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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A receita vencedora dos atletas bisavós

Sedentários que começaram a praticar exercícios com regularidade depois dos 50 anos mostram que é possível enfrentar a terceira idade com vigor físico e qualidade de vida

SÃO PAULO - Daphinis de Lauro, de 88 anos, Mitiko Nakatani, de 80, e Ivone Ramos, de 70, são bisavôs saudáveis e de bem com a vida. Eles trilharam caminhos parecidos até atingir um vigor invejável para pessoas da terceira idade - abandonaram o sedentarismo depois dos 50 anos, abraçaram uma atividade física e não pararam mais. Daphinis participa de campeonatos de natação há 13 anos. Mitiko, uma celebridade entre os corredores de rua, disputa provas há 23. Ivone começou a treinar natação 18 anos atrás, mas nos últimos 2 migrou para as corridas de rua. A receita dos atletas bisavôs inclui uma rígida rotina de treinos cinco vezes por semana, alimentação controlada e uma constatação: nunca é tarde para começar.

Razões não faltam para cair na malhação. Estudo divulgado neste ano pela Universidade Harvard, nos Estados Unidos, indica que o sedentarismo estava relacionado a 5,3 milhões de mortes no mundo em 2008, pelo fato de ser um facilitador do desenvolvimento de diabete, hipertensão, obesidade e até determinados tipos de câncer. O número representa 9% das mortes anuais causadas por doenças crônicas não transmissíveis do planeta, perdendo apenas para o tabagismo.

Classificado há dez anos como doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o sedentarismo tem impacto maior na terceira idade. "O envelhecimento é um processo natural, mas é preciso se preparar com antecedência", afirma Sandra Matsudo, especialista em medicina esportiva da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e autora de vários trabalhos que relacionam envelhecimento e atividade física.

Segundo Sandra, o corpo começa perder o vigor a partir dos 30 anos. Entre os 50 e 60 anos, a perda de massa muscular é acentuada, principalmente nos membros inferiores, afetando as articulações e o equilíbrio. A atividade física nessa faixa etária fortalece o sistema cardiovascular e combate a osteoporose. "Praticar exercícios é como fazer uma ‘poupança’ da saúde do corpo", diz.

A maioria, porém, só passa a se mexer quando as doenças crônicas começam a se manifestar. Foi o que aconteceu com Mitiko. Até os 54 anos, ela vivia à base de remédios e calmantes para aplacar as dores nas costas e as crises de hipertensão que tornavam sua vida um inferno. Por recomendação médica, começou a caminhar. No início, uma volta no quarteirão por dia. Aos poucos foi aumentando a distância até que alguém sugeriu que começasse a correr. Indicada por um sobrinho, passou a treinar com o técnico Wanderlei de Oliveira, um dos maiores especialistas do País. Mitiko tinha na época 57 anos. "O efeito mais visível no início foi a melhora da autoestima", diz Oliveira. "Ela ajudou a derrubar o mito de que a idade é um fator limítrofe para a prática de atividade física."

Mitiko diz que enfrentou preconceito. "Quando comecei a treinar em pista, os jovens diziam que eu atrapalhava, que ali não era lugar para uma idosa", conta.

Com acompanhamento, ela entrou no circuito de provas de pista e de rua (3 km, 5 km e 10 km) que a credenciou a voos mais altos. Das três maratonas internacionais que disputou, venceu duas na sua faixa etária. Seu currículo inclui o bicampeonato mundial master, dez vitórias consecutivas na tradicional prova da São Silvestre e o recorde brasileiro dos 800, 1.500 e 3.000 metros. Além de treinos técnicos, Mitiko - um casal de filhos, três netos e um bisneto - faz musculação e hidroginástica. No ano que vem, ela pretende abocanhar o tri do mundial master, que será disputado no Brasil.

Ivone tinha 51 anos quando começou a praticar exercícios, também por necessidade. Mas aproveitou o conselho do médico vascular de incluir a natação no tratamento de varizes para lançar um desafio a si própria: o de aprender a nadar. "Queria usar a piscina de meu filho e não podia, pois era funda", conta. "Fiquei um ano tendo aulas num tanquinho. Aprendi e, quando tive segurança, parti para o treinamento sério."

Em pouco tempo, Ivone passou a competir em torneios master de natação, acumulando vitórias e recordes pessoais durante 17 anos. Sua rotina incluía musculação e esteira. Em busca de novos desafios, decidiu trocar a natação pela corrida de rua. Em dois anos, já completou cinco meias maratonas - na última delas, há um mês, foi a campeã na sua faixa etária. Mãe de um casal de filhos, Ivone tem cinco netos e dois bisnetos. Aparenta bem menos a idade que tem, treina seis vezes por semana - dois deles na piscina - e reclama que é a única da família que pratica exercícios. "Falei para o meu filho, que acaba de fazer 52 anos, que comecei na idade dele. Ainda dá."

Carga
Daphinis praticou atletismo na juventude, mas caiu no sedentarismo depois que começou a trabalhar como autônomo. Ele só saiu da mesmice aos 56 anos, quando passou a nadar à noite numa academia perto de casa, sem maiores pretensões ou acompanhamento. Aos 75, mudou de bairro e de academia, matriculando-se na Competition, onde foi estimulado a treinar sob supervisão de especialistas.

Ele admite que enfrentou preconceito de amigos próximos, que consideravam a carga de treinos pesada para sua idade. "Falavam que fazer exercício é muito chato, uma perda de tempo para quem é velho", diz. Daphinis lamenta que todos eles já tenham morrido. "Eles se foram e ainda estou aqui."

Disciplinado, Daphinis acumulou mais de 50 medalhas em provas e ainda conseguiu arrastar a família para a prática de exercícios. A mulher, de 84 anos, nada e faz musculação. O mais velho dos cinco filhos, hoje com 64 anos, compete em provas de 3.000 m e 5.000 m em mar aberto. Além deles, uma nora, um neto e uma neta também malham na mesma academia. E espera um dia acompanhar os três bisnetos. "Já fiz proposta de me mudar para cá", brinca. Daphinis reclama não ter ninguém de sua faixa etária (85 a 90 anos) disputando provas master de natação. "Meu adversário sou eu", diz.

Invasão nas academias. Um levantamento da Associação Brasileira de Academias (Acad Brasil) mostra que 30% dos frequentadores têm mais de 60 anos de idade - o equivalente a um exército de 1,8 milhão de pessoas. Há dez anos, essa proporção não chegava a 5%. No início da década, de acordo com a Acad Brasil, a hidroginástica era a atividade mais procurada por esse público. Aos poucos, pilates e alongamento passaram a ter seguidores.

Nos últimos cinco anos, porém, a procura pela musculação cresceu de forma desproporcional, por conta da orientação médica. Esse boom surgiu depois que um estudo do American College of Sports Medicine concluiu que a atividade com sobrecarga pode conter o avanço da osteoporose. / COLABOROU MARIANA LENHARO

Recomendações

- Mexa-se: qualquer exercício é melhor que nada. Não espere surgir inspiração ou arrumar tempo para sair da letargia.

- O que fazer: a melhor atividade física é a que lhe dá prazer e entra mais fácil na sua rotina.

- Pacote completo: não adianta iniciar uma atividade física regular sem mudar os hábitos alimentares e de vida.

- Doenças crônicas: se você é hipertenso, diabético ou tem cardiopatia, é recomendável conversar com o médico antes de sair malhando.

- Evite abusos: prefira caminhada, musculação ou natação no início, atividades que estimulam os músculos e o sistema cardiovascular.

Fonte Estadão

BNDES emprestou R$ 336 milhões à agroindústria do fumo em 5 anos

Valor para ajudar pequenos fumicultores foi só de R$ 22,4 milhões entre 2006 e 2011; banco diz que não há favorecimento

BRASÍLIA - A movimentação de recursos públicos para o setor de fumo no País retrata em números o descompasso dentro do governo na condução das regras da Convenção-Quadro do Tabaco - acordo internacional para reduzir e prevenir o tabagismo no mundo, assinado pelo Brasil. Entre 2006 e 2012, os cofres federais reservaram apenas R$ 22,4 milhões para ajudar pequenos fumicultores a diversificar suas culturas.

Isso representa apenas 6,6% do valor que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desembolsou para a agroindústria do fumo: R$ 336 milhões entre 2006 e 2011. "Uma migalha para uns, um banquete para outros", compara a diretora executiva da Aliança de Controle do Tabagismo, Paula Johns.

O BNDES informou não haver uma política específica de fomento ao setor fumageiro. Os empréstimos realizados, informa o banco, foram feitos dentro de uma linha de crédito geral para a agricultura. Recebe quem faz o pedido certo na hora certa.

Para o secretário-geral da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar da Região Sul (Fetraf), Marcos Rochinski, é uma estratégia que deixa evidente as contradições do governo. Ele conta que, além dos projetos de diversificação de fumo, restam aos pequenos fumicultores linhas de crédito como o Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf). "As opções são bem mais limitadas. E sem ajuda fica difícil mudar. É preciso uma ação forte de indução para ajudar o fumicultor a encontrar alternativas viáveis."

Lentidão
A política de diversificação das culturas de fumo foi assumida pelo Brasil em 2005, logo depois da ratificação da Convenção-Quadro do Tabaco. Tem como missão evitar que pequenos fumicultores sejam prejudicados com a redução do mercado de cigarro, um reflexo das medidas antitabagistas previstas no acordo internacional.

Embora a sua criação tenha sido rápida, a implantação do programa brasileiro vai em ritmo lento. O Programa de Diversificação das Áreas Cultivadas com Tabaco, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, trabalha com recursos minguados, uma equipe reduzida e, principalmente, com metas reais muito mais limitadas que as apresentadas durante sua formação.

Nos quase sete anos, foram feitos 78 projetos beneficiando 48 mil famílias (cerca de 80 mil pessoas). "São tímidas, pontuais, está longe de ter resultado prático", afirma Rochinski. "Nessa toada, levaremos muito tempo para ter de fato uma cultura diversificada."

As ações desenvolvidas percorrem dois eixos principais: projetos de assistência e capacitação de pessoal. "Outros ministérios tinham de participar, de fato. Por que a Conab não ajuda nos projetos?", questiona o secretário-geral da Fetraf.

Presidente da Câmara Setorial do Tabaco, Romeu Schneider também diz não ver resultado no programa. "Eles dizem que investiram mais de R$ 20 milhões. Gostaria de saber onde", afirma.

A reação de Schneider é reflexo de uma medida do Banco Central, que condiciona a liberação de recursos para o Pronaf a uma redução do peso dos rendimentos do fumo nas propriedades dos pequenos produtores. Adotada em junho, essa resolução provocou críticas dentro do governo e pedidos de retirada da medida.

Ao mesmo tempo, médicos que integram movimento antitabagista também criticam investimentos feitos pelo governo num setor que está intimamente associado com problemas de saúde.

Estudo coordenado pela pesquisadora Márcia Pinto, da Fundação Oswaldo Cruz, mostra que o Brasil gastou R$ 21 bilhões em 2011 com tratamentos de pacientes com doenças relacionadas ao cigarro - um valor 3,5 vezes maior do que a Receita Federal arrecadou com produtos derivados ao tabaco no período.

O BNDES e o Ministério da Fazenda não informaram qual o valor dos subsídios para empréstimos feitos para a agroindústria do fumo.

Fonte Estadão

O que são alimentos transgênicos?

Os alimentos transgênicos são geneticamente modificados com o objetivo de melhorar a qualidade e aumentar a produção e a resistência às pragas, visando o lucro.

O DNA desses alimentos é modificado.
 
Em algumas técnicas, são implantados fragmentos DNA de bactérias, vírus ou fungos no DNA da planta. Esses fragmentos contêm genes que codificam a produção de herbicidas. As plantas que receberam esses genes produzem as toxinas contra as pragas da lavoura, não necessitando de certos agrotóxicos. Algumas são resistentes a certos agrotóxicos, pois em determinadas lavouras precisa-se exterminar outro tipo de vegetal, como ervas daninhas, e o mesmo agrotóxico acaba prejudicando a produção total.

Alguns produtos são modificados para que contenha um maior valor nutricional, como o arroz dourado da Suíça, que é muito rico em betacaroteno, substância precursora de Vitamina A. O arroz é um alimento muito consumido em todo o mundo, e quando rico em betacaroneto, ajuda a combater as doenças por deficiência de vitamina A.

Alguns vegetais são modificados para resistirem ao ataque de vírus e fungos, como a batata, o mamão, o feijão e banana. Outros são modificados para que a produção seja aumentada e os vegetais sejam de maior tamanho. Existem também alimentos que têm o seu amadurecimento prolongado, resistindo por muito mais tempo após a colheita.

Pontos positivos
  • Aumento da produção
  • Maior resistência à pragas (vírus, fungos, bactérias e insetos)
  • Resistência aos agrotóxicos
  • Aumento do conteúdo nutricional
  • Maior durabilidade e tempo de estocagem

Pontos negativos
  • A seleção natural tende a ser maior nas plantas que não são transgênicas.
  • Eliminação de populações naturais de insetos, animais e outras espécies de plantas.
  • Aumento de reações alérgicas em determinadas pessoas

Segurança
Muitas plantas são cultivadas e analisadas pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), porém a comercialização dessas especialidades ainda não está autorizada.

Muitos transgênicos ainda não são autorizados para serem comercializados em decorrência da polêmica gerada pelo impacto ambiental e reações alérgicas já observadas em algumas pessoas.

A empresa responsável pela autorização do plantio e comercialização é a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).

Rotulagem
Muitos transgênicos estão chegando à mesa dos consumidores sem as devidas informações. Todos os consumidores têm o direito de saber o conteúdo do produto que está consumindo e as conseqüências disso, inclusive qual foi a técnica empregada para a melhoria daquele alimento.

Fonte infoescola.com

Alimento integral é igual a light?

Alimentos integrais são ricos em fibras
A resposta para essa pergunta é não! Muitas pessoas acreditam que consumindo alimentos integrais estarão automaticamente consumindo alimentos light, pois pensam ter menos calorias do que os alimentos "comuns", mas isso não é verdade.

Os alimentos integrais não têm necessariamente menos calorias do que os alimentos comuns, muito pelo contrário, na maioria das vezes as calorias de ambos são praticamente as mesmas.

Veja o exemplo do arroz integral e o branco, 100g de arros integral cozido fornece aproximadamente 124 calorias, enquanto a mesma quantidade de arroz branco fornece 128 calorias. Mas,  em compensação, os alimentos integrais são mais saudáveis. Por não passarem pelo processo de refinamento, ainda possuem as películas que envolvem os grãos. Essas películas são ricas em fibras, vitaminas ( principalmente as do complexo B ) e minerais ( ferro, selênio, fósforo e magnésio ).

As fibras ajudam a reduzir os níveis de colesterol no sangue e podem diminuir o risco de doenças cardíacas. Além disso, elas são importantes para o bom funcionamento do intestino, pois aumentam o bolo fecal e facilitam o trânsito intestinal.
 
Para quem está de dieta, o alimento integral é uma ótima opção, pois as fibras dão sensação de saciedade, reduzindo a fome. Já o alimento light, pode ser considerado assim quando apresentar redução mínima de 25% em determinado nutriente ou calorias se comparado com o alimento convencional.
 
O principal benefício do alimento light é que ele muitas vezes contém menor quantidade de gordura, açúcar ou sódio, componentes que quando consumidos em excesso podem trazer malefícios à saúde.
 
Se você está de dieta e agora ficou na dúvida por qual alimento optar na hora de montar seu cardápio, o ideal é variar e consumir tanto alimentos light, como integrais. Mas,  na hora de optar entre o alimento light e o comum, sempre que possível, dê preferência a versão light.

Fonte nuttriemfoco.blogspot

Alimentos anti-inflamatórios

O alho tem efeito antibiótico, ajudando o corpo a combater infecções
Gengibre e cebola ajudam o corpo a combater inflamações.

Os alimentos anti-inflamatórios carregam em seus nutrientes a capacidade de ajudar o corpo a inibir inflamações do organismo. Adotá-los como parte de uma dieta equilibrada, além de fortalecer o sistema imunológico, aumenta a capacidade do corpo de lutar contra a ação de micro-organismos como vírus, bactérias e fungos prejudiciais à saúde.

Hoje, sabe-se que o processo inflamatório não está necessariamente ligado a um ponto específico do corpo, como uma inflamação causada por um corte no dedo, por exemplo. Ele pode ocorrer de forma sistêmica – pelo corpo todo ou em diversos pontos – e até mesmo em nível celular.

Pesquisas recentes vêm mostrando que o processo inflamatório nas células está diretamente relacionado ao sistema imunológico do corpo, o responsável por defender o organismo de qualquer agente prejudicial à saúde. Quanto mais inflamação, mais exigido é o sistema imune. E os cientistas constataram que a derrota nessa luta contra o processo inflamatório é um dos fatores responsáveis pelo desenvolvimento de várias doenças, como obesidade, diabetes , câncer e doenças cardiovasculares.

“Uma dieta rica em vitamina C, com frutas e hortaliças, alimentos integrais (mais de 80% do magnésio é perdido no beneficiamento dos grãos), e pobre em gorduras saturadas, álcool e açúcar branco já é um bom começo para uma alimentação menos inflamatória e, portanto, mais saudável", ensina a nutricionista clínica Eliane Nardon.

É bom saber que o processo inflamatório no corpo também está ligado a outros fatores como a poluição, o fumo, a água e até os próprios alimentos, além de fatores genéticos e mecânicos – a hipertensão arterial é um exemplo.

Segundo a especialista, tão importante como conhecer e passar a consumir os alimentos anti-inflamatórios é reduzir o consumo comidas e bebidas com alto poder inflamatório. Ou seja, deve-se evitar o excesso de álcool, as gorduras saturadas, as gorduras trans e reduzir o consumo de alimentos refinados (pobres em fibras, nutrientes e antioxidantes).

“Não se pode falar em cura somente por meio da alimentação adequada. É preciso eliminar ou atenuar os outros fatores que contribuem para o processo inflamatório no corpo”, alerta a nutricionista.

Conheça outros alimentos que fazem o mesmo, atuando inclusive em nível celular:
 
Abóbora e alimentos alaranjados em geral: ricos em carotenoides e fibras .
 
Açafrão da terra ou curcuma: a curcumina presente nesse alimento é um antioxidante poderoso, que inibe não só a inflamação, mas ajuda a prevenir o câncer.
 
Acerola: ela é lotada de vitamina C, que tem efeito anti-inflamatório e protetor do corpo.
 
Alho: tem efeito antibiótico, ajudando o corpo a combater infecções.
 
Amêndoa: contém quercetina, um antioxidante que ajuda a inibir o processo de oxidação gerado pelo colesterol ruim nas artérias.
 
Atum: cheio de ômega 3, anti-inflamatório natural.
 
Azeite de oliva: apresenta grandes quantidades de ômega 9, ácido graxo essencial na inibição da inflamação, também aumenta o HDL (o bom colesterol).
 
Bacalhau: rico vitaminas do complexo B e ômega 3, que ajudam a inibir o processo inflamatório no organismo.
 
Batata doce: cheia de betacaroteno, ela aporta grande quantidade de vitamina A, que protege as células do envelhecimento.
 
Cará: esse tubérculo é rico em vitaminas C e do complexo B, o que melhora a imunidade.
 
Castanha-do-pará: ajuda a proteger o coração, impedindo que o colesterol ruim se concentre nas paredes das artérias.
 
Cebola: rica em flavonoides, tem propriedades anti-inflamatórias.
 
Cenoura: rica em betacaroteno, também contém minerais como cálcio, ferro e potássio, e vitaminas B, C e D.
 
Chá branco: rico em antioxidantes e compostos fenólicos – auxiliares na redução da inflamação.
 
Couve: assim como todo vegetal de folha verde-escura, é fonte de vitamina A e carotenoides – potentes antioxidantes, além de conter alta concentração de magnésio.
 
Gengibre: potente anti-inflamatório, ele ainda acelera a queima de gordura no corpo.
 
Goiaba vermelha: rica em vitamina C, ela contém uma boa dose de vitamina A, além de taninos, e quercetina, que tem atividade antibacteriana comprovada.
 
Linhaça: rica em fibras, vitamina E e vitaminas do complexo B, além de ser importante fonte vegetal de ômega 3.
 
Nozes: fontes do mineral zinco, que exerce não só atividade anti-inflamatória, como também atua positivamente sobre o sistema imunológico.
 
Óleo de canola: óleo vegetal para cozinhar com melhor relação entre ômega 3 e ômega 6.
 
Pimentão vermelho: contém betacaroteno e vitaminas E e C, que ajudam na cicatrização.
 
Salmão: contém altas doses de ômega 3, um anti-inflamatório poderoso.
 
Sardinha: é rica em ômega 3, um poderoso anti-inflamatório.
 
Semente de chia: com alto teor de ômega 3, ainda apresenta grande quantidade de magnésio e cálcio, minerais indispensáveis na modulação inflamatória.
 
 Fonte iG