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terça-feira, 26 de junho de 2012

Os alimentos indicados para aliviar a gastrite

Problema sempre é associado à restrição alimentar. Manjericão e banana estão entre os produtos que amenizam sensação de queimação

Quem sofre de gastrite costuma receber uma série de proibições alimentares. "Não coma isso", "esqueça aquilo" e "nem passe perto daquilo outro" são as mensagens disparadas para quem tem o problema estomacal.

Carla Fiorillo, nutricionista da Universidade Federal de São Paulo e da Consultoria Equilibrium, afirma justamente o contrário: a melhor dieta para quem tem a sensação de queimação é justamente aquela composta por muitos alimentos, consumidos a cada três horas. Cafeína, frutas ácidas, leites e frituras permanecem no grupo a ser evitado, mas alguns ingredientes têm ação anti-inflamatória e auxiliam a amenizar e até prevenir os sintomas da gastrite.


Confira as sugestões da nutricionista

  • O manjericão também é um aliado de quem tem gastrite
  • As frutas também são ótimas protetoras, em especial a banana, a maçã e o mamão. Descarte as ácidas, como laranja, limão, kiwi e acerola
  • A couve é uma das folhas mais recomendadas para proteger o estômago da queimação
  • O gengibre também tem propriedades que diminuem a acidez estomacal
  • Suco de aloe vera, erva conhecida popularmente como babosa, por ter alto poder cicatrizante, auxilia na cura da ferida
  • Água em abundância alivia a queimação. A nutricionista orienta a beber o líquido entre as refeições
  • O iogurte controla a flora intestinal e repõem substâncias perdidas por causa da gastrite

Outras dicas para quem tem gastrite:
  • Tome leite com moderação, pois ele estimula a produção de ácido. Quanto mais leite é ingerido, mais ácido o estômago irá produzir, independe de ser ou não desnatado
  • Evite alimentos muito quentes, pois eles promovem uma dilatação dos vasos que pioram a inflamação da mucosa gástrica
  • Não deite logo após se alimentar
  • Evite o fumo, pois para quem tem gastrite ele pode piorar ainda mais os sintomas, por estimular a produção de ácido no estômago
  • Mastigue bem os alimentos, pois o processo ajuda na digestão

Fonte iG

Saiba quais são e evite os alimentos que provocam azia

O que você come pode evitar a incômoda queimação no estômago

Fique de olho no que come e acabe com a incômoda queimação no estômago

Se você tem propensão a incômodas queimações de azia, não basta tomar um antiácido – cuidados com o que você come devem vir em primeiro lugar.

A American Gastroenterological Association listou alimentos e bebidas que devem ser evitados, pois podem provocar o problema.

São eles:
  • Alimentos fritos ou ricos em gordura.
  • Alimentos com chocolate ou hortelã.
  • Bebidas alcoólicas, bebidas com carbonatação (refrigerantes, água com gás) e café.
  • Mostarda e ketchup, bem como molho de tomate.
  • Substâncias ácidas, como vinagre, sucos cítricos e frutas cítricas.
Fonte iG

Exercícios físicos pioram a azia crônica?

Exercícios de intensidade moderada, como pedalar na
bicicleta ergométrica, podem ajudar a combater o refluxo
Pesquisas mostram que tudo é uma questão de escolher o exercício certo

Para quem sofre com azia crônica, minimizar os exercícios pode parecer óbvio. Muita corrida ou saltos podem induzir o refluxo do conteúdo ácido do estômago.

Com algumas precauções, porém, o tipo certo de exercícios na verdade pode melhorar essa condição.

Estudos descobriram que sessões curtas de exercícios moderados pelo menos algumas vezes por semana podem reduzir o risco de refluxo gastroesofágico, em parte porque reduz o índice de massa corpórea, um fator de risco essencial para o problema.

Um estudo, publicado em 2004 e que incluiu mais de 3 mil pessoas que relataram ter refluxo, descobriu que uma sessão de exercícios de meia hora no mínimo uma vez por semana (associada ao consumo de alimentos com alto teor de fibra) ajuda a reduzir pela metade o risco de apresentar essa condição.

Duas medidas podem ajudar: evitar alimentos duas horas antes de praticar exercícios e ficar longe de bebidas isotônicas com muito carboidrato.

O exercício específico, porém, é crucial. Cientistas descobriram que atividade aeróbica com maior “agitação do corpo”, como corrida vigorosa, acaba induzindo o refluxo ácido, até mesmo em pessoas que não têm azia crônica. Exercícios menos agitados – como pedalar numa bicicleta ergométrica, por exemplo – causam menos problemas.

Outro fator é a posição do corpo. Levantamento de peso com os braços, musculação nas pernas e qualquer outro exercício que envolve ficar deitado aumentam muito o risco de refluxo. Um estudo de 2009 mostrou que surfistas apresentam risco muito maior de apresentar refluxo gastroesofágico do que outros atletas.

“Remar de bruços sobre a superfície da prancha de surfe leva a um aumento da pressão intra-abdominal”, escreveram os autores do estudo.

Fonte iG

Dieta de baixa acidez é mais eficaz do que remédio contra refluxo

Brócolis no cardápio ajuda a garantir a saúde intestinal
Refrigerantes e morangos estão vetados, enquanto brócolis, aveia e banana estão liberados

O ácido estomacal é, há muito tempo, apontado como causador de males como refluxo e azia. Mas agora, alguns especialistas começam a afirmar que o problema não está só no ácido estomacal que sobe, e sim, no tipo de comida que desce.

A ideia tem recebido atenção ultimamente, principalmente em livros populares como "Crazy Sexy Diet" e "The Acid Alkaline Food Guide" - que afirmam ser possível melhorar a saúde concentrando-se no equilíbrio acidobásico na dieta, principalmente comendo mais vegetais e determinadas frutas, e menos carnes e alimentos processados.

Embora a ciência por trás de tais afirmações não seja definitiva, algumas pesquisas sugerem que haja benefícios numa dieta de baixa acidez. Estudos recentes indicam uma ligação entre a saúde dos ossos e uma dieta de baixa acidez, enquanto outros estudos sugerem que a acidez da dieta ocidental aumenta o risco de diabetes e doenças cardíacas.

Este ano, um pequeno estudo concluiu que limitar a ingestão de alimentos ácidos pode aliviar sintomas de refluxo como tosse e rouquidão em pacientes que não obtiveram melhora com tratamento à base de medicamentos, de acordo com a publicação científica Annals of Otology, Rhinology & Laryngology.

No estudo, 12 homens e 8 mulheres com sintomas de refluxo, que não melhoraram com medicação, foram colocados numa dieta de baixa acidez durante duas semanas, eliminando todos os alimentos com pH menor que 5. Quanto menor o pH, maior a acidez; entre os alimentos altamente ácidos estão refrigerantes diet (2,9 a 3,7), morangos (3,5) e molho barbecue (3,7). De acordo com o estudo, 19 entre 20 pacientes melhoraram depois da dieta de baixa acidez, e 3 eliminaram todos os sintomas.

A autora do estudo, Jamie Koufman, especialista em distúrbios da voz e refluxo laringo-faríngeo (o tipo associado à rouquidão), defende a dieta de baixa acidez em seu novo livro, "Dropping Acid: The Reflux Diet Cookbook & Cure."

Medicamentos contra refluxo agem neutralizando ou reduzindo o ácido produzido no estômago. Mas, apesar do ácido estomacal ser um fator, diz Koufman, o verdadeiro culpado em muitos pacientes é a pepsina, uma enzima digestiva que pode existir no esôfago. Nesses pacientes, diz ela, não é suficiente neutralizar o ácido que sobe do estômago.

"Uma vez que você tenha pepsina no tecido, o acido ingerido é igualmente danoso," disse ela. "Quando você bebe um refrigerante e sente dor no peito, pode ser por causa do ácido que sobe ou por causa do ácido que vem de cima."

Evite ou aposte
Alimentos de baixa acidez equilibram a dieta: menos alimentos de alta acidez e mais alimentos de alta alcalinidade. A escala de pH vai de 0 a 14; a água destilada tem um pH de 7 e é considerada neutra, e a acidez aumenta 10 vezes a cada unidade de pH que diminui. Um alimento com pH 4 é 10 vezes mais ácido que um com pH 5. (o pH do ácido estomacal varia de 1 a 4.)

Para aliviar a azia e os sintomas de refluxo, Koufman recomenda uma dieta "introdutória" estrita, por duas semanas, sem nada que tenha pH inferior a 5 - nenhuma fruta exceto melão e banana, nada de tomate ou cebola, mas muito de outros vegetais, grãos integrais e peixe ou frango sem pele. Alimentos de alta alcalinidade incluem banana (5,6), brócolis (6,2) e aveia (7,2).

Alguns alimentos devem ser eliminados por razões outras que não a acidez. Independentemente dos níveis de pH, carnes gordurosas, laticínios, cafeína, chocolate, bebidas gasosas, frituras, álcool e hortelã são conhecidos por agravar os sintomas de refluxo. Outros alimentos como alho, nozes, pepino e pratos muito condimentados também podem desencadear o refluxo em alguns pacientes.

Para as pessoas que não têm refluxo grave, Koufman sugere uma dieta de manutenção evitando alimentos com pH inferior a 4, que permite itens como maçã, framboesa e iogurte.

Ela observa que a dieta não é tão radical, e é coerente com as recomendações de vários médicos de uma alimentação rica em vegetais, grãos integrais e com redução de carnes e alimentos gordurosos. Mesmo assim, muitas pessoas que seguem dietas relativamente saudáveis podem estar ingerindo muitos alimentos ácidos demais, como refrigerantes diet e sucos cítricos. Ela diz que, uma vez que a pessoa conheça o básico sobre a acidez dos alimentos, assim como quais são seus alimentos-gatilho, é uma dieta relativamente simples de se seguir.

"É um processo de tentativa e erro," disse Koufman. "Os grãos são bons, assim como a maioria dos vegetais. Nada que venha enlatado ou envasado, exceto água, é bom. E feche a cozinha às oito da noite."

Fonte iG

Conheça a dieta Gracie

Os segredos da alimentação que já garantiu várias gerações de campeões

Base de toda uma família de campeões, a dieta adotada pelo clã Gracie é tida por todos os eles como um dos pilares para o bom rendimento dos atletas.

Carlos Gracie, criador da dieta e pioneiro no treinamento de jiu-jitsu no País, uniu em tabelas quais alimentos “combinavam” entre si e quais não deveriam ser consumidos juntos. O resultado foi uma dieta rica em alimentos naturais como frutas, verduras, legumes e pobre em gorduras e frituras.

Esse ajuste evitaria o excesso de acidez no sangue e facilitaria a digestão, resultando em um melhor funcionamento do organismo e, consequentemente, em mais saúde e longevidade.

“A dieta consiste em não envenenar o corpo, não deixá-lo doente e estabelecer uma combinação adequada dos alimentos. O objetivo principal é manter o pH das refeições o mais neutro possível, equilibrando as substâncias por meio da combinação certa”, explica Kyra Gracie, pentacampeã mundial de jiu-jitsu e uma das representantes da nova geração de lutadores da família.

Carlos buscava informações sobre nutrição em estudos especializados e foi o primeiro a adotar o novo hábito, seguido pelo irmão, Hélio Gracie. O primeiro viveu até os 92 anos e o segundo até os 96 – e ainda praticante do esporte, garantem os familiares. É à alimentação que os Gracie atribuem o atual biótipo da família – todos altos e musculosos – bem longe dos 1,60m e 63kg do patriarca.

Na dieta, os cereais não se misturam, gordura nunca é consumida com açúcar e as refeições devem ser feitas de quatro em quatro horas, a fim de dar tempo ao estômago para ficar vazio.

“É para quem quer ter um corpo saudável, independente de ser atleta ou não”, frisa Gregor Gracie, bicampeão mundial de jiu-jítsu.

Conheça os grupos de comidas compatíveis e as que não podem ser consumidas juntas

 

Fonte iG