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domingo, 23 de setembro de 2012

Obesidade pode ser auxiliada com acupuntura

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Método milenar ajuda a controlar a ansiedade e o apetite
 
Um dos maiores problemas de saúde ao redor do mundo são as pessoas que sofrem de obesidade, fator este que pode desencadear dezenas de outras doenças no corpo humano, como problemas cardiovasculares, diabetes, colesterol alto etc.
 
“Para quem pretende controlar o peso, a acupuntura tem se mostrado um auxiliar terapêutico bastante efetivo, pois além de ajudar a reduzir a massa corporal, o método controla a ansiedade, a “fissura” para comer, promove a saciedade precoce, ajuda na diurese onde há retenção hídrica, regulariza a prisão de ventre e ainda ajuda no controle da glicemia”, comenta Dr. Márcio De Luna, presidente da Associação Brasileira de Acupuntura – RJ (ABA-RJ) e coordenador do programa de pós-graduação em acupuntura e shiatsu do IBMTC (Instituto Brasileiro de Medicina Tradicional Chinesa).

Dr. Luna, que trabalha com acupuntura há 28 anos, explica que os pontos estimulados pelas agulhas liberam neurotransmissores que promovem o equilíbrio das funções orgânicas ao mesmo tempo em que desinflamam centros hipotalâmicos responsáveis pela fome, saciedade e metabolismo geral, mantendo assim o corpo trabalhando em perfeita harmonia.
 
“Como todo tratamento, a periodicidade e o comprometimento é muito importante, pois é possível perder até 4 kg por mês se o paciente mantiver a regularidade das sessões”, comenta Dr. Luna.
 
“O que muita gente pensa é que as sessões de acupuntura são doloridas por causa da inserção das agulhas de acupuntura. Isso é um mito, pois as agulhas são da finura de um fio de cabelo e o método pode ser aplicado em todas as pessoas – obesas ou não, tanto para tratar como para prevenir doenças”, completa Luna.
 
Sobre a Obesidade:
Obesidade, nediez ou pimelose (tecnicamente, do grego pimelē = gordura e ose processo mórbido) é uma doença crônica multifatorial, na qual a reserva natural de gordura aumenta até o ponto em que passa a estar associada a certos problemas de saúde ou ao aumento da taxa de mortalidade. É resultado do balanço energético positivo, ou seja, a ingestão alimentar é superior ao gasto energético.
 
Fonte Corposaun

Hormônios antienvelhecimento o risco vale a busca pela juventude?

O aumento da expectativa de vida, tanto do homem como da mulher, leva a uma procura incansável pela “fonte eterna da juventude”. Além disso, como o processo de envelhecimento está normalmente associado a um maior número de problemas de saúde ou a uma maior chance de desenvolvê-los, diferentes substâncias, como o famoso “hormônio antienvelhecimento”, têm sido usadas com o objetivo de retardar este processo. Entretanto, será que o risco do uso sem critério vale a busca pela juventude?
 
Ainda que a maioria dos hormônios apresente um declínio com a idade, o uso indiscriminado destas substâncias representa perigo à saúde. Os conhecidos hormônios “antienvelhecimento” ou, do inglês, “anti-aging” podem ser de vários tipos: sexuais (estrógenos e testosterona), hormônios tiroidianos, hormônios produzidos pela glândula adrenal (DHEA e DHEA-S), melatonina e até o hormônio de crescimento (GH).
 
A curva de declínio hormonal inicia-se após os 30 anos de idade, mas esta “queda” tem um sentido bastante diferente daquele que os endocrinologistas conhecem como “deficiência”, ou seja, uma coisa é um declínio fisiológico esperado para a idade, outra seria uma deficiência hormonal com manifestações ou sintomas decorrentes disso. Assim, mulheres na menopausa, que apresentam muitos sintomas relacionados à deficiência hormonal e que não têm contraindicação (câncer de mama prévio, por exemplo), são fortes candidatas à terapia de reposição, sem problema algum. Da mesma forma, homens na andropausa (menopausa masculina) que apresentam queixas de diminuição de libido, disfunção erétil e outras queixas gerais relacionadas à deficiência dos níveis da testosterona (como cansaço e desânimo) também têm indicação de reposição hormonal.
 
Nos exemplos citados, há uma nítida “deficiência” hormonal, mas sem contraindicação ao uso da medicação. Sendo assim, os benefícios da reposição hormonal são indiscutíveis. Logo, nunca deixaremos de tratar um paciente cuja tireoide não está funcionando conforme deveria (hipotiroidismo), diferentemente de receitar “hormônio tiroidiano” a pacientes que não apresentam a disfunção da glândula, expondo-os a um risco desnecessário que pode resultar em problemas como batimentos cardíacos irregulares (arritmia).
 
Há alguns anos surgiu o termo “hormônios bioidênticos”, ou seja, substâncias que, na teoria, seriam semelhantes ao hormônio produzido pelo próprio organismo. Contudo, esta “nova” nomenclatura se refere simplesmente a todos os hormônios já existentes e conhecidos no mercado e que sempre foram utilizados pelos endocrinologistas para reposição naqueles pacientes que apresentam sabidamente déficits. Até aí, nada de novo…
 
Um exemplo interessante de quem “bebeu na fonte da juventude” e não se beneficiou foi na época em que a melatonina era a bola da vez. Não deu certo e, hoje, o candidato é o hormônio do crescimento (GH). Como disse anteriormente, referindo-me a todos os hormônios de modo geral, o GH também tem um declínio com a idade. Mas será que isto é tão ruim assim? Por exemplo, existe uma condição na qual alguns pacientes produzem em excesso este hormônio (acromegalia) e estão em risco maior de morte, seja por problemas cardiovasculares, seja pela maior frequência de câncer. Por outro lado, um estudo publicado este mês pela revista Archives of Neurology apontou uma melhora significativa na memória de idosos, tanto os saudáveis como aqueles com início de comprometimento após uso do hormônio GHRH (que estimula a formação do GH).
 
Fonte Corposaun

AVC está entre as principais causas de internações em hospitais públicos de São Paulo

São Paulo – O acidente vascular cerebral (AVC) é uma das principais causas de internações nos hospitais públicos do estado de São Paulo. Levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde constatou que no ano passado ocorreram 39 mil internações pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de pacientes paulistas vítimas da doença. Em 2010, foram internados 38,9 mil pessoas.
 
Ainda segundo a Secretaria da Saúde, em 2010 morreram 21,2 mil pessoas em decorrência de AVC no estado. O médico do Grupo de Resgate e Atendimento à Urgências, Gustavo Seriane, disse que, depois das doenças cardiovasculares, o AVC é a segunda causa de morte no mundo e no Brasil. Por isso, alerta que é importante saber reconhecer os sintomas do AVC para prestar o socorro o mais rápido possível, e assim evitar a morte e sequelas. “Os sintomas podem ser variados, desde um embaçamento visual, uma dor de cabeça, até os sintomas mais importantes que são alteração da fala, da marcha, força, perda de movimentos”.
 
Seriane disse que os sintomas podem ser desde os muito leves até os claramente reconhecidos por qualquer pessoa, como a perda de movimentos de um lado do corpo e do rosto. “Quando a pessoa perde o movimento todo mundo sabe que pode ser um AVC, o problema é quando ela está com uma dor de cabeça leve, toma um remédio e vai deitar, depois tem dificuldade para acordar, tem sonolência excessiva, dor de cabeça que não melhora”. Além do esquecimento, que muitas pessoas acreditam ser normal e passageiro, mas na verdade se não houver o tratamento no tempo adequado pode deixar sequelas definitivas, ressaltou.
 
O médico alerta ainda que o atendimento ao paciente que está sofrendo um AVC precisa ser rápido e quem estiver por perto não deve esperar o serviço de emergência. “É preciso levar a pessoa por conta própria ao pronto-socorro mais próximo. A não ser em caso de queda, pois aí é importante um atendimento com a imobilização adequada. Se não houver trauma, o transporte pode ser feito por meio comum e simples”, disse o médico. No caso de a pessoa estar inconsciente, com um AVC grave, é importante o resgate e o cuidado para passar as informações mais corretas.
 
Entre os fatores de risco que podem levar ao AVC estão a idade avançada, pressão alta, tabagismo, colesterol elevado, diabetes, arritmia ou problemas com as válvulas cardíacas, histórico familiar de derrames, reincidência (quem já teve o problema anteriormente).
 
Fonte Agência Brasil

Dieta sem glúten emagrece?

Ultimamente o glúten tem sido visto como um vilão para quem deseja eliminar peso. A nova sensação do momento para conquistar um corpo mais magro e ter mais disposição é a dieta sem glúten, que "promete" eliminar os quilos extras excluindo da alimentação todo alimento que contenha glúten em sua composição.
 
O glúten é um complexo proteico encontrado em diversos alimentos como pães, cereais, massas, achocolatados, certos queijos, molhos, maioneses, embutidos, congelados, carnes à milanesa, sorvetes, algumas bebidas alcoólicas, leites aromatizados, patês enlatados e por aí vai.
 
No Brasil e em outros países, a grande acusação contra o glúten é ele ser de difícil digestão e se transformar em uma espécie de “cola” no intestino, causando males à saúde de qualquer pessoa. Alguns afirmam que o glúten provoca doenças como obesidade, depressão, danos nas articulações, enxaqueca, intoxicação e irritabilidade. Mas não é bem por aí, pesquisas cientificas mostram que o único motivo que pode levar a pessoa a excluir o glúten de sua alimentação é ser portador da Doença Celíaca e pessoas com alguma intolerância específica ao glúten. Somente para os celíacos o glúten pode ser considerado um vilão, pois essas pessoas tem hipersensibilidade e quando consumido, interfere no intestino delgado.
 
Em relação que o glúten se transforma em cola no intestino, quando este é ingerido na proporção correta sua digestão ocorre normalmente, apenas quando se consome em grande quantidade e na ausência de fibras e de líquidos, o intestino pode ser congestionado.
 
Na verdade, como o glúten está presente na maioria dos alimentos e está amplamente consumido na forma de produtos de panificação e junto de outros ingredientes (cremes, patês, sanduíches) um teor representativo de energia pode ser consumido, excluindo-os da sua dieta, como consequência, acabará consumindo menos calorias e poderá eliminar peso. Então essa redução de peso não se deve a restrição do glúten e sim a exclusão de diversos alimentos da sua alimentação.
 
É obrigatório por lei, desde 1992 que nas embalagens dos alimentos informe aos consumidores a presença do glúten, apenas para prevenir seu consumo por pessoas com a doença celíaca.
 
Mas se você não tem doença celíaca e o seu objetivo é somente eliminar peso, não há motivo para excluir o glúten da sua alimentação. Basta se alimentar de forma saudável, balanceada, fracionada, variada, praticar atividade física regularmente e consultar sempre um nutricionista.
 
Fonte Meu Nutricionista

Cansaço e insônia podem ser sintomas de problema na tireoide

Conheça outros sinais de que essa glândula tão importante para o corpo não anda bem e saiba quando procurar o médico
 
Cansaço, insônia, suores, queda de cabelos e até sintomas opostos como perda de peso ou dificuldades para emagrecer podem ser sinais de que algo não vai bem com a glândula tireoide.
 
Se este é o seu caso, segue o alerta: é importante procurar um endrocrinologista o quanto antes, pois problemas como hipotireoidismo, hipertireoidismo, nódulos benignos e malignos de tireoide e tireoidites (inflamações da glândula tireoide) são problemas mais comuns do que se pensa e alguns deles podem se transformar em problemas graves de saúde.
 
Conhecida por sua forma de borboleta, a tireoide está localizada na parte anterior do pescoço, logo abaixo da região conhecida como Pomo de Adão (ou popularmente, gogó). Ela exerce um papel importante no funcionamento de coração, cérebro, fígado e rins, e tem ação sobre o crescimento das crianças, a fertilidade, o peso corporal, a concentração, os ciclos menstruais e até mesmo as emoções. Apesar de pesar entre 15 e 25 gramas, trata-se da maior glândula do corpo humano.
 
Entre as doenças mais comuns envolvendo a tireoide, estão o hipotireoidismo (mais frequente) e o hipertireoidismo (menos frequente). Enquanto o primeiro é caracterizado pela redução da produção dos hormônio T3 e T4 pela tireoide, o segundo ocorre quando há aumento da produção desses hormônios. Nos dois casos, é preciso procurar ajuda de um especialista quando um sintoma ou um conjunto deles começam a aparecer.
 
A endrocrinologista Andresa Balestro explica que o tratamento do hipotireoidismo consiste na reposição do hormônio da tireoide em doses que variam conforme o peso e idade da pessoa.
 
“A dose é ajustada periodicamente com base em exames de sangue por meio da dosagem do TSH. É essencial que o paciente siga as recomendações médicas, usando diariamente o medicamento em jejum”, alerta a médica.
 
Já o tratamento do hipertireoidismo normalmente é feito com o uso de propiltiouracil ou metimazol – o endocrinologista é quem definirá qual destes medicamentos está indicado e a dose adequada a ser administrada.
 
“O uso de iodo radioativo pode ser necessário se, após mais de um ano de tratamento medicamentoso, o quadro clínico não se resolver”, diz Andresa, completando que, em alguns casos, a cirurgia da tireoide pode ser indicada.
 
Inimigo da tireoide
O anti-TPO (anticorpo antitireopperoxidase) é um anticorpo contra a tireoide. Por motivos ainda pouco conhecidos pelos médicos, o organismo passa a produzir anticorpos contra a própria glândula tireoide, mas o processo de destruição da glândula costuma ser lento e gradual.
 
Conforme as células da tireoide vão sendo destruídas, a capacidade da glândula em produzir os hormônios T3 e T4 é prejudicada. A presença de anti-TPO em uma pessoa com hipotireoidismo indica que a causa da doença é a doença de Hashimoto, também conhecida como tireoidite crônica autoimune, cujo tratamento é diário e contínuo.
 
Pacientes com anti-TPO positivo e níveis normais dos hormônios da tireoide têm 5% de chance ao ano de desenvolver hipotireoidismo. Por isso, recomenda-se revisão a cada 6 a 12 meses com um endocrinologista com o objetivo de iniciar tratamento quando necessário.
 
A seguir, a endocrinologista Jacqueline Rizzolli lista alguns sintomas que podem indicar problemas na tireoide.
 
Hipotireoidismo: cansaço, sonolência excessiva, pele seca, queda de cabelos, sensação de frio mais intensa que o normal, constipação intestinal, dificuldade para perder peso, inchaço em pálpebras, mão e pés.
 
Hipertireodismo: agitação, insônia, sensação de calor mais intensa, taquicardia, tremores nas mãos, sudorese excessiva, evacuações frequentes e/ou diarreia, perda de peso, irritabilidade.
 
Tireoidites: podem não apresentar sintomas ou causar dor na região do pescoço, dificuldade para engolir, febre, sensação de inchaço no pescoço.
 
Nódulos e tumores de tireoide: geralmente não geram sintimas. Eventualmente, com a tireoide aumentada de tamanho, podem causar sensação de aperto ou sufocação na região do gogó. Saiba mais sobre o câncer de tireoide.
 
QUANDO PROCURAR UM ENDOCRINOLOGISTA:
  • - Se tiver história familiar de alteração da tireoide
  • - Quando perceber atraso no crescimento de crianças
  • - Caso note aumento do diâmetro do pescoço
  • - Se tiver sintomas e sinais compatíveis com doença da tireoide
  • - Caso use medicamentos que podem afetar a tireoide, como carbolítio, amiodarona e interferon
  • - Se teve exposição prévia ao iodo radioativo ou radiação na região da cabeça, pescoço e tronco
  • - Em caso de gestação com alteração dos exames de tireoide
  • - Se já tiver feito alguma cirurgia da tireoide
Fonte iG