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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Prefeitura gasta R$ 211 mi e não integra rede de saúde

Após oito anos e R$ 211 milhões gastos, a prefeitura ainda não conseguiu colocar em pleno funcionamento o sistema que prometia informatizar todas as unidades de saúde, melhorar o sistema de marcação de consultas e exames e reduzir a fila de espera por procedimentos.

As falhas no sistema Siga SP foram descritas em um relatório do TCM (Tribunal de Contas do Município) de março, ao qual o Agora teve acesso.

O documento é resultado de uma auditoria feita pelos técnicos do órgão em UBSs (Unidades Básicas de Saúde) em 2011.

O sistema tem como uma de suas funções receber todos os pedidos de encaminhamento do paciente após ele passar pela UBS, e cruzá-los com as vagas disponíveis nas redes municipal e estadual.

Resposta
A Secretaria Municipal da Saúde informou que "já está concluindo todas as recomendações do TCM", e que o controle da fila de espera e a integração do Siga com as unidades de saúde estaduais estarão implementados até o final do ano.

A pasta disse ainda que o sistema já possui todos os serviços para o qual foi inicialmente projetado e que já tem 8,5 milhões de usuários cadastrados.

Segundo a secretaria, o Siga "desempenhou papel fundamental" na informatização de todas as unidades de saúde, na integração de toda a rede e no bom funcionamento de programas como o Mãe Paulistana.

A pasta afirmou que não há relação entre o caso da paciente Rosana dos Anjos e problemas no Siga e que ela foi encaminhada ao Hospital Monumento porque ele é referência em oftalmologia.

Fonte Agora

Postos de saúde deixam de distribuir fraldas geriátricas

Ao menos 17 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) da capital estão sem fraldas geriátricas para distribuição a pacientes.

Em algumas delas, o atraso chega a três meses.

Com isso, muitos têm de comprar o produto, entregue gratuitamente pela prefeitura a cerca de 14 mil cadastrados desde 2010.

O Agora esteve ontem em duas unidades da zona norte, na Vila Ede e na Freguesia do Ó, e ligou para outras 15 para constatar a falta de fraldas.

Funcionários da UBS Vila Ede, na Vila Medeiros (zona norte), afirmaram que há pelo menos dois meses o produto está em falta.

A prefeitura não envia as fraldas, segundo eles, e não explica o que acontece.

Os servidores afirmaram não ter previsão de quando a situação será normalizada.

Resposta
A Secretaria Municipal da Saúde afirma que a falta das fraldas geriátricas foi pontual e que a distribuição já está sendo normalizada.

Segundo nota do órgão municipal, apenas as fraldas adulto tamanho M (médio) estão "em fase de entrega pelo fornecedor".

A secretaria afirma que o abastecimento estará regularizado nos próximos dias.

Ainda de acordo com a pasta, a solicitação de fraldas geriátricas deve ser feita pelas UBSs (Unidades Básicas de Saúde).

Para ter direito a receber os produtos, o paciente deve preencher os critérios estabelecidos no protocolo de insumos para incontinência urinária.

Os pacientes devem ter idade acima dos três anos e precisam ser encaminhados para as UBSs com laudos médicos.

Segundo a prefeitura, desde 2010, quando as fraldas passaram a ser distribuídas, 14 mil pessoas foram cadastradas.

Fonte Agora

Paternidade e flexibilidade formam rima cada vez mais comum nas empresas

Segundo pesquisa, pais com opções de horário e local de trabalho são mais produtivos

Paternidade e condições flexíveis de trabalho formam uma relação cada vez mais comum no mundo coporativo, com ganhos para funcionários e empregadores. Para o funcionário que é pai, ter opções de horários e locais de trabalho representa mais tempo disponível para os filhos e menos gastos com profissionais e serviços relacionados a cuidados com as crianças. Para empresas, ou melhor, para 73% delas, segundo uma pesquisa nacional, flexibilidade representa aumento de produtividade.

— Muitas empresas perceberam que entender e compreender as necessidades de cada funcionário possibilita um ambiente profissional mais colaborativo. Mães e pais que se revezam para buscar os filhos na escola priorizam poder sair no horário tradicional. Esse é um exemplo simples. Algumas empresas fazem adaptações nas rotinas e optam por marcar reuniões importantes em outros horários que não seja o fim do dia para evitar dificuldades para os funcionários que têm filhos — afirma Guilherme Ribeiro, diretor-geral da Regus no Brasil, empresa de soluções de espaços para escritórios que encomendou a pesquisa.

Segundo ele, as empresas estão introduzindo novas metodologias, permitindo por exemplo que seus profissionais trabalhem em outros espaços, como alguns dias em home office ou em escritórios compartilhados mais próximos de casa do que a empresa.

— Os avanços da tecnologia e as melhorias na infraestrutura de telecomunicações, além das exigências dos profissionais por um melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional, têm levado as práticas flexíveis de trabalho a se tornarem cada vez mais presentes nas organizações, o que demonstra que essa é uma tendência que veio para ficar.

Para a CEO conjunta do Fatherhood Institute, Adrienne Burgess, todos se beneficiam quando os pais podem estar mais presentes na vida familiar.

— Os governos podem apoiar a divisão das tarefas dos pais por meio de políticas públicas, mas as empresas também têm a sua responsabilidade podendo proporcionar opções flexíveis de trabalho. As organizações que colocam essa ideia em prática podem atrair os melhores talentos e proporcionar a oportunidade desses profissionais serem pais melhores também, o que, por sua vez, é sinônimo de funcionários mais satisfeitos e produtivos.

Fonte Zero Hora

Saiba como escolher o médico certo para o seu problema de saúde

Primeiro passo é procurar um clínico-geral para identificar os sintomas

Quando surge um sintoma, não raro acompanha uma dúvida: a que profissional de saúde recorrer para buscar o tratamento correto?

Segundo o médico Evandro Lima, sócio do site AvalDoc, que oferece serviço de marcação de consultas, o primeiro passo deve ser buscar um profissional mais generalista, que possa dar atenção primária ao paciente. É o caso de clínicos-gerais, pediatras, ginecologistas e dentistas, capazes de detectar os problemas e, se for o caso, encaminhar os pacientes para outros profissionais.

Especialistas, como endocrinologistas, ortopedistas, reumatologistas, nefrologistas e cirurgiões plásticos, por exemplo, são considerados o segundo passo a ser dado, em caso de necessidade. E há ainda os superespecialistas, médicos que, dentro de sua especialidade, tratam de problemas ainda mais pontuais, como é o caso de ortopedistas especializados em joelho, mão ou pé.

— O clínico-geral tem competência para resolver 95% dos problemas de saúde de um paciente. Muitas vezes, alguém que sofre de hipertensão vai diretamente a um cardiologista, sem saber que um clínico-geral pode ajudá-lo — exemplifica Lima.

A abordagem biopsicossocial também é fundamental. Alguns problemas de saúde, como a obesidade, por exemplo, apesar de serem comuns exigem um tratamento multidisciplinar, com médicos, psicólogos, nutricionistas e educadores físicos.

Lima comenta que buscar a indicação de médicos com amigos, parentes ou conhecidos é uma prática comum que faz parte da cultura do brasileiro. É usual, também, que profissionais de saúde indiquem colegas de outras especialidades, o que também ajuda no encontro de um bom profissional.

Fonte Zero Hora

Entenda por que beber água é importante para a prática esportiva

Hidratação inadequada prejudica o corpo e afeta o rendimento

A prática regular de exercícios físicos ajuda a manter uma vida saudável, mas exige cuidados para que não seja feita de maneira errada e acabe se tornando prejudicial. Manter uma boa hidratação é um dos aspectos importantes.

De acordo com o preparador físico Leandro Pessoa Olivério, diretor técnico da LPO Assessoria Esportiva, a água é componente imprescindível para que aconteçam reações químicas no corpo, as quais fornecem energia para os movimentos, inclusive durante as atividades físicas. A ausência de água no corpo, por sua vez, resulta em problemas mecânicos no organismo.

— Na coluna, a cartilagem que está presente entre as vértebras é composta, em grande parte, por água — exemplifica.

Olivério destaca que o atleta que se mantém hidratado de forma adequada pode até melhorar seu rendimento:

— Uma pessoa que está desidratada, além de perder sua proteção natural da coluna, sofrerá mais desgaste do que o normal no momento de absorver os impactos no corpo. Com certeza, isso reflete no desempenho do atleta na hora da prática.

O preparador físico recomenda a ingestão de 250ml de água a cada 20 ou 30 minutos de atividade física e alerta que o esportista deve iniciar a atividade já hidratado, porém sem excesso.

— Além da sensação de peso, a água em excesso pode causar a hiponatremia. Essa condição é muito perigosa para qualquer praticante de atividade física, pois suas transmissões nervosas são prejudicadas e o indivíduo perde capacidade de coordenação e cognição — adverte Olivério.

Após o término do exercício, recomenda-se o consumo de água nas seis horas seguintes, em pequenas quantidades, a cada 30 minutos, para reidratar o corpo.

Com informações da Indústria Brasileira de Bebedouros Ltda (IBBL).

Fonte Zero Hora