Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



domingo, 1 de julho de 2012

Cientistas da George Mason desvendam mecanismo desconhecido de infecção pelo HIV

Apoiados por descobertas anteriores, os pesquisadores descobriram um envolvimento do fator LIMK na infecção por HIV

Uma equipe de pesquisadores da George Mason University revelou o processo específico pelo qual o vírus HIV infecta células saudáveis??, um processo até então desconhecido. O investigador principal, Yuntao Wu, diz que espera que esta descoberta inicie uma nova linha de investigação para saber como os pesquisadores podem usar este conhecimento para criar drogas que possam limitar ou impedir a infecção pelo HIV.

O professor de microbiologia molecular, Wu, de Mason, publicou estes achados em uma edição do Journal of Biological Chemistry, em Abril de 2011, juntamente com pesquisadores Paul J. Vorster, Jia Guo, Alyson Yoder, Weifeng Wang, Yanfang Zheng, Dongyang Yu e Mark Spear, da Mason's National Center for Biodefense and Infectious Diseases e do Department of Molecular and Microbiology and Xuehua Xu, da Georgetown University School of Medicine's Department of Oncology.

Este trabalho delineou uma nova compreensão sobre como células T, que são as células-alvo que o vírus HIV infecta, move e migra quando sequestrado pelo vírus. "A descoberta acrescenta a nossa compreensão de como o HIV inicia a infecção de células T humanas, de como leva à sua destruição final e de como há o desenvolvimento da Aids", diz Wu.

Pesquisadores e médicos já sabem há algum tempo que o vírus HIV, em vez de matar diretamente as células T saudáveis, na verdade as seqüestram. Isso eventualmente conduz à sua destruição. Assim, o vírus essencialmente transforma as células T infectadas (também conhecidas como células T CD4 ou células T helper) em uma fábrica para criar ainda mais HIV. Aprender mais sobre como as células são infectadas poderia ser um passo fundamental para descobrir como parar completamente a infecção.

A última descoberta de Wu, que se baseia em seu trabalho anterior, publicado na revista Cell, em 2008, descreveu o processo básico de como o HIV infecta as células T. Depois de descobrir que cofilina - uma proteína usada para cortar a camada exterior de uma célula ou o citoesqueleto - é envolvida na infecção pelo HIV, uma nova pesquisa de Wu fornece a estrutura detalhada deste processo.

Este novo fator é chamado domínio quinase LIM, ou LIMK. Os pesquisadores descobriram que LIMK desencadeia uma célula para se mover, quase agindo como uma hélice. Este movimento das células é essencial para a infecção pelo HIV. Esta descoberta marca a primeira vez que uma equipe de pesquisadores descobriu o envolvimento de LIMK na infecção por HIV.

Com base nesses resultados, os pesquisadores então usaram uma droga para desencadear a ativação de LIMK e descobriu que ele aumentou a infecção de células T. É claro, em última análise, que os pesquisadores querem diminuir a infecção de células T - para que eles trabalhem e encontrem algo muito promissor. "Quando a célula de engenharia inibiu a atividade LIMK, a célula se tornou relativamente resistente à infecção pelo HIV. Em outras palavras, os pesquisadores de engenharia de células T humanas que não eram facilmente infectados pelo HIV. Este achado sugere que, no futuro, as drogas poderiam ser desenvolvidas com base na inibição de LIMK", diz Wu.

Embora atualmente não há medicamentos disponíveis para inibir LIMK, Wu espera que esta é uma área em desenvolvimento em novos alvos terapêuticos potenciais. Wu explica que uma vantagem de usar esse tipo de terapia sobre a medicação atual disponível para os portadores de HIV é que é mais difícil para o vírus HIV de gerar resistência ao tratamento.

A equipe de Wu continua seu trabalho na decodificação desse processo complicado, e ele ressalta que ainda há muito a ser feito. "Estes resultados são certamente interessantes, e são um campo de pesquisa emergente que estamos orgulhosos de ter criado três anos atrás, com a publicação de nosso artigo na Cell. Vamos continuar a estudar os detalhes moleculares e usar essas descobertas para desenvolver novas ferramentas de diagnóstico e terapêutica para monitorar e tratar o HIV, mediada por disfunção e esgotamento de céluas T CD4", diz ele.

Fonte isaude.net

Fórmula original da Coca-Cola teria 3 copos de extrato de coca

Site americano afirma ter descoberto receita escondida por 125 anos em fotografia publicada no Atlanta Journal Constitution

Após 125 anos de segredo, uma das fórmulas mais cobiçadas do mundo parece ter sido descoberta. Produtores do programa de rádio "This American Life" afirmam ter encontrado a receita original da Coca-Cola. A suposta fórmula foi achada em uma fotografia publicada no Atlanta Journal Constitution, em 1979, que ilustra artigo sobre a história do refrigerante mais famoso do mundo.

A imagem mostra a receita escrita à mão, em 1886, por um amigo do criador da bebida, John Pemberton. No entanto, a empresa defende que a versão oficial da cobiçada fórmula continua guardada em um cofre em Atlanta e não comenta se a composição encontrada é a correta.

Entre os ingredientes mais polêmicos da lista está o extrato de coca, que teria sido tirado da fórmula no início do século 20. Já a parte mais reveladora da receita mostra como misturar o chamado 7X, considerado o maior segredo e a " espinha dorsal da bebida" .

O composto formado por oito onças de álcool, 20 gotas de óleo de laranja, 30 gotas de óleo de limão, 10 de óleo de noz moscada, 5 de óleo de coentro, 10 de óleo de neroli - das flores da laranjeira amarga - e 10 de óleo de canela, representa apenas 1% do refrigerante, mas é fundamental para conferir o sabor característico do produto.

Caso a receita seja realmente a original, isto significa que muito dos ingredientes (leia-se cafeína) que fazem com que a Coca-Cola seja menos saudável atualmente, sempre estiveram presentes na bebida. encontrada no Atlanta Journal Constitution 1979 e a publicada no livro " For God, Country e Coca-Cola" , do historiador Mark Pendergrast, em 1992.

Tirando a prova
Para tentar comprovar a fórmula encontrada, a equipe do programa de rádio reuniu amantes do refrigerante em uma degustação da mistura realizada com base na receita. De acordo com o site do "This American Life", a maioria dos presentes relatou não ter encontrado diferenças entre o que beberam durante o teste e a Coca-Cola comercializada.

Fonte isaude.net

Coca-Cola e Pepsi contêm vestígios de álcool, revela pesquisa

Quantidade mínima de substância alcoólica pode ser produzida durante processo de fermentação dos refrigerantes à base de cola

Estudo realizado na França revela que mais da metade das principais marcas de refrigerantes do tipo cola contêm vestígios de álcool.

Segundo informações do Daily Mail, pesquisadores do Instituto Nacional do Consumo (INC), em Paris afirmam ter encontrado baixos níveis da substância (cerca de 10mg por cada litro) na Coca-Cola, que é de aproximadamente 0,001% de álcool por litro e na Pepsi.

As marcas que acusaram a presença de álcool foram Pepsi Cola, Coca-Cola Light Clássica e Coca-Cola Zero. Em contraste, as marcar mais baratas de refrigerantes à base de cola não continham álcool.

Os resultados foram publicados na última edição da revista francesa, 60 Million Consumers.

A fabricante da Coca-Cola admitiu a possibilidade da presença de álcool. "É possível que pequenas quantidades de álcool venham do processo de produção do refrigerante segundo sua receita secreta", disse o diretor científico da Coca-Cola Michel Pepin, à emissora de televisão nigeriana Channels TV.

Um porta-voz da Pepsi concordou que "alguns refrigerantes podem conter vestígios de álcool por causa dos ingredientes usados, embora a receita da Pepsi não tenha álcool".

A justificativa dada por ambas às empresas é de que, durante a fermentação de determinadas substâncias, são produzidas quantias mínimas de álcool.

Fonte isaude.net

Regime de tratamento intensivo preserva capacidade do corpo de produzir insulina

Pesquisa revela que controle precoce das funções metabólicas pode reduzir progressão do diabetes tipo 2

Tratamento precoce e intensivo do diabetes tipo 2 reduz a progressão da doença, preservando a capacidade do corpo de produzir insulina, de acordo com pesquisa realizada na University of Texas Southwestern Medical Center, nos Estados Unidos.

"Nós podemos potencialmente mudar o curso da doença, o que representaria um avanço significativo. O regime de tratamento intensivo que propomos é diferente da abordagem passo a passo recomendada pelas diretrizes atuais", afirma a pesquisadora Ildiko Lingvay.

Segundo os pesquisadores, a norma atual enfatiza mudanças de estilo de vida em primeiro lugar e não um controle intensivo. O American College of Physicians, por exemplo, sugere a perda de peso e dieta antes do tratamento com remédios. A American Diabetes Association recomenda mudanças semelhantes no estilo de vida, além do uso de metformina, droga padrão usada para tratar diabetes tipo 2, para os recém-diagnosticados.

"Acreditamos que a abordagem gradual expõe os pacientes a longos períodos de açúcar elevado no sangue, o que leva a complicações. A menos que a mudança na dieta seja significativa e sustentada a longo prazo, o diabetes se torna uma doença progressiva na qual a capacidade do organismo de produzir insulina diminui", observa Lingvay.

Para o trabalho, os pesquisadores dividiram aleatoriamente 58 participantes em dois grupos. Ambos os grupos primeiro receberam três meses de tratamento com insulina e metformina.

Depois disso, um grupo tomou três tipos de medicamentos para diabetes diariamente, enquanto o outro continuou a terapia com insulina e metformina.

Os participantes ainda vão continuar a ser monitorados por seis anos.

O estudo mostrou que o tratamento intensivo com insulina, seguido por um dos dois regimes de medicamentos, ajudou os pacientes com diabetes a manter constante a função das células beta produtoras de insulina três anos e meio após o diagnóstico.

Segundo Lingvay, o importante é, independente do tratamento escolhido, tenha certeza de que ele é intensivo.

"Independentemente do método utilizado para atingir o controle intensivo, os tratamentos levaram a um excelente controle de açúcar no sangue, foram bem tolerados, seguros e tiveram boa adesão", conclui Lingvay.

Fonte isaude.net

Estudo com abelhas pode ajudar a controlar distúrbios metabólicos em humanos

Inseto tem potencial para auxiliar no entendimento de como a percepção gustativa e síndromes metabólicas estão conectadas

Estudo com abelhas ajuda a entender conexões entre paladar e distúrbios metabólicos em seres humanos. Descoberta foi realizada por pesquisadores da Universidade Estadual do Arizona, nos Estados Unidos.

Por meio de experiências com a genética do mel de abelha, os investigadores identificaram conexões entre a sensibilidade ao açúcar, a fisiologia do diabetes e o metabolismo do carboidrato. Segundo a equipe, as abelhas e os seres humanos podem parcialmente compartilhar essas conexões.

No estudo publicado na revista PLoS Genetics, os pesquisadores Amdam Gro e Wang Ying relatam de que forma eles conseguiram inativar com sucesso dois genes nas abelhas responsáveis por controlar comportamentos relacionados a alimentação. Ao fazer isso, a equipe de pesquisa descobriu uma possível ligação molecular entre a percepção do gosto doce e estado de energia interno.

"A sensibilidade de uma abelha ao açúcar revela sua atitude em relação à comida, que idade tem quando começa procurar por néctar e pólen e que tipos de alimento prefere coletar", diz Wang, principal autor do projeto. "Ao suprimir esses dois genes mestres, descobrimos que as abelhas podem se tornar mais sensíveis ao sabor doce. Mas, curiosamente, essas abelhas também tiveram níveis sanguíneos elevados de açúcar, e baixos níveis de insulina, bem como pessoas que têm diabetes tipo 1."

No laboratório de Amdam na ASU, os cientistas suprimiram dois genes, o vitelogenina, que é semelhante a um gene humano, chamado apolipoproteína B, e o ultraspiracle que tem algumas funções em comum com o hormônio da tiróide humana. Os pesquisadores usaram este método para compreender como o regulador mestre funciona.

"Agora, se pode usar as abelhas para entender como a percepção gustativa e síndromes metabólicas estão conectadas, é uma ferramenta muito útil", diz Amdam. "A maior parte do que sabemos sobre déficits na percepção humana vem de estudo com pessoas muito doentes ou que tiveram um trauma cerebral. Sabemos muito pouco sobre pessoas nesta área."

Os pesquisadores estão buscando entender como exatamente a percepção do sabor doce das abelhas foi reforçado pela experiência. Para os pesquisadores, o tecido metabolicamente mais ativo das abelhas, chamado de gordura corporal, pode ser a chave. Esta gordura é semelhante ao tecido adiposo do fígado e abdominal em humanos, que a auxilia no armazenamento de nutrientes e na criação de energia.

Amdam explica que a percepção do gosto envolve um mecanismo de sobrevivência tanto para abelhas, quanto para seres humanos. Por exemplo, alimentos amargos podem ser venenosos e o sabor doce pode indicar alimentos ricos em calorias e energia. Para todos os animais, a percepção do gosto deve comunicar adequadamente com um estado de energia interno para controlar a ingestão de alimentos e manter as funções normais de vida. Uma percepção de gosto pobre pode contribuir para comportamentos alimentares não saudáveis e doenças metabólicas, como diabetes e obesidade.

"A partir deste estudo, percebemos que podemos tirar vantagem das abelhas na compreensão de como comportamentos relacionados à alimentação interagem com o metabolismo interno, como também de encontrar meios de manipular estes comportamentos relacionados à alimentação, a fim de controlar os distúrbios metabólicos", conclui Amdam.

Fonte isaude.net