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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Portugal arrisca doenças tropicais

Foto: Diogo Pinto
Professor Paulo Gouveia de Almeida
A densidade das populações de mosquitos que podem envolver riscos para a saúde em Portugal, nomeadamente através da transmissão de doenças tropicais como a malária, dengue, a febre do Nilo Ocidental e a dirofilariose (verme que ataca o coração) aumentou quatro vezes nos últimos dois anos.

O alerta é dado por Paulo Gouveia de Almeida, professor e investigador do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa , que coordena o Mestrado na área da Parasitologia Médica, formação que "visa preparar médicos para saberem diagnosticar estas doenças, cujos sintomas se podem confundir com uma virose ou estado gripal."

Segundo o especialista, "das 40 espécies de mosquitos que existem em Portugal", há quatro que devem ser alvo de uma vigilância mais apertada. A razão é simples: "As doenças tropicais regressaram à Europa e Portugal não está imune". Foram registados casos de dengue na Croácia e no sul da França. Itália e Grécia, Rússia e Israel estão a lutar contra o vírus do Nilo, que provoca febres altíssimas. E mais recentemente, o mosquito-tigre (Aedes Albopictus), vindo do sudeste Asiático e que transmite a chikungunya – febres altas e dores intensas nas articulações – foi detectado na Europa, com a Itália a registar 200 casos. Aproxima-se de Portugal vindo de Espanha, uma vez que já foi detectado em Barcelona.

Vírus do Nilo na Grécia
Foram registados, até agora, na Grécia 18 casos de pessoas com febre do Nilo. Segundo dados do Centro para Prevenção e Controle de Doenças Europeu, cinco destes casos foram diagnosticados no sul de Atenas. Na Grécia, o vírus do Nilo foi detectado pela primeira vez em 2010: 262 pessoas contraíram a doença e 35 morreram. Segundo Paulo Gouveia de Almeida, professor e investigador do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa, esta é uma situação preocupante porque a doença não está a ser levada para a Grécia, mas a ser contraída lá, o que significa que os mosquitos autóctones têm a doença. As hipóteses de contágio para outros países aumentam, nomeadamente com o turismo.

Fonte Correio da Manhã

Portugal: Nenhum hospital com classificação máxima em neurologia e cardiologia

Sessenta e sete hospitais públicos e privados, em Portugal continental, com internamentos cumprem os parâmetros exigidos pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS) em matéria de excelência clínica, mas nenhum tem classificação máxima nas áreas de neurologia e cardiologia.

Este é um dos dados que consta do Sistema Nacional de Avaliação em Saúde (SINAS), hoje tornado público pela ERS, que anualmente e desde 2010 faz uma avaliação da qualidade global dos estabelecimentos prestadores de cuidados de saúde com internamentos.

Segundo o SINAS, 67 hospitais cumprem todos os critérios que a ERS considera essenciais para a prestação de cuidados de saúde com qualidade, através da análise de indicadores de estrutura e de cultura organizacional.

Fonte Destak

Portugal: Consulta para bebés irritáveis e pais angustiados atende 30 famílias por ano

Muitas horas de choro, noites sem dormir e preocupação constante são os "sintomas" mais reportados na Consulta dos Bebés Irritáveis da Unidade de Primeira Infância do Hospital D. Estefânia, onde são atendidas em média 30 crianças por ano.

"Um bebé irritável é aquele que os pais consideram irritável. É difícil de acalmar, frequentemente dorme mal e tem birras além do expectável. É um bebé com que os pais têm muita dificuldade em lidar", define Pedro Caldeira da Silva, responsável daquela Unidade.

A definição é ampla, porque nela cabem bebés muito diferentes, com reações distintas em relação ao seu meio ambiente e ao seu relacionamento familiar.

Fonte Destak

China: Cerca de 2.000 detidos em operação de combate a medicamentos falsificados

O Ministério de Segurança Pública chinês informou que foram detidas quase 2.000 pessoas numa operação nacional contra a falsificação de medicamentos, incluindo fármacos para o tratamento do cancro.

De acordo com um comunicado publicado na noite de domingo, na página de internet do ministério, foram apreendidos medicamentos falsos e logótipos de marcas falsificadas avaliados em cerca de 180 milhões de dólares (145,2 milhões de euros).

Os medicamentos falsos eram vendidos para tratar a hipertensão, diabetes, doenças de pele e outras "doenças complicadas", incluindo cancro.

Fonte Destak Portugal

Saiba mais sobre: O ciclo da dengue