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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Registro de medicamento será eletrônico

Pedidos de registro de medicamentos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) passarão a ser feitos por meio eletrônico.
 
O sistema, que começou a ser desenvolvido em 2009, entra em funcionamento a partir de outubro. “Atualmente os processos são analisados em papel, o que acaba dificultando a rapidez na análise”, afirmou o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano.
 
Levantamento da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) indica um aumento no tempo de espera para avaliação de registro de remédios no último ano, o que é confirmado por Barbano. “
 
A espera média para o registro de um medicamento novo pode ser de 400 dias”, disse o presidente. No estudo da Interfarma, a espera média para o registro de novos medicamentos da associação ultrapassa 700 dias. Barbano diz que a espera é provocada principalmente pelo aumento da demanda. Entre 2007 e 2012, o número de pedidos de análise dobrou.
 
A média mensal, que era de 35 mil, passou para 72 mil. “Com registro eletrônico, será possível que a análise seja feita simultaneamente em mais de um departamento, o que deverá reduzir o tempo de espera.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
 
Por R7

Pesquisa japonesa afirma que andar de bicicleta atrapalha a vida sexual

Segundo médicos japoneses, pedalar com muita frequência pode causar problemas de ereção, devido à pressão exercida pelo banco na área perineal.

Segundo um urologista local, o processo pode ser irreversível e é preciso adaptar o banco para evitar o problema.


 
Fonte R7

Entenda ameaça de novo de vírus fatal de gripe

Uma nova doença respiratória semelhante à SARS – epidemia global que matou centenas de pessoas em 2003 – foi diagnosticada em um homem que está sendo tratado na Grã-Bretanha. Outro caso, na Arábia Saudita, resultou na morte de um paciente.
 
Confira abaixo perguntas e respostas sobre esse novo vírus.
 
A nova doença é consequência de um tipo de coronavírus – uma família ampla de vírus que inclui desde um resfriado comum à SARS (sigla em inglês para síndrome respiratória grave e aguda).
 
Até agora, apenas dois casos foram diagnosticados deste novo vírus, e ambas as infecções foram originadas no Oriente Médio.
 
Um dos casos foi confirmado por um exame de laboratório feito pela Agência de Proteção à Saúde da Grã-Bretanha, em Londres. O paciente está sendo tratado pelas autoridades britânicas de saúde.
 
O outro foi detectado por um exame de laboratório na Arábia Saudita. Os dados foram enviados a outro laboratório na Holanda, que confirmou se tratar do novo tipo de vírus.
 
Ainda há poucas informações sobre o novo vírus e o quão letal ele pode ser entre seres humanos.
 
O que o vírus faz?
Os coronavírus provocam infecções respiratórias em humanos e animais. Os dois contaminados tiveram febre, tosse e dificuldades de respiração. O paciente na Arábia Saudita acabou falecendo, e o britânico está na UTI.
 
Por ora, ainda não está claro se esse forte efeito é típico deste novo vírus, ou se há muitas pessoas contaminadas e apenas poucas estão tendo uma reação tão drástica.
 
Como ele se espalha?
Acredita-se que ele se espalhe por fluidos expelidos na tosse ou pelo espirro. Os especialistas acreditam não se tratar de uma doença altamente contagiosa, já que, nos dois casos diagnosticados até agora, as pessoas que trataram os pacientes não adoeceram.
 
Os coronavírus são bastante frágeis. Fora do corpo humano, eles só sobrevivem por um dia e são facilmente mortos por detergentes e por outros produtos de limpeza.
 
Como é o tratamento?
Os médicos ainda não sabem qual é o melhor tipo de tratamento, mas as pessoas com sintomas graves precisam de cuidados intensivos que ajudem sobretudo na respiração. Não existe nenhuma vacina.
 
Em Londres, o paciente está isolado, e todos que o estão atendendo usam máscaras e equipamentos de proteção.
 
Como se originou o vírus?
Os especialistas ainda não sabem a sua origem. Eles especulam que possa se tratar de uma nova mutação de um vírus já existente. Ou talvez seja uma infecção que já circula entre animais e que agora passou para os seres humanos.
 
Existe algum tipo de recomendação às pessoas que viajam?
Por enquanto, a Organização Mundial da Saúde descartou qualquer tipo de restrição a viagens ao Oriente Médio, onde ambos os casos surgiram. Mas esta decisão está sendo constantemente reavaliada.
 
Fonte R7

Grávida desenvolve alergia rara a hormônio do filho

Durante a gestação, Dayle sentiu dores e coceiras insuportáveis devido à intolerância a testosterona
 
Dayle Byrom, de 20 anos, sofreu uma reação alérgica enquanto seu filho ainda estava no útero.
 
A mulher, que mora em Wakefield, Inglaterra, desenvolveu várias erupções pelo corpo durante a gravidez de seu filho Jacob, segundo o site Daily Mail.
 
Os médicos acreditam que Dayle tenha uma intolerância rara de testosterona, hormônio produzido pelo feto durante o seu crescimento.
 
Dayle percebeu a alergia em 20 semanas de gravidez, quando começou a sentir dores e coceiras insuportáveis.
 
— Minha pele estava em chamas. Eu não podia sentar ou ficar parada. Tudo o que fazia era chorar e coçar. A sensação que eu tinha era como se alguém estivesse rasgando a minha pele.
 
Ela pediu ajuda aos médicos, mas a equipe não conseguiu identificar a causa ou sugerir algum tratamento.
 
Somente após o nascimento é que uma dermatologista conseguiu detectar o levou a mulher a ter a alergia.
 
Ela foi diagnosticada com Erupção polifórmica da Gravidez (PEP), que normalmente afetam apenas as mães de primeira viagem em estágios avançados da gravidez.
 
Após a alergia, Dayle ficou com as pernas marcadas por feridas de tanto coçar.
 
— De tanto coçar, acabei arruinando a minha pele. As cicatrizes são muito profundas e, infelizmente, não tem cura.
 
A erupção polifórmica, uma alergia que afeta uma em cada 300 grávidas, ainda não é um assunto totalmente estudado e bem detalhado por peritos médicos.
 
Além disso, ainda não há um debate para analisar se o sexo do bebê contribui para o desenvolvimento da alergia.
 
Fonte R7

Mulher com agulha nas costas aguarda transferência de hospital para cirurgia

Após anos com dores, dona de casa paranaense descobriu metal alojado no corpo ao fazer raio-X
 
O martírio de Geni de Oliveira, 40 anos, não é de hoje. Há cerca de seis anos, a dona de casa moradora de Toledo, no oeste do Paraná, vem sofrendo com dores fortes nas costas e na cabeça. Sem esperanças, ela decidiu recorrer a mais um médico, que acabou pedindo um raio-X.
 
No exame, uma agulha alojada nas suas costas revelou a causa de dores quase insuportáveis que a fizeram diminuir as tarefas domésticas.
 
— Não posso fazer muito esforço, mas eu acabo fazendo um pouco porque dona de casa não pode parar tudo.
 
A dona de casa espera para ser transferida ainda nesta terça-feira do HCO (Centro Hospitalar do Oeste) em Toledo para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, onde será operada por um cirurgião toráxico.
 
Apesar de os médicos terem dito que Geni engoliu a agulha, ela questiona a versão, de acordo com o administrador do HCO, Luiz Eduardo Ribeiro:
 
— Segundo ela, a agulha teria ligação com a última cirurgia que fez: um parto de emergência há sete anos em um outro hospital de Toledo.
 
Mãe das já adultas Ana Cristina e Juliana e do pequeno João Felipe, 7 anos, a dona de casa paranaense não vê a hora de ficar boa e dar fim ao calvário:
— Eu só quero tirar a agulha para ficar sã e poder criar o meu filho.
 
Fonte R7