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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Quiropraxista dá dicas para suavizar dores nas costas durante a gravidez

Ingestão de analgésicos deve ser evitada, pois pode causar problemas ao feto

O abdômen cresce, os ombros inclinam para trás e a barriga se projeta pra frente. Além de sinais da gravidez, essas mudanças são também causadoras da comum dor nas costas que as mulheres sentem no período de gestação. Nos primeiros meses, a dor é causada pelo alargamento dos ossos da bacia.

Com o passar do tempo, o peso do bebê, distensões do estômago e intestinos e até gases podem trazer forte desconforto para a gestante. A maioria das mulheres sente dor na região lombar em algum período da gravidez.

— Por saberem que esse é um sintoma normal e acreditarem que não há solução, elas sofrem com as dores durante meses. Poucas sabem que algumas mudanças simples nas atividades diárias podem diminuir ou até evitar o desconforto na coluna — comenta o quiropraxista Luiz Miyajima, da filial brasileira da clínica internacional de quiropraxia QuiroVida.

Para aliviar a dor com rapidez, algumas gestantes ingerem analgésicos, em muitos casos, por conta própria, sem saber que o remédio pode causar problemas ao feto. O especialista, no entanto, recomenda alguns exercícios e hábitos benéficos que podem ser adotados durante a gestação. Miyajima alerta que é importante consultar um médico quando as dores forem constantes.

Para uma gravidez sem dores nas costas
:: Troque o travesseiro alto por um mais baixo evita dores no pescoço. Também ajuda a evitar dores colocá-lo entre os joelhos para dormir.

:: Quando estiver deitada ou sentada, mude de posição sempre que for possível.

:: Use sutiãs de alças largas, que garantem firmeza aos seios.

:: Sapatos confortáveis são essenciais. Evite ao máximo usar saltos altos.

:: Ao abaixar, mantenha a coluna reta e dobre os joelhos, usando a força das pernas.

:: A atividade mais recomendada para gestantes é a caminhada, já que exige pouco esforço e trabalha a respiração, o diafragma e os músculos abdominais.

:: A hidroginástica também é uma atividade recomendada para as gestantes, pois não causa impactos nas articulações e trabalha a circulação sanguínea.

Fonte Zero Hora

Órgãos públicos do Distrito Federal poderão ter salas de amamentação

Brasília – Em meio às comemorações mundiais da semana da amamentação, o Distrito Federal está empenhado em aumentar a quantidade de mães que alimentam seus bebês apenas com o leite materno. Para isso, a Secretaria da Mulher fez uma pesquisa com 300 mulheres para identificar as dificuldades encontradas na hora de amamentar.

A partir do material coletado, o governo do Distrito Federal (GDF) irá fazer trabalho setorial com vários órgãos. A ideia é implementar salas de amamentação nos órgãos públicos para as funcionárias. No Brasil, o tema da Semana Mundial de Aleitamento Materno é Amamentar Hoje É Pensar no Futuro. A campanha também ocorre em mais 120 países.

A coordenadora de Aleitamento Materno e Banco de Leite Humano da Secretaria de Saúde , Miriam Santos, disse que o “desenvolvimento das ações conjuntas busca preencher lacunas nas políticas e programas de aleitamento materno e alimentação do lactente e da criança pequena”. A secretaria montou vários estandes no Parque da Cidade, no centro da capital federal, para divulgar informações sobre a importância do aleitamento materno.

Os hospitais particulares também entraram na campanha. Segundo a pediatra responsável pelo Banco de Leite do Hospital Santa Lúcia, Fábia Queiroga, é importante enfatizar os benefícios da amamentação, como a redução de mortalidade infantil, a recuperação dos bebês doentes e o fortalecimento do sistema imunológico.

“As pessoas estão buscando entender cada vez mais os benefícios da amamentação. É uma campanha constante. É uma conscientização que exige o apoio do Estado, da comunidade e da família”, disse a especialista. A pediatra destacou ainda a importância da doação de leite materno. “O material recebido nos bancos de leite alimenta bebês com até 28 dias de vida e prematuros. Quem puder ajudar é sempre bem-vindo”, acrescentou.

A estudante Lucivânia Silva, 28 anos, amamenta orgulhosa a sua primeira filha, de 3 meses. “Sempre quis amamentar meus filhos no peito. É importante para o desenvolvimento da criança e aumenta o vínculo afetivo entre a mãe e o bebê. Vou amamentar até quando ela quiser.”

Fonte Agência Brasil

Mulheres e entidades em defesa do parto humanizado promovem marcha no Rio

Rio de Janeiro – Entidades em defesa do parto humanizado e dos direitos reprodutivos das mulheres promoveram uma marcha hontem (6) na orla de Ipanema, zona sul do Rio. Uma das organizadoras da passeata, a jornalista Ellen Paes, explicou que a ideia surgiu após a publicação de duas resoluções do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), que proibiam a atuação das chamadas acompanhantes profissionais (obstetrizes, doulas e parteiras) em hospitais e maternidades e ameaçavam punir obstetras que acompanhassem partos domiciliares.

“Eu e mais sete meninas, todas mães, nos conhecemos pela internet e indignadas com a resolução do Cremerj resolvemos nos unir com outras mães de outras cidades para protestar contra esse sistema obstétrico brasileiro mercantilizado”, disse Ellen Paes.

A manifestação ocorreu simultaneamente em outras 23 cidades, entre elas Recife, Fortaleza, João Pessoa, Salvador e São Paulo. O Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro entrou com uma ação civil pública para anular a decisão do Cremerj e ela foi aceita pela Justiça no dia 30. O Cremerj já avisou que vai recorrer. De acordo com a entidade, as resoluções do conselho visam a proteger mães e bebês e oferecer as melhores condições de segurança para o parto.

O Brasil ocupa a primeira colocação mundial em realização de cesarianas, que corresponde a 52% dos partos, sendo 80% em hospitais privados. O máximo recomendado pela Organização Mundial da Saúde é 15%.

A psicóloga Paula Ceci Villaça relatou que o tratamento dado a ela durante o parto de sua filha dificultou a recuperação. "Durante o parto, estava muito nervosa, tive que ficar ouvindo conversas que nada tinham a ver com o meu momento. A anestesia não fez efeito e acabaram me dopando e não lembro de nada do parto da minha filha. Segundo ela, o sofrimento durante o parto acarretou uma depressão pós-parto que afetou o processo de amamentação.

Grávida de 28 semanas, a professora Magda Sousa, 35 anos, quer fazer seu segundo parto em casa. “A primeira vez foi maravilhosa. Ficava nua andando pela casa, no meu ritmo, à vontade. A doula me trouxe tranquilidade e segurança. Quando minha filha nasceu fiquei um bom tempo com ela em meu peito. Quero repetir a dose”.

Fonte Agência Brasil

Planta medicinal X Fitoterápico. Qual a diferença?

Para virar um medicamento, a planta precisa passar por uma série de testes. Saiba mais

Planta Medicinal
É aquela comprovadamente capaz de curar doenças ou aliviar sintomas e que soma longa tradição de uso como medicamento em uma população ou comunidade. De acordo com a legislação brasileira (Lei 5991/73), plantas medicinais podem ser vendidas apenas em farmácias ou herbanários. Nesses locais, devem estar corretamente embaladas e acompanhadas da classificação botânica (nome científico) no rótulo. A embalagem de uma planta medicinal não pode apresentar indicações para uso terapêutico.

Fitoterápico
É o medicamento que tem a planta medicinal como materia-prima. Ele é obtido usando derivados extraídos da planta (extrato, tintura, óleo, cera, suco, etc.) que são industrializados. Esse processo evita contaminações por agrotóxicos e substâncias estranhas, garantindo a qualidade e a eficácia do uso. Todo medicamento fitoterápico deve ser produzido em laboratório autorizado e obter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de ser comercializado. Não são considerados fitoterápicos: chás, partes ou pó de plantas medicinais, homeopatia, florais, medicamentos manipulados, e própolis.

Fonte iG

Cuidados ao usar plantas medicinais

Ervas e fitoterápicos são substâncias naturais, mas podem fazer mal a saúde se não forem usadas corretamente. Veja alguns cuidados

- Busque informações com seu médico ou profissional de saúde

- Sempre informe seu médico quando estiver utilizando plantas medicinais ou medicamentos fitoterápicos, e comunique qualquer reação adversa

- Verifique se o uso é apropriado para gestantes, lactantes, crianças e idosos

- Adquira a planta medicinal em uma farmácia ou herbanário, embalada e beneficiada de forma adequada. As vendidas na rua ou expostas ao ar livre podem não conter o princípio ativo desejado ou fazer mal a saúde por estarem contaminadas com microorganismos ou fungos

- Certifique-se de que a embalagem traz o nome científico da planta, essa é sua garantia de estar comprando a erva correta, já que a mesma espécie pode ser conhecida por mais de um nome popular

- Siga a dosagem recomendada pelo médico ou especialista. A dosagem errada pode causar efeitos adversos ou não ser eficaz

- Ao adquirir os fitoterápicos nas farmácias e drogarias autorizadas pela Vigilância Sanitária, siga as orientações da bula ou da embalagem do medicamento

- Não use se o produto estiver vencido

- Lembre que a interação com outros remédios pode torná-los menos eficazes ou provocar reações adversas

- Se você faz tratamento para depressão, ansiedade, epilepsia, pressão alta, diabetes, e câncer, converse com seu médico antes de usar qualquer erva ou fitoterápico

- Se vai fazer uma cirurgia, comunique seu médico com antecedência. Alguns medicamentos fitoterápicos podem interferir com o anestésico ou causar hemorragia

- Para verificar se o medicamento é registrado, confira na embalagem o número de inscrição no Ministério da Saúde: procure a sigla MS seguida de um número iniciado por "1" e contendo de nove a 13 dígitos

Fonte iG