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sábado, 13 de outubro de 2012

Tédio pode ser causado por falta de atenção

Você está com tédio, nao sabe o porquê? Cientistas da York University sabem. Eles apontam terem descoberto de onde surge o tédio, e seu porquê. Eles apontam que o sentimento tem muito a ver com o nosso estado de atenção. As informações são do jornal Huffington Post.
 
Os resultados, publicados no jornal Perspectives on Psychological Science destaca alguns pontos sobre como o tédio é construído. O primeiro deles é que não conseguimos prestar atenção ao que está acontecendo dentro de nós (pensamentos ou sentimentos) ou fora de nós.

Essa incapacidade de se concentrar acaba tornando difícil a dedicação para uma tarefa, o que gera certo descontentamento. O segundo ponto é que sabemos que não conseguimos prestar atenção e, o terceiro, que não é necessariamente nossa culpa.

Pesquisas anteriores a essa mostraram que o tédio pode não fazer bem. Um estudo de 2010, publicado no International Journal of Epidemiology, relacionou o aumento do tédio ao risco de morrer mais cedo. Sendo assim, alguns exercícios podem ajudar a se manter longe do tédio além de prolongarem o tempo de vida.
 
Um pequeno estudo suíço de 2008 concluiu que pessoas sedentárias que trocaram o elevador pelas escadas cortaram o risco de morte prematura em 15%. Outra pesquisa mostrou que subir 35 ou mais lances da escada por semana pode aumentar a longevidade.
 
Andar de bicicleta também é uma boa forma de inserir um pouco de atividade no seu dia, investindo um pouco de tempo ao ar livre. Mas fazer um exercício pedalando rapidamente pode ser ainda mais eficaz. Um estudo concluiu que homens que pedalavam mais rápido viveram cinco anos a mais do que aqueles que o fizeram devagar. As mulheres que aceleraram na bike viveram pelo menos mais quatro anos do que as demais.
 
Uma análise feita em 2009 também mostrou que homens que nadaram com regularidade tiveram cerca de 50% menos risco de morte do que os sedentários.
 
Outro estudo feito em 2011 concluiu que as pessoas que naturalmente caminham em um ritmo de um metro por segundo, ou mais rápido, viveram mais que os mais lentos. No entanto, os especialistas alertam que o fato de andar rápido pode ser mais um indicativo de longevidade, uma vez que o próprio corpo naturalmente escolhe a velocidade mais adequada para cada um.
 
Para cuidar da saúde também nao é necessário seguir uma atividade por pelo menos 30 minutos por dia. Um estudo mostrou que este período pode ser ainda menor. A pesquisa concluiu que, quando comparadas aos sedentários, as pessoas que fizeram 15 minutos de atividade diária adicionaram três anos em sua expectativa de vida.
 
E se for possível se dedicar a atividades com maior intensidade é melhor ainda, segundo estudo feito em 1995. Cinco dias por semana com caminhadas de 30 minutos adicionaram cerca de 1.5 anos de vida, enquanto exercícios intensos, como correr meia hora cinco dias por semana, acresceram aproximadamente 3.7 anos extras.
 
Fonte Corposaun

Com a chegada das flores, chegam também as alergias

Na primavera rinites e alergias tornam-se mais comuns por conta da polinização das plantas, com a chegada da primavera, surgem também às chamadas doenças sazonais. O fato ocorre, em grande parte, decorrente da polinização que as flores e árvores iniciam nesta fase, potencializada pelos ventos, comuns nessa época do ano, que transportam o pólen a quilômetros de distância.
 
A intensa floração das plantas produz grandes quantidades de pólen, aumentando a quantidade desses grãos no ar. Para os que já sofrem com alergias, mesmo que decorrentes de outros fatores, o incômodo é multiplicado. Segundo o Dr. Gilberto Ulson Pizarro, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, as inversões térmicas desta fase também contribuem para a piora dos casos. “Nos últimos dois anos, tivemos invernos e primaveras com temperaturas mais secas, além de maiores inversões de umidade. Esses choques climáticos facilitam o surgimento de alergias, que se agravam para quadros de rinite e sinusite”, explica.
 
Com a baixa na umidade do ar, causa pelos períodos de seca, ocorre uma queda na produção de óxido nítrico, gás produzido no pulmão e que atua como um dilatador durante a respiração, sendo liberado no nariz durante a expiração. O resultado da baixa na produção de óxido nítrico é a congestão nasal, que pode evoluir para quadros de inflamação nas vias respiratórias. O problema traz a sensação de cabeça pesada, dor nos olhos e seios da face e mal estar, além do incômodo nariz escorrendo.
 
Dr. Pizarro explica que no caso das alergias o tratamento inicia-se com o controle ambiental. “Os remédios são usados para amenizar as crises, mas se o causador da alergia não for detectado e tirado do ambiente, o problema irá persistir”, comenta. O especialista enfatiza que a melhor forma de tratamento é a prevenção. Após identificar que existe uma alergia, alguns cuidados tornam-se necessários, como: viver em ambientes limpos e arejados – procurando manter a ausência de fungos e ácaros, grandes vilões das alergias –, além da constante limpeza nasal.
 
“A limpeza nasal pode ser comparada com a lavagem das mãos”, ressalta o otorrinolaringologista. Esta higienização pode ser feita com soro fisiológico, de duas a três vezes ao dia, principalmente em dias secos.
 
Fonte Corposaun

Nanopartículas inteligentes são experanças na luta contra o câncer, Alzheimer e Parkinson

Pesquisadores da Universidade Politécnica de Valência (Espanha) desenvolveram nanopartículas inteligentes que são capazes de liberar substâncias terapêuticas de forma seletiva entre as células humanas envelhecidas.
 
Trabalhos clínicos mostram que a abordagem tem potencial para ser utilizada no tratamento de doenças ligadas ao envelhecimento das células, como câncer, Alzheimer e Parkinson.
 
Segundo os pesquisadores, este tipo de aplicação também pode ser útil para o desenvolvimento de algumas terapias cosméticas de uso tópico que tenham efeito antirrugas e também antienvelhecimento, ou aumentem a proteção contra a radiação UV, além de servir para combater a calvície.
 
O líder da pesquisa, Ramón Martínez Máñez, aponta que “pela primeira vez ficou demonstrado que podem ser liberadas substâncias selecionadas apenas nas células que estão em fase degenerativa ou senescentes e não em outras”.
 
A senescência é um processo fisiológico do organismo para eliminar células envelhecidas ou com alterações que podem causar cmprometimento quanto a sua viabilidade. “Quando somos jovens, os mecanismos de senescência previnem, por exemplo, a aparição de tumores. Mas com o envelhecimento, as células senescentes vão se acumulando em órgãos e tecidos, alterando o funcionamento correto dos mesmos”, explicam os pesquisadores.
 
Desta forma a eliminação dessas células retarda o aparecimento de doenças associadas ao envelhecimento.
 
A equipe testou as novas nanopartículas em células de pacientes com uma síndrome de envelhecimento acelerado conhecida como Disceratose Congênita. As culturas de células apresentavam uma alta porcentagem de senescência, caracterizada por elevados níveis de atividade de beta-galactosidase, enzima característica do estado senescente.
 
“As células envelhecidas expressam esta enzima em excesso e as nanopartículas que desenhamos se abrem na presença dela, liberando seu conteúdo para eliminar as células senescentes, prevenir sua deterioração ou, inclusivamente, reativá-las para seu rejuvenescimento”, explica Máñez.
 
O estudo levou a uma conclusão de que as nanopartículas aparecem como uma oportunidade única para administrar compostos terapêuticos de forma seletiva nos tecidos afetados e resgatar a viabilidade e a funcionalidade dos mesmos
 
Fonte Corposaun

Álcool é tido como a droga mais nociva

Imagem da internet
A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que os problemas
 causados pelo álcool causem 2,5 milhões de morte por ano
Uma escala concebida por um grupo de cientistas especialistas no assunto estabeleceu as taxas de perigo causado por diversas drogas. As taxas foram firmadas levando em conta os prejuízos combinados para o usuário e para a sociedade como um todo.

Resultado de um esforço para oferecer um guia aos governantes nas áreas de saúde, policiamento e assistência social, o resultado foi surpreendente. O critério utilizado na pesquisa é conhecido como análise multicritério de decisão, onde se mediu os danos causados de acordo com nove critérios de malefício ao usuário e mais sete à sociedade.
 
Na escala de nocividade, as drogas foram pontuadas de 0 – menos nociva a 100 – mais nociva. O álcool foi considerado a substância mais prejudicial, atingindo 72, seguido da heroína (55) e do crack (54). Outras drogas que pontuaram mais baixo foram: cocaína (27), tabaco (26), metanfetamina (33), anfetaminas (23), maconha (20), benzodiazepínicos, como Valium (15), ketamina (15), metadona (14), esteróides anabólicos (9), LSD (7) e cogumelos (5).
 
Os critérios de danos pessoais contabilizados incluem morte pela droga, problemas de saúde relacionados ao consumo, dependência e perda de relacionamentos. Já os problemas causados a terceiros contam criminalidade, danos ambientais, sociais, conflitos familiares, danos internacionais e custos econômicos.
 
A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que os problemas causados pelo álcool causem 2,5 milhões de morte por ano. Para os pesquisadores, os sistemas atuais de classificação de drogas não possuem uma relação adequada aos danos causados. O álcool e o tabaco, substâncias lícitas que foram inclusas na pesquisa, causam muito mais danos que substâncias ilegais como maconha, ecstasy e LSD, como doenças hepáticas e cardíacas, acidentes de trânsito e câncer.
 
Para os especialistas, o resultado do estudo aponta que evitar o consumo de bebida alcoólica é uma estratégia válida e necessária à saúde pública.
 
Fonte Corposaun

Moscas de fruta geneticamente modificadas ajudam em pesquisas sobre convulsões

Cientistas dos Estados Unidos criaram moscas de fruta geneticamente modificadas que funcionam como modelo da epilepsia, sendo capazes de revelar o mecanismo pelo qual convulsões ocorrem dependentes a temperatura corporal.
 
A pesquisa pode fornecer um modelo genético útil da epilepsia permitindo com que investigadores olhem para potenciais tratamentos para a doença.
Os pesquisadores usaram uma técnica chamada recombinação homóloga, mais precisa e sofisticada do que a engenharia genética transgênica, para injetar nas moscas Drosophila melanogaster (uma mutação causadora da doença, que é um análogo direto da mutação que leva a crises epilépticas febris em seres humanos).
 
Eles monitoraram as convulsões dependentes da temperatura em todo o organismo das moscas inteiros e também em seus cérebros. Os resultados revelaram que a mutação leva a uma quebra na capacidade de certas células que normalmente inibem a hiperatividade cérebro para regular seu comportamento eletroquímico.
 
Segundo Robert Reenan, co-autor da pesquisa de Brown University, além de fornecer evidências sobre a neurologia de convulsões febris, a pesquisa consiste na primeira vez em que alguém introduziu uma mutação causadora da doença humana no mesmo gene de moscas.
 
Quando os pesquisadores colocaram moscas em tubos e banhou os tubos em 104 graus Fahrenheit, as moscas de fruta mutantes tiveram convulsões depois de 20 segundos. Depois disso, elas permaneceram imóveis durante meia hora antes de se recuperarem. Moscas inalteradas, entretanto, não apresentaram convulsões dependentes da temperatura.
 
Moscas fêmeas com estirpes mutantes de ambas as cópias do gene para a doença foram mais suscetíveis a ataques. Aquelas com apenas uma cópia do gene mutante eram menos propensas do que aquelas com dois.
 
A análise individual das moscas mostrou a presença de “falhas” em como os neurônios GABAérgicos assimilam o sódio por meio de canais na membrana celular. Em circunstâncias normais, os neurônios inibem a hiperatividade do cérebro. Mas a presença do gene mutante gerou um mau uso do sódio e levou a falhas ‘elétricas’.
 
Fonte Corposaun