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terça-feira, 31 de julho de 2012

Benefícios de fazer exercícios no inverno

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Corridas ao ar livre ajudam na nossa saúde física e mental.
(Foto: Divulgação)
A prática de exercícios físicos durante o inverno auxilia no emagrecimento e previne várias doenças. Conheça os benefícios dos exercícios para a saúde.

Durante o inverno a prática de exercícios físicos diminui muito devido a indisposição causada pelas baixas temperaturas. Porém, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, praticar exercícios no inverno proporciona muitos benefícios à saúde do nosso corpo e auxilia no emagrecimento. Saiba mais sobre o assunto.

Termômetro x Disposição
Com a chegada da estação mais fria do ano, a vontade de fazer exercícios físicos diminui acentuadamente. A disposição geralmente é vencida pelo termômetro quando as temperaturas caem. O resultado de tudo isso é uma baita correria, para compensar os meses parados durante o inverno.

O que a maioria das pessoas não sabe, é que esse é o melhor período do ano para melhorar a saúde e também para perder alguns quilinhos. Confira os motivos para deixar a indisposição de lado e calçar o tênis com muita animação.

Benefícios da pratica de exercícios físicos no inverno
1. Maior gasto calórico: no inverno o nosso corpo necessita de mais calorias para se manter aquecido, o que aumenta o gasto energético. É por isso que comemos mais nesse período. A vantagem dos treinos no frio é usar o gasto extra com uma dieta balanceada e exercícios para obter a redução de gordura.

2. Queima os excessos da alimentação: durante o frio aumenta nossa vontade de consumir alimentos mais calóricos. Por isso os exercícios são muito importantes para gastar as calorias que foram consumidas a mais.

3. Tranquilidade no treino: nesse período as academias estão mais vazias, pois a maioria das pessoas prefere ficar em casa a sair no frio. Dessa forma, você pode aproveitar mais o treinador e os aparelhos da academia. As caminhadas e corridas ao ar livre também são mais tranquilas.

4. Evita a depressão e o mau humor: no inverno é comum as pessoas ficarem mais deprimidas e mal humoradas. A prática de exercícios físicos aumenta a concentração endorfina, proporcionando bem estar e tratamento dos sintomas da depressão.

5. Melhora os padrões de sono: praticar exercícios físicos ajuda a melhorar a disposição durante o dia e melhora os padrões de sono durante a noite.

6. Manda embora o sedentarismo: para quem gosta de ficar debaixo das cobertas durante o inverno, passar muito tempo sem praticar exercícios pode acabar com seu condicionamento físico. O sedentarismo pode causar varias doenças ao nosso organismo, portanto o mais indicado e evitá-lo praticando exercícios também no inverno.

Os exercícios físicos são indispensáveis para nossa saúde, tanto nas estações mais quentes, quanto nas mais frias do ano. Eles auxiliam no emagrecimento e na prevenção de várias doenças que colocam em risco nosso bem estar físico e mental. Pratique exercícios físicos no inverno e mantenha a qualidade da sua saúde.

Fonte Mundo das Tribos

Doe leite materno. A vida gradece.

Mães de São Paulo são convocadas para doarem leite durante o inverno

Bancos de leite estaduais têm redução de doadoras nos meses de férias escolares e com o clima mais frio

Em meio às comemorações ao Dia Mundial de Aleitamento Materno, no dia 1º de agosto, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo convoca as mães paulistas para doem leite às maternidades e Bancos de Leite estaduais. Durante os períodos de férias e inverno há uma grande queda no número de doadoras de leite.

Em algumas unidades, durante o período de férias a queda é de até 55% em relação aos demais meses do ano. Já durante o inverno o número de doações diminui em cerca de 10%.

O objetivo dos bancos de leite estaduais é garantir o aleitamento materno a todos os recém-nascidos, incluindo os internados em unidades neonatais e filhos de mães impossibilitadas de amamentar. São os bancos que armazenam o leite de doadoras, fazem a coleta e ensinam sobre a importância da amamentação.

Segundo Renata Oliveira Giesta, responsável pelo banco de leite da maternidade estadual Leonor Mendes de Barros, unidade da Secretaria na zona leste da capital paulista, é muito importante que a criança seja alimentada com o leite humano.

Renata Oliveira Giesta, responsável pelo banco de leite da maternidade estadual Leonor Mendes de Barros, explica:

— O leite materno contém determinados elementos que o leite de outros mamíferos não consegue incorporar, como anticorpos e glóbulos brancos, principalmente para bebês com pesos abaixo do normal. Por isso é muito importante que as mães façam as doações aos bancos de leite.

Pode ser doadora toda mulher que estiver amamentando seu filho e tiver sobra do alimento. Deve-se procurar o banco de leite mais próximo de sua residência. As doadoras precisam estar saudáveis e não podem estar consumindo medicamentos.

Muitos bancos de leite oferecem serviço de busca em domicílio, e para isso, prestam às mães orientação de ordenha e armazenamento do leite.

A lista completa dos bancos de leite pode ser consultada no site http://www.redeblh.fiocruz.br, por meio do link “Encontre o BLH mais próximo de você”.

 
Confira, a seguir, alguns mitos e verdades sobre o aleitamento materno:

• Algumas mães não têm leite.
Mito. Toda mulher, após o nascimento da criança, produz leite por meio da sucção. Quanto mais o bebê sugar, mais leite será produzido. Beber bastante água é fundamental durante a lactação. Se a mãe produz pouco leite, pode aumentar a frequência das mamadas, ou seja, diminuir os intervalos entre elas.

• É preciso preparar a mama durante a gestação, para que a mulher consiga amamentar corretamente.
Mito.Não é necessário massagear os mamilos, esfregar com bucha vegetal, e muito menos passar cremes ou pomadas. No máximo, a gestante pode tomar banho de sol ou de luz (de 40v) para auxiliar na produção de melanina. Não se deve estimular o bico durante a gestação, pois qualquer estímulo pode acelerar o trabalho de parto prematuro.

• Compressa de água quente ajuda na produção do leite materno.
Verdade. Colocar compressas quentes nas mamas ajuda, sim, a produzir mais leite. Mas só são indicadas quando a produção é baixa. Do contrário, pode causar ingurgitamento mamário (empedramento).

• Os bebês precisam mamar em um peito só por vez.
Verdade. O leite materno tem três fases. A primeira (logo no começo da mamada) é basicamente água. Na segunda fase, o leite é rico em eletrólitos, vitaminas e sais minerais. E na terceira fase é que estão as gorduras e os carboidratos, por isso é importante que o bebê mame em um peito só por vez, para que consiga ingerir o leite mais calórico, que vem no final da mamada. Após três horas, ou quando a criança pedir oferece-se a outra mama. Nesse intervalo, o organismo produz leite nas duas mamas, e é esse leite que sobra que deve ser doado, senão empedra e a mãe sente muita dor.

Fonte R7

Produção excessiva de proteínas explica osteoporose relacionada ao tabagismo

Fumaça do cigarro desencadeia produção elevada das proteínas S100A8 e S100A9, que aceleram processo natural de reabsorção óssea

Cerca de duas décadas após cientistas identificarem o tabagismo como fator de risco para osteoporose e fraturas ósseas, um novo estudo lança luz sobre o processo desencadeado pelo fumo que é responsável pelo enfraquecimento dos ossos. O relatório publicado no ACS Journal of Proteome Research conclui que a fumaça do cigarro desencadeia a produção excessiva de duas proteínas que aceleram processo natural de reabsorção óssea do corpo .

O pesquisador envolvido no projeto Gary Guishan Xiao, da Creighton University, nos Estados Unidos, observa que estudos anteriores sugerem que toxinas presentes na fumaça do cigarro afetam a atividade dos osteoblastos - células responsáveis por construir novos ossos - e dos osteoclastos - células que reabsorvem, ou quebram os ossos velhos.

O presente estudo reúne evidências de que fumantes produzem quantidades anormalmente elevadas das proteínas S100A8 e S100A9 , que aceleram a produção dos osteoclastos. Resultados sugerem que a perda óssea relacionada ao tabagismo está ligada ao aumento da reabsorção óssea.

Descoberta foi realizada por meio da análise das diferenças da atividade genética em células de medula óssea de fumantes e não fumantes. Experimentos com ratos de laboratório confirmaram a descoberta.

Fonte isaude.net

Sangue seco em papel de filtro é nova aposta para diagnóstico da hepatite B

Método simples, semelhante aos testes de medição de glicose, mostrou-se eficaz, mais barato e de maior aplicabilidade

Cientistas do Laboratório de Hepatites Virais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) propõem uma nova abordagem como alternativa para o diagnóstico da hepatite B baseada na análise de amostras de sangue seco. Método simples, semelhante aos testes de medição de glicose, mostrou-se eficaz, mais barato e de maior aplicabilidade.

A ideia é utilizar papel de filtro como base para a amostra, o que elimina a necessidade de refrigeração e facilita o transporte, combinado ao método comercial de ELISA, teste imunoenzimático utilizado na maioria dos laboratórios de diagnóstico, que permite a detecção no plasma sanguíneo de anticorpos específicos para agentes patogênicos. Para isso, foi fundamental identificar quais marcadores da presença do vírus deveriam basear a metodologia inovadora.

Segundo a pesquisadora do Laboratório de Hepatites Virais do IOC, Lívia Melo Villar, a facilidade da coleta do material é uma das principais vantagens da nova abordagem. " Com o método de análise de sangue seco, são coletadas três gotas de sangue capilar (bastante superficial, dispensando o uso de seringas) a partir da punção digital do dedo do paciente, usando-se apenas uma agulha. A gota de sangue do dedo é pressionada no papel de filtro. O material passa por um processo de diluição para que o sangue fixado seja retirado do papel de filtro sendo, então, submetido ao método de ELISA. " Já no método de diagnóstico convencional, o sangue é retirado por punção venosa, que deve ser realizada por um técnico especializado. Além disso, esse sangue deve ser centrifugado para obtenção do soro e, muitas vezes, essa centrifugação deve ser realizada no mesmo dia" , destaca.

Neste caso, a inovação nasceu da necessidade: como os pesquisadores realizam trabalhos em locais distantes dos grandes centros urbanos, como nas regiões do Pantanal, da Amazônia ou do Norte do Brasil, havia dificuldade de realizar o diagnóstico nos estudos de campo. Segundo a pesquisadora, a facilidade do transporte das amostras é um ponto positivo da nova abordagem. " Com relação ao método de diagnóstico atual, o transporte do material deve ser feito em gelo seco, com temperatura refrigerada, com riscos de quebra dos recipientes. Na estratégia baseada em uso de papel de filtro, que estamos propondo, as amostras são secas e podem ser enviadas em temperatura ambiente pelo correio, logicamente dentro de todas as regras de biossegurança" , descreve a especialista.

Resultados
Os resultados do estudo mostram uma correlação entre a detecção de marcadores do vírus da hepatite B em amostras de soro e de sangue seco e confirmam que o método comercial de ELISA pode ser adaptado de forma eficaz para o uso de amostras de sangue seco. De acordo com Lívia, as descobertas são promissoras porque indicam a viabilidade de um teste, de menor custo e mais facilmente disponível.

A pesquisa mostrou também que os marcadores do vírus pode ser detectado em amostras de sangue seco até 63 dias após a coleta, em temperatura ambiente" , comemora a pesquisadora. " A iniciativa poderá ampliar o acesso ao teste em locais de difícil acesso, favorecendo a realização de estudos de prevalência da hepatite B em várias regiões do Brasil" , conclui.

Fonte isaude.net