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terça-feira, 3 de julho de 2012

Inibidores de apetite naturais

Em busca do emagrecimento muitas pessoas tomam remédios para conseguirem alcançar o peso desejado, mas muitas vezes com esse hábito acabam prejudicando a saúde. Se você está querendo utilizar algum medicamento para ajudar no processo do emagrecimento, use os inibidores de apetite naturais, eles auxiliam no processo de emagrecimento de forma saudável.Iremos abordar três tipos de inibidores de apetite, mais utilizado para o emagrecimento.

A Caralluma Fimbriata, é um dos inibidores de apetite naturais que está sendo muito usado.Ela age em seu cérebro, mandando sinais de saciedade, usando antes das refeições, você irá comer menos do que normalmente costuma comer e conseqüentemente irá conseguir diminuir peso.Não há nenhuma contra-indicação e não há efeitos colaterais.Em casa de produtos naturais ou na internet, você encontra a Caralluma em cápsula e pó.

A Faseolamina é uma substância encontrada no feijão branca, usada muito para as dietas de emagrecimento, sua função diferencia da Caralluma.A faseolamina ela é inibidora na absorção dos amidos, que encontramos nas massas, arroz, batata, etc.Recomenda-se tomar antes das refeições, para que quando você se alimentar, ela absorva os amidos, assim se você comer um prato cheio de macarrão, tomando a Faseolamina antes, será como se tivesse comido um prato raso de macarrão, é fantástica a sua ação.Não apresenta efeitos colaterais, apenas se tomar em grande quantidade, podendo dar diarréias. É indicado para pessoas diabéticas, pois auxilia muito em sua dieta na absorção de amidos.Também é vendido em cápsula e pó mais conhecida como farinha do feijão branco.

A Spirulina também é um dos inibidores de apetite naturais usada já algum tempo, ela é uma alga composta por muitos nutrientes. É comercializada em cápsula e pó, seu uso é antes das refeições, pois como ela é rica em nutrientes, estará suprindo as suas necessidades nutricionais e proporcionando sensação de saciedade, além de ajudar no emagrecimento, estará fornecendo para seu organismo vários nutrientes, melhorando assim sua saúde.

Fonte dicas10.com

Benefícios da farinha de banana verde

A banana é uma fruta que naturalmente possui amido, e quando a banana está verde o amido fica ainda mais resistente, o amido que é um carboidrato diferente dos demais pois um dos seus benefícios é para a flora intestinal.

O amido encontrado na farinha de banana verde não é absorvido pelo intestino por isso auxilia no processo de emagrecimeto e entre os outros inúmeros fatores benéficos desta farinha auxilia no funcionamento intestinal.

Farinha de banana verde para emagrecer
A farinha de banana verde pode ser encontrada em lojas de produtos naturais e também em farmácias e até em supermercados. Seu uso pode ser dado tanto dissolvido em água ou sucos, também pode ser misturada ao alimento. Ela pode ser encontrada em potes ou caixas bem acondicionadas e também vendias à granel das duas maneiras a qualidade e os resultados serão obtidos.

Mas deve ser sempre da banana verde, pois ao contrário da farinha de banana verde se for feita com a banana madura ao invés o processo é de ganho de peso. A farinha de banana verde auxilia no emagrecimento já há relatos de pessoas que perderam até 5 kilos em apenas um mes consumindo esta farinha. Para estar em forma para o verão uma das maneiras fáceis e naturais para emagrecimento é esta farinha que promete ser muito usada neste ano de 2012.

Se você quer emagrecer para estar bem neste verão use e abuse da farinha de banana verde para emagrecer de maneira saudável e sem efeitos colaterais.

Macarrão de farinha de banana verde é opção para menu sem glúten

farinha de banana verde cacho de banana
Banana verde: ela foi a matéria-prima
para um macarrão sem glúten
Pesquisa brasileira testou: aroma, sabor, aparência e textura do prato receberam as mesmas notas dadas ao preparo com farinha de trigo

Macarrão de banana verde. Para quem tem doença celíaca, a exótica mistura pode ser uma ótima opção para o jantar.

Pesquisadores brasileiros constataram que a maioria das pessoas com e sem a condição intestinal – que interfere na capacidade do organismo de processar certos grãos – aprovaram o sabor e a textura do preparo como alternativa ao macarrão tradicional, feito com farinha de trigo.

Em pessoas com doença celíaca, o sistema imunológico reage de forma negativa ao glúten, uma proteína encontrada no trigo, cevada e centeio. Comer alimentos com glúten danifica o intestino delgado e evita que ele absorva nutrientes essenciais para o bom funcionamento do corpo.

O único tratamento para a doença celíaca é seguir uma dieta rigorosa sem glúten, o que significa evitar pães, cereais e massas feitas com farinha de trigo e de outros grãos não tolerados por quem tem a doença.

Alternativamente, massas feitas com farinha de milho, arroz ou quinoa são opções seguras para as pessoas com doença celíaca ou outros tipos de intolerância ao glúten. O problema é que esses produtos podem custar muito mais e, quando cozidos, tendem a perder a elasticidade da massa tradicional, feita com farinha de trigo.

“O desafio com massas sem glúten é que elas não cozinham à semelhança do macarrão de trigo”, diz Cynthia Kupper, nutricionista e diretora do Grupo de Intolerância ao Glúten, uma associação sem fins lucrativos que apoia as pessoas com o problema.

“Na hora de servir, ou vai ser um ‘tijolo’, de tão duro, ou um mingau. A qualidade nutricional tampouco é não é tão grande na maioria dessas massas.”

As nutricionistas decidiram então testar se uma massa feita com farinha de banana verde – uma alternativa barata e fácil de produzir, dizem elas – poderia ser outra possibilidade de consumo.

A nutricionista Raquel Botelho e seus colegas, todos da Universidade de Brasília, usaram uma massa de teste feita de farinha de banana-da-terra seca, clara de ovos, água e gomas guar e xantana, que dão firmeza e elasticidade.

O grupo então ofereceu a criação a 25 celíacos e outras 50 pessoas sem a condição. Os pesquisadores deram ao grupo não-celíaco uma opção massa de trigo integral, feita a partir de farinha de trigo e de ovos, para comparação.

Mais de quatro em cada cinco participantes celíacos deram à massa de banana verde nota seis ou mais, em uma escala de nove pontos.

Esse número foi menor para pessoas que não eram intolerantes ao glúten – cerca de 60% deram a massa uma boa avaliação. Mas os não-celíacos deram à massa de banana verde a mesma classificação dada ao macarrão de trigo integral nos rankings de aroma, sabor e aparência, e gostaram mais da textura do prato de banana do que a do preparo com farinha de trigo. A pesquisa foi publicada na revista da Academia de Nutrição e Dietética dos Estados Unidos.

E o produto feito de banana tinha menos calorias e menos gordura por porção do que a versão feita de trigo integral. Raquel e seus colegas estão otimistas sobre o uso de farinha de banana verde em larga escala.

“A banana verde contém compostos bioativos e amido resistente, que são bons para a saúde do intestino. Normalmente, os pacientes celíacos desenvolvem problemas de intestino, se não seguirem a dieta correta”, disse ela à Reuters Health.

Além disso, Botelho acrescentou: “Podemos usar farinha de banana verde para produzir outros produtos para celíacos, como pão, pizza e biscoitos.”

Fonte iG

Previna o efeito rebote na dor de cabeça

Uso excessivo de analgésicos é o gatilho do problema, que costuma ocorrer quase que diariamente. Veja três dicas para evitá-lo

As dores de cabeça em episódios repetidos, problema conhecido como “efeito rebote”, são também chamadas de dores de cabeça por excesso de medicação. Elas costumam ocorrer quase que diariamente e são geralmente causadas pelo uso excessivo de analgésicos.

A Academia Americana de Médicos da Família oferece as seguintes sugestões para ajudar a prevenir o efeito rebote:

-Caso você venha tomando medicação já por algum tempo, não interrompa a mesma por completo antes de consultar o médico sobre a forma correta de descontinuar o uso.

-Evite a cafeína se a mesma parece piorar o problema.

-Faça mudanças em seu estilo de vida fazendo refeições saudáveis e regulares, praticando exercícios freqüentes, incorporando práticas para aliviar o estresse e indo para cama e acordando todos os dias no mesmo horário.

Fonte iG

Estudo relaciona tipos de vinho à enxaqueca

As variedades Tannat e Malbec foram as que desencadearam esse tipo de dor de cabeça com maior frequência, apontou a pesquisa

O vinho sempre foi considerado como um deflagrador de enxaqueca. Um estudo inédito mostra que a bebida não é tão culpada quanto se pensava no que diz respeito às crises de dor de cabeça.

A pesquisa, coordenada pelo neurologista brasileiro Abouch Krymchantowski e apresentada no 54.º Congresso Americano de Cefaleia, há duas semanas, mostra que apenas 33% das pessoas que tomam vinho frequentemente têm deflagrada a crise. E algumas variedades da bebida têm potencial maior de provocar os sintomas do que outras.

Especialista em cefaleia, Krymchantowski selecionou 40 pacientes que estavam em tratamento para enxaqueca, que apreciavam vinho e relatavam crises após a ingestão da bebida. Cada um deles foi convidado a tomar meia garrafa de vinho das variedades Malbec, Tannat, Cabernet Sauvignon e Merlot, todos da América do Sul, e com intervalo mínimo de 4 dias entre eles – 33,4% relataram ter tido enxaqueca em todas as ocasiões; 54% sentiram-se mal em duas ocasiões; e 87% tiveram dor ao menos uma vez.

Ao comparar o efeito gatilho entre os pacientes que sentiram-se mal ao menos duas vezes depois de beber o vinho, o Tannat e o Malbec foram as variedades que desencadearam a enxaqueca com maior frequência, 51,7% e 48,2% respectivamente. Cabernet Sauvignon e Merlot causaram dor em menos de 30% das vezes em que foram ingeridos.

Krymchantowski explica que Tannat e Malbec são variedades que têm mais tanino, radicais flavonoides responsáveis pela cor escura do vinho.

“É esse composto que faz o vinho ser saudável para o coração, mas também provoca uma mobilização súbita da serotonina que desencadeia a enxaqueca”, diz o neurologista.

A pesquisa foi tão bem recebida que, 24 horas após a apresentação no congresso, foi reproduzida por 549 sites médicos dos EUA. Krymchantowski está ampliando o estudo – vai comparar o efeito do Cabernet Sauvignon francês com o produzido na América do Sul.

“Ao que parece, o francês tem mais tanino.”

Para o Krymchantowski, as pessoas que sofrem de enxaqueca não devem abandonar o vinho.

“O importante é não combinar fatores que trazem a crise, como beber de estômago vazio, após um dia de estresse”, diz.

A enxaqueca é uma doença que afeta neurotransmissores e atinge 15% da população do País, de acordo com estimativa da Sociedade Brasileira de Cefaleia. O cérebro fica mais sensível a estímulos, o que desencadeia crises de dor, que pode vir acompanhada de outros sintomas.

A doença não deve ser confundida com a dor de cabeça ocasional e deve ser diagnosticada e tratada por especialista. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Fonte iG