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domingo, 17 de junho de 2012

Espanha: Homem prende pênis em cilindro e obriga bombeiros a realizar cirurgia arriscada

Como ele estava "estrangulando" o órgão, corria alto risco de gangrena

O Corpo de Bombeiros da cidade de Granada, na Espanha, atendeu um chamado incomum na madrugada da última terça-feira (12).

Um homem de 52 anos estava com o pênis preso em um cilindro de aço e por estar “estrangulando” o órgão genital, corria sério risco de gangrena — um tipo de necrose causada pela falta de circulação sanguínea. As informações são do site El Mundo.

O homem, por sua vez, já estava internado no Hospital Virgen de las Nieves. A equipe médica que o atendia ligou para os bombeiros pedindo reforço para realizar a cirurgia arriscada, com suas menores ferramentas, informou o sargento do Corpo de Bombeiros, Simón Soriano.

Ao chegarem ao local, perceberam que havia apenas duas opções: remover o tubo ou amputar o pênis do paciente. Fazia certo tempo que ele estava naquela situação, então uma atitude precisava ser tomada rapidamente para não agravar o problema.

Nenhuma das ferramentas levadas para o hospital poderia ser usada para soltar órgão sem que o danificasse. Foi quando o sargento lembrou que tinha em sua casa uma furadeira que poderia ajudar, e então levaram o homem para lá.

Depois de duas horas de trabalho, o homem teve seu pênis salvo.

— Fizemos muitos cortes, muito lentamente, e felizmente ocorreu tudo bem.

A vítima não revelou os motivos que o levaram a colocar seu pênis em tubo de aço, mas desconfia-se que a técnica de asfixia era para proporcionar uma ereção mais longa.

Fonte R7

Mães farão marcha pelo parto domiciliar na hoje Avenida Paulista


Ato é um protesto contra a punição de um obstetra que defendeu o parto domiciliar

Unidas pela internet, mães que defendem o direito de dar à luz em casa programam uma marcha para este domingo, na Avenida Paulista. O movimento, que se espalhou pelas redes sociais e deve contar com atos também em outras cidades, é um protesto contra o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), que nesta semana exigiu do Conselho Regional de Medicina Paulista (Cremesp) a punição de um obstetra que defendeu o parto domiciliar em entrevista à TV Globo.

Professor assistente da Universidade Federal de São Paulo, o médico acusado, Jorge Kuhn, afirma que não realiza partos domiciliares desde 2010, quando o Cremesp emitiu um parecer desaconselhando a prática. "Mas isso não quer dizer que eu não recomende", ressaltou.

Conselheiro do Cremerj, o ginecologista Luís Fernando Moraes acredita que a entrevista de Kuhn foi "um ato irresponsável". Logo após a divulgação da nota de reprovação pelo órgão, mulheres e profissionais da saúde defensores do parto em casa começaram a se mobilizar na internet. "A coisa explodiu. A marcha é uma resposta ao conselho", afirmou a obstetriz Ana Cristina Duarte.

Na capital paulista, os manifestantes se reunirão às 14h, em frente ao Parque Mário Covas, na Avenida Paulista deste domingo (16). De lá, seguirão até a sede do Cremesp, na Rua da Consolação, na região central.

Ainda não há o número de confirmados. O grupo é o mesmo que, em março de 2011, promoveu uma amamentação coletiva no Espaço Itaú Cultural, na Paulista, protesto que ficou conhecido como 'mamaço'. À época, uma mãe havia sido proibida por seguranças do local de amamentar o filho em público.

O grupo defende o direito de decisão da mulher em relação ao parto. Em casa, geralmente ela é acompanhada por parteiras ou doulas. "Cabe à mulher decidir como e onde irá parir. Nós nos mobilizamos porque há uma perseguição velada contra os médicos que defendem o procedimento em casa", disse a bióloga Patricia Hernandez, de 35 anos, mãe de Nicole, de 11 anos, e de Davi, de 1 ano, que nasceu em casa.

Surpreso com o apoio, Kuhn diz que não recebeu nenhuma notificação do Cremesp. "Não imaginava uma reação tão intensa e favorável das mulheres. Sabia, porém, que a entrevista repercutiria. É o que acontece toda vez que se tenta mexer no 'establishment'?, avaliou. O Cremesp afirmou ao JT que, até quarta-feira não havia recebido o comunicado do Rio de Janeiro. O órgão paulista estuda quais medidas serão tomadas.

O parto domiciliar não é proibido no País, mas a prática é desaconselhada pelas sociedades médicas. "Nós contraindicamos, pois entendemos que o médico está colocando a paciente e o feto em risco. Se houver qualquer intercorrência no parto domiciliar, o médico será punido", afirmou a diretora da Câmara Técnica de Parto Normal do Conselho Federal de Medicina (CFM), Vera Fonseca. Os defensores da técnica lembram que o procedimento não é indicado para todas as mães.

Modismo - Ainda que o parto domiciliar seja defendido por muitos médicos que seguem a linha do nascimento humanizado, a maioria dos profissionais reprova o procedimento e diz que tudo não passa de "modismo". O principal problema seria a falta de estrutura adequada fora do ambiente hospitalar para um nascimento seguro.

"Só torço para que isso acabe antes de uma mulher famosa morrer e servir de exemplo para as outras", afirmou a diretora da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Vera Fonseca. Ela classifica o nascimento em casa como um "completo retrocesso".

Na opinião de Vera, as pessoas deveriam "marchar por melhorias na assistência obstétrica, não pelo direito ao parto domiciliar". O posicionamento é reforçado pelo médico ginecologista Krikor Boyaciyan, corregedor do Cremesp. "Não há parto sem risco. Em um parto domiciliar, o médico estará impossibilitado de prestar socorro caso ocorra qualquer evento adverso. Não há estrutura."

Os defensores da técnica citam como benefícios o conforto, a proximidade com a família e com os profissionais envolvidos no nascimento, bem como uma maior autonomia para a mulher. "O parto não é um evento médico. É fisiológico", disse o obstetra Jorge Kuhn. "É seguro porque só é indicado para gestantes que preenchem todas as condições necessárias", completa a obstetriz Ana Cristina Duarte.

Fonte R7

Até búfalos foram usados para levar a anti-pólio aos 143 municípios do Pará

Os animais integraram a frota de 822 carros, 31 barcos, bicicletas, motocicletas e voadeiras, usada para distribuir a vacina

Dois búfalos estão sendo usados pela secretaria de estado da Saúde do Pará na campanha de vacinação contra poliomielite. Os animais integram a frota de 822 carros, 31 barcos, bicicletas, motocicletas e voadeiras, usada para levar a anti-pólio aos 143 municípios do estado. No total, 22.380 pessoas estão envolvidas na campanha que vai distribuir 1 milhãos de doses da vacina.

O Pará espera imunizar 95% do total de 736.683 crianças menores de 5 anos de idade. "Desde o recém-nascido às crianças que têm a carteira de vacinação em dia, aquelas que tomaram a vacina no último ano, todas devem ser vacinadas novamente", reiterou o secretário de Estado de Saúde Pública, Hélio Franco, durante cerimônia que abriu oficialmente a campanha no Pará.

" Com a globalização e com tantas promoções de passagens aéreas, as pessoas se tornam suscetíveis a várias doenças. Por isso é que o Brasil deve estar sempre com altas coberturas, acima de 95% do total das crianças, para não corrermos o risco de novos casos no país, o que não acontece desde 1989", completou o secretário de Saúde.

" Iniciativas como essas reforçam os compromissos da Campanha da Fraternidade de 2012, cujo lema ' Que a saúde se difunda sobre a terra' , abraça a concepção de uma saúde com acesso a todos" , afirmou o padre Bruno Sechi, da paróquia São Domingos de Gusmão, no bairro Terra Firme (Belém), onde foi aberta oficialmente a campanha no estado. Ele destacou que o Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes que encarou o desafio de ter um sistema universal público e gratuito como é o Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte isaude.net

No Paraná, hospitais privados vão receber do estado medicamentos para a gripe A

Segundo a secretaria de saúde, até o momento, foram registrados 62 casos de gripe A e duas mortes decorrentes da doença

Os hospitais privados do Paraná receberão do governo do estado o medicamento oseltamivir, indicado para o tratamento da gripe A. A medida foi determinada, nesta semana, pelo secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto. O objetivo é garantir que pacientes com quadro respiratório grave recebam o antiviral, de forma a evitar complicações e mortes. A distribuição do medicamento começa na segunda-feira (18).

O Paraná já registrou este ano 62 casos de gripe A e duas mortes decorrentes da doença: de um morador de Astorga, no norte do estado, em março, e de outro paranaense que adoeceu e morreu no Nordeste do país, em janeiro.

A Secretaria da Saúde está preparando materiais educativos para distribuir à população com explicações sobre como prevenir a gripe e orientações para que as pessoas com os primeiros sintomas procurem atendimento médico imediato.

Segundo informou a secretaria, a sala de situação, instalada no gabinete do secretário estadual da Saúde em Curitiba para monitorar a situação da dengue, passa agora a monitorar também os casos de gripe em todas as regiões do estado.

Na próxima quinta-feira (21), será realizada uma videoconferência com as 22 Regionais de Saúde para que os diretores e técnicos em saúde do estado sejam orientados sobre as estratégias de enfrentamento à doença.

Fonte isaude.net

Mulheres fazem protesto em defesa do parto normal em São José

Elas criticam decisão do Conselho de Medicina de punir obstetra que defendeu parto em casa

Mulheres participaram da Marcha do Parto Domiciliar, na região central de São José dos Campos, interior paulista, na manhã deste sábado (16).

Unidas pela internet, mães que defendem o direito de dar à luz em casa, protestaram contra o Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro). Esta semana o Cremerj exigiu do Cremesp (Conselho Regional de Medicina Paulista) a punição de um obstetra que defendeu o parto domiciliar em entrevista à TV Globo.

Fonte R7