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terça-feira, 24 de abril de 2012

Conheça as seis frutas que ajudam a evitar doenças

Elas são ricas em antioxidantes que combatem os radicais livres

As frutas promovem milagres à saúde. Ricas em antioxidantes ajudam a combater os radicais livres causadores de doenças e do envelhecimento celular. As frutas devem ser consumidas pelo menos duas vezes por semana e de preferência entre as refeições. Consumi-las como sobremesa, dizem especialistas, pode atrasar a digestão das proteínas e favorecer a formação de gases.
Veja as frutas que fazem milagres à saúde:

Laranja
É rica em vitamina C e atua no sistema imunológico ajudando a diminuir o risco de câncer. Seus gomos possuem pectina, uma fibra que ajuda a controlar o nível do colesterol.

Uva, ameixa e morango
São ricas em antioxidantes, as antocianinas. Elas protegem os órgãos vitais conta a ação dos radicais livres, que prejudicam às células saudáveis.

Banana
Fonte de potássio, esse mineral garante o bom funcionamento dos músculos e produzir energia no organismo.

Mamão
Possui substâncias laxativas que evitam a prisão de ventre. Também é excelente fonte de vitamina C, de potássio, cálcio e outros minerais importantes que controlam a pressão e previnem assim problemas no coração.

Fonte R7

Saiba quais são os benefícios da corrida para as mulheres

É um ótimo exercício para modelar o corpo e excelente para a menopausa

Cada vez mais cresce o número de mulheres que procuram na corrida uma forma saudável de ficar em forma. Prova disso são as inúmeras provas que são direcionas especificamente para o público feminino.

A corrida é um ótimo exercício para modelar o corpo de forma natural e excelente para as mulheres que começam a entrar na menopausa, quando ocorre a perda de massa óssea.

A mulher que pratica a corrida nessa fase evita a osteoporose, pois a atividade ajuda a manter essa massa. A corrida influencia de forma benéfica as mulheres em várias fases da vida.

Praticada por adolescentes, estimula a prática de hábitos saudáveis. Na fase adulta, diminui a tensão e o estresse, evitando a insônia e para idosas, além de melhor o condicionamento físico, diminui a ansiedade e a depressão.

A atividade também evita riscos de queda nos idosos justamente por melhorar o equilíbrio e a consciência corporal. Pesquisas mais avançadas apontam também a corrida como uma forte aliada na prevenção do câncer mamário, além de diminuir o risco de problemas cardíacos.

Fonte R7

Microestrutura pode ajudar na restauração de nervos

Cientistas desenvolvem técnica com 'favo de mel miniatura' para regenerar células danificadas


Uma estrutura neural chamada parecida com "um favo de mel" pode ajudar nervos danificados a crescer e se recuperar futuramente, aponta uma pesquisa publicada no jornal Biofabrication, especializado na área. A estrutura pode reunir várias ramificações de um nervo por seus poros, eventualmente reparando o nervo. Os cientistas acreditam que, futuramente, será possível curar lesões na espinha dorsal com o "favo de mel miniatura", também chamado de andaime.

Quando os nervos sofrem danos, como ocorre comumente em acidentes de carro, o corpo pode perder o movimento de membros ou a sensibilidade de determinadas regiões. A restauração do nervo pode ser um desafio, mas se ele estiver fora da espinha dorsal ou do cérebro, pode se curar sozinho, contando que não tenha sido muito prejudicado.

Uma das técnicas que ajuda o reparo dos nervos é o uso de tubos. As duas pontas do nervo são colocadas dentro da estrutura, que vai "guiar" as partes da célula a se unirem novamente.

Os pesquisadores da Universidade de Sheffield (Grã-Bretanha) e do Laser Zentrum de Hannover (Alemanha) estudara a restauração de nervos usando a estrutura do favo de mel. O doutor Frederik Claeyssens, da instituição britânica, afirmou que o andaime é "bem parecido com a estrutura do nervo". "O nervo tem pequenas regiões onde há 'cabos' que vão de um lado ao outro, e eles estão dentro de uma estrutura maior. É isso o que queremos reproduzir com o andaime", explicou.

A estrutura introduzida pelos cientistas é feita de ácido polilático fotopolimerizável, que se desfaz depois que o nervo se repara automaticamente. Os pesquisadores mostraram que células neurais podem se desenvolver junto com o favo e agora estão conduzindo testes para tentar fazer com que nervos sejam completamente restaurados.

Segundo Claeyssen, essa tecnologia "pode fazer uma grande diferença para pacientes que tiveram nervos danificados". A estrutura do favo já é usada em outras áreas da "medicina re

Fonte Estadão

Sem regras para instrutor, MMA invade academias

Grandes redes e locais especializados em artes marciais oferecem a prática; arriscada, modalidade não é regulamentada no Brasil

A febre do MMA saiu da televisão e invadiu as academias. Antes chamada “vale-tudo” e restrita a atletas, a modalidade de Anderson Silva - que virou até reality show na TV aberta - está cada vez mais ao alcance de qualquer um. Mas os alunos devem ficar atentos: a mistura de técnicas das mais variadas artes marciais (daí o nome MMA, do inglês Mixed Martial Arts) faz crescer o risco de lesões, já que os socos e chutes surgem de todos os lados, em pé ou no solo.

Um dos problemas dos treinos nas academias é a falta de regulamentação sobre as artes marciais, que no Brasil são consideradas atividades artístico-culturais, e não esportivas. Na maior parte desses locais, os instrutores não são formados em educação física. Daí a importância de escolher bem o professor.

“A prática das lutas sem fiscalização mostra uma ausência de controle e indica um convite aos riscos”, afirma Angelo Vargas, educador físico, advogado e consultor do Conselho Federal de Educação Física (Confef). “Dessa forma, é difícil resguardar a integridade física dos praticantes, principalmente quando as artes marciais são feitas todas juntas, como no MMA.”

Por outro lado, se bem realizado, o exercício é apontado por professores e preparadores físicos como um dos mais benéficos e completos para tonificar a musculatura, ganhar condicionamento físico e perder peso.

“Ainda não podemos falar que o MMA é uma prática esportiva segura para as pessoas comuns porque é um fenômeno recente”, ressalva Jomar Souza, especialista em Medicina do Exercício e do Esporte e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. “Mas posso dizer que ele já é visto com ressalva por ser muito intenso e misturar vários golpes agressivos, direcionados ao praticante sem qualquer cuidado.”

Para reduzir riscos, diz o especialista, o ideal é adaptar o treino dos exercícios e limitar a quantidade de golpes na luta, principalmente para evitar a região da cabeça. É preciso também cuidado na hora da queda e da luta no chão.

“Como há risco grave de ruptura dos órgãos internos e fraturas externas, a aula deve ser coordenada por um professor de educação física, que conhece a fisiologia do corpo e pode impedir os atritos”, alerta Souza.

A presença de um educador físico ainda traz outra vantagem: “a mediação de alguém com métodos didáticos pode inibir que o espírito de competitividade dos alunos ultrapasse os limites físicos”, acrescenta Turíbio Leite de Barros Neto, fisiologista do Esporte Clube Pinheiros e professor adjunto da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Sem controle
O Estado procurou 12 academias que dão aulas de MMA, entre elas grandes redes e/ou tradicionais no ensino de artes marciais, e constatou que em apenas duas delas os profissionais que lecionavam a modalidade eram professores de educação física. Todos os outros tinham uma larga carreira como instrutores em diversas artes marciais, alguns até campeões em competições nacionais e internacionais, porém sem formação superior na disciplina.

De acordo com Marcelo Calegari, professor de Educação Física e diretor da Federação Paulista de Lutas e Artes Marciais (Feplam), é comum que as pessoas pratiquem arte marcial por algum tempo e pouco depois se autointitulem instrutores. “São raros os casos de academias ou clubes que buscam informações sobre o profissional antes de contratar. Esses locais devem ter cautela antes de oferecer um exercício complexo como o MMA.”

Para o aluno, ele recomenda assistir mais de uma aula antes de se matricular, para verificar a conduta do professor. “Apesar de ser em grupo, a aula também é individual, afinal um está ali para perder peso, outro para ganhar condicionamento físico e assim vai”, diz. Segundo Calegari, é bom observar quais são as condições do ambiente de luta e se há equipamento de segurança de qualidade. “E, principalmente, ter certeza de que a academia é filiada a uma federação de lutas idônea.”

Benefícios
Os profissionais que ensinam MMA nas academias dizem que o esporte vai muito além da troca de socos e chutes: pode render saúde e qualidade de vida.

“Os benefícios vão desde a tonificação da musculatura e a melhora na flexibilidade até o aumento da autoestima, já que trabalhamos os aspectos motor, cognitivo e socioafetivo”, diz Marcelo Oliveira, instrutor da academia Runner, formado em Educação Física e especialista em jiu-jítsu e boxe, com experiência na preparação física de atletas da MMA.

“Além disso, é uma ótima opção para quem deseja emagrecer. Em média, uma aula de 1h30 ajuda a perder de 700 a 1,4 mil calorias”, afirma Oliveira.
 
Atletas X praticantes
Vale lembrar que atleta é uma coisa e praticante é outra bem diferente, lembra Rafael Alejarra, preparador físico de lutadores como Wanderlei Silva, Júnior "Cigano" e Cris Cyborg. "O MMA não é para qualquer um, pois ser atleta de performance não é sinônimo de saúde", alerta. "Nós procuramos ter o máximo de cuidado para evitar problemas e garantir o bem-estar, mas no futuro o corpo da pessoa vai responder pela prática da atividade de alto nível".

De acordo com Alejarra, quem decide praticar MMA precisa ter o dobro de cuidado, de preferência com exercícios que aumentem de intensidade gradativamente. "Treinar MMA é realizar um trabalho a longo prazo, de preparo físico, técnico e psicológico, e sempre com um professor que tenha tido alguma experiência no octógono", diz.

Também é preciso uma avaliação médica completa antes de iniciar as aulas. "E não apenas com um clínico geral, mas com um educador físico e um fisioterapeuta", orienta Giancarlo Polesello, ortopedista da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e membro do Comitê de Trauma do Esporte da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT).

Fonte Estadão

OMS alerta que são necessários mais recursos para combate à malária

Brasília – Às vésperas de celebrar o Dia Internacional de Combate à Malária, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta os líderes que se não forem feitos investimentos intensos na tentativa de conter a doença, o êxito registrado nos últimos anos desaparecerá. A data é celebrada dia 25. A OMS estima que são necessários US$ 7 bilhões anuais, nos próximos quatro anos, para controlar a malária de forma eficiente.  

A organização adverte, porém, que é necessário levantar mais recursos para chegar a esse montante. Por enquanto, segundo a entidade, só há à disposição o equivalente a US$ 2,4 bilhões por ano. Apesar das dificuldades, a OMS informou que houve queda de 25% dos casos no mundo e de 33% na África.

Para a organização, as ameaças aos progressos alcançados estão na resistência aos medicamentos, nas limitações financeiras e na falta de consciencialização sobre o problema. A malária pode ser evitada e tem cura.

A doença é causada por picadas de mosquitos infectados. No Brasil, a área com maior incidência é o Amazonas, segundo o Ministério da Saúde. Em 2008, 314,4 mil pessoas se infectaram e 67 morreram. O governo faz campanha permanente de prevenção à doença e dos cuidados com o tratamento. No caso do Brasil, as principais vítimas são adultos com mais de 20 anos.

No relatório anual da OMS sobre a malária, em 2010, a estimativa é que pelo menos 655 mil morreram no mundo em decorrência da doença. As principais vítimas são crianças e o continente mais afetado é a África.

Fonte Agência Brasil