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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Sete hábitos simples para um coração saudável

Conheça medidas fáceis de adotar que podem evitar doenças cardiovasculares
 
A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda sete práticas simples para quem quer garantir a saúde do coração. Adotá-las pode evitar doenças cardíacas graves como o acidente vascular cerebral (AVC) ou o infarto. Conheça os hábitos para um coração saudável e coloque-os em prática:

Não fume
As doenças causadas ou agravadas pelo fumo correspondem a 63% das mortes do planeta. O cigarro deve matar em 2011 quase 6 milhões de pessoas em todo o mundo – dessas, 600 mil são fumantes passivos.
 
Até 2030, serão oito milhões de vítimas. O cigarro começa a destruir o DNA do fumante poucos minutos depois que a fumaça é inalada. Parar de fumar é difícil, mas possível.
 
Faça exercícios
O exercício físico não deve fazer parte da rotina apenas de quem quer entrar em forma. A atividade é um dos itens mais importantes para fazer o corpo funcionar corretamente. Os exercícios afastam doenças cardiovasculares, reduzem a necessidade de medicação em quem tem hipertensão, reduzem a enxaqueca, fazem bem ao cérebro e melhoram a performance sexual e a capacidade pulmonar.

Controle o peso
O excesso de peso é prejudicial à saúde. O ideal é manter o índice de massa corpórea (IMC) entre 20 e 25. A obesidade praticamente dobrou no mundo nos últimos 30 anos, afetando 500 milhões de adultos, a maioria mulheres. O excesso de peso predispõe à doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e colesterol alto.

Controle a pressão arterial
Cheque sua pressão com frequência. Quando for ao médico, seja de qualquer especialidade, peça para ele medir sua pressão arterial e fique atento se ela está acima de 12 por 8, o valor considerado normal. Se tiver histórico de hipertensão na família, faça o acompanhamento a partir dos 30 anos e não descuide da quantidade de sal ingerida. A hipertensão arterial aumenta a probabilidade de ter um derrame, infarto, insuficiência cardíaca, doença renal e morte prematura. No Brasil, 27% das mulheres e 21% dos homens sofrem da doença, segundo o Ministério da Saúde.

Faça uma dieta balanceada
Excesso de açúcar, sal ou gordura são os principais vilões de uma alimentação adequada. Uma dieta balanceada inclui porções de frutas, legumes e verduras, além das proteínas advindas das carnes, de preferência, as magras.

Controle o colesterol
No Brasil, 40% da população tem colesterol alto e boa parte não sabe que tem a doença. A gordura ruim presente na circulação sanguínea é proveniente da dieta rica em alimentos com gordura saturada e gordura trans, como os embutidos, cortes gordurosos de carne, margarinas, biscoitos recheados, sorvetes entre outros.

Controle a glicose
Controlar o índice de glicose é ficar de olho no diabetes. Com esse índice sob a mira, dificilmente a doença pegará você de surpresa.
Fonte iG

Mortalidade feminina cai 12% nos últimos 10 anos

Doenças cardiovasculares e incidência de câncer ainda são as principais causas de óbitos entre as mulheres
 
A taxa de mortalidade no País caiu de 4,24 óbitos por 100 mil mulheres para 3,72 de 2000 a 2010, de acordo com estudo divulgado nesta segunda (22) pelo Ministério da Saúde. A maior redução foi verificada na região Sul (14,6%), seguida pelo Sudeste (14,3%), Centro-Oeste (9,6%), Nordeste (9,1%) e Norte (6,8%).   
         
Entre as principais causas de mortalidade feminina estão as doenças do aparelho circulatório, como acidente vascular cerebral (AVC) e o infarto, que aparecem em primeiro lugar representando 34,2% dos óbitos. O número de casos de AVC, apesar de ainda ser alto, caiu de de 43,87 em 2000 para 34,99 em 2010. As doenças isquêmicas do coração, como o infarto, também tiveram a taxa reduzida de 34,85 para 30,04.           
 
As neoplasias ( câncer) são a segunda maior causa de óbitos em mulheres em 2010, no total de 18,3%. Entre elas, o câncer de mama tem o maior índice (2,8%), seguido do câncer de pulmão (1,8%) e do câncer do colo do útero (1,1%).

Faixa etária
Se olhadas de acordo com cada faixa etária, as doenças do aparelho circulatório e neoplasias se confirmaram como as causas mais frequentes de mortes de mulheres acima dos 30 anos. Já nas crianças menores de 10 anos predominaram as afecções perinatais, doenças que atingem os recém-nascidos. Entre mulheres de 10 a 29 anos, as causas externas, como, por exemplo, acidentes e agressões, são as que fazem mais vítimas.            
  
O estudo, chamado Saúde Brasil, também revelou a taxa de mortalidade materna de 2010: 68 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos. Na comparação com os últimos 20 anos (1990 a 2010), a razão da mortalidade materna no Brasil caiu 50%.

Fonte iG

Feijão, morango e outros 12 alimentos na prevenção ao câncer de mama

Dieta saudável e exercício físico evitariam 14 mil casos de câncer de mama por no no Brasil. Veja quais alimentos priorizar na dieta
 
Outubro foi escolhido como o mês de conscientização sobre o câncer de mama, uma das doenças mais letais entre as mulheres. Para os oncologistas, a primeira mudança indicada para o chamado “Outubro Rosa” está na alimentação.
 
As pesquisas sobre os efeitos da dieta saudável na prevenção dos tumores já estão consolidadas. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca) o controle do peso e a substituição dos industrializados por alimentos saudáveis são capazes de reduzir em 28% os casos de câncer de mama. Fazendo as contas isso indica que, apenas em 2012, 14 mil novos casos da doença seriam evitados, já que são esperados 52 mil novos registros no ano.
 
A nutricionista da Clínica Mayo da Flórida (EUA), Sonia Murgueytio Jurado, elencou quais são os alimentos mais protetores contra o câncer de mama. Segundo ela, esses ingredientes são ricos em ligninas, flavonoides e licopenos. Além disso, ela orienta a reduzir o consumo de carne vermelha para apenas duas vezes por semana, utilizar o azeite de oliva no cozimento dos produtos e apostar nas comidas frescas e não industrializadas. Outra dica é colocar frutas em todas as refeições, seja na salada ou sobremesa.
 
Amoras: possuem licopeno, pigmentos protetores por reforçarem a imunidade do organismo.
 
Azeite de oliva: use no preparo dos alimentos porque eles reduzem as substâncias gordurosas causadoras de câncer.
 
Beterraba: é rica em flavanoides e um fotoquímico indicado na prevenção ao câncer de mama.
 
Castanha-do-pará: ajuda a proteger contra o câncer, por ser rica em lignina.
 
Chá verde: tem ação antioxidante.
 
Ervilhas: têm fitoestrogênio ideias para equilibrar a ação negativa do estrogênio.
 
Feijão é rico em fitoestrogênio: o consumo limita o efeito prejudicial dos hormônios da menopausa.
 
Maçã: é rica em flavanoides, que reforça a proteção do organismo em especial após a menopausa.
 
Melancia: contém licopeno que previne a oxidação das células.
 
Morangos: também são ricos em licopenos e flavanoides, que atuam no equilíbrio hormonal.
 
Nozes: são ricas em ligninas, que protegem o corpo das gorduras nocivas.
 
Pães e massas integrais: favorecem a mulher pois são riscos em componentes antioxidantes.
 
Tofu:  também é rico em fitoestrogênio que atenua a mudança hormonal, um dos gatilhos do câncer de mama.
 
Tomate: contém licopeno, substância que protege ação dos radicais livres.
 
Fonte iG

Corrimento e ardência após o sexo é normal?

A Fernanda* contou o seguinte para a gente: “Estou com 18 anos, faço sexo há algum tempo e sempre depois da minha relação sexual tenho muito corrimento e sinto uma ardência ao urinar. Isso é normal?” Puxa, vai ser preciso verificar isso com exames. Saiba mais sobre essa questão:
 
O corrimento
Será necessário marcar uma consulta com o médico ginecologista para ver o que é isso, e se tudo bem ou não ter esse corrimento. E como tratar, claro, se for o caso. Vale saber que pode ser que a gente tenha algumas secreções depois da transa, mas se for algo com mal cheiro e uma cor muito esquisita, por exemplo, é o caso de investigar com o médico, informam eles.
 
A ardência
Há quem tenha alergia ao látex da camisinha e isso provoque ardência tanto durante como depois da transa. Na hora do xixi, a ardência pode estar relacionada também à infecção urinária. Ainda pode ser que a transa mexa com a região vaginal a ponto de provocar candidíase. Os micro-organismos que causam essa doença habitam normalmente a vagina. Porém, em situações como as de baixa resistência do organismo, grande estresse ou muita ansiedade, podem se multiplicar e causar incômodos como a ardência relatada. Ou pode ser outra coisa, que só um exame com o médico ginecologista lhe dirá ao certo.
 
Se for problema da camisinha
Já existem no mercado marcas que usam outros materiais e que não dão alergia. Como a camisinha feminina: há uma feita de borracha nitrílica, que promete não dar alergia a ninguém. Vale procurar e experimentar!
 
Se forem doenças ou infecções
O tratamento costuma ser bem eficaz, mas desde que você faça direito, que é procurando um médico, fazendo os exames e seguindo à risca as orientações. Cuide-se, pois isso é importante para a sua saúde e também para o seu prazer.
 
Fonte igirl

É normal ter vontade de fazer xixi durante o sexo?

A Cristiane* contou o seguinte para a gente: “Tenho 19 anos, meu problema é o seguinte: toda vez que estou próxima ao orgasmo, sinto uma forte vontade de urinar. E mesmo que esvazie a bexiga antes, sinto essa vontade e preciso ir ao banheiro. Não urino quase nada, mas essa vontade é um problema porque sempre acho que não gozei”. Como lidar com isso? Vamos às possibilidades de resposta:
 
O orgasmo
Quando a gente chega perto desse clímax, que é um momento de máximo de prazer, e que vem seguido de um profundo relaxamento, muita coisa acontece na região dos nossos genitais. O orgasmo é uma sequência de contrações muito prazerosas que ocorrem na região vaginal e que duram por volta de 10 segundos. Essa movimentação do orgasmo pode sim fazer com que a gente sinta vontade de fazer xixi. Mas isso também pode ocorrer por conta do próprio sexo em si: por exemplo, com os movimentos da penetração vaginal.
 
As sensações
Pode ocorrer também de a gente ter variadas sensações na região da vagina na hora da excitação sexual, e até mesmo confundir algumas delas com a vontade de fazer xixi. Fazer o que nessa hora? O que você quiser e o seu corpo pedir: se deu vontade de ir ao banheiro, por que não? E se for uma vontade que se confunde com reações de prazer na região dos genitais, que tal tentar se observar um pouco mais antes de correr para fazer xixi? A gente vai se percebendo e descobrindo melhor como lidar com as reações de prazer exatamente assim: aos poucos.
 
A intensidade do prazer
Saber se você chegou ao orgasmo ou não é outra história. Você pode interromper o sexo sempre que quiser e precisar, e depois retomar a sua estimulação erótica até atingir o orgasmo. E como vai saber se chegou lá? Mais uma vez, tentando se perceber bem: orgasmo é aquela sensação que falamos de máximo de prazer. Depois dá um gostoso relaxamento. A cada vez, a intensidade pode ser de um jeito: às vezes a gente tem um grande orgasmo, outras vezes nem tanto. E há vezes em que nem se chega lá. Tudo isso é natural. Observe-se! E vá buscando cada vez mais os seus melhores jeitos de sentir prazer.
 
Fonte igirl