
segunda-feira, 30 de abril de 2012
SP tem plantão para doação de sangue no feriado prolongado
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou que manterá os plantões para doação de sangue durante o feriado prolongado do Dia do Trabalho.
O estoque da Fundação Pró-Sangue, que responde pelo abastecimento de 128 hospitais da região metropolitana do Estado, está abaixo do nível desejável, precisando principalmente de doadores dos fatores O negativo e O positivo.
Para doar, basta ter entre 16 e 67 anos, estar em boas condições de saúde, estar bem alimentado, pesar mais de 50 kg e levar documento de identidade original com foto.
É recomendável evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e não ter ingerido bebidas alcoólicas 12 horas antes. Se a pessoa estiver com gripe ou resfriado, não deve doar temporariamente. Mesmo que tenha se recuperado, deve aguardar uma semana para que esteja novamente apto à doação.
Os endereços dos postos de coletas podem ser encontrados no site da Pró-Sangue ou pelo telefone do Alô Pró-Sangue: 0800-550300.
Fonte R7
USP mostra que remédio reduz vertigem de mulheres climatéricas
Um estudo da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) mostra que, em prazos mais longos, o medicamento cinarizina, que é um vasodilatador cerebral, pode atuar no sistema termorregulador do organismo (aquele que mantém a pessoa com uma temperatura interna quase constante).
O ginecologista Pérsio Yvon Adri Cezarino, autor da pesquisa, é otimista com relação aos resultados encontrados.
— A vertigem foi o sintoma climatérico que, durante a pesquisa, teve a melhora mais significativa entre as pacientes que receberam o medicamento.
O estudo analisou 62 pessoas, com idade entre 45 e 60 anos e que apresentassem predomínio da manifestação de fogachos no período climatérico, com ondas de calor que variam de três a seis minutos e causam súbita vermelhidão do rosto da mulher, além de uma intensa sensação de calor no corpo e transpiração.
Fonte R7
Garota sofre lesão cerebral após comer fast-food e ganha R$ 15 milhões na Justiça
Monika Samaan, de 14 anos, contraiu salmonela e ficou em coma por um semestre, há sete anos atrás, em Sidney, Austrália.
Ao acordar, ela percebeu que estava com todos os membros paralisados, em um tipo de tetraplegia, e só anda com ajuda de uma cadeira de rodas.
Os pais da garota culparam a rede de fast food KFC e conseguiram vencer a batalha judicial que travavam desde então.
A KFC foi obrigada a pagar mais de R$ 15 milhões (8 milhões de dólares australianos) para a garota, segundo o tabloide britânico The Sun.
A rede, no entanto, se manifestou em um comunicado e disse que não tinha culpa no caso.
— Nós acreditamos que as provas mostram que a KFC não causou essa tragédia e, após rever o julgamento e procurar conselho de nossos advogados, nós decidimos apelar à Justiça da decisão.
O advogado da família, George Vlahakis, falou que a compensação financeira é necessária para a família.
— A lesão cerebral e a deficiência contraída por Monika já deixou a família exausta e limitou muito os recursos. Monika é agora uma grande garota e está ficando muito difícil levantá-la e satisfazer suas necessidades básicas, ao mesmo tempo de olhar os irmãos mais novos dela.
Fonte R7
Máquinas leem genoma em um dia e meio
O Hospital Sírio-Libanês (HSL) adquiriu os primeiros equipamentos de sequenciamento genético de segunda geração do País, capazes de mapear o genoma humano em pouco mais de um dia. Em funcionamento desde janeiro, eles fazem parte do novo Centro de Oncologia Molecular da instituição, inaugurado com a promessa de alavancar a pesquisa oncológica em São Paulo, beneficiando pacientes do próprio Sírio e de outros hospitais da cidade.
A iniciativa é resultado de uma parceria internacional com o Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer, a maior instituição sem fins lucrativos de investigação oncológica no mundo, com sedes em Nova York (EUA) e Zurique (Suíça). O objetivo é entender as especificidades dos tumores e buscar tratamentos sob medida para cada caso, bem como identificar estratégias mais eficazes de diagnóstico.
Coordenado pela pesquisadora Anamaria Camargo, o novo centro já realizou cerca de 15 sequenciamentos genéticos de tumores desde janeiro. Antes da chegada dos equipamentos, esse tipo de exame tinha de ser feito no exterior e o resultado demorava cerca de 30 dias.
"Uma das coisas que se torna possível com essas máquinas é, ao sequenciar um tumor, saber exatamente quais são todas as suas alterações genômicas. Essa tecnologia vai contribuir e encaminhar para o tratamento personalizado em oncologia", diz o médico Luiz Fernando Lima Reis, diretor de pesquisa do HSL.
Fonte R7
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