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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Concurso Prefeitura de São João do Rio do Peixe – PB 2012

Está disponível edital do Concurso público da Prefeitura de São João do Rio do Peixe do Estado da Paraíba ( PB) com 122 vagas para os níveis fundamental, médio e superior.

A remuneração varia de R$ 622,00 a R$ 7.838.
 
As etapas iniciais do concurso serão conduzidas pela organizadora Contemax em parceria com a Prefeitura de São João do Rio do Peixe .
 
As inscrições devem ser feitas de 21 de outubro a 09 de novembro de 2012 no site www.contemaxconsultoria.com.br/. Neste mesmo site você poderá encontrar o Edital completo com todas as regras do concurso.
 
O valor da taxa de inscrição varia de R$ 30,00 a R$ 50,00. A inscrição também poderá ser feita em locais indicados no edital.
 
ATENÇÃO: Não faça sua inscrição antes de ler atentamente o edital ou manual do candidato. Leia o edital no site da organizadora Contemax informado.
 
Provas
A organizadora ainda não divulgou a data das provas.
 
Haverá questões de Português , Matemática , Informática , Conhecimentos Gerais , Atualidades , entre outras (clique para ver material relacionado/publicidade).
 
As datas, locais e horários das provas objetivas serão comunicados previamente pela organizadora e é de responsabilidade do candidato estar atento a todas as novas informações sobre o Concurso ‘ Prefeitura de São João do Rio do Peixe ‘.
 
Resumo do Edital
Concurso:Prefeitura de São João do Rio do Peixe
Vagas:122
Salário:A remuneração varia de R$ 622,00 a R$ 7.838.
Escolaridade:os níveis fundamental, médio e superior.
Inscrições:de 21 de outubro a 09 de novembro
Valor das Inscrições:varia de R$ 30,00 a R$ 50,00
Data das Provas:Não informado
Organizadora:Contemax
Link do Edital:http://www.contemaxconsultoria.com.br/
Ao fim da primeira etapa, os gabaritos e resultados das provas do concurso estarão disponíveis através da organizadora ou do site informado acima.
 
Não se esqueça de retirar suas dúvidas sobre o “Concurso da Prefeitura de São João do Rio do Peixe ” lendo atentamente o edital publicado. O candidato poderá obter demais orientações e informações através da central de atendimento da entidade organizadora Contemax.

Centro de pesquisa cadastra meninas e mulheres para receber vacina contra HPV em Porto Alegre

Foco é em populações de baixa renda, já que a vacina não é oferecida pela rede pública de saúde
 
O Centro de Pesquisa do Câncer da Mulher está cadastrando pessoas do sexo feminino com idade entre nove a 25 anos para receber gratuitamente vacina para a prevenção da infecção pelo vírus HPV, agente causador do câncer de colo do útero.

O médico Paulo Naud, professor de ginecologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coordenador do projeto, explica que o objetivo é fazer um acompanhamento da eficácia de duas vacinas contra o HPV disponíveis no mercado. Segundo Naud, a vacina ainda não é oferecida pela rede pública de saúde. Em clínicas particulares, cada dose — são três no total — custa em torno de R$ 300.

— O HPV é um problema de saúde pública muito grave, pois leva à morte em 50% dos casos. Como acomete mulheres jovens, muitas vezes com filhos pequenos, isso tem um impacto social negativo, pois acaba deixando muitos órfãos, por sua vez, suscetíveis à marginalidade — comenta o professor.

Dados trazidos por Naud apontam que 18 mil casos da doença são registrados por ano no Brasil. Além disso, mulheres soropositivas têm quatro vezes mais chances de desenvolver câncer de colo do útero. Por isso, entre as mulheres de 15 a 25 anos, o interesse é o cadastramento de pacientes HIV positivo.

— As mulheres que forem incluídas no projeto receberão atendimento ginecológico gratuito de primeira linha, inclusive com o fornecimento de pílulas anticoncepcionais — destaca o médico.

Interessadas em se cadastrar não podem estar grávidas, nem pretendendo engravidar nos próximos dois anos — período de acompanhamento previsto pela pesquisa. Auxílio para transporte e lanche também será oferecido. O acompanhamento médico será no Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Para fazer o cadastro é preciso entrar em contato pelos telefones (51) 3388-6442 ou (51) 3359-8703.
 
Fonte Zero Hora

Estudo indica redução sutil do risco de câncer em homens que tomam multivitamínico diariamente

Resultados foram apresentados em conferência nos Estados Unidos
 
O consumo diário de multivitamínico reduz o risco de ocorrência de câncer, de acordo com resultados do II Estudo de Saúde dos Médicos (Physicians' Health Study II), apresentado na 11ª Conferência Anual da Associação Americana de Pesquisa para o Câncer, na Califórnia, Estados Unidos.
 
No estudo, que também foi publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA), pesquisadores da Divisão de Medicina Preventiva do Hospital Brigham and Women's, da Faculdade de Medicina de Harvard, avaliaram os benefícios do uso diário de multivitamínico por homens adultos ao longo de 12 anos.
 
Os resultados revelam uma redução de 8% na ocorrência de todos os tipos de câncer entre os participantes que utilizaram o multivitamínico. Embora o câncer da próstata seja o de maior incidência na população masculina, o estudo não identificou benefícios específicos na ocorrência desse tipo de câncer. No entanto, quando os pesquisadores avaliaram o efeito do multivitamínico sobre outros cânceres, excluindo o de próstata, foi verificada uma redução de aproximadamente 12% na ocorrência da doença.
 
— A reposição de micronutrientes pode ser benéfica na prevenção de neoplasias, conforme estudos epidemiológicos recentes. Considerando-se o estresse dos dias atuais e a nutrição desequilibrada cotidiana, o uso de vitaminas e minerais auxilia para que haja um melhor equilíbrio nutrológico e consequente prevenção de doenças crônico-degenerativas — avalia o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Sobre a pesquisa
O II Estudo de Saúde dos Médicos (Physicians' Health Study II) é um estudo randomizado, duplo-cego, controlado por placebo realizado pela Divisão de Medicina Preventiva do Hospital Brigham and Women's da Faculdade de Medicina de Harvard. A pesquisa foi financiada pelo National Institutes of Health. Os produtos usados pelos participantes foram fornecidos pela Pfizer Consumer Healthcare, BASF Corporation e DSM Nutritional Inc.
 
A pesquisa acompanhou 14.641 médicos saudáveis do sexo masculino com mais de 50 anos, indicados pela Associação Médica Americana, entre os anos de 1997 e 2011. Durante esse período, os participantes usaram o multivitamínico Centrum Silver, fornecido pelos pesquisadores.
 
A fórmula de Centrum Silver utilizada no estudo foi a mesma durante toda a pesquisa, e atualmente ela não é mais comercializada pela Pfizer Consumer Healthcare. No Brasil, Centrum Select é a versão formulada especialmente para as necessidades das pessoas com mais de 50 anos.
 
As fórmulas de Centrum comercializadas hoje, em todo o mundo, são fabricadas sob o mesmo conceito científico, para fornecer um suplemento multivitamínico com vitaminas e minerais essenciais nos níveis recomendados para a população a que se destina e considerando os avanços da ciência da nutrição.

Preste atenção
Apesar de não ser necessário apresentar receita para a aquisição de suplemento, a orientação médica é somente consumir esse tipo de produto com indicação de um especialista, pois a suplementação equivocada pode ter efeitos adversos no organismo.
 
Fonte Zero Hora

Saiba o que perguntar ao médico quando ele receita um antibiótico

Prescrição inadequada pode gerar efeitos colaterais fortes e de longo prazo
 
Antibióticos são medicamentos importantes, que restabelecem a saúde e salvam vidas. Mas, como qualquer remédio, eles podem causar efeitos colaterais indesejados e extremamente sérios, alguns dos quais podem surgir somente após o tratamento de milhares de pacientes.
 
Esse é o caso de uma importante classe de antibióticos conhecidos como fluoroquinolonas. Os mais conhecidos são o Cipro (ciprofloxacina), o Levaquin (levofloxacina) e o Avelox (moxifloxacina). Em 2010, o Levaquin era o antibiótico mais vendido dos Estados Unidos. Mas, no ano passado, ele também foi alvo de mais de 2 mil processos de pacientes que sofreram reações severas após se submeterem ao tratamento.
 
Parte do problema ocorre pelo fato de que as fluroquinolonas são prescritas de forma inapropriada. Em vez de serem utilizados apenas para combater infecções bacterianas sérias e que colocam a vida do paciente em risco, como uma pneumonia hospitalar, esses antibióticos são prescritos com frequência para combater sinusites, bronquites e outras doenças que poderiam sarar sozinhas.
 
Em entrevista, a epidemiologista farmacológica Mahyar Etminan, da Universidade de Columbia Britânica, afirmou que os medicamentos eram utilizados em excesso "por médicos preguiçosos que querem matar moscas com submetralhadoras".
 
Etminan realizou um estudo, publicado em abril no The Journal of the American Medical Association, mostrando que o risco de sofrer um descolamento de retina era cinco vezes maior entre usuários de fluoroquinolonas, comparando-se com o restante da população.
 
Usuários de fluoroquinolonas como Lloyd Balch, 33 anos, gestor de websites no City College de Nova York, sofreram com sintomas colaterais. Em uma entrevista, Balch afirmou que estava saudável até o dia 20 de abril, quando uma febre seguida de tosse o levou ao médico. Este não ouviu nada de estranho pelo estetoscópio, mas, ainda assim, receitou Levaquin após um Raio X indicar uma pequena pneumonia. O paciente conhecia os problemas com o Levaquin e perguntou se havia chance de tomar outro antibiótico, mas foi informado de que aquele seria o medicamento recomendado.
 
Paciente sofreu bastante
Depois de apenas uma dose, Lloyd Balch passou a sentir dor e fraqueza generalizada. Ele ligou para o laboratório e comunicou a reação adversa, mas foi informado de que deveria tomar a próxima dose. Mas a pílula seguinte causou dores nas juntas e problemas de visão.
 
Os sintomas também incluíam olhos, boca e pele ressecados, zumbidos nos ouvidos, uma tremedeira incontrolável, queimação nos olhos e pés, palpitações e espasmos musculares nas costas e em torno dos olhos. Ainda que a reação de Balch não seja comum, médicos que estudaram os efeitos colaterais das fluoroquinolonas afirmam que outros pacientes sofreram sintomas similares.
 
Os problemas continuaram três meses e meio depois, e poderia demorar um ano até que os sintomas diminuíssem.
 
Reações adversas podem ser generalizadas
Diretrizes da Sociedade Americana de Medicina Torácica afirmam que as fluoroquinolonas não deveriam ser utilizadas como tratamento primário para pneumonias comuns: o órgão recomenda antes o uso de doxiciclina, ou de um macrólido.
 
Reações adversas a fluoroquinolonas podem ocorrer em quase qualquer parte do corpo. Além dos ocasionais efeitos colaterais nos sistemas renal, visual e musculoesquelético, em raras ocasiões o medicamento pode causar danos graves ao sistema nervoso central, ao coração, fígado e pele, ao sistema gastrintestinal, à audição e ao metabolismo do açúcar no sangue.
 
O aumento no uso desse tipo de medicamento também causou o aumento de duas infecções sérias e difíceis de tratar: cepas resistentes de Staphylococcus aureus (conhecido como MRSA) e diarreias graves, causadas por Clostridium difficile.
 
Faltam estudos de longo prazo
Ninguém sabe ao certo com que frequência reações adversas sérias podem acontecer. Acredita-se que o sistema da Administração de Alimentos e Medicamentos americana (FDA) que relata efeitos adversos documente apenas 10% deles.
 
Complicando ainda mais o problema há o fato de que, diferentemente do descolamento de retina, que foi relacionado ao uso recente de fluoroquinolonas, os efeitos adversos podem surgir depois de semanas ou meses do final do tratamento. Até o momento, nenhum estudo de longo prazo foi realizado entre ex-usuários desses tipos de antibióticos.
 
Cerca de meia dúzia de fluoroquinolonas foram tiradas do mercado em função dos riscos de efeitos adversos. Os medicamentos restantes são extremamente positivos, mas apenas quando utilizados da forma correta.
 
Saiba o que perguntar quando o médico prescreve um antibiótico:
— O medicamento é necessário?
 
— Quais são os principais efeitos adversos?
 
— Há alternativas eficazes?
 
— Quando a doença estará curada?
 
— O que fazer se acontecer algo inesperado ou a recuperação for demorada?
 
Fonte Zero Hora

Médicos lançam cartilha de imunização para mulheres

Consenso orienta doses que devem ser aplicadas conforme a condição clínica da paciente
 
A mulher evoluiu, conquistou o mercado de trabalho, assumiu papeis de liderança e, ainda assim, continua a ser a principal mobilizadora dos cuidados e mudanças no núcleo familiar. Sabe-se que ela não é só geradora de outras vidas, como também agente de educação e transformação social.
 
Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) lançaram a segunda edição do Consenso de Vacinação da Mulher, o primeiro do Brasil voltado para uma especialidade médica. A cartilha chegou às mãos dos ginecologistas e obstetras de Porto Alegre no sábado, durante o curso SBIm-Febrasgo — Imunização da Mulher.
 
O encontro tem como principal objetivo conscientizar ginecologistas e obstetras sobre o papel importante que desempenham no processo de vacinação, uma vez que são os especialistas que mantêm maior contato — regular e contínuo — com a mulher.
 
— Ao promover o curso, a Febrasgo cumpre o seu papel social de estimular os especialistas da área na adoção de práticas que contribuam para aumentar a qualidade da assistência às suas pacientes — enfatiza a diretora administrativa da Febrasgo e coordenadora do curso, Vera Fonseca.
 
Presidente da SBIm-RJ, Isabella Ballalai acrescenta que a mulher é maioria em postos de trabalho como as instituições de educação infantil, onde lida cotidianamente com crianças — estas, um dos principais agentes de transmissão de doenças infecciosas e parte da população que mais sofre com elas.
 
— Portanto, a mulher que tem sua vacinação em dia, além de proteger sua saúde, aumenta a proteção daqueles de quem cuida ao deixar de transmitir doenças infectocontagiosas preveníveis por vacinas — completa.
 
Consenso separa doses por caso específico
O Consenso de Vacinação da Mulher orienta sobre as vacinas que devem ser aplicadas a partir da análise criteriosa da condição clínica, riscos e situações a que a paciente esteja sujeita.
 
— Mulheres jovens que vão iniciar a atividade sexual, por exemplo, não podem abrir mão da proteção contra o HPV e a hepatite B, ambas doenças sexualmente transmissíveis — orienta Vera.
 
A médica ainda explica que a rubéola congênita pode provocar aborto ou sequelas no feto, como perda de visão ou da audição. Já o bebê infectado por hepatite B durante o nascimento tem 90% de chance de desenvolver a forma crônica da doença. Varicela (catapora), tétano e influenza estão entre as infecções que podem levar a desfechos indesejáveis.
 
Representante do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Carla Domingues reconhece a importância de iniciativas como a da Febrasgo, que é feita em parceria com a SBIm.
 
— O Ministério da Saúde apoia e aplaude esse trabalho. É importante que as pessoas tenham conhecimento de todas as vacinas aprovadas para uso no Brasil, mesmo as que não estão disponíveis no SUS. Assim, se ela tiver condições, pode complementar a caderneta — comenta.
 
No Consenso estão todas as vacinas indicadas pela SBIm, pelo PNI, além da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, do Centre for Disease Control and Prevention (CDC) e da Organização Mundial de Saúde (OMS). A publicação contempla, ainda, os comentários que fundamentam cada indicação e o período ideal para aplicação das doses.
 
Fonte Zero Hora