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terça-feira, 31 de julho de 2012

Estudo indica que depressão na gravidez pode estimular parto prematuro

Chances de bebê nascer prematuro são 30% maiores em mães com problemas emocionais

As mulheres que têm sintomas de depressão durante a gravidez sofrem mais riscos de ter um parto prematuro, sugere um novo estudo desenvolvido na University of Chicago (EUA). Os resultados foram publicados na revista American Journal of Obstetrics & Gynecology.

Os pesquisadores acompanharam mais de 14 mil mulheres grávidas durante toda a gestação. Segundo os dados recolhidos, as mulheres que apresentaram depressão antes e durante a gravidez eram 30% mais propensas a ter um parto prematuro do que aquelas sem o quadro clínico.

No entanto, os autores ainda não podem estabelecer uma relação de causa e efeito, já que existem outras variáveis para serem consideradas, como fumo, hábitos alimentares durante a gravidez e o peso da mãe antes e durante a gestação. Mesmo assim, eles afirmam que os resultados combinam com estudos anteriores sobre o assunto. É importante alertar as mães com depressão sobre os sinais de um parto prematuro e como agir nesses casos.

Mude os hábitos para ter uma gravidez tranquila
Há algumas mudanças de hábitos que a mulher deve realizar em nome do desenvolvimento de uma gestação tranquila e livre de incômodos. Os ginecologistas Denis José Nascimento, presidente da comissão de gravidez de alto risco da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia) e Mário Martinez, obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, listam os tópicos que merecem atenção especial durante os nove meses:

Tomar banhos muito quentes
"A gestante tem os vasos naturalmente mais abertos para facilitar a troca de sangue com seu bebê, e a água quente do banho ou da sauna aumenta ainda mais essa dilatação, causando a queda de pressão", explica Mário Martinez.

Usar hidratantes com altas doses de ureia
O uso da ureia durante a gravidez não é indicado pela Anvisa, pois trata-se de uma substância tóxica que pode prejudicar o bebê. Como alternativa, o especialistas indicam os óleos de semente de uva e de amêndoas, que penetram a pele, hidratam e não fazem mal ao bebê.

Fazer química no cabelo
Tinturas, escova progressiva e outros tipos de alisamento são tóxicos ao bebê. "Alguns tonalizantes sem amônia podem ser usados, desde que não entrem em contato com a raiz do cabelo", afirma o obstetra Mário. "Mesmo assim, o ideal é levar a embalagem ao médico na consulta pré-natal e pedir a opinião dele."

Abusar do peso na musculação
A atividade física é altamente recomendada neste período, mas a mulher precisa ter cuidado com os exageros. Pegar peso demais, segundo o ginecologista Denis, causa lombalgia, e pode até levar a um parto prematuro.

Usar salto alto
"Com o salto, a mulher começa a andar com as pernas abertas, para aumentar a base de apoio do corpo", afirma Mário Martinez. 'Com isso, cresce o risco de quedas, além dos problemas relacionados à postura", completa. Se a ocasião pedir saltos, 4cm são o limite seguro.

Ingerir café demais
Mais de três xícaras de café por dia pode causar problemas ao feto. "A cafeína em excesso atrapalha a transfusão de sangue da mãe pra criança, recebendo menos nutrientes", explica Denis Nascimento.

Fonte Minha Vida

Castanha típica da região Norte previne riscos de doenças do coração

Composto presente na planta também ajuda a reduzir riscos de tumores, distúrbios metabólicos e doenças neurodegenerativas

Um estudo desenvolvido na Universidade Estadual Paulista (Unesp) identificou, pela primeira vez, as características essenciais da castanha de cutia (Couepia edulis), planta encontrada na região Norte do país, descobrindo a presença de compostos bioativos que a fazem agir como alimento funcional, isto é, que traz benefícios se ingerido, como redução do risco de doenças cardiovasculares, tumores, distúrbios metabólicos, doenças neurodegenerativas e enfermidades inflamatórias.

O estudo apontou a possibilidade de usar essa castanha para fins comestíveis ou como matéria-prima para as indústrias farmacêutica e oleoquímica.

A pesquisa foi realizada pela doutoranda Tainara Costa Singh, do Programa de Engenharia e Ciência de Alimentos da Unesp de São José do Rio Preto, sob a orientação da docente Neuza Jorge. Tainara destaca que há uma grande demanda comercial por óleos vegetais ricos em compostos benéficos para a saúde, em razão do interesse dos consumidores na redução do risco de doenças e na promoção da saúde por meio da melhoria na dieta.

" Esses compostos benéficos incluem tocoferóis, carotenoides, fitosteróis, compostos fenólicos e composição especial em ácidos graxos, como alto conteúdo de ácidos graxos mono e poli-insaturados" , complementa.

O trabalho, que foi a dissertação de mestrado de Tainara, consistiu em caracterizar e analisar as propriedades funcionais de óleos extraídos de castanhas e nozes. " Estudamos seis amostras de castanhas de tipos diversos, sendo a cotia a mais diferenciada" .

O trabalho recebeu o segundo lugar na premiação Leopoldo Hartman durante o 23º Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos, realizado em Campinas, em maio.

Fonte isaude.net

Unesp recruta homens e mulheres para avaliar impacto dos exercícios na menopausa

Serão aceitas pessoas hipertensas e também com pressão arterial considerada normal 40 e 65 anos de idade

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro (SP), vão avaliar o impacto dos exercícios físicos sobre a pressão arterial de mulheres na menopausa. Embora o estudo tenha como foco a saúde feminina, os pesquisadores estão recrutando voluntários de ambos os sexos, com idade entre 40 e 65 anos.

Os candidatos não podem ser fumantes e nem possuir diabetes. Também é desejado que o índice de massa corporal (IMC) não seja maior que 30. Serão aceitas pessoas hipertensas e também com pressão arterial considerada normal.

" Embora a incidência de hipertensão e de outras doenças cardiovasculares seja maior entre os homens, de modo geral, estudos recentes têm mostrado que essa relação se inverte quando as mulheres entram na menopausa" , disse Angelina Zanesco, coordenadora da pesquisa. Acredita-se que o declínio nos níveis do hormônio estrogênio durante o climatério seja a principal explicação para o fenômeno. " Em animais isso já foi demonstrado, mas em humanos a causa não está bem clara" , disse a pesquisadora.

Zanesco ressaltou, no entanto, que os estudos feitos até o momento centraram-se em mulheres sedentárias. " Agora, pretendemos checar se homens hipertensos e mulheres hipertensas dentro da mesma faixa etária respondem da mesma maneira aos exercícios físicos" , disse.

De acordo com os pesquisadores, o treinamento dura dois meses e consiste em uma hora de caminhada na esteira, três vezes por semana. A intensidade do exercício será prescrita de forma individual, de acordo com uma avaliação realizada no início do programa.

Além de medidas antropométricas, como peso, altura e circunferência abdominal, a avaliação inicial inclui o monitoramento da pressão durante 24 horas. Esse exame é feito com um aparelho automático que fica preso ao braço e o paciente pode levar para casa. Também será coletada uma amostra de sangue para a análise de marcadores como nitrito e nitrato, cortisol e testosterona plasmática.

" Os teores de nitrito e nitrato no sangue refletem indiretamente a produção de óxido nítrico pelo organismo, substância que tem ação vasodilatadora e ajuda no controle da pressão" , explicou.

Já o cortisol será avaliado porque, segundo Zanesco, estudos têm apontado elevação dessa substância após a menopausa. " Como ele é o hormônio do estresse, libera mediadores que elevam a pressão arterial. Há ainda pesquisas que apontam a alteração na relação entre os níveis de estrógeno e de testosterona como a origem da hipertensão" , disse.

Após os dois meses de exercícios, homens e mulheres hipertensos e normotensos passarão por nova avaliação para ver como cada grupo reagiu ao treinamento físico.

O recrutamento de voluntários começou em março e ainda deve durar mais dois anos. Devido à limitação no número de esteiras no laboratório, o treinamento é realizado em grupos de 20 a 30 pessoas por vez. O objetivo é chegar a 120 voluntários até a segunda metade de 2014.

Os interessados em participar podem entrar em contato com os pesquisadores pelo telefone (19) 3526-4324.

Com informações da Fapesp

Fonte isaude.net

Alergia de mofo: o que fazer

494663 mullher espirro alergia gripe 20110909 size 598 Alergia de mofo: o que fazer
Em indivíduos alérgicos, o fungo e a poeira agem como
 um gatilho, acarretando essas reações. (Foto Divulgação)
Para evitar doenças acarretadas em decorrência desse fungo, como é o caso da rinite, bronquite e sinusite, veja a seguir alguns cuidados importantes:

Em dias chuvosos, junto com a umidade, aparece o mofo, um fungo que pode gerar crises de alergia ou até uma contaminação mais grave, como a pneumonite. Para evitar doenças acarretadas em decorrência desse fungo, como é o caso da rinite, bronquite e sinusite.

Em indivíduos alérgicos, o fungo e a poeira agem como um gatilho, acarretando essas reações. As substâncias penetram pelas vias respiratórias quando o ar é inalado. Os pelos e o muco dessas áreas servem de proteção. No entanto, quando os fungos encontram uma posição favorável – como a baixa umidade – no rosto e nos pulmões, acabam desencadeando doenças.

A primeira atitude do organismo é expelir os causadores. Se a barreira da pele e das mucosas não der certo, os anticorpos e as células entram em ação. É por isso que o indivíduo com alergia começa a tossir e a espirrar. Porém, se o corpo não conseguir eliminar esses causadores, o pulmão pode ser atacado e iniciar uma pneumonia, por exemplo.

Como acabar com o mofo
Aumente a ventilação dos ambientes: Quando o ar circula bem, ele ajuda na evaporação da água e evita a formação de marcas. Por isso é imprescindível deixar janelas abertas e evitar componentes que abafem o ambiente, como cortinas, móveis encostados na parede e tapetes.

Paredes: Para remover as manchas, passe uma mistura de sabão em pó dissolvido em água e cloro.

Banheiros: Friccione metade de um limão sobre o limo até o mofo todo o mofo ser removido. Em seguida enxague com água.

Rejunte de azulejo: Limpe-o com uma mistura de água com maisena (4 colheres de sopa para um litro de água).

Cortinas de banheiro: Para deixar as cortinas novinhas em folha, deixe-as de molho em uma mistura de água salgada (4 colheres de sal para 1 litro de água). Em seguida, lave-as normalmente.

Tecidos: Se forem coloridos, deixe-os de molho até a mancha sair. Em seguida, lave com água morna e vinagre branco. Já na mancha de tecidos brancos, passe suco de limão e sal, em seguida deixe-o no sol por três horas e enxague bem.

Fonte Mundo das Tribos

Efeitos colaterais do lipostabil

494547 O Lipostábil teve eu uso proibido para fins estéticos. Lipostabil, efeitos colateraisO uso de lipostabil para fins estéticos foi proibido pela Anvisa. Conheça seus efeitos colaterais e saiba porque o uso indevido do produto pode ser perigoso para a saúde.

A fostatidilcolina, vendida pelo nome comercial de Lipostabil, é um medicamento derivado da soja, que possuí a capacidade de queimar gordura, diminuindo o tecido adiposo. Aparentemente o fármaco produzido pelo laboratório Aventis Pharma promete fazer milagres estéticos, entretanto, a proposta de criação desse medicamento é outra, sendo voltado principalmente para o tratamento de doenças do coração causadas pelo acúmulo de gordura dentro dos vasos sanguíneos.

O uso estético do Lipostabil passou a ser conhecido como “lipo light” e estava fazendo o maior sucesso. Contudo, apesar dos resultados maravilhosos apresentados por quem usou, a Anvisa acabou proibindo o uso dessa medicação para tratamentos de beleza.

Complicações do uso estético
É importante deixar claro que a fostatidilcolina continua sendo aprovada para o tratamento de doenças cardiovasculares, hepáticas e embolia gordurosa, principalmente. Devido ao seu mecanismo de ação e efeito sobre o tecido adiposo, o produto começou a ser usado em larga escala para redução das gordurinhas localizadas, até que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária precisou intervir, proibindo seu uso para esses fins devido a falta de conhecimentos dos possíveis efeitos colaterais.

Efeitos colaterais
Para tentar informar a população e aumentar o conhecimento a respeito do uso de Lipostabil para fins estéticos, foi realizado um trabalho com o uso dessa droga em 10 porcos sadios, submetidos a 10 sessões de aplicação subcutânea de fostatidilconlina, seguindo a mesma técnica utilizada em humanos para a diminuição de gordura localizada e respeitando os mesmos intervalos semanais.

O resultado foi surpreendente, pois constatou uma série de efeitos colaterais, tanto no local da aplicação, como sistêmicos, o que torna seu uso perigoso para pessoas que apenas desejam emagrecer.

Efeitos locais
O efeito mais comum no local da aplicação foi um processo inflamatório imediato, que geralmente regredia dentro de 2 a 3 dias. Também foi possível constatar efeitos tardios, como irregularidades na superfície da pele e discretas depressões no local da aplicação.

Efeitos sistêmicos
Depois de dois dias da última aplicação, todos os porcos apresentaram quadro de icterícia, que mostra um prejuízo da função hepática (fígado). Ainda foi possível constatar manchas rochas, adinamia, sangramento de mucosas e até mesmo úlceras superficiais nas extremidades. Foram realizados testes bioquímicos que comprovaram a diminuição do funcionamento do fígado em todos os animais, sendo que um deles morreu ao final do estudo.

Apesar de ter efeito benéfico e não ter mostrado toxicidade para outras finalidades, o uso da fosfatidilcolina para fins estéticos tem se mostrado perigoso e o prejuízo pode acabar sendo muito maior do que os benefícios. Por isso é preciso respeitar a decisão da Anvisa e aguardar por estudos maiores e mais detalhados a respeito do assunto.

Fonte Mundo das Tribos