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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Saiba mais sobre a epilepsia

É a doença neurológica mais antiga da qual se tem registro
 
A Epilepsia é a doença neurológica mais antiga da qual se tem registro. Apesar disso, a falta de conhecimento sobre o problema fez surgir mitos, crenças e preconceitos. Com prevalência de 1 a 2% da população brasileira, a epilepsia é caracterizada por um descompasso elétrico nos circuitos cerebrais.
 
Quando queremos mexer uma parte do corpo, como a mão, por exemplo, enviamos uma ordem para o nosso cérebro, que dispara um impulso nervoso. Até chegar na mão, esse impulso viaja pelas ramificações dos neurônios e passa também por estações em que os impulsos dependem de transporte químico (sinapses) para que a informação chegue enfim aos músculos da mão.
 
Imagine agora um grupo de neurônios que resolve disparar esses mesmos impulsos sem autorização, provocando movimentos involuntários das mãos. É isso que acontece com os epilépticos.
 
— Podemos dizer que uma pessoa sobre de epilepsia quando já apresentou mais de uma crise epiléptica não provocada por períodos indeterminados, ou seja, pode ser uma vez ao mês, uma vez ao ano, todo dia. Ouvir o histórico do paciente e o relato das pessoas que presenciaram a crise também ajuda a determinar o diagnóstico. Além disso, é preciso certificar-se de que não existe nenhum fator precipitante da crise, seja tóxico, seja provocado por alguma outra doença — explica o neurologista Adriano Campos Vieira, da Santa Casa de Juiz de Fora.
 
— A Epilepsia pode levar a repercussões sociais dificultando nas relações interpessoais, na inclusão escolar, na conquista e manutenção de um emprego. Essas dificuldades podem acarretar problemas psicológicos como a estigmatização, além de desajustes emocionais como: transtorno de humor, depressão, entre outros — completa o especialista.
 
Com tratamento adequado, à base remédios, 90% dos pacientes conseguem se livrar dos acessos epiléticos. Isso significa poder desenvolver suas atividades cotidianas normalmente com a redução ou controle das crises.
 
Fonte Zero Hora

Pesquisa sobre câncer de pulmão sugere tratamentos mais direcionados

Resultados podem dar origem a drogas adaptadas à anomalia genética de cada paciente
 
A primeira pesquisa grande e abrangente já realizada sobre a genética de um câncer de pulmão comum revelou que mais da metade dos tumores desse câncer tem mutações que podem ser tratadas com novos medicamentos que já estão sendo testados ou que poderiam ser facilmente desenvolvidos.
 
Para as dezenas de milhares de norte-americanos que sofrem desse câncer — o câncer de pulmão de células escamosas — os resultados são promissores porque podem dar origem a um novo tipo de tratamento no qual as drogas serão adaptadas para coincidir com a anomalia genética de cada paciente, dizem os pesquisadores.
 
— Não há tratamentos direcionados contra essa doença — afirma o médico Matthew Meyerson, do Instituto de Câncer Dana-Farber, em Boston, referindo-se a medicamentos modernos que combatem anormalidades genéticas.
 
Meyerson é o autor principal de um artigo baseado no estudo, que envolveu mais de 300 pesquisadores e foi publicado online recentemente, na revista Nature.
 
— O que descobrimos vai mudar o panorama do câncer de células escamosas. Eu acho que isso dá esperança para os pacientes — diz ele.
 
A pesquisa faz parte do Atlas do Genoma do Câncer, um grande projeto do Instituto Nacional de Saúde que objetiva analisar anomalias genéticas no câncer. O estudo do câncer do pulmão de células escamosas é a segunda análise genética de um câncer comum, seguindo algumas diretrizes já desenvolvidas em um estudo de câncer de cólon.
 
O trabalho se tornou viável apenas nos últimos anos por causa de avanços enormes no sequenciamento de DNA, o que tem permitido que os pesquisadores analisem todo o DNA de uma célula em vez de examinar, um de cada vez, todos os seus 21 mil genes. O resultado é uma nova abordagem do câncer como doença genética, definida por alterações no DNA que dirigem o crescimento de uma célula cancerosa, em vez de uma doença de um tecido ou um órgão em particular, como uma mama, próstata ou pulmão.
 
Além disso, de acordo com o ponto de vista genético do câncer, nenhuma mutação chamou a atenção nessa pesquisa sobre o câncer de pulmão de células escamosas — pacientes diferentes eram portadores de mutações diferentes.
 
Como resultado, a maneira mais comum de testar medicamentos, administrando-os para todos que sofrem de um determinado tipo de câncer, não faz mais sentido. Assim, os pesquisadores estão planejando um novo tipo de programa de testes para tratar o câncer de células escamosas. O objetivo é associar a principal anormalidade genética de cada paciente com uma droga projetada para atacá-la, um prenúncio do que muitos dizem que será o futuro da pesquisa do câncer.
 
Enzimas mutantes
O câncer de pulmão de células escamosas mata cerca de 50 mil americanos a cada ano. Essa quantidade é maior do que o número de pessoas que morrem no país em decorrência de câncer de mama, câncer de cólon ou câncer de próstata. Bem mais de 90% dos pacientes que sofrem de câncer de células escamosas são ou foram fumantes. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima 27,3 mil novos casos de câncer de pulmão em 2012. No Rio Grande do Sul, a doença mata 2,8 mil pessoas por ano.
 
A nova pesquisa comparou células tumorais de 178 pacientes que sofrem de câncer de pulmão de células escamosas com as suas células normais. Mais de 60% dos tumores tinham alterações nos genes usados para produzir enzimas que são particularmente vulneráveis à nova safra de medicamentos contra o câncer. Muitas das drogas já estão disponíveis ou estão sendo testadas em outros tipos de câncer.
 
— Essas enzimas funcionam como interruptores do crescimento celular, uma espécie de mecanismo de "liga-desliga" — explica Roy S. Herbst, do Centro de Câncer de Yale, que não trabalhou na nova pesquisa.
 
Quando passam por mutações, esses interruptores ficam presos na posição do "liga". Cerca de uma dezena de empresas, acrescentou Herbst, possuem medicamentos que bloqueiam essas enzimas mutantes. No entanto, mesmo que os cânceres de células escamosas analisados no estudo tenham muitas vezes apresentado mutações nos genes ligados a essas enzimas, os genes e as mutações mostraram diferir de paciente para paciente.
 
— Infelizmente, o que o Atlas do Genoma do Câncer revelou é que o câncer difere muito de uma pessoa para a outra. Essa área está realmente caminhando para a medicina personalizada — disse o médico William Pao, pesquisador de câncer de pulmão do Centro de Câncer Vanderbilt-Ingram, em Nashville, que é um dos autores do novo estudo.
 
A pesquisa também revelou algo surpreendente, segundo Meyerson, algo que não havia sido identificado em nenhum tipo de câncer. Cerca de 3% dos tumores tinham uma mutação genética que poderia lhes permitir fugir do controle do sistema imunológico. Por coincidência, um medicamento experimental que ativa o sistema imunológico foi recentemente testado em pacientes com câncer de pulmão. Alguns dos que não reagiram podem ser portadores da mutação, diz ele.
 
Desafio é uso clínico
— Primeiro, os pesquisadores têm de se certificar de que as mutações em questão são de fato essenciais para o crescimento dos tumores — diz Bruce Evan Johnson, pesquisador de câncer de pulmão do Instituto Dana-Farber e um dos responsáveis pela nova pesquisa.
 
Há vários passos adiante: mostrar que quando o gene mutante é transferido para células normais, elas se transformam em células cancerosas; mostrar que quando o gene mutante é injetado em ratinhos, eles desenvolvem câncer de pulmão de células escamosas; e mostrar que se o gene é "desligado" em células cultivadas em laboratório — com um fármaco, por exemplo — as células morrem.
 
Em seguida, vêm os testes de medicamentos em pacientes. Mas se apenas uma pequena porcentagem dos pacientes tiver cada uma das mutações, haverá um problema. Normalmente, alguns centros médicos, ao admitir pacientes, os classificam de acordo com o seu tipo específico de câncer, como o de células escamosas. Mas se, em vez disso, os pacientes que sofrem de câncer de células escamosas forem subdivididos de acordo com as suas mutações genéticas específicas, haveria muito poucos indivíduos para que fosse realizado um teste de medicamentos dentro de uma única instituição ou mesmo de várias.
 
O plano, assim, é investir em uma rede mais ampla. Os grandes centros médicos pretendem formar um consórcio. Nele, cada centro deverá coordenar um ou mais pesquisas de uma mutação e um medicamento que poderia agir sobre a mutação específica. Assim, mesmo que apenas uma pequena porcentagem de pacientes com câncer de células escamosas tivesse a mutação, os pacientes de todo o país poderiam se submeter a um estudo clínico de um medicamento direcionado. O próprio médico do paciente poderia administrar o medicamento e o centro médico que estivesse coordenando o teste poderia analisar os dados em parceria com a empresa que fabrica o medicamento.
 
Esse tipo de sistema funcionou no tratamento de outro tipo comum de câncer de pulmão, o adenocarcinoma, disse Johnson, possibilitando que os pesquisadores testassem drogas que funcionam em apenas 2 a 3% dos pacientes.
 
Além disso, essa pesquisa pode avançar rápido. Em 2008, o medicamento da Pfizer conhecido como Crizotinib, que tem como alvo um gene que se modifica em alguns adenocarcinomas, passou por estudos clínicos realizados junto a pacientes de câncer de pulmão que possuíam tais genes que haviam passado por modificações. Os resultados foram divulgados em 2009 e publicados em 2010. O Crizotinib foi aprovado em 2011 para ser administrado em pacientes que tinham os genes modificados. Essa modificação genética é tão rara que foram encontrados apenas 82 tipos de pacientes com ela, entre 1500 pacientes avaliados. Apenas eles foram incluídos no estudo.
 
Experiência transformadora
— Os dias em que fazíamos estudos clínicos com base apenas no órgão em que o câncer se originou nos pacientes estão ficando para trás — disse Mace Rothenberg, vice-presidente sênior do setor de oncologia da Pfizer.
 
Johnson também acredita que essa tendência deve ganhar ainda mais força no futuro:
 
— Foi a primeira vez em que realmente investigamos essa anomalia genética.
Agora, no caso do câncer de células escamosas, ele considera que a ciência ainda está praticamente no ponto onde estava em relação ao adenocarcinoma quatro ou cinco anos atrás.
 
Fonte The New York Times
 
Por Zero Hora

Nova técnica para vacina contra a aids é destaque na revista Nature

Rio de Janeiro – Uma nova técnica que pode levar à produção de vacina contra a aids, desenvolvida com a participação de cientistas do Instituto Oswaldo Cruz, é destaque na edição deste domingo (30) da revista Nature, uma das mais conceituadas publicações científicas do mundo. A descoberta leva a uma nova abordagem no combate à doença, a partir do estudo de casos de pessoas que contraíram o vírus HIV mas nunca adoeceram.
 
O foco do estudo, liderado pelo pesquisador David Watkins, é a célula T CD8, um organismo conhecido como célula matadora, encarregada de eliminar do corpo vírus e outros componentes invasores. Em algumas pessoas, a T CD8 tem a capacidade de matar as células CD4 contaminadas pelo vírus HIV. O estudo inova no combate à doença, porque até o momento a maior parte das pesquisas vem centrando esforços em produzir vacinas com a utilização de anticorpos.
 
Watkins desenvolve suas pesquisas sobre aids na Universidade de Miami há 15 anos e atualmente trabalha em conjunto com os pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Myrna Bonaldo, Ricardo Galler e Marlon Santana, além do brasileiro Maurício Martins, que faz parte de sua equipe nos Estados Unidos.
 
“Descobrimos que um grupo de humanos, raros, está controlando a replicação do vírus [HIV]. Estão infectados, mas não têm a doença. Isso acontece em uma de cada 300 pessoas infectadas. Nós queremos entender como essas pessoas estão controlando o vírus, porque, talvez, possamos desenvolver uma vacina”, explicou Watkins. “Antes dessa descoberta, não havia certeza do que acontecia nos casos humanos em que o vírus era controlado. Nossa pesquisa dá uma grande dica de que são as T CD8 matadoras os responsáveis por isso”, completou.
 
O estudo do cientista, com o objetivo de uma vacina contra a aids, ganhou força com um método patenteado pela Fiocruz em 2005, desenvolvido por Myrna Bonaldo. A pesquisadora trabalha a engenharia de novas vacinas a partir da utilização da vacina contra a febre amarela como uma plataforma na qual se introduz modificações genéticas que poderão imunizar contra outras doenças.
 
A estratégia foi utilizada em dois grupos de macacos Rhesus: parte deles recebeu compostos indutores de produção de células T CD8 protetoras e outra parte não. Após, todos os macacos foram inoculados com o vírus SIV, semelhante ao HIV. Os que receberam os indutores de produção da T CD8 apresentaram importante redução na replicação do vírus. Em relação ao grupo que não recebeu o composto, chamado controle, a replicação viral foi reduzida em mais de 50 vezes.
 
“Estamos tentando entender como essas células matadoras em particular são tão eficientes para conter o vírus”, disse Watkins, que prefere não fazer uma previsão sobre a fabricação de uma vacina baseada no processo: “Eu não quero dar falsas esperanças. Há 30 anos, quando o vírus foi descoberto, chegaram a dizer que haveria uma vacina em dois anos, o que não aconteceu. Nós temos muitas pessoas trabalhando duro nessa pesquisa. Agora, infelizmente, ainda vai levar muito tempo para desenvolver uma vacina. Este vírus [HIV] é muito difícil, muito variável.”
 
Fonte Agência Brasil

Transtorno de Lady Gaga é perigoso, leva à depressão e pode até matar

Cantora declarou ter bulimia. Entenda o que é a doença, saiba mais sobre anorexia e outros transtornos alimentares

A cantora Lady Gaga divulgou fotos suas com 11 quilos a mais, nada que configure sobrepeso ou obesidade, mas justificou a nova forma repentina à bulimia , um transtorno alimentar grave e que, não controlado, pode matar.
 
Na mesma semana, a musa teen internacional Demi Lovato, em show realizado em São Paulo, pediu aos fãs que procurem ajuda caso tenham uma relação com a comida nociva . Demi fez tratamento para anorexia , outra doença que faz parte do grupo dos transtornos alimentares.
 
Não são doenças simples e nem triviais. Estudos já evidenciaram que, sem tratamento eficiente, os pacientes ficam deprimidos e o risco de morte é ampliado até mesmo para pessoas com menos de 20 anos. A taxa de morte dos portadores é a maior entre as registradas para os distúrbios de comportamento e chega a 5 óbitos em cada mil pessoas doentes.
 
Fonte iG

Uso de reposição hormonal cai nos EUA

Medo do risco aumentado de câncer fez com que o total de mulheres em tratamento caísse de 22% para 5% em 10 anos
 
Anos depois de um grande estudo sobre terapia de reposição hormonal ter revelado riscos dos hormônios para a saúde feminina, o número de mulheres que tomam hormônios diminuiu drasticamente, de acordo com um recente estudo.
 
Os pesquisadores descobriram que, em 2009 e 2010, menos de 5% das mulheres com idade acima de 40 anos nos Estados Unidos que já haviam passado pela menopausa, usavam ou estrogênio sozinho ou a combinação de estrogênio e progesterona. Em 1999 e 2000, esse total chegava a 22%.
 
Para JoAnn Manson, coordenadora da Women's Health Initiative (WHI) e professora da Escola de Medicina de Harvard, o declínio no número de mulheres que usam reposição hormonal era esperado. A WHI é um grande programa de pesquisa da saúde feminina iniciado há 15 anos para estudar as causas mais comuns de adoecimento e morte em mulheres na pós-manopausa. Em 2002, a WHI divulgou que o uso de estrogênio e progestina parecia aumentar os riscos de ter doença cardíaca, acidente vascular cerebral (AVC) e câncer de mama.
 
“Hoje compreendemos que as mulheres mais distantes do início da menopausa e com risco aumentado de doença cardiovascular têm resultados negativos com o uso da terapia hormonal e que ela não deve ser usada na prevenção de doenças cardíacas ou na prevenção de doenças crônicas, porque está associada com o aumento de alguns riscos” disse à Reuters a pesquisadora, que chefia a área de medicina preventiva do Brigham and Women's Hospital.
 
O estudo mais recente, que incluiu as respostas de uma pesquisa feita com mais de 10.000 mulheres, mostra uma queda constante do uso da reposição e apoia os resultados de outros estudos que avaliam os impactos de curto prazo da WHI.
 
Brian Sprague, o principal autor do recente estudo e professor da Universidade de Vermont (EUA), constatou que, como o passar dos anos, cada vez menos mulheres relatam tomar hormônios.
 
“A partir deste estudo não há como descobrir o que está provocando estas mudanças, mas a razão mais provável é o temor de pacientes e médicos em relação aos riscos dos hormônios à saúde”, afirmou Sprague.
 
Reação exagerada?
O risco aumentado de ter câncer de mama fazendo uso da terapia hormonal foi, talvez, o principal motivo que afastou as pessoas da terapia hormonal, acredita Robert Langer, membro da WHI e, atualmente, o principal pesquisador do Centro de Jackson Hole de Medicina Preventiva em Jackson, Wyoming (EUA).
 
“Eu pessoalmente acho que é uma reação exagerada aos danos que foram levantados pelo estudo da WHI”, disse Langer à Reuters Health.
 
A WHI descobriu que oito em cada 10.000 mulheres teria câncer de mama, um aumento de 26% no risco de ter a doença em relação às que não tomavam hormônios. Para Langer, no entanto, os resultados divulgados pela WHI se aplicavam bem mais às mulheres mais velhas, que tomavam hormônios para prevenir doenças crônicas, e não necessariamente às mais jovens, que procuram alívio dos sintomas da menopausa.
 
“O pêndulo pode ter balançado longe demais na direção oposta do uso da terapia hormonal”, disse Manson.
 
A reposição hormonal é considerada o tratamento mais eficaz para sintomas moderados e severos da menopausa, como ondas de calor e suores noturnos. Para as mulheres que usam hormônios, a FDA – agência responsável pela fiscalização de alimentos e medicamentos – recomenda que a medicação seja administrada na menor dose e pelo menor período de tempo possível.
 
Para Manson, é possível que as preocupações relativas aos riscos da terapia hormonal à saúde podem estar impedindo as mulheres de obter alívio dos sintomas da menopausa.
 
“Em uma mulher mais jovem, que tem ondas de calor, suores noturnos, e redução da qualidade de vida, é muito provável que os benefícios da terapia de curto prazo hormonal superem os riscos”, disse ela.
 
Ela aconselha qualquer mulher em busca de alívio para os sintomas da menopausa, que discuta os riscos e os benefícios individuais do tratamento com um médico.
 
Após as descobertas iniciais, em 2002, estudos subsequentes – tanto a partir de dados da WHI e de outros estudos – tentam esclarecer os riscos à saúde da terapia hormonal em diferentes faixas etárias femininas.
 
Para as mulheres mais jovens, mais perto da menopausa, por exemplo, alguns estudos encontraram um risco aumentado de câncer de mama, enquanto outros encontraram um menor risco de doença cardíaca e morte em comparação com as mulheres que não tomam hormônios.
 
Manson participa atualmente de um estudo em andamento que olha para os efeitos da terapia hormonal sobre o risco de doença cardíaca em mulheres com idades entre 42-58 – uma faixa etária mais jovem, em média, do que a faixa analisada na WHI. Outro estudo em andamento está comparando os riscos de doenças cardíacas entre as mulheres que começam a tomar a terapia hormonal logo após a menopausa ou mais de uma década mais tarde.
 
Fonte iG