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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Musculação teria efeitos similares aos da medicação contínua no controle da pressão arterial, aponta estudo

Literatura médica já contemplava benefícios de exercícios aeróbios no controle da hipertensão
 
Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) constataram que exercícios de força, essencialmente musculação, realizados por portadores de problemas moderados de pressão arterial obtêm resultados benéficos semelhantes aos registrados pela medicação contínua.
 
A descoberta derruba o mito de que apenas as atividades aeróbicas, como natação e caminhada, surtiam efeitos positivos para o controle do mal. Outro benefício constatado é que, mesmo quatro semanas após a suspensão do exercício, a redução da pressão se manteve estável.
 
Coordenador do estudo, o biólogo molecular Ronaldo Araújo explica que na literatura médica já haviam sido comprovados os benefícios dos exercícios aeróbios no controle da hipertensão, embora não houvesse uma justificativa plausível para a não indicação da musculação para esses pacientes.
 
Os resultados foram animadores. A média anterior da pressão era de 153 milímetros sistólica e 96 milímetros diastólica. Com o treino, essa taxa caiu para 137/84, e os pacientes obtiveram também aumento da força física e da flexibilidade.
 
Um outro estudo acompanhou hipertensos por 27 anos e comprovou que quanto mais massa muscular o hipertenso tem, mais tempo ele vive. A explicação é que isso permite que o paciente execute tarefas sem precisar de muito esforço.
 
Fonte Zero Hora

Fórum discute desafios de famílias com crianças com doenças crônicas

Rio de Janeiro – Com 4 anos de idade, Vitória Venâncio já viveu mais da metade deles internada no Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na zona sul da capital fluminense. A menina sofre de encefalopatia (alteração patológica com sinais inflamatórios relacionadas ao encéfalo) e depende de um aparelho para conseguir respirar.
 
Moradora de Teresópolis, na região serrana, a mãe da garota, Daniela Venâncio, vive de favor na garagem de uma casa com outro filho, que também sofre da mesma patologia da irmã. Sem condições financeiras, ela visita a filha apenas uma vez por semana.
 
Cristina Batalha perdeu o emprego depois que o filho Roberto, de 13 anos, que tem uma doença crônica, foi internado por causa de um acidente vascular cerebral. O adolescente está hospitalizado há nove meses. “Meu marido acabou demitido também, porque precisou faltar muito por causa do meu filho. Hoje, ele vive de biscate e eu fico com meu filho todo o tempo. A gente podia tratá-lo em casa, mas não temos recursos para ter um homecare [serviço médico em casa],” contou a mãe.
 
“Estamos tirando a vez de outra criança, talvez com problema muito mais grave, e meu filho correndo o risco de pegar uma doença hospitalar, quando ele podia estar em casa, com o irmão, tendo uma recuperação muito melhor”, lamentou Cristina.
 
As histórias dessas mães se repetem por todo o país, o levou o IFF a promover ontem (23) o 3° Fórum Ampliado sobre Políticas Públicas de Promoção da Saúde de Crianças e Adolescentes com Doenças Crônicas e Deficiências e suas Famílias, com a presença de parlamentares e representantes da sociedade civil.
 
A coordenadora do Núcleo de Apoio a Projetos Educacionais e Culturais (Napec) da fundação, Madalena Oliveira, relatou os dramas de famílias sem condições de tratar as crianças e adolescentes em casa ou visitá-los. “Coordeno um grupo de 100 voluntários aqui no instituto que fazem 'vaquinha' para comprar um vale-transporte para essas mães que não têm dinheiro para vir aqui com frequência. Isso é uma vergonha. Por isso, a intenção de trazer políticos aqui é sensibilizá-los para termos garantia legal para essas famílias”.
 
O vereador Paulo Pinheiro (PSOL-RJ) ressaltou que políticas públicas para atender essas famílias existem, porém a maioria não é aprovada pelo Legislativa ou não sai do papel. “Se a sociedade organizada não cobra, essas leis não são postas em prática”.
 
O deputado federal Alessandro Molón (PT-RJ), que também participou do fórum, citou dois projetos de lei, de sua autoria quando era deputado estadual, voltados para doentes crônicos e com deficiência que tramitam há dois anos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Um isenta pessoas com doenças crônicas e que usam aparelhos médicos de forma contínua do pagamento de imposto sob a tarifa de energia elétrica. “O outro projeto [PL 3.155/2010] que prevê a possibilidade do familiar do portador de doença crônica andar de graça no ônibus durante a internação do paciente não recebeu parecer de nenhuma comissão até hoje. Por isso, a mobilização de vocês é decisiva.”
 
A coordenadora do Saúde Brincar do IFF, Martha Moreira, lembra que os cuidadores, na maioria pobres, não têm apoio legal para cuidar dos filhos. “De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 80% das crianças com deficiência vivem em países pobres e menos de 3% das pessoas com deficiência recebem algum tipo de reabilitação”.
 
O deputado federal Jean Willys (PSOL-RJ) defendeu o investimento em cuidadores de pessoas com doenças crônicas como forma de desafogar o sistema de saúde. “Essa pessoa que dedica sua vida a cuidar desse paciente desobriga o Estado de uma tarefa que é dele, de dar saúde integral. O Estado está poupando e tem que dar direitos a essas pessoas, sobretudo trabalhistas e de renda mínima, para que esses cuidadores possam custear suas necessidades básicas”, disse o deputado.
 
Durante o debate, foi apresentada proposta para que parte das moradias construídas pelo Programa Minha Casa, Minha Vida seja destinada a parentes de crianças e adolescentes com deficiência e doenças crônicas. Outra demanda é a inclusão desses pacientes no sistema educacional, com acessibilidade física e profissionais preparados.
 
Fonte Agência Brasil

Equipe internacional desenvolve implantes médicos biodegradáveis

Circuito biodegradável começa a ser dissolvido na água
Instituto Beckman
Circuito biodegradável começa a ser dissolvido na água
Uma equipe de pesquisadores dos Estados Unidos, da China e Coreia do Sul inverteu a lógica do desenvolvimento de produtos eletrônicos e com isso deu partida a uma nova tecnologia: o implante médico biodegradável, capaz de ser reabsorvido pelo corpo. E com potencial de ser usado também no monitoramento ambiental e em produtos eletrônicos não poluentes.
 
Em vez de passar por duas cirurgias --uma para implantar, outra para retirar o implante--, o paciente passaria apenas pela primeira. O implante deixaria de funcionar no momento programado. E, se fosse deixado para monitorar um derramamento de óleo, o equipamento não precisaria ser recuperado depois que cumprisse sua função. Se colocado em produtos, não poluiria o ambiente como fazem hoje eletrônicos obsoletos descartados (telefones celulares, por exemplo).
 
"Um objetivo abrangente no desenvolvimento de quase toda classe de produtos eletrônicos é obter operação com alto desempenho em formatos físicos que passam por mudanças desprezíveis com o tempo", escreveram os 22 autores do estudo em edição recente da revista americana "Science".
 
Ou seja, para durar para sempre. Isso envolve prestar atenção a detalhes de comportamento físico de materiais, padrões dos traçados de circuitos e até a maneira de embrulhar o produto.
 
A mesma estratégia de desenvolvimento de engenharia pode ser invertida, mas com o objetivo oposto, fazer o aparelho desaparecer na hora desejada.
 
A equipe foi coordenada por John A. Rogers e Suk-Won Hwang, da Universidade de Illinois (EUA).
Os implantes poderiam liberar medicamentos controladamente, ou aumentar a temperatura local, para facilitar o tratamento de infecções, ou auxiliar o crescimento de tecido ósseo.
 
Uma seda
Os circuitos eletrônicos foram feitos de materiais como o tradicional silício, mas incluindo óxido de magnésio e mesmo seda.
 
Testes foram feitos em laboratório e em implantes em camundongos e ratos.
 
Além de reduzir a infecção no local testado, os implantes já tinham quase desaparecido ao serem checados tempos depois. O ritmo de absorção do eletrônico é, em grande parte, ditado pela seda, que demora mais para se biodegradar.
 
Dependendo da aplicação, essa "eletrônica transitória" pode durar dias, semanas, meses ou anos.
 
Apesar de extremamente fino, o equipamento pode incluir transistores, sensores, antenas, células solares e até minúsculas câmaras digitais.
 
O implante nos roedores envolvia liberar substâncias bactericidas para prevenir infecções no local das cirurgias.
 
Normalmente, o silício usado em aparelhos eletrônicos demoraria muito tempo para degradar. Mas usados em membranas ultrafinas, como neste estudo, o processo fica bem mais rápido --dias, semanas, meses.
 
Magnésio e silício são elementos químicos com os quais o corpo humano está acostumado (e até precisa deles em pequenas quantidades). A quantidade de elementos como esses dois nos implantes também está longe de ser tóxica, ficando bem abaixo da sua necessidade pelo organismo.
 
Fonte Folhaonline

Estudo da UFMG aponta terapia que diminui proliferação de células de câncer

Pesquisadores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) desenvolveram uma forma de terapia gênica que "aprisiona" o cálcio do núcleo das células cancerosas, diminuindo a taxa de proliferação delas. A novidade é que quando essa técnica é associada à radioterapia, ela aumenta a eficácia do tratamento com radiação, permitindo o uso de apenas metade da dosagem normalmente necessária e diminuindo a reincidência da doença.
 
Essa pesquisa, ainda em fase pré-clínica (ou seja, antes do teste em doentes humanos), tem o potencial para promover tratamentos mais efetivos para os cânceres de cabeça e pescoço.
 
A pesquisa foi publicada na revista científica de livre acesso "Journal of Cancer Sciences & Therapy".
 
"Foi surpreendente conseguir desenvolver um sistema de irradiação in vitro que se aproxima ao máximo do protocolo de radioterapia utilizado em pacientes", disse à Folha a principal autora do estudo, a doutoranda Lídia Andrade.
 
Para Maria de Fátima Leite, orientadora de Lídia e coautora do estudo, "a grande descoberta dessa pesquisa é que o tamponamento do cálcio no núcleo da célula, associado à radioterapia, mostra-se mais eficiente do que a radioterapia ministrada isoladamente".
 
Aprisionando Cálcio
Em seus testes in vitro, os pesquisadores inocularam com vírus modificados geneticamente culturas de um tipo de células tumorais de pele conhecidas pela tendência a desenvolverem resistência à radioterapia. Esse vetor viral carregava a receita de uma proteína que "aprisiona" o cálcio presente no interior do retículo nucleoplasmático.
 
Essa organela se encontra dentro no núcleo da célula e é responsável pelo armazenamento e liberação de cálcio. A identificação dessa função foi feita em 2003 pela coautora Maria de Fátima Leite em parceria com pesquisadores americanos.
 
Depois de quase dez anos da descoberta dessa organela nuclear, Maria de Fática Leite diz que "é com imensa alegria que meu grupo de pesquisa e eu estamos presenciando esta possibilidade real de aplicação direta de dados de pesquisa básica em biologia celular para a saúde das pessoas".
 
O cálcio age como um sinalizador no núcleo, principalmente promovendo a divisão celular. Com menos cálcio agindo, o crescimento tumoral é diminuído.
 
Célilas no Raio-X
Os pesquisadores submeteram as culturas experimentais ao procedimento de radioterapia desenvolvido por eles, que mimetiza ao máximo o protocolo diário de tratamento de radioterapia para os casos de câncer de cabeça e pescoço. Eles viram que, em uma semana de irradiação, a combinação de ambas as terapias, genética e radiológica, é melhor do que cada uma delas em separado.
 
"Percebemos que o tamponamento utilizado como adjuvante da radioterapia não só reduz a quantidade de células tumorais mas também a dosagem de radioterapia necessária", relata Lídia Andrade. Com isso, é possível reduzir os efeitos colaterais da radioterapia.
 
Para Rafael Bento Soares, doutor em biotecnologia pela USP, a coisa mais interessante da pesquisa é o método desenvolvido para mimetizar o tratamento normal de radioterapia. "Isso pode possibilitar um maior avanço para testar o efeito da radiação em combinação com outras terapias para outros tipos de doenças", disse ele à Folha.
 
Até então, os pesquisadores trabalhando com radiação em culturas de célula usam um modelo que não reflete a situação real do paciente na radioterapia. Segundo Fátima Leite, o método elaborado por Lídia Andrade é muito simples. "Ela o padronizou cuidadosamente criando um protocolo que realmente mimetiza uma radioterapia e pode ser usado por qualquer pesquisador do mundo", afirmou.
 
Causado pelo tabagismo crônico, consumo de álcool e até vírus HPV tipo 16, o câncer de cabeça e pescoço está em oitavo no ranking mundial dos cânceres que mais matam. Pelo fato de os homens fumarem e beberem mais e irem menos ao dentista, eles são os mais acometidos pela doença, que atinge as regiões do lábio, língua, glândulas salivares e céu da boca.
 
Fonte Folhaonline

FDA investiga elo entre energético e mortes nos EUA

Cinco pessoas podem ter morrido nos últimos três anos depois de tomar Monster Energy, uma bebida energética popular que tem alto teor de cafeína. É o que revelam boletins de ocorrência divulgados recentemente pela Food and Drug Administration (FDA - a Administração de Alimentos e Drogas).
 
Como é o caso de boletins semelhantes registrados junto ao FDA em casos ligados a medicamentos ou aparelhos médicos, os boletins não comprovam uma ligação entre o consumo de Monster Energy e os óbitos ou problemas de saúde. Os boletins foram obtidos recentemente, graças à Lei de Liberdade de Informação, pela mãe de uma garota de 14 anos do Estado de Maryland que morreu em dezembro de arritmia cardíaca, depois de tomar latas grandes de Monster Energy por dois dias consecutivos.
 
Na semana passada, Wendy Crossland, a mãe da adolescente em questão, moveu uma ação contra a Monster Beverage, empresa de capital aberto de Corona, Califórnia, antes conhecida como Hansen Natural. A ação alega que a Monster não avisou os consumidores sobre os riscos de suas bebidas energéticas. Uma porta-voz da companhia declarou na semana passada que seus produtos são seguros e não são a causa da morte da adolescente.
 
A porta-voz em questão, Judy Lin Sfetcu, acrescentou que a Monster "não tem conhecimento de qualquer morte em qualquer lugar que tenha sido provocada por suas bebidas".

No final do pregão, as ações da Monster Beverage apresentavam queda de mais de 14%, depois de ser divulgado o anúncio da FDA.
 
Em entrevista, uma porta-voz da FDA, Shelly Burgess, disse que a agência recebeu informações sobre cinco mortes possivelmente ligadas à bebida, além de um relato sobre um ataque cardíaco não fatal. Os relatos cobrem o período de 2004 a junho deste ano, mas todas as mortes ocorreram em 2009 ou mais tarde. Alguns boletins de ocorrência adicionais aludiram a outros eventos adversos, como dor abdominal, vômito, tremores e arritmia cardíaca.
 
Os boletins não deixam claro se houve outros fatores envolvidos nos incidentes, como álcool ou drogas. Mas o número de relatos que a FDA recebe sobre qualquer produto que regulamenta geralmente subestimam em muito o número real de problemas.
 
A divulgação dos boletins sobre o Monster Energy podem levar ao aumento dos chamados no Congresso por uma regulamentação maior do setor das bebidas energéticas. A bebida Monster Energy é uma entre dezenas de bebidas energéticas, como Red Bull e Rock Star, e "injeções" energéticas como a 5-Hour Energy, que empresas estão promovendo agressivamente junto a adolescentes e jovens.
 
Em comunicado, a porta-voz da FDA disse que cabe aos fabricantes de bebidas energéticas investigar acusações de mortes ou lesões associadas ao consumo de seus produtos. Ela disse que a FDA ainda está analisando os casos, mas ainda não determinou uma relação causal entre as mortes e a bebida.
 
Mas a divulgação dos boletins da FDA pode também levantar questões sobre o monitoramento da segurança dos produtos energéticos por parte de seus produtores, e sobre se a FDA fiscaliza essas atividades.
 
Na noite de segunda-feira, Sfetcu, a porta-voz da Monster Beverage, disse que a empresa não tinha recebido cópias dos boletins de ocorrência da FDA sobre possíveis mortes vinculadas a seus produtos, com a exceção do boletim registrado sobre a morte em dezembro da adolescente do Maryland, Anais Fournier. A porta-voz disse não saber se a empresa monitorou ativamente o banco de dados da FDA que reúne boletins sobre ocorrências desse tipo.
 
A Monster Beverage produz bebidas energéticas diversas com nomes como Monster Rehab, Monster Assault e Monster Heavy Metal. Os rótulos dos recipientes afirmam que os produtos "não são recomendados" para alguns consumidores, incluindo crianças --definidas pelos produtores de bebidas como menores de 12 anos-- e pessoas "sensíveis" à cafeína.
 
Pelas normas vigentes da FDA, as empresas não são obrigadas a revelar os teores de cafeína de suas bebidas e podem optar por vender seus produtos como bebidas ou suplementos alimentares. Essas diferentes categorias possuem normas diferentes sobre rótulos e ingredientes.
 
Adultos saudáveis podem consumir cafeína em grandes quantidades de fontes como café, chá preto e bebidas energéticas, mas a cafeína, droga que atua como estimulante, pode trazer riscos para pessoas com condições subjacentes como problemas cardíacos.
 
A lata de 0,68 litro de Monster Energy, do tipo que Anais Fournier consumiu, contém 240 miligramas de cafeína.
 
A ação judicial aberta na semana passada em nome da adolescente alude a relatórios de autópsia e médico legista segundo os quais ela morreu de "arritmia cardíaca devida a toxicidade por cafeína", que teria exacerbado um problema cardíaco já existente. O relatório também indicou que a adolescente sofria de síndrome de Ehlers-Danlos, que pode afetar os tecidos conectivos do corpo, incluindo os vasos sanguíneos.
 
Um advogado da família de Fournier, Kevin Goldberg, disse que a garota de 14 anos tinha consciência de ter um problema cardíaco, mas que seus médicos não lhe tinham recomendado limitar suas atividades físicas ou seu consumo de cafeína.
 
Numa carta de abril citando a morte da adolescente, o senador democrata Richard Durbin, do Illinois, exortou a FDA a regulamentar os níveis de cafeína em bebidas energéticas.

Em agosto, representantes da FDA responderam dizendo que não há evidências suficientes para que sejam tomadas medidas sobre os níveis de cafeína em bebidas energéticas. Mas a agência também observou que ainda não tinha recebido relatórios médicos sobre a morte da adolescente de Maryland.
 
Fonte Folhaonline