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domingo, 17 de junho de 2012

O que é ortodontia?

Problemas ortodônticos mais comuns
O tratamento ortodôntico torna a boca mais saudável e proporciona uma aparência mais agradável.

O que é ortodontia?
Ortodontia é uma especialidade odontológica que corrige a posição dos dentes e dos ossos maxilares posicionados de forma inadequada. Dentes tortos ou dentes que não se encaixam corretamente são difíceis de serem mantidos limpos, podendo ser perdidos precocemente, devido à deterioração e à doença periodontal. Também causam um estresse adicional aos músculos de mastigação que pode levar a dores de cabeça, síndrome da ATM e dores na região do pescoço, dos ombros e das costas. Os dentes tortos ou mal posicionados também prejudicam a sua aparência.

O tratamento ortodôntico torna a boca mais saudável, proporciona uma aparência mais agradável e dentes com possibilidade de durar a vida toda.

O especialista neste campo é chamado de ortodontista. Os ortodontistas precisam fazer um curso de especialização, além dos cinco anos do curso regular.

Como saber se preciso de um ortodontista?
Apenas seu dentista ou ortodontista poderá determinar se você poderá se beneficiar de um tratamento ortodôntico. Com base em alguns instrumentos de diagnóstico que incluem um histórico médico e dentário completo, um exame clínico, moldes de gesso de seus dentes e fotografias e radiografias especiais, o ortodontista ou dentista poderá decidir se a ortodontia é recomendável e desenvolver um plano de tratamento adequado para você. Se você apresenta algum dos problemas abaixo, pode ser um candidato para o tratamento ortodôntico:

- Sobremordida, algumas vezes chamada de "dentes salientes" - este problema é caracterizado por um excesso vertical da região anterior da maxila e/ou uma sobre-erupção dos dentes dessa região. Nos casos de sobremordida, os dentes anteriores superiores recobrem quase 100% dos dentes inferiores, conferindo um sorriso desagradável e problemas mastigatórios. Os dentes inferiores podem, inclusive, estar tocando no palato e na gengiva do arco superior.

- Mordida cruzada anterior - uma aparência de "bulldog", quando a arcada inferior está projetada muito à frente ou a arcada superior se posiciona muito atrás.

- Mordida cruzada - ocorre quando a arcada superior não fica ligeiramente à frente da arcada inferior ao morder normalmente.

- Mordida aberta - espaço entre as superfícies de mordida dos dentes anteriores e/ou laterais quando os dentes posteriores se juntam.

- Desvio de linha mediana - ocorre quando o centro da arcada superior não está alinhado com o centro da arcada inferior.

- Diastema - falhas, ou espaços, entre os dentes como resultado de dentes ausentes ou dentes que não preenchem a boca.

- Apinhamento - ocorre quando existem dentes demais para se acomodarem na arcada dentária pequena.
Como funciona um tratamento ortodôntico eficaz?
Diversos tipos de aparelhos, tanto fixos como móveis, são utilizados para ajudar a movimentar os dentes, retrair os músculos e alterar o crescimento mandibular. Estes aparelhos funcionam colocando uma leve pressão nos dentes e ossos maxilares. A gravidade do seu problema é que irá determinar qual o procedimento ortodôntico mais adequado e mais eficaz.

Aparelhos fixos podem ser:
- Aparelho fixo — este é o tipo mais comum de aparelho; consiste de bandas, fios e/ou braquetes. As bandas são fixadas em volta de vários dentes ou um só dente, e utilizadas como âncoras para o aparelho, enquanto que os braquetes são presos na parte externa do dente. Os fios em forma de arco passam através dos braquetes e são ligados às bandas. Apertando-se o arco, os dentes são tracionados, movendo-se gradualmente em direção à posição correta. Os aparelhos fixos são geralmente apertados a cada mês para se obter os resultados desejados, que podem ocorrer no prazo de alguns meses até alguns anos. Atualmente eles são menores, mais leves e exibem bem menos metal que no passado. Podem apresentar cores vivas para as crianças, bem como estilos mais claros, preferidos por muitos adultos.

- Aparelho fixo especial — utilizados para controlar o hábito de chupar o dedo ou a língua "presa", estes aparelhos são fixados aos dentes através de bandas. Por serem muito desconfortáveis durante as refeições, devem ser utilizados apenas como um último recurso.

- Mantenedor de espaço fixo — se o dente de leite é perdido precocemente, um protetor de espaço é utilizado para manter este espaço aberto até que o dente permanente nasça. Uma banda é cimentada ao dente próximo ao espaço vazio e um fio é estendido até o dente do outro lado do espaço.

Aparelhos móveis incluem:
- Niveladores — uma alternativa para os aparelhos convencionais para adultos, niveladores em série estão sendo utilizados por um número crescente de ortodontistas para mover os dentes da mesma forma que os aparelhos fixos, mas sem os fios de aço e os braquetes. Os niveladores são virtualmente invisíveis e removíveis para que o usuário possa se alimentar, escovar os dentes e passar o fio dental.

- Mantenedores de espaço móveis — estes aparelhos têm a mesma função que os mantenedores fixos. São feitos com uma base acrílica que se encaixa sobre a mandíbula e têm braços de plástico ou arame entre determinados dentes que devem ser mantidos separados.

- Aparelhos reposicionadores de mandíbula — também chamados de talas, estes aparelhos podem ser utilizados no maxilar superior ou mandíbula, e ajudam a "treinar" a mandíbula a fechar em uma posição mais favorável. São utilizados para disfunções da articulação temporomandibular (ATM).

- Amortecedores de lábios e bochechas — são destinados a manter os lábios e bochechas afastadas dos dentes. Os músculos dos lábios e bochechas podem exercer pressão sobre os dentes e os amortecedores ajudam a aliviar esta pressão.

- Expansor palatino — um mecanismo utilizado para alargar o arco da mandíbula superior. Consiste em uma placa de plástico que se encaixa sobre o céu da boca. A pressão externa aplicada sobre a placa por meio de parafusos força as juntas dos ossos do palato a se abrirem para os lados, alargando a área palatina.

- Contentores móveis — utilizados no céu da boca, estes aparelhos de contenção previnem que os dentes voltem à posição anterior. Podem também ser modificados e utilizados para evitar que a criança chupe o dedo.

- Aparelho extrabucal — com este aparelho, uma faixa é colocada em volta da parte de trás da cabeça, e ligada a um elástico na frente, ou um arco facial. Este aparelho retarda o crescimento da maxila e mantém os dentes posteriores onde estão, enquanto os dentes anteriores são empurrados para trás.

Fonte Colgate-Palmolive

Compulsão por gordura funciona como vício em cocaína, diz estudo

Uma pesquisa publicada afirma que os mecanismos do corpo que provocam vício em drogas são os mesmos que geram a compulsão por comer alimentos calóricos. O estudo, feito pelo Scripps Research Institute, no Estado americano da Flórida, afirma que, assim como o vício em drogas, a compulsão por comidas gordurosas - como doces e frituras - é extremamente difícil de ser combatida.

O estudo, realizado com camundongos, mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando.

Essas regiões do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos.

O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma forma.

Obesidade
Para o cientista Paul Kenny, que coordenou a pesquisa de três anos, uma dieta com alimentos gordurosos contém elementos que viciam.

"No estudo, os animais perderam completamente o controle sobre seu hábito de alimentação, o primeiro sinal de vício. Eles continuaram comendo demais mesmo quando antecipavam que receberiam choques elétricos, mostrando o quão estimulados eles estavam para consumir a comida."

A experiência foi feita com alimentos que provocam obesidade se consumidos em excesso, como bacon, salsichas e cheesecakes. Os animais começaram a engordar imediatamente.

O cientista relata que, quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, alguns deles se recusaram a comer e preferiram não se alimentar.

Depois de analisar o resultado da pesquisa com camundongos, Kenny e sua equipe estudaram os mecanismos que provocam a compulsão.

Descobriram que o receptor D2 responde à dopamina, um neurotransmissor que está relacionado à percepção de prazer - como o provocado por comida, sexo ou drogas.

Quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "inundado" com dopamina, aumentando a sensação de prazer. Um processo semelhante acontece com dietas gordurosas. Com o tempo, no entanto, o cérebro vai recebendo menos dopamina.

A pesquisa foi publicada no jornal Nature Neuroscience.

Fonte iG

Comida que funciona como droga

439921 prefira os integrais Comer por impulso: como evitarComedores compulsivos têm acionadas as mesmas regiões cerebrais que dependentes de álcool e outras drogas

Uma nova pesquisa americana mostra que quem sofre de compulsão alimentar apresenta atividades semelhantes e nas mesmas regiões cerebrais que os dependentes do álcool e das drogas.

A exposição a algumas “pistas” alimentares – no caso do estudo, fotografias de um milk shake de chocolate – ativaram o sistema cerebral de recompensas.

“Isto confirma que a dependência alimentar está relacionada aos centros de recompensa do cérebro. Trata-se de um processo biológico, não somente de um problema comportamental”, disse Bonnie Levin, professora de neurologia e diretora da divisão de neuropsicologia da Escola de Medicina da Universidade de Miami. Levin não participou do estudo, publicado ontem na edição de agosto do periódico Archives of General Psychiatry.

Esta não é a primeira vez que cientistas observam indicativos de que determinadas pessoas podem sofrer de um vício alimentar semelhante à dependência química, principalmente porque tanto as drogas como os alimentos ativam a liberação da dopamina.

Entretanto, esta é a primeira vez que uma correlação foi observada em pessoas que realmente são qualificadas como “dependentes alimentares” em um teste psicológico que avalia o grau de compulsão alimentar.

Participaram do estudo 40 mulheres jovens e saudáveis, de porte magro a obeso, que foram testadas através da Escala de Compulsão Alimentar de Yale e em seguida monitoradas por meio de exames de ressonância magnética funcional.

Fotos de um milkshake de chocolate e de um copo de água foram mostradas a todas as mulheres. Em seguida, elas foram orientadas a experimentar o milkshake (duas bolas de sorvete de creme com duas colheres de calda de chocolate) ou uma solução de gosto semelhante à saliva natural (a água pura poderia ativar regiões cerebrais relacionadas ao paladar).

O milkshake não foi o alimento escolhido para o estudo somente por causa de seu alto teor de açúcar e gordura (o açúcar já foi relacionado de forma mais consistente à dependência alimentar), mas também devido à sua fácil ingestão durante os testes de ressonância – através de um pequeno canudo levado à boca das participantes. A mastigação de barras de chocolate ou outras guloseimas poderia fazer com que as participantes movimentassem a cabeça durante o exame.

Uma hipótese surgiu quase que imediatamente: as mulheres com níveis mais altos de compulsão alimentar apresentaram maior atividade em regiões cerebrais relacionadas ao vício quando expostas às fotos do delicioso milkshake de chocolate.

Mas, inesperadamente, ao experimentar o alimento verdadeiro, elas apresentarão menor ativação cerebral. “Isso poderia ocorrer porque o cérebro é inundado o tempo todo, o que desativa alguns reatores do sistema de recompensas”, explicou Ashley N. Gearhardt, doutoranda em psicologia clínica da Universidade de Yale e autora do estudo.

“Você fica imaginando que aquele vai ser o melhor sorvete da sua vida, mas ele acaba não superando as expectativas. Talvez por isso essas pessoas acabam comendo ainda mais”, ela complementou.

Observou-se no estudo que atualmente um terço dos americanos adultos são obesos e as doenças relacionadas à obesidade são a segunda principal causa de morte evitável. Os pesquisadores também explicaram que serão necessárias pesquisas complementares para esclarecer os resultados, ressaltando, por exemplo, que a pesquisa não avaliou a fome (fato que poderia impactar nos resultados) e foi realizado apenas com mulheres.

Apesar de algumas limitações, os pesquisadores puderam observar que os padrões nervosos específicos da ativação cerebral sugeriram a presença de vício em algumas participantes. Eles ficaram especialmente preocupados com a constatação de que meras imagens de alimentos pudessem dar início à corrida cerebral.

“O que mais me preocupa é o ambiente alimentar em que vivemos. Se pensarmos que estas “pistas” podem despertar o problema, o ambiente em que vivemos é simplesmente o pior possível. Todos estes pôsteres, outdoors, guloseimas vendidas em máquinas.... Se cada uma destas 'pistas' fosse alusiva ao álcool, a recuperação de um alcoólatra seria praticamente impossível”, disse Gearhardt.

“A publicidade está por toda parte, exercendo uma influência poderosíssima sobre nosso comportamento. Mas, o impacto também pode ser dispositivo, ao ajudar as pessoas a desenvolver estratégias de autocontrole mais eficazes, modulando a vontade de comer e fazendo escolhas mais saudáveis”, disse Levin.

Outra preocupação é que 10% das pessoas que não se qualificaram necessariamente como dependentes alimentares também apresentaram alguma ativação nas mesmas regiões cerebrais.

“Mesmo que um percentual pequeno seja de dependentes alimentares em estágio mais avançado, alguns podem estar demonstrando sintomas sub-clínicos – como a vontade frequente de comer. Isso poderia ter um custo muito abrangente para a saúde pública”, disse Gearhardt.

Ela espera que este estudo estimule a comunidade científica a aceitar a dependência alimentar como uma doença, diminuindo assim o estigma em relação aos obesos e levando a formas mais eficazes de emagrecimento.

Gearhardt concluiu: “Em nossa sociedade, costumamos nos culpar o tempo todo. Quando finalmente decidimos a ver o álcool como uma causa potencial de um processo de dependência, paramos de culpar as pessoas e começamos a ajudá-las”.

Fonte iG

Como romper o ciclo vicioso da obesidade

Especialistas apontam o caminho para quem come mais do que precisa e quer mudar isso

O prazer de comer está ligado à liberação de dopamina no organismo. Estudos já demonstraram que os mecanismos da sensação de satisfação obtida com a comida – principalmente a gordurosa – são bem semelhantes ao caminho da droga no organismo.

Um estudo da Universidade do Texas, publicado no The Journal of Neuroscience, descobriu que os obesos têm menos receptores de prazer do que os demais e, por isso, comem mais para compensar.

Com tantas pesquisas reforçando o caráter vicioso do consumo de comida em excesso, para quem a balança já alcançou índices além do desejado, vencer a batalha contra o peso parece ainda mais difícil.

“Comer ativa o funcionamento do sistema de recompensa. A alimentação inadequada e exagerada vai perpetuando o próprio quadro. Hoje a relação da comida e da dopamina está mais bem estabelecida, apesar dos estudos serem relativamente recentes”, avalia a endocrinologista Maria Edna de Melo, da Associação Brasileira de Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO).

“As coisas que nos causam prazer têm a capacidade de reforçar seu próprio uso, porque são mediadas por vias nervosas viciáveis”, explica o psiquiatra Adriano Segall, também da Abeso.

“A grande diferença entre as drogas e a comida é que você não precisa da primeira, mas a segunda é, sim, uma necessidade”, avalia o médico.

Por isso, corrigir o consumo exagerado se torna bem mais complicado do que encarar a abstinência. “Ninguém pensa em tratar dependente de álcool falando pra ele beber menos, mas com a comida é por esse caminho que temos de seguir”, pondera Segall.

Um dos primeiros passos é estimular a sensação de fome e de saciedade, em geral perdida com a obesidade. Na sequência, retirar da alimentação diária as comidas que causam mais dependência, ou seja, aquelas que contêm mais gorduras.

“Elas dão menos saciedade, mas estimulam a comer mais. Temos de trocá-las”, exemplifica o psiquiatra, reforçando a importância de um tratamento multidisciplinar contra a obesidade.

Um time de especialistas deve acompanhar dieta, horários da alimentação, doenças associadas e possíveis transtornos do humor para verificar os gatilhos comportamentais e sentimentais que geram o comer abusivo.

“É a partir daí que vamos trabalhar, Não existe receita de bolo, as técnicas são bem individualizadas, é preciso testar e avaliar o resultado e, se preciso, ir corrigindo o caminho”, opina o especialista.

Doença grave
Outro ponto importante para começar a vencer a obesidade é encarar a própria condição.

“A obesidade é uma doença, mas no fundo as pessoas ainda a consideração como opção. O primeiro passo é entendê-la como uma doença crônica com consequências graves”, ressalta Maria Edna de Melo.

Enxergá-la apenas como falta de força de vontade de um indivíduo pode ser tão prejudicial quanto incentivá-lo a comer mais.

“Toda doença precisa de tratamento e essa não é diferente. Algumas pessoas precisam tomar medicamentos, outras não, mas todas precisam se tratar e procurar médicos para isso”, afirma Maria Edna.

Também é necessário fazer com que a pessoa perceba o quanto está comendo, para então diminuir o volume. Uma das táticas, explica a endocrinologista, é pedir para o paciente anotar tudo o que tem consumido. Dessa forma, ele vê quantidade e qualidade do que está ingerindo, afirmou.

Já muito preconizado, o exercício físico pode ser uma grande arma na tentativa de comer menos. Pesquisa feita na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que a atividade aumenta sensação de saciedade e diminui consumo calórico em até 30%.

A obesidade praticamente dobrou nos últimos 30 anos e é um dos principais fatores de risco para doenças perigosas como a hipertensão, o diabetes, e doenças cardíacas, além de afetar a qualidade de vida e até a fertilidade.

Fonte iG

Grécia: Biotest é a primeira empresa farmacêutica a deixar o País

Saída da empresa, que vende medicamentos para o ministério da saúde grego, abre precedente para outras companhias abandonarem o país em crise

FRANKFURT/ATENAS - A empresa farmacêutica alemã, Biotest, disse que vai parar de enviar mercadoria para a Grécia em julho, tornando-se a primeira empresa da indústria farmacêutica a anunciar que deixará o mercado do país assolado em dívidas, devido ao não pagamento de suas contas.

Embora seja uma empresa relativamente pequena na Grécia, sua saída abre um precedente indesejado para um país cujo sistema de saúde está desmoronando sob o peso da crise econômica e impasses administrativos.

"Dissemos ao Ministério da Saúde grego em abril que sairíamos do mercado em três meses, se nenhum pagamento fosse feito," disse o diretor financeiro da Biotest, Michael Ramroth ao jornal alemão Boersen-Zeitung, numa entrevista publicada no sábado. "E não acredito que maná vai cair do céu em junho", acrescentou.

A Grécia está no seu quinto ano de uma recessão profunda e enfrenta o suspense de uma eleição dramática no domingo, cujo resultado pode forçar o país a sair da zona do euro.

Algumas empresas farmacêuticas estão trabalhando em planos de emergência para manter o envio de medicamentos para a Grécia, caso ela seja forçada a sair do bloco, apesar do país, que depende fortemente da importação de materiais médicos, ter deixado muitas contas de hospitais públicos em aberto.

Ramroth, da Biotest, disse que a Grécia pagou todas as contas pendentes de 2010 mas ainda tem dívidas com a empresa - que fabrica produtos a partir do plasma do sangue para tratar queimaduras graves, hemofilia ou tétano - de 8,8 milhões de dólares das contas de 2011.

Fonte iG