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terça-feira, 3 de julho de 2012

Governo libera R$ 650 milhões para cirurgias não emergenciais e de catarata

O Ministério da Saúde liberou R$ 600 milhões para cirurgias eletivas [não emergenciais] e R$ 50 milhões especificamente para cirurgias de catarata em municípios com pelo menos 10% da população em situação de extrema pobreza – o que deverá beneficiar 2.555 cidades.

No total, serão R$ 650 milhões para procedimentos não emergenciais ou urgentes. A portaria que regulamenta o repasse, que está disponível, foi publicada ontem (2) no Diário Oficial da União.

A cirurgia de catarata teve destinação de R$ 180 milhões por ser a mais procurada no Sistema Único de Saúde (SUS). Para o tratamento de varizes, cirurgias ortopédicas, urológicas, oftalmológicas e otorrinolaringológicas foram destinados R$ 210 milhões e serão aplicados de acordo com os gestores estaduais e municipais R$ 210 milhões, completando os R$ 600 milhões.

Em nota, o ministro da Saúde Alexandre Padilha disse que o aumento do repasse aos estados e municípios – de R$ 350 milhões para R$ 650 milhões, entre 2011 e 2010 – tem o objetivo de antecipar a contratação de serviços para mutirões.

“Estamos dando um importante passo para reduzir o tempo de espera do paciente. Além disso, estamos inovando ao priorizar os municípios com populações de extrema pobreza, que necessitam de maior atenção por parte do governo”.

Entre os estados que mais receberão esses recursos estão São Paulo, com R$ 124 milhões, seguido por Minas Gerais, R$ 60 milhões, e o Rio de Janeiro, R$ 49 milhões.

A catarata terá mais recursos destinados à Bahia, R$ 9,1 milhões, ao Maranhão, R$ 7 milhões, e Ceará, R$ 5,8 milhões.

Segundo dados do Ministério da Saúde, as cirurgias eletivas aumentaram 1.135% em uma década. Em 2001, foram 28 mil procedimentos. Em 2011, 345,8 mil.

Fonte Agência Brasil

Importadora das próteses mamárias da marca francesa PIP será multada pela Anvisa

Brasília – Depois de testes revelarem que as próteses mamárias de silicone da marca francesa PIP usadas no Brasil rompem com mais facilidade, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai usar os resultados para multar em R$ 1,5 milhão a importadora responsável pela venda dos implantes no país.

Com sede no Paraná, a EMI era a única autorizada a importar próteses da PIP. Estima-se que a importadora comprou aproximadamente 35 mil unidades da marca francesa, das quais cerca de 24 mil foram vendidas. Diante das irregularidades envolvendo a PIP, a Anvisa cancelou o registro da prótese em janeiro deste ano, proibindo o uso do produto no Brasil. As unidades que restavam no estoque da EMI foram apreendidas e levadas para análise da Vigilância Sanitária. Na mesma época, a Anvisa anunciou a abertura de processo administrativo contra a importadora.

A agência reguladora anunciou ontem (2) que testes de laboratório comprovaram alto risco de ruptura dos implantes da PIP. Das 306 amostras de 51 lotes analisados pela Anvisa, 41% foram reprovadas no exame de resistência. De acordo com a Anvisa, o índice de ruptura de qualquer prótese (independentemente da marca) é 1% a partir do primeiro ano de uso. O percentual aumenta com o passar dos anos.

A análise laboratorial constatou ainda que o gel utilizado pela PIP, no entanto, não era tóxico, afastando a suspeita que o produto poderia causa câncer. Mas o material analisado apresentou silicone com diferentes composições, algumas não permitidas pela Anvisa, o que aumenta a possibilidade de vazamento do gel e surgimento de inflamações.

“Se depender das informações que temos hoje disponíveis e a empresa não conseguir contestar nada do que foi apresentado, o entendimento da diretoria da Anvisa é a empresa receber a penalidade máxima nesse caso [multa de R$ 1,5 milhão]”, disse o diretor-presidente da agência reguladora, Dirceu Barbano. Se a multa for aplicada, a importadora pode apresentar recurso.

A Anvisa não fez testes com amostras da marca holandesa Rofil, também acusada de fraude como a francesa PIP, porque o importador da marca já não tinha exemplares do produto em estoque para serem recolhidos e analisados em laboratório. Mesmo sem esses exames, a agência reguladora também pretende penalizar a importadora do produto holandês.

No caso da Rofil, a Pharmedic Pharmaceutical, em São Paulo, informou ter vendido apenas 193 próteses de seio, importadas em 2009. A empresa era a única com licença para importar os implantes Rofil até 2014. Novas importações não foram feitas, segundo a empresa, porque o custo do implante holandês subiu tornando o negócio inviável. Outras empresas chegaram a comercializar a prótese da Rofil antes da importadora paulista, mas os registros delas na Anvisa já tinham expirado antes do surgimento das denúncias de irregularidades.

Calcula-se que 12,5 mil brasileiras tenham implantes da PIP e 7 mil da Rofil. Nos últimos dois anos, a Anvisa recebeu 674 relatos sobre próteses mamárias, sendo que 150 tratavam de possível rompimento das próteses das marcas francesa e holandesa.

Com o escândalo mundial, a Anvisa mudou as regras para venda de silicones mamários no país. Desde março, a agência reguladora passou a exigir que fabricantes e importadoras interessadas em comercializar o produto no Brasil precisam ter um certificado de qualidade do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Na semana passada, a fabricante nacional Lifesil, com sede no Paraná, foi a primeira a receber o selo.

Outros distribuidores podem vender as próteses de silicone para mama fabricadas ou em estoque, antes da entrada em vigor da exigência do selo, no dia 22 de março. As clínicas também estão liberadas para usar os implantes estocados até essa data.

Fonte Agência Brasil

Cremerj faz vistoria em maternidade de hospital onde, em um mês, nove bebês morreram

Rio de Janeiro – A Comissão de Fiscalização do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) e diretores do conselho estiveram ontem (2), no Hospital da Mulher de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, onde inspecionaram a maternidade, atendendo a uma solicitação da Polícia Civil, após denúncia da morte de nove bebês, em junho passado.

De acordo com o médico Luiz Fernando Moraes, um dos integrantes da comissão, não foi constatada nenhuma irregularidade na unidade. Segundo ele, a maternidade está funcionando normalmente. “Neste momento nada foi visto de irregular. As equipes estão completas, segundo informação, a maternidade está funcionando”, disse.

Moraes, no entanto, ressaltou que foi feita uma solicitação para que todos os prontuários de crianças que morreram na unidade, no mês passado, sejam encaminhados ao Cremerj para análise. “Fizemos uma solicitação também pra que todos os prontuários de bebês que morreram no mês passado e de suas mães fossem encaminhados ao conselho para que as nossas câmaras técnicas analisem cada caso e cheguem a uma conclusão”, explicou.

De acordo com o médico do Cremerj, a diretoria do hospital garantiu que não houve superlotação na unidade de tratamento intensivo (UTI) neonatal, mas admitiu que devido ao fim de alguns convênios do Sistema Único de Saúde (SUS) com maternidades da região, houve um aumento de 35% no número de atendimentos na unidade.

Moraes também informou que, por precaução, a UTI neonatal está fechada e apenas os partos sem complexidade estão sendo feitos. Os casos considerados graves estão sendo encaminhados para outros hospitais da região. Desde que ocorreu o problema, apenas “um recém-nascido precisou ser transferido para uma clínica particular''.

O relatório da fiscalização feita pelo Cremerj, segundo o médico, será enviado ao Ministério Público Estadual (MPE), à Vigilância Sanitária e à delegacia responsável pela investigação do caso.

Fonte Agência Brasil

Escoliose

Definição
A escoliose é um encurvamento da coluna vertebral. A coluna vertebral se encurva no meio ou nos lados e geralmente inicia no começo da puberdade e progride durante o período de crescimento rápido.

 



Foto: ADAM
Escoliose

 

A maioria das escolas primárias faz triagem de escoliose, pois, se detectada cedo, a curvatura progressiva da coluna pode ser evitada. A escoliose afeta muito mais meninas do que meninos.

Causas, incidência e fatores de risco


Existem três grandes causas para a escoliose:
  • A escoliose congênita (de nascença) decorre de um problema com a formação dos ossos da coluna vertebral (vértebras) ou fusão de costelas durante o desenvolvimento do feto ou do recém-nascido
  • A escoliose neuromuscular é causada por problemas como fraqueza muscular ou do controle precário dos músculos, ou paralisia decorrente de doenças como paralisia cerebral, distrofia muscular, espinha bífida e pólio.
  • A escoliose idiopática não tem causa conhecida. A escoliose idiopática em adolescentes é o tipo mais comum.
Algumas pessoas são mais suscetíveis ao encurvamento da coluna. A maioria dos casos ocorre em meninas. O encurvamento geralmente se agrava durante os surtos de crescimento. A escoliose em crianças é menos comum e geralmente atinge igualmente tanto meninas quanto meninos.

Sintomas

Há suspeita de escolise quando um ombro parece estar mais alto do que o outro ou a pélvis parece estar inclinada. Um olhar leigo não percebe a curvatura nos estágios iniciais.


 


Foto: ADAM
Sinais de escoliose

 

O tratamento pode envolver o uso de uma órtese ou cirurgia e é determinado pela causa da escoliose, o tamanho e o local da curva e o estágio do crescimento ósseo do paciente.

Outros sintomas podem incluir:
  • Dor lombar e nas costas
  • Fadiga
  • Ombros ou quadris que parecem assimétricos
  • Coluna vertebral encurvada anormalmente para o lado (lateralmente)
Pode haver fadiga na coluna vertebral após longa permanência de pé ou sentado. A dor ficará persistente caso haja uma inflamação no tecido mole e desgaste dos ossos da coluna vertebral.
Observação: A cifoescoliose também inclui curvatura anormal da frente para trás, com uma aparência de costas arredondadas.

Exames e testes

O médico realizará um exame físico, inclusive um teste de curvatura para frente, o que ajuda a definir a curvatura. O teste de curvatura para frente é usado com mais frequência em escolas e consultórios médicos para a triagem de escoliose.


Foto: ADAM
Teste de curvatura para frente

Durante o teste, a criança curva-se para frente com os pés unidos e os joelhos retos e pendendo os braços. Quaisquer desequilíbrios na caixa torácica ou outras deformidades ao longo da coluna podem ser um sinal de escoliose.
O grau da curvatura vista no exame pode subestimar a real curva vista no raio X, logo, qualquer criança que tiver a coluna encurvada terá o raio X solicitado.

Os testes incluem:
  • Raios X da coluna vertebral (frontais e laterais)
  • Exame com escoliomêtro (um dispositivo que mede a curvatura da coluna vertebral)
  • Ressonância magnética (caso haja quaisquer alterações neurológicas observadas no exame ou haja algo incomum no raio X)

Tratamento

O tratamento depende da causa da escoliose, do tamanho e da localização da curva, além de quanto crescimento o paciente ainda terá.

 


Foto: ADAM

Coluna vertebral


A coluna vertebral é dividida em diversas seções. As vértebras cervicais compõem o pescoço. As vértebras torácicas compõem a seção do peito e têm as costelas conectadas. As vértebras lombares são as vértebras restantes abaixo do último osso torácico e a parte superior do sacro. As vértebras do sacro são cercadas pelos ossos da pélvis, e o cóccix representa a vértebra terminal ou cauda vestigial.

Na maioria dos casos de escoliose idiopática adolescente (menores de 20 graus), o tratamento é dispensado, mas devem ser realizadas verificações semestrais.
Na medida em que a curvatura se agrava (acima de 25 a 30 graus em crianças em fase de crescimento), o uso de órteses é geralmente recomendado para auxiliar a retardar a progressão da curva. Existem muitos tipos de órteses utilizados. O colete de Boston, o colete de Wilmington, o colete de Milwaukee e o colete de Charleston foram batizados com o nome dos centros onde foram desenvolvidos.



Foto: ADAM
Órtese para escoliose

Cada colete tem uma aparência distinta. Existem diferentes modos de usar cada um deles adequadamente. A seleção de uma órtese e a maneira como ela será usada depende de muitos fatores, inclusive das características específicas da curvatura. A órtese exata será decidida pelo paciente e o médico.
Um colete para as costas não reverte a curva. Em vez disso, usa a pressão para alinhar a coluna vertebral. O colete pode ser ajustado com o crescimento. O uso de colete não funciona para as escolioses congênitas e neuromusculares e é menos eficaz na escoliose idiopática infanto-juvenil.
A decisão do momento apropriado para se operar é variável. Após os ossos do esqueleto cessarem o crescimento, a curvatura não deve se agravar muito. Por conta disso, talvez o cirurgião queira aguardar até que os ossos do seu filho parem de crescer. Entretanto, pode ser que seu filho necessite de cirurgia antes disso, se a curva na coluna for grave ou estiver se agravando rapidamante. Curvas de 40° ou mais geralmente precisam ser operadas.



Foto: ADAM
Fusão da coluna vertebral

A cirurgia consiste em corrigir a curva (embora não completamente) e encaixar os ossos dentro dela. Os ossos são fixados no lugar com uma ou duas hastes de metal presas com ganchos e parafusos até que o osso seja recuperado. Às vezes, a cirurgia é feita através de um corte nas costas, no abdome ou abaixo das costelas. Pode ser necessário o uso de uma órtese para estabilizar a coluna vertebral após a operação.
Muitas vezes, as limitações impostas pelos tratamentos afetam o lado emocional e podem ameaçar a autoimagem, principalmente para adolescentes. Apoio emocional é importante.
Fisioterapeutas e ortopedistas (especialistas em aparelhos ortopédicos) podem ajudar a explicar os tratamentos e a assegurar que o colete se encaixe confortavelmente.

Evolução (prognóstico)

O resultado depende da causa, localização e gravidade da curvatura. Quanto maior for a curva, maior será a chance de ela piorar após cessar a fase de crescimento.
Quanto maior for a curva inicial da coluna vertebral, maior será a chance de que a escoliose se agrave após a conclusão da fase de crescimento. A escoliose grave (curvas na coluna vertebral maiores do que 100°) pode causar problemas respiratórios.


Foto: ADAM

Há quatro curvas naturais da coluna vertebral (cervical, torácica, lombar e sacral). Elas judam a absorver e distribuir tensões decorrentes de atividades físicas


 

Os casos que não possuem gravidade e que são tratados apenas com o uso de órteses costumam ser resolvidos satisfatoriamente. As pessoas com esse quadro não são suscetíveis a problemas a longo prazo, exceto uma taxa elevada de dor na coluna lombar quando envelhecem. As pessoas com escoliose idiopática corrigida cirurgicamente recuperam-se bem e podem levar uma vida ativa e saudável.
Os pacientes com escoliose neuromuscular sofrem de um outro distúrbio grave (como paralisia cerebral ou distrofia muscular), então os objetivos são distintos. Geralmente, a meta da cirurgia é simplesmente permitir que a criança se sente corretamente na cadeira de rodas.
Os bebês com escoliose congênita têm uma grande variedade de defeitos de nascença subjacentes. Essa doença tem um manejo difícil e geralmente muitas operações precisam ser feitas.

Complicações

  • Problemas emocionais ou baixa autoestima podem ocorrer como um resultado da doença ou de seu tratamento (principalmente, o uso de órtese)
  • Incapacidade dos ossos se encaixarem (muito raro em escoliose idiopática)
  • Artrite e dor na coluna lombar na idade adulta
  • Problemas respiratórios decorrentes de uma curvatura grave
  • Danos na medula ou no nervo espinhal decorrentes da cirurgia ou da incorreta curvatura grave
  • Infecção na coluna vertebral após a cirurgia

Ligando para o médico

Procure assistência médica caso haja suspeita de que seu filho sofre de escoliose.

Prevenção

Testes de rotina para escoliose realizados nas escolas de ensino fundamental e médio poderiam identificar muitos casos que seriam descobertos apenas em um estágio avançado da doença.

Fonte iG

O que são implantes dentários?

Por serem integrados ao osso, os implantes oferecem um suporte estável para os dentes artificiais.

O que são implantes dentários?
Implantes dentários são suportes ou estruturas de metal (normalmente de titânio) posicionadas cirurgicamente no osso maxilar abaixo da gengiva para substituir as raízes dentárias. Uma vez colocados, permitem ao dentista montar dentes substitutos sobre eles

Como funcionam os implantes dentários?
Por serem integrados ao osso, os implantes oferecem um suporte estável para os dentes artificiais. Próteses parciais e totais montadas sobre implantes não escorregarão nem mudarão de posição na boca, um grande benefício durante a alimentação e fala. Esta modalidade de prótese é chamada “protese sobre implante” e confere ao paciente mais segurança em todas as funções bucais proporcionando uma situação mais natural do que pontes ou dentaduras convencionais.

Para algumas pessoas, as próteses e dentaduras comuns são simplesmente desconfortáveis ou até inviáveis, devido a pontos doloridos ou falta de adaptação a estes aparelhos. Além disso, as pontes comuns devem ser ligadas aos dentes em ambos os lados do espaço deixado pelo dente ausente. Com a colocação de implantes não é necessário preparar ou desgastar um dente natural para apoiar os novos dentes substitutos no lugar como é feito em pontes fixas convencionais.

Para receber um implante, é preciso que você tenha gengivas saudáveis e ossos adequados para sustentá-lo. Você também deve comprometer-se a manter estas estruturas saudáveis. Uma higiene bucal meticulosa e visitas regulares ao dentista são essenciais para o sucesso a longo prazo de seus implantes.

Os implantes são, em geral, mais caros que outros métodos de substituição de dentes e a maioria dos convênios não cobre seus custos.

O tipo de implante mais recomendado na atualidade é o ósseo integrado que se mostrou uma revolução no tratamento de pacientes parcial ou totalmente desdentados.

- Implantes ósseo integrado: são implantados por meio cirúrgico diretamente no osso maxilar. O período da osseointegração (integração ao osso) leva em média 4 a 6 meses dependendo da região a receber o implante. Após este período, uma segunda cirurgia é necessária para ligar o implante ao meio bucal, nesta fase o cirurgião dentista remove a gengiva que está recobrindo o implante e finalmente, um dente artificial (ou dentes) é conectado ao implante, individualmente, ou agrupado em uma prótese que pode ser de dois tipos:

- Prótese Protocolo: Prótese total implantosuportada e implantoretida, fixada sobre 4 a 8 implantes em média, este tipo de prótese é parafusada e retirada apenas pelo seu dentista, é uma prótese que confere boa estética e é uma ótima opção para quem pretende fugir da dentadura, o único incoveniente é que este tipo de prótese é mais difícil de ser higienizada pois todos os detes são conectados entre si, exigindo bastante cuidado do paciente. Pode ser feita em resina ou porcelana.

- Prótese Overdenture: Prótese total removível sobre implante, este tipo de prótese é mais barata que a prótese protocolo porque exige menos implantes (2 a 6 em média) e é confeccionada em resina. Esta prótese é como uma dentadura, porém, tem um encaixe em uma barra que conecta os implantes à prótese, conferindo a esta mais estabilidade e retenção. Esta prótese pode ser retirada pelo paciente e por isto a sua higienização é facilitada.

Fonte Colgate-Palmolive