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domingo, 8 de julho de 2012

Dicas para: Parar de fumar sem engordar

Nesses casos, a atividade física é de grande valia, já que, reduz a ansiedade, o peso, melhora a circulação do corpo, o metabolismo, a digestão, a expansão pulmonar, além de liberar endorfina.

Quando um indivíduo fuma, os batimentos cardíacos são mais rápidos, assim como a frequência respiratória. Substâncias presentes no cigarro, sobretudo a nicotina, são responsáveis por acelerar o metabolismo, acarretando essas mudanças. O calor gerado no processo leva um discreto incremento na queima de gorduras pelo organismo. A nicotina ainda reduz as percepções de paladar e olfato temporariamente, diminuindo, desse modo o apetite. Portanto ao livrar-se do cigarro, o ex-fumanete tende a engordar.

Somente 72 horas após o último cigarro, há uma restauração das glândulas salivares e olfativas, que passa a ‘notar’ melhor o sabor e o aroma dos alimentos. “Como a comida fica mais saborosa, os ex-fumantes, principalmente os mais ansiosos, acabam atacando a geladeira”, explica a pneumologista Camille Rodrigues da Silva, autora do livro Apague o Cigarro de Sua Vida. “O hábito de ocupar a boca com o cigarro é substituído pela vontade de mastigar constantemente um alimento, ou seja, ingerir calorias“.

Conforme a especialista, a cada dez mulheres que tentam parar com o cigarro, sete se preocupam com os quilinhos que estão por vir. “Devido a esse medo, acabam adiando a data de parar de fumar. As jovens são ainda mais sensíveis: várias engordam depois de deixar o cigarro e, por esse motivo, voltam a fumar”, conta.

No entanto, é plausível dominar esse processo com tratamentos que abrangem acompanhamento nutricional e psicológico e prática de exercícios físicos. ”Cerca de 80% dos fumantes de que trato não engordam mais do que quatro quilos, média aceitável nesse caso”, diz a psicóloga Silvia Cury Ismael, coordenadora do Programa de Assistência Integral ao Fumante do Hospital do Coração de São Paulo.

Acompanhamento nutricional e psicológico
A finalidade é conter a ansiedade dos ex-fumantes, responsável pela substituição do tabaco pela comida. “A ideia é fazer com que a pessoa compreenda como funciona sua dependência e, a partir daí, aprenda a lidar com a falta do cigarro. Assim, ela consegue adquirir um controle maior de suas vontades”, diz.

Apesar do destaque no acompanhamento psicológico, o método não abre mão da utilização de medicamentos, que ajudam a conter a abstinência do cigarro e a intensa vontade de comer doces nos primeiros meses. “Só depois de três meses a pessoa está fortalecida o suficiente para encarar a ausência do cigarro sozinha”, afirma.

Atividades físicas
Apesar do destaque no acompanhamento psicológico, o método não abre mão da utilização de medicamentos, que ajudam a conter a abstinência do cigarro e a intensa vontade de comer doces nos primeiros meses. “Só depois de três meses a pessoa está fortalecida o suficiente para encarar a ausência do cigarro sozinha”, afirma.

Nesses casos, a atividade física é de grande valia, já que, reduz a ansiedade, o peso, melhora a circulação do corpo, o metabolismo, a digestão, a expansão pulmonar, além de liberar endorfina, que proporciona prazer ao indivíduo. “Além disso, o exercício físico colabora para uma noção maior de como se alimentar de maneira mais saudável e menos calórica“, completa Silvia.

Fonte mundodastribos.com

Comportamento das abelhas auxilia tratamento da demência em humanos

Trabalho sugere que intervenção social também deve ser considerada para melhorar controle do declínio cognitivo em idosos

Cientistas da Arizona State University, nos Estados Unidos, descobriram que o comportamento das abelhas pode melhorar o tratamento da demência em seres humanos.

A pesquisa, publicada na revista Experimental Gerontology, revela que quando as abelhas mais velhas assumem tarefas normalmente praticadas pelas abelhas mais jovens, o envelhecimento de seus cérebros é efetivamente revertido. A descoberta sugere que a intervenção social também deve ser considerada no tratamento do declínio cognitivo em adultos mais velhos.

"Sabíamos a partir de pesquisas anteriores que quando as abelhas permanecem no ninho e cuidam das larvas, elas permanecem mentalmente competentes. No entanto, após um período de cuidados, as abelhas voam para coletar alimentos e começam a envelhecer muito rapidamente. E este envelhecimento é semelhante ao dos humanos. Depois de apenas duas semanas, as abelhas apresentam asas desgastadas, perdem pelos e perdem a função cerebral, basicamente a capacidade de aprender coisas novas", afirma o líder da pesquisa Gro Amdam.

Amdam e seus colegas decidiram avaliar o que aconteceu no cérebro das abelhas quando elas tiveram que cuidar novamente das larvas nos ninhos.

Para o trabalho, eles removeram as abelhas mais jovens de um ninho, deixando que as mais velhas escolhessem: ou cuidavam das larvas ou iam coletar alimentos. Algumas abelhas mais velhas voltaram para a busca de alimentos, e outras passaram a cuidar do ninho.

Os pesquisadores notaram que após 10 dias, cerca de 50% das abelhas mais velhas que tinham escolhido cuidar do ninho tinham apresentado melhora significativa na capacidade de aprender coisas novas.

Eles descobriram ainda mudanças nas proteínas no cérebro das abelhas que tinham aprendido coisas novas. Uma das proteínas que mudou, chamada Prx6, também é encontrada em humanos e é conhecida por ajudar a proteger contra a demência, incluindo doença de Alzheimer.

"Talvez as intervenções sociais, mudar a forma como a pessoa lida com o que está a sua volta, seja algo que podemos fazer hoje para ajudar nosso cérebro a ficar mais jovem. Uma vez que as proteínas pesquisadas em pessoas são as mesmas das abelhas, elas podem ser capazes de responder espontaneamente a experiências sociais específicas", sugere Amdam.

Fonte isaude.net

Identificado tipo específico de anticorpo que causa complicações na gravidez

'Anticoagulante lúpico' altera função dos vasos sanguíneos. Descoberta permite diagnosticar mulheres que precisam de tratamento

Pesquisadores do Hospital for Special Surgery, nos Estados Unidos, descobriram que mulheres que têm um tipo específico de anticorpo que interfere com a função dos vasos sanguíneos estão em maior risco de problemas na gravidez.

A pesquisa, descrita na revista Arthritis & Rheumatism, sugere ainda que outros anticorpos da mesma família dos antifosfolípides (APLs) e que haviam sido ligados a complicações durante a gestação não colocam a maioria das mulheres em risco.

Os pesquisadores afirmam que muitos médicos podem tratar desnecessariamente de algumas mulheres grávidas com APLs com anticoagulantes, como injeções de heparina, que podem causar sangramento e perda óssea.

"Este trabalho identifica as pessoas que estão em risco de perda do bebê e, mais importante, aquelas que não estão em risco e que, portanto, não precisam ser tratadas", afirma o autor da pesquisa Michael Lockshin.

Os anticorpos antifosfolípides interferem com fosfolipídeos, um tipo de gordura encontrado em todas as células vivas e membranas celulares, incluindo células sanguíneas e do revestimento dos vasos sanguíneos.

Pacientes com esses anticorpos estão em risco de coágulos sanguíneos, derrame e complicações na gravidez, mas alguns pacientes com estes anticorpos podem ser completamente saudáveis. "Fosfolipídios são altamente presentes na placenta, e, como resultados, os anticorpos antifosfolípides se concentram no mesmo local. Quando os anticorpos são depositados nos tecidos de uma pessoa, inicia-se inflamação levando a danos nos órgãos. E este é um caminho para complicações na gravidez", explica a autora sênior Jane Salmon.

As mulheres que têm perda de gravidez recorrente são comumente testadas para a presença de APLs e até 15% são positivas. A maioria das pacientes com teste positivo é tratada com anticoagulantes.

Para o trabalho, os pesquisadores avaliaram 144 pacientes que tinham APLs, das quais 28 tiveram resultados adversos da gravidez. Um grupo de controle, 159 mulheres grávidas saudáveis, foi testado paralelamente ao grupo com o anticorpo.

Eles examinaram a associação entre complicações na gravidez e a presença de três APLs diferentes: anticoagulante lúpico (LAC), anticorpo anticardiolipina (aCL) e anticorpo para glicoproteína ß2 I.

Resultados adversos na gravidez foram definidos como morte fetal inexplicável após 12 semanas, morte neonatal antes da alta ligada a complicações do parto, parto prematuro antes de 34 semanas devido à hipertensão gestacional, pré-eclâmpsia ou insuficiência placentária, recém-nascidos pequenos para a idade gestacional.

Os pesquisadores descobriram que a LAC foi o mais forte preditor de um resultado adverso da gravidez, 39% dos pacientes com LAC teve complicações em comparação com 3% que não tinham LAC. Apenas 8% das mulheres com aCL, e sem LAC, sofreram resultado adverso. Outros APLs não aumentaram o risco de complicações.

"O anticoagulante lúpico é o mais importante preditor de risco e altos níveis de anticorpos anticardiolipina por si só não fornecem risco substancial. Antes deste estudo, muitos médicos consideravam aCL como um potente preditor de risco", observa Salmon.

Segundo os pesquisadores, a identificação de biomarcadores que identificam pacientes de alto risco nos permitirá selecionar um subconjunto de pacientes que precisam de tratamento.

Tratamentos com anticoagulantes são usados atualmente para muitas mulheres com aPLs, mas a identificação de quem deve ser tratado não é clara e este tratamento é muitas vezes ineficaz. "Embora muitos pacientes com aPLs sejam tratados com heparina, os resultados da gravidez ainda são decepcionantes. Precisamos de melhores terapias. Este estudo vai nos permitir identificar subgrupos de pacientes com maior risco", conclui Salmon.

Fonte isaude.net

Proteína sintética ativa sistema imunológico dentro de duas horas

Abordagem pode ajudar células imunes a combater o vírus da gripe no organismo antes que ele cause os sintomas

Pesquisadores da San Diego State University, nos Estados Unidos, descobriram que uma proteína sintética é capaz de ativar o sistema imune em duas horas.

Os resultados sugerem que a proteína EP67 pode ajudar o sistema imunológico a combater a gripe antes que a pessoa fique doente.

Pesquisas anteriores utilizaram EP67 como adjuvante para vacinas, algo adicionado à vacina para ajudar a ativar a resposta imune.

Agora, a equipe liderada por Joy Phillips e seus colegas descobriram que a proteína tem potencial para funcionar sozinha.

"O vírus da gripe se ' esconde' muito facilmente e impede que o sistema imunológico o detecte por alguns dias até que os sintomas apareçam. Nosso estudo mostrou que a introdução de EP67 no organismo dentro de 24 horas após a exposição ao vírus da gripe levou o sistema imune a reagir quase imediatamente à ameaça, bem antes do que o corpo reage normalmente", afirma Phillips.

Como EP67 não funciona sobre o vírus, mas sim no próprio sistema imune, ela atua da mesma forma, não importa a estirpe de gripe, ao contrário da vacina contra a gripe, que tem de corresponder exatamente à cepa em circulação.

Segundo Phillips, embora este estudo tenha se centrado na gripe, EP67 tem o potencial para trabalhar em outras doenças respiratórias e infecções fúngicas.

"Quando você descobre que você foi exposto à gripe, os únicos tratamentos disponíveis apontam diretamente para o vírus, mas eles não são confiáveis e muitas vezes o vírus desenvolve resistência. EP67 poderia ser aplicada quando uma pessoa sabe que foi exposta ao vírus, melhorando a resposta do organismo ao patógeno" , observa Phillips.

A equipe testou a proteína em camundongos infectados com o vírus da gripe. Os animais que receberam uma dose de EP67 dentro de 24 horas da infecção não ficaram doentes ou tão doentes como aqueles que não foram tratados com EP67.

O nível de doença nos ratos é medido pela perda de peso. Normalmente, os ratos perdem cerca de 20% do seu peso quando estão infectados com o vírus da gripe, mas os ratos tratados com EP67 perderam uma média de apenas 6%. Mais importante, os camundongos que foram tratados um dia depois de estarem infectados com uma dose letal de gripe não morreram.

O próximo passo da equipe é examinar o efeito de EP67 na presença de um número de outros agentes patogênicos e avaliar exatamente como EP67 age dentro de diferentes células no corpo.

Fonte isaude.net

Mãe de quatro filhos morre de tuberculose após implante de silicone

Silicone
À esquerda Kerry com as próteses de silicone e à
direita uma de suas últimas fotos antes da morte
Kerry sentiu próteses de R$ 12 mil estourarem em seu peito

A londrina Kerry Elia, de 40 anos, sonhava ser uma mulher curvilínea e bem torneada como as outras mulheres que conhecia. E foi exatamente por esse desejo que ela resolveu poupar dinheiro durante dois anos, para conseguir pagar a cirurgia plástica.

No entanto, sua alegria durou pouco tempo. Os quase R$ 12 mil gastos com os implantes mamários começaram a matá-la lentamente. Kerry deixou quatro filhos para trás: Shannon, 21, Joe, 19, Lloyd, 15, e Madison, seis anos de idade.

A filha mais velha de Kerry contou ao tabloide Daily Mail:

— Mamãe adorava se sentir feminina e cheia de curvas. Mas em pouco tempo ela ficou doente e nunca se recuperou.

Dois anos após a cirurgia, Kerry conheceu o marido, mas, com 18 meses de relacionamento, ela desenvolveu uma tosse e uma radiografia de tórax revelou que ela tinha tuberculose, uma infecção pulmonar grave.

Os médicos não tinham certeza de como ela havia contraído a doença, mas uma possibilidade seria que a tuberculose estava “adormecida” em seu corpo até que as próteses foram implantadas. A mãe de Kerry, Linda, 61 anos, explica:

— Nenhum de nós pensou por um minuto que a cirurgia iria acabar matando-a.

Em uma manhã, Kerry avisou a mãe que o implante havia explodido.

— Ela estava a caminho do trabalho quando sentiu um "estouro" no peito e, em seguida, sangue e líquido começaram a escorrer de uma ferida aberta em seu peito.

Kerry foi cremada com os seios falsos dentro do caixão.

Fonte isaude.net