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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Distúrbio raro impede que mulher faça sexo

Jovem sofre de vaginismo, uma contração involuntária dos músculos da vagina

O recém-casados Samira e Firas esperaram ansiosamente pelo casamento e pela noite de núpcias.

O problema é que a jovem noiva sofria de um distúrbio raro: o vaginismo, que a impediu a vida inteira de fazer sexo.

A doença caracteriza-se por uma série de contrações involuntárias próximas à vagina que impedem qualquer tipo de penetração.

Em programa da Discovery Chanel, Samira relembra momentos da Lua de Mel:

— Meu corpo todo reagia, minhas pernas se fechavam, meus braços o emburravam para longe, era algo que eu não controlava. Eu chorava até dormir quase todas as noites

Veja o vídeo:


Fonte R7

Está bravo? Saiba que contar até dez é pior coisa a se fazer

Concentrar nos pensamentos quando se está com raiva é provável que a pessoa aja agressivamente, diz professor

Contar até dez quando você está sentindo raiva realmente pode piorar as coisas. Segundo os cientistas da Universidade de Ohio, pensar sobre os seus sentimentos durante a raiva é a pior coisa a se fazer.

Testes foram feitos em estudantes durante uma situação estressante e descobriu-se que ter tempo para “se concentrar” em uma situação torna as pessoas mais irritadas.

O professor de comunicação e psicologia de Ohio, Brad Bushman, explica:

— Se você se concentra demais nos pensamentos e sentimentos agressivos ativos em sua mente, é provável que você vá agir agressivamente.

A melhor coisa a se fazer em momentos de raiva, segundo Bushman, é imaginar que você está em um lugar distante. Os pesquisadores chamam essa estratégia de “auto-afastamento”.

Essa estratégia é mais eficaz, em relação às outras técnicas, como pensar em algo calmante para afastar sua mente da raiva.

Em um estudo com universitários que responderam de forma menos agressiva e mostrou menos raiva foram orientados a analisar seus sentimentos a partir de uma perspectiva de “auto-distância”. O principal autor da pesquisa e estudante de psicologia da Universidade de Ohio, disse:

— O segredo é não ficar imerso na sua própria raiva e, sim, ter uma visão mais distanciada.

Fonte R7

A "mágica" do governo federal

Renato Azevedo Júnior, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp)

Ao anunciar a ampliação de 2.415 novas vagas em cursos de Medicina, o Ministro da Educação, Aloísio Mercadante, e o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançam mão, mais uma vez, de argumentos equivocados e populistas sobre a falta de médicos no Brasil.

Ao ignorar os reais motivos da ausência de médicos em diversos serviços e localidades, o governo federal aponta, sem nenhum fundamento, que a solução para a saúde no país seria atingir um número " mágico" , a taxa de 2,5 médicos por 1 mil habitantes.

O Cremesp, em parceria com o CFM, acaba de realizar a projeção Concentração de Médicos no Brasil em 2020. Mesmo sem abrir uma única nova vaga, com o cenário " congelado" em 2010, em menos de dez anos, o Brasil alcançaria a relação pretendida pelo governo.

Mas este é um falso debate. Até mesmo organizações internacionais, como OMS, OPAS e OCDE desaconselham comparar países a partir da razão médico-habitante, pois há diferenças na extensão dos territórios, nos sistemas de saúde, no nível socioeconômico das populações, no perfil demográfico e epidemiológico. No Brasil, as desigualdades entre regiões, entre necessidades de saúde e entre os setores público e privado desautorizam uma taxa única nacional.

Desacompanhada de políticas claras de fixação e valorização dos médicos, sem Carreira de Estado e sem investimento no sistema público de saúde, a abertura de mais vagas de Medicina, sem nenhum compromisso com a qualidade do ensino médico, terá efeito oposto do anunciado.

É verdade que fará crescer o contingente global de médicos, mas acentuará as desigualdades a favor do setor privado da saúde e de locais com grande concentração de profissionais. É uma irracionalidade, por exemplo, a abertura de cinco novos cursos em São Paulo, em regiões que já têm escolas e alta densidade médica.

Mais vagas jogarão no mercado médicos sem qualificação, com a abertura de cursos em condições inadequadas, inexistência de corpo docente qualificado para atender à nova demanda de alunos, sem hospitais de ensino e insuficiência de vagas na Residência Médica. Em ano eleitoral, fica também clara a intenção do Ministério da Educação em beneficiar o setor privado da educação com 800 novas vagas já em 2012.

Convidamos os ministros a debater tal questão com as entidades médicas, sem demagogia, com transparência e honestidade intelectual, prevalecendo o compromisso com a assistência médica de qualidade à população brasileira.

Fonte isaude.net

Tamanho dos seios possui relação com risco de câncer de mama

Estudo da 23andMe suporta concepção de que maior tamanho de mama na juventude tem relação com risco aumentado de câncer

Tamanho dos seios possui relação com risco de câncer de mama. É o que aponta estudo baseado em dados colhidos da plataforma de pesquisa on-line da companhia norte-americana de genética pessoal 23andMe.

O projeto identificou sete polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs) significativamente associados com o tamanho da mama, incluindo três SNPs também correlacionados com o câncer de mama em um estudo de associação global do genoma (GWAS). Resultados foram publicados na BMC Medical Genetics e fornecem a primeira ligação genética concreta entre o tamanho dos seios e os riscos de câncer de mama.

Os achados se baseiam em análises de dados de 16,175 mulheres de ascendência européia cadastradas na 23andMe. A pesquisa comparou respostas das mulheres sobre tamanho do sutiã com dados genéticos de milhões de SNPs. A análise foi controlada por idade, ancestralidade genética, cirurgias de mama, "status" de aleitamento materno e histórico de gravidez.

Enquanto alguns fatores de morfologia da mama, tais como densidade, são conhecidos por estarem diretamente implicados no câncer de mama, a relação entre o tamanho dos seios e o câncer é menos clara. Embora o tamanho da mama seja hereditário, segundo os pesquisadores, o presente estudo é o primeiro a identificar variantes genéticas relacionadas a diferenças no tamanho dos seios.

"Os resultados deste estudo mostram que alguns dos mesmos caminhos biológicos subjacentes ao desenvolvimento normal da mama, também se relacionam ao desenvolvimento do câncer de mama", diz o principal autor do projeto Nicholas Eriksson. "Alguns estudos descobriram que um maior tamanho de mama durante a juventude se relaciona com um risco ligeiramente maior para câncer de mama. Os fatores genéticos que encontramos dão suporte a esta concepção de que o tamanho dos seios e o câncer de mama estão relacionados."

Fonte isaude.net

Funcionários do Hospital da Lagoa aderem a greve e protestam no Rio

Protesto
Pedro Neville   Protesto fechou meia pista da avenida
Borges de Medeiros, na Gávea
Serviços ambulatoriais foram interrompidos, segundo Ministério da Saúde

Cerca de 50 profissionais do Hospital da Lagoa, na zona sul do Rio de Janeiro, faziam na manhã desta quarta-feira (4) uma manifestação de adesão à greve dos servidores federais. O protesto fechou meia pista da avenida Borges de Medeiros, na Gávea, zona sul da cidade.

A greve dos servidores públicos chegou ao 17º dia nesta quarta. A paralisação atinge 22 Estados mais o Distrito Federal em 26 setores. O processo de negociação, segundo informa a assessoria de imprensa do Ministério do Planejamento e Gestão, continua em andamento.

Com a adesão dos funcionários do Hospital da Lagoa, o número de hospitais federais do Rio que aderiram a greve chega a quatro. Em nota, o Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro, informou que no Hospital Federal Cardoso Fontes, devido à paralisação de parte dos servidores, os serviços de alguns ambulatórios foram interrompidos.

Greve dos servidores federais pode receber novas adesões no Rio
Já estavam em greve os profissionais dos hospitais Cardoso Fontes, em Jacarepaguá (zona oeste), de Ipanema (zona sul) e o de Andaraí (zona norte).

Os profissionais da saúde reivindicam reajuste salarial de 22,08% sobre o atual salário, jornada de trabalho 30 horas semanais e incorporação das gratificações. Eles também pedem reajustes dos benefícios, valorização do servidor público e a realização de concursos, entre outros.

Fonte R7