aulas de ioga ponturaram melhor em vários dos testes psicológicos. Especificamente, enquanto os alunos que frequentaram as aulas de educação física tenderam a ter pontuações melhores para os problemas de humor e de ansiedade, os alunos das aulas de ioga apresentaram resultados semelhantes ou até melhores. A regulação das emoções negativas foi pior entre os alunos da educação física em comparação aos que praticaram ioga.

Apesar dos resultados, ressaltam os autores, ainda é cedo para afirmar com certeza que a ioga praticada na adolescência previne os transtornos mentais. Segundo Jessica Noggle, líder do estudo, como os transtornos mentais comumente se desenvolvem na adolescência, “a ioga pode ter um papel preventivo na saúde mental de adolescentes”.

“Os resultados são coerentes com os poucos estudos anteriores sobre a ioga praticada em ambientes escolares”. Jessica e sua equipe esperam agora realizar estudos mais amplos de rastreamento por vários anos, até a idade adulta, por exemplo. “Estes estudos são necessários para esclarecer os benefícios da ioga para a saúde mental”, finaliza.

Fonte O que eu tenho

Audição afetada pode impactar desenvolvimento infantil

A partir do terceiro mês de gravidez o feto já começa a desenvolver o cérebro e o sistema nervoso. Nesta fase a audição também se faz presente e o futuro bebê passa a “interagir” com o mundo externo à barriga da mãe. Música, sons ambientes e principalmente a voz da mãe já começam a ser reconhecidos, aumentando o envolvimento e a formação de laços afetivos. Após o nascimento, a audição ajuda no desenvolvimento infantil, principalmente na aquisição da linguagem. Mas e quando há problemas no desenvolvimento a audição?

“Ouvir é importante para a afetividade, a comunicação, a linguagem e principalmente o desenvolvimento cognitivo das crianças. Por isso, estar atento aos resultados dos testes de audição feitos com os bebês – o que pode indicar a necessidade de cirurgias ou terapias fonoaudiológicas – é importante. Quanto mais rápido se diagnosticar algum problema nesse sentido, mais fácil reverter as perdas da criança”, explica Dóris Lewis, fonoaudióloga e membro da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa).

De acordo com Dóris, o primeiro teste importante é aquele feito ainda na maternidade, o chamado Teste da Orelhinha. Um problema observado neste teste, realizado no momento de alta do hospital, já aponta para uma suspeita de audição comprometida. Um segundo teste, após 15 dias do primeiro, é importante para a confirmação de uma condição audiológica.

“Como as crianças nesta idade ainda não verbalizam, o teste vai ser a única maneira de identificar algum problema”, diz Dóris. “Entretanto, alguns tipos de problemas de audição são mais sutis e podem passar desapercebidos nesta primeira observação. Nestes casos os pais devem ficar atentos em como a criança reage a estímulos em casa. Bebês um pouco mais velhos e que não atendem ao chamado dos pais podem ter a audição comprometida em algum nível, por exemplo”, completa.

Problemas identificados nesta fase do nascimento ou nos meses posteriores ao parto podem ter várias causas. Eles vão desde problemas congênitos – genéticos, por exemplo –, podem ser reflexo de algum problema de saúde da mãe durante a gravidez – infecções como herpes, sífilis ou toxoplasmose –, causados por quadros de icterícia ou, quando há um parto prematuro, pela passagem do bebê pela UTI neo-natal e consequente tratamentos envolvendo muitos remédios.

“Estes quadros aumentam o risco de problemas de audição em até dez vezes. A incidência de problemas de audição em crianças saudáveis é em torno de 1/1000. Nas crianças com os problemas acima a incidência aumenta para 1/100. É um salto muito grande e a audição pode não ficar comprometida de imediato, mas apresentar falhas em idade mais avançada”, aponta Dóris.

Fase pré-escolar
Na fase pré-escolar os problemas de audição podem ser causados por doenças muito comuns. A baixa na imunidade e as infecções de ouvido combinadas são alguns fatores. Caxumba, sarampo, miningite também podem afetar a audição. “Na maioria dos casos estas últimas três condições levam à perdas mais severas e permanentes”, alerta a especialista.

Pais fumantes também contribuem para o aumento do risco desse tipo de problema nos filhos. “Além disso as crianças institucionalizadas – como aquelas que vivem em orfanatos ou abrigos – têm menor imunidade no geral também. Os cuidadores também precisam estar atentos”, observa Doris.

Em todos estes casos a perda, em qualquer nível, de audição compromete a consolidação da fala e o aprendizado da linguagem. É preciso, portanto, que um pediatra faça testes e, caso comprovado o problema, que fonoaudiólogos também participem do tratamento.

“A solução pode ser o uso de próteses auditivas – os aparelhos “para surdez” –, cirurgia, ou simples tratamento medicamentoso. De qualquer forma a terapia fonoaudiológica também deve estar presente”, finaliza Doris.

Fonte O que eu tenho

Respostas para 17 dúvidas comuns sobre a acne

A tão odiada acne não é coisa só de adolescente. Há muitas mulheres e homens que sofrem deste mal também na fase adulta. Para lidar com este problema, é preciso entender as causas e fatores responsáveis pelo aparecimento das temidas espinhas. Até mesmo nossa alimentação pode influenciar no processo. A seguir, confira as respostas para todas as suas dúvidas sobre o tema.


1. Qual a diferença entre a acne na adolescência e na fase adulta?
Do ponto de vista clínico, nenhuma, já que as lesões são muito semelhantes. No entanto, a acne na adolescência é auto-limitada, ou seja, ao redor da terceira década tende a curar, sendo sua causa a condição genética propriamente dita. Já a acne adulta, é uma condição que, geralmente, é associada às questões hormonais, principalmente, alterações hormonais ovarianas, só se resolvendo mediante ao tratamento desta causa. 

2. Quais as principais razões para o aparecimento da acne na fase adulta?
A principal são os cistos ovarianos. No entanto, o uso de medicamentos como anticoncepcionais, alguns antiinflamatórios, corticoides e, até mesmo, quimioterápicos, também podem ocasionar o início deste quadro.

3. Como se forma a espinha?
As espinhas (acne) se formam porque há o entupimento do ducto que drena para a superfície da pele o sebo produzido pela glândula sebácea. Esta rolha de ceratina é o chamado cravo, que em seguida inflama, deixando as lesões avermelhadas e pustulosas. A rolha é secundária à irritação do sebo que tem composição diferente (mais irritativa) do que de uma pessoa normal.

4. A herança genética influencia?
Sim, sem dúvida. Filhos de pais com acne têm mais chances de apresentarem acne na vida que os filhos de pais sem acne.

5. Quais são os graus de acne?
São 5 graus:
grau 1 - comedoniano: quando há o predomínio de cravos)
grau 2 - pápulo-pustulosa; quando predomina pontos vermelhos e de pus
grau 3 - cística: quando há o predomínio de cistos
grau 4 - conglobata: quando há cistos e ductos pustulosos que se intercomunicam
grau 5 - fulminante: quando há sintomas gerais, como febre, mal-estar e dores no corpo associados ao grau 5.

6. Quem sofre mais: as mulheres ou os homens e por quê?
Geralmente, as mulheres, devido à causa hormonal ovariana ser a principal causa desencadeante deste tipo de acne.
7. Em qual área do corpo é mais comum o surgimento da acne na fase adulta?
O surgimento da acne, geralmente, se limita à face, principalmente, na região mandibular.

8. Quais são as opções para tratamento?
Antes de tudo, tratar a causa: se for decorrente de cistos ovarianos, estes devem ser tratados; se for decorrente do uso de algum medicamento, este deve ser trocado.

9. O que há de novo no tratamento da acne?
Não há nada de novo. A nova tendência é a associação de retinóico sintético (adapaleno) com o agente que diminui a proliferação de bactérias (peróxido de benzoíla).

10. Como é feito o tratamento?
Sempre deve ser prescrito por um dermatologista, de acordo com a gravidade de cada caso.

11. A alimentação pode influenciar?
Cada vez mais, temos encontrado explicações na literatura que apontam para esta associação. Alimentos ricos em glicose e carboidratos, por estimularem a produção de insulina, parecem estar mais associados com esta piora. Neste sentido, o chocolate também participa de tal processo.

12. O excesso de maquiagem pode levar à formação de espinhas?
Sim, principalmente naqueles que já têm tendência à acne, pois fecha mais os poros, diminuindo a excreção do sebo.

13. E o uso indiscriminado de cremes, loções e protetores, ainda mais quando não são adequados ao tipo de pele, também podem favorecer o aparecimento da acne?
Sim.

14. Fumar também pode estar associado ao surgimento da acne?
Isto não está muito bem estabelecido, mas, atualmente, já existem algumas linhas de pesquisa que falam que o fumo, até mesmo a maconha, pode piorar o quadro de acne.

15. Quando é necessário procurar outros especialistas (como endocrinologistas e ginecologistas) para tratar o problema?
Sempre que houver suspeita de que a acne não seja uma condição genética exclusiva no paciente, mas sim, secundária a algum problema corporal, como alterações hormonais.

16. Quais as recomendações (dicas para lavar, proteger e hidratar a pele) para que o tratamento seja mais eficaz (especialmente no caso de uso de cremes e pomadas)?

Este deve ser prescrito pelo dermatologista, no ato de se indicar um tratamento, para que o uso seja compatível com os produtos indicados e, também, com o tipo de pele de cada um.

17. O que a mulher com acne deve evitar?
O que acentua ainda mais o problema ou pode desencadeá-lo?
O uso de anticoncepcionais que não sejam específicos para o público de mulheres portadoras de acne.

Fonte Minha Vida

Ejaculação feminina não precisa ser motivo de preocupação

O líquido também não tem relação com a lubrificação vaginal

O orgasmo feminino é cercado de mistérios. Um deles está em dizer que as mulheres que ejaculam sentem mais prazer. Mas também mulheres ejaculam? Sim. A ejaculação é consequência: algumas mulheres, quando têm um orgasmo muito intenso, podem ejacular. Entretanto, as mulheres que não expelem o líquido pela uretra não sentem necessariamente menos prazer do que as que ejaculam.

"Ao ser estimulada sexualmente, as glândulas de Skene, podem ser forçadas pelas contrações musculares da vagina, que pode expelir pela uretra um líquido viscoso, assemelhando-se ao líquido expelido pela próstata masculina", explica a ginecologista Carolina Ambrogini, da Unifesp.

O líquido ejaculado também não tem relação com a lubrificação vaginal, uma vez que esta acontece antes do orgasmo e é produzida pelas glândulas de Bartholin, enquanto a ejaculação acontece no clímax do ato sexual e seu líquido é liberado através do canal da uretra.

A lubrificação vaginal é a produção de um líquido viscoso na vulva, que reduz o atrito durante a penetração. "A lubrificação vaginal é uma das primeiras respostas à excitação sexual na mulher. Sua ausência pode trazer grandes incômodos na penetração", explica Carolina Ambrogini.

Essas glândulas de Skene são também conhecidas como próstata feminina. Elas são resquícios da formação fetal. Quando o feto está se formando, meninos e meninas desenvolvem-se da mesma forma. Depois de um tempo é que se desenvolvem órgãos específicos para cada sexo. No caso dos homens, forma-se a próstata, e nas mulheres, as glândulas de Skene.

Será que é urina?
Outra dúvida frequente surge quando algumas mulheres confundem o produto da ejaculação com a urina, uma vez que a sensação que antecede a essa ejaculação é parecida com a vontade de urinar. "É importante saber diferenciar o líquido que sai pela uretra na ejaculação, da urina. Em geral, esse líquido é incolor e inodoro, bem diferente do xixi e sai em menor quantidade."

A atenção é importante, pois pessoas que tem problemas na bexiga, tais como bexiga hiperativa e incontinência urinária, podem urinar na hora do orgasmo, por conta da contração de diversos músculos. Nesse caso, é importante buscar um especialista.

Fonte Minha Vida

Disfunção erétil: tratamentos

A maioria dos casos da impotência sexual tem solução

Tratamentos para disfunção erétil
O andrologista Carlos Araújo explica que para iniciar um tratamento para disfunção erétil é preciso primeiro passar por uma consulta médica. No encontro médico-paciente são feitas perguntas sobre a saúde do paciente e da situação do relacionamento com a companheira.

Dependendo da situação é indicado o uso de medicamentos via oral, ou medicamentos injetáveis e, no último caso, implantes penianos.

Para quase todos os pacientes existem tratamentos. A prevalência de homens no consultório é de homens com mais de 40 anos. Mas o problema também pode afetar os jovens. Assista ao vídeo e entenda melhor o assunto




Fonte Minha Vida