Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Epidemia da dengue se restringe à capital fluminense e Niterói

Rio de Janeiro - Apesar da epidemia de dengue na capital fluminense e em Niterói, na região metropolitana, não há indícios de que seja necessário decretar situação semelhante em todo estado, disse o superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Alexandre Chieppe. Segundo ele, “os números de casos da doença registrados até o momento ainda não indicam um quadro epidêmico nos demais 90 municípios do Rio”.

No balanço divulgado pela SES, o número de mortos pela dengue em todo o estado subiu para 17, sendo 15 no município do Rio; um em Niterói, na região metropolitana; e outro, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

O superintendente explica que uma epidemia é decretada a partir de uma análise técnica, baseada em um conjunto de fatores. A caracterização do quadro epidêmico ocorre quando são registrados mais de 300 casos por 100 mil habitantes, mas não é só. Também são levadas em consideração, as taxas de incidência em determinado período de tempo, a abrangência de transmissão em um mesmo local e a série histórica da cidade.

Fonte Agência Brasil

Padilha anuncia números sobre situação do diabetes no Brasil

Brasília - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apresenta hoje (9) em Brasília os novos números sobre a situação do diabetes no país. Será às 10h30 no Centro de Convenções Brasil 21, durante o Fórum Pan-Americano de Doenças Crônicas Não Transmissíveis.

Os dados fazem parte da pesquisa Vigitel - Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico - que coletou informações nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, as doenças crônicas não transmissíveis (câncer, diabetes e doenças do aparelho circulatório e respiratório) são as principais causas de morte no mundo, correspondendo a 63% dos óbitos em 2008. Aproximadamente, 80% das mortes ocorrem em países de baixa e média renda. Só no Brasil, essas doenças foram responsáveis por 72% das causas de morte,no mesmo ano.

Fonte Agência Brasil

Distúrbios alimentares e problemas de saúde bucal

A anorexia e a bulimia podem danificar seus dentes de diversas maneiras
Como os dentes ficam com uma aparência gasta e amarelada, o dentista pode ser o primeiro a notar os sinais de distúrbios.

Quais problemas de saúde bucal estão associados a distúrbios alimentares?
A anorexia e a bulimia podem danificar seus dentes de diversas maneiras.

Um indivíduo com bulimia entra em um ciclo de comer compulsivamente e vomitar. Os ácidos estomacais durante o vômito passam pela boca e podem desgastar o esmalte do dente, causando cáries, descoloração e até a perda do dente.

Como os dentes ficam com uma aparência gasta e amarelada, o dentista pode ser o primeiro a notar os sinais deste distúrbio alimentar. A odontologia cosmética pode ajudar a corrigir o esmalte danificado dos dentes.

Na anorexia, a quase inanição priva o organismo dos nutrientes de que necessita. Pode-se desenvolver uma osteoporose com um enfraquecimento dos ossos maxilares que suportam os dentes podendo-se chegar até à perda do elemento dentário.

Em ambos os casos, é essencial que se trate as causas subjacentes que levam à anorexia e à bulimia, bem como que se trate as complicações dentárias delas resultantes. Embora o dentista possa reparar o esmalte danificado dos dentes, ele não poderá tratar o distúrbio alimentar real. Casa você tenha - ou suspeite ter - algum distúrbio alimentar consulte seu médico.

Fonte Colgate-Palmolive

Gripe eleva em 20% as internações de cardíacos

“Mas os cardíacos, os diabéticos, os asmáticos e os pacientes com câncer
ou HIV também podem receber as doses gratuitamente”, alerta Nacy Bellei
Grupo pode receber a vacina contra a doença de graça em centros especiais. Veja endereços

Os corações que batem fora do ritmo são mais vulneráveis à gripe, revela pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e publicada na última edição do Arquivo Brasileiro de Cardiologia.

Por causa disso, este grupo de risco pode receber a vacina de graça, mediante recomendação médica, em centros especiais. Veja aqui a lista com os endereços.

Os especialistas alertam que as pessoas que já convivem com alterações cardíacas (indicadas por pressão alta, diabetes, obesidade e alterações nos exames clínicos) têm um risco 50% maior de sofrer infarto ou acidente vascular cerebral (AVC) quando contaminadas pelo vírus que causa tosse, espirro e febre – mas isso não costuma preocupar a população.

Para chegar às conclusões, o pesquisador e cardiologista da Unifesp, Henrique Godoy, avaliou 194 mil casos de internação hospitalar em decorrência de problemas cardiovasculares, registrados entre 1992 e 2010.

“Nos meses de inverno, entre maio e julho, o número de hospitalizações de cardíacos foi 20% maior em toda a série histórica analisada. As temperaturas mais frias facilitam a circulação dos vários tipos de gripe e eles são um perigo para os cardíacos”, explica Godoy.

Dentro do corpo
Em análises internacionais, os cientistas já observaram como a infecção viral acelera o infarto e o AVC. O vírus Influenza (causador da gripe) impulsiona a produção das placas de colesterol existentes nas artérias (mais densas nos cardíacos). Isso faz com que a parede interna do do vaso se rompa com mais facilidade, provocando coágulos.

Estes coágulos podem ou entupir o caminho do sangue que chega ao coração ou o que abastece o cérebro, provocando os dois eventos cardiovasculares que são líderes na causa de mortalidade dos brasileiros.

Nova onda
De acordo a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), Isabella Ballalai, uma nova onda de gripe deve chegar em maio no Brasil. Ela deve ser composta, especialmente, por três tipos de vírus causadores da doença: H1N1 (popularmente chamado de gripe suína), o Influenza B (que causou surto na Marinha do Rio de Janeiro no final do ano passado) e o H3N2, com já ampla circulação nos Estados Unidos e na Europa.

Será a terceira onda de gripe após a primeira pandemia do século, registrada em 2009. Foi quando o H1N1 circulou pela primeira vez em quase todos os países do mundo e provocou 10 mil mortes no planeta, contabilizou a Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Aprendemos muito com a epidemia, especialmente a não negligenciar a gripe, o potencial de internação da doença e a preocupação que devemos ter com os chamados grupos de risco. São eles: cardíacos, diabéticos, soropositivos, obesos – com Índice de Massa Corporal acima de 35 – e pacientes com câncer”, avalia Nancy Bellei, coordenadora do setor de Viroses Respiratórias da Escola Paulista de Medicina.

Já em 2010, uma vacina protetora contra o vírus da gripe e o H1N1 estava disponível e, na época, houve corrida aos postos de saúde para receber a proteção.

“Imediatamente, a população ficou muito preocupada e procurou espontaneamente a imunização. O que sentimos agora é um relaxamento, em especial da classe médica e dos pacientes que fazem parte do grupo de risco para a gripe”, opina Lúcia Bricks, diretora de Saúde Pública do laboratório Sanofi-Pasteur, um dos principais produtores de vacina contra a gripe do mundo.

Campanha pública
O Ministério da Saúde tradicionalmente realiza campanhas de vacinação em massa contra a gripe em abril. A medicação que chegará este ano aos postos de saúde vai proteger contra os três tipos de vírus que devem ser os mais incidentes (Influenza B, H1N1, e H3N2).

Inicialmente, apenas os idosos com mais de 60 anos podiam receber gratuitamente as doses. No ano passado, grávidas, indígenas e crianças menores de 2 anos foram incluídas no público alvo vacinado de graça.

“Mas os cardíacos, os diabéticos, os asmáticos e os pacientes com câncer ou HIV também podem receber as doses gratuitamente”, alerta Nacy Bellei.

“Porém, diferentemente dos idosos que só precisam apresentar o documento de identidade nos postos, estes pacientes precisam que seus médicos de origem façam uma recomendação sobre a necessidade da vacina”, complementa o cardiologista Henrique Godoy.

“Precisamos alertar os médicos para que não deixem de fazer isso.”.

Fonte iG

Cientistas canadenses avançam rumo a vacina universal contra gripe

Foto: AFP / Philipp Guelland
Ampolas de vacina: cientistas canadenses encontraram mais pistas
que podem levar a uma vacina universal contra a gripe sazonal
Vacina contra vírus da gripe suína teria desencadeado anticorpos que protegeriam contra outros tipos de gripe, inclusive a aviária

Cientistas canadenses encontraram mais pistas que podem levar ao desenvolvimento de uma vacina universal contra a gripe sazonal, informou um estudo publicado nesta terça-feira.

Os cientistas descobriram que a vacina utilizada contra a "gripe suína" ou a variedade H1N1 da pandemia de 2009, desencadeou uma série de anticorpos que protegem contra muitos outros tipos de gripe, inclusive a altamente letal cepa H5N1 da gripe das aves.

A razão pela qual estes anticorpos amplamente protetores são eficazes é que se vinculam à raíz de uma proteína da gripe chamada hemaglutinina (HA) no lugar da cabeça mutante da mesma proteína, como faz a maioria das vacinas contra a gripe, disse o pesquisador principal, John Schrader.

"As vacinas atuais contra a gripe têm como objetivo a cabeça da HA para prevenir as infecções, mas devido a que o vírus da gripe sofre mutações muito rapidamente, esta parte da HA muda com rapidez, daí a necessidade de vacinas diferentes a cada temporada de gripe", explicou Schrader, diretor do Centro de Pesquisas Biomédicas da Universidade da Columbia Britânica.

"Ao invés de atacar a cabeça variável da HA, os anticorpos atacam a raiz da HA, neutralizando o vírus da gripe", disse. A pesquisa é publicada na revista Frontiers in Immunology.

No ano passado, cientistas americanos informaram na revista Journal of Experimental Medicine que as pessoas que se recuperaram da pandemia de 2009 de gripe H1N1, ou "gripe suína", desenvolveram anticorpos que protegem contra uma variedade de diferentes cepas da gripe.

O estudo, baseado em nove pacientes que caíram doentes em 2010, encontrou anticorpos que, testados em ratos, foram capazes de protegê-los contra uma dose letal de pelo menos outras três cepas de gripe, inclusive a das aves.

Esta conclusão permite ter esperança de uma vacina universal contra uma série de cepas existentes há décadas.

Detectada pela primeira vez nos Estados Unidos e no México em 2009, a gripe suína foi incomum, uma vez que foi particularmente perigosa para os jovens e as grávidas, diferente da maioria das outras cepas de gripe, que tendem a ser mais letais entre os idosos. A pandemia de H1N1 de 2009 matou mais de 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte iG