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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Primeiros Socorros: acidentes com animais peçonhentos

Hospital Vital Brazil
Especializado no tratamento de acidentes por animais peçonhentos. Assistência médica gratuita/orientação telefônica 24 horas por dia:

Av. Vital Brasil, 1500 - Butantã : CEP - 05503-900 - São Paulo - SP
FoneFones: (11) 2627-9529 e (11) 2627-9528
Fax Fax: (11) 3726-7962
   
Primeiros Socorros:
Hidrate a vítima com gloes de águaEleve o local afetado
▲ Lavar o local da picada apenas com água ou com água e sabão;
▲ Hidrate a vítima com goles de água
▲ Eleve o local afetado
▲ Levar a vítima imediatamente ao
serviço de saúde mais próximo
Não corte ou fure o local da picadaNão faça torniquete
▲ Não corte ou fure o local da picada▲ Não faça torniquete
 
Tipos de acidentes:

Acidentes por cobra

Acidente botrópico (causado por serpentes do grupo das jararacas): dor e inchaço no local da picada, às vezes com manchas arroxeadas e sangramento pelos orificios da picada; sangramentos em gengivas, pele e urina. Pode evoluir com complicações como infecção e necrose na região da picada e insuficiência renal.

Acidente laquético (causado por surucucu): quadro semelhante ao acidente botrópico, acompanhado de vômitos, diarréia e queda da pressão arterial.

Acidente crotálico (causado por cascavel): no local sensação de formigamento, sem lesão evidente; dificuldade de manter os olhos abertos, com aspecto sonolento, visão turva ou dupla, dores musculares generalizadas e urina escura.

Acidente elapídico (causado por coral verdadeira): no local da picada não se observa alteração importante; as manifestações do envenenamento caracterizam-se por visão borrada ou dupla, pálpebras caídas e aspecto sonolento.

Convém lembrar que serpentes não peçonhentas também podem causar acidentes e que nem sempre as serpentes peçonhentas conseguem inocular veneno por ocasião do acidente. Cerca de 40% dos pacientes atendidos no Hospital Vital Brazil são picados por serpentes consideradas não-peçonhentas ou por serpentes peçonhentas que não chegaram a causar envenenamento.

Acidentes por escorpião
Os escorpiões de importância médica estão distribuídos em todo o país, causam dor no local da picada, com boa evolução na maioria dos casos, porém crianças podem apresentar manifestações graves decorrentes do envenenamento.

Em caso de acidente, recomenda-se fazer compressas mornas e analgésicos para alívio da dor até chegar a um serviço de saúde para as medidas necessárias e avaliar a necessidade ou não de soro.

Acidentes por aranhas
São três os gêneros de aranhas de importância médica no Brasil:

Loxosceles ("aranha-marrom"): é importante causa de acidentes na região Sul. A aranha provoca acidentes quando comprimida; deste modo, é comum o acidente ocorrer enquanto o individuo está dormindo ou se vestindo, sendo o tronco, abdome, coxa e braço os locais de picada mais comuns.

Phoneutria
("armadeira", "aranha-da-banana", "aranha-macaca"): a maioria dos acidentes é registrada na região Sudeste, principalmente nos meses de abril e maio. É bastante comum o acidente ocorrer no momento em que o indivíduo vai calçar o sapato ou a bota.

Latrodectus ("viúva-negra"): encontradas predominantemente no litoral nordestino, causam acidentes leves e moderados com dor local acompanhada de contrações musculares, agitação e sudorese.

As aranhas caranguejeiras e as tarântulas, apesar de muito comuns, não causam envenenamento. As que fazem teia áreas geométricas, muitas encontradas dentro das casas, também não oferecem perigo.

Acidentes por taturanas ou lagartas
As taturanas ou lagartas que podem causar acidentes são formas larvais de mariposas que possuem cerdas pontiagudas contendo as glândulas do veneno. É comum o acidente ocorrer quando a pessoa encosta a mão nas árvores onde habitam as lagartas.

O acidente é relativamente benigno na grande maioria dos casos. O contato leva a dor em queimação local, com inchaço e vermelhidão discretos. Somente o gênero Lonomia pode causar envenenamento com hemorragias à distância e complicações como insuficiência renal.

Soros
Os soros antipeçonhentos são produzidos no Brasil pelo Instituto Butantan (São Paulo), Fundação Ezequiel Dias (Minas Gerais) e Instituto Vital Brazil (Rio de Janeiro). Toda a produção é comprada pelo Ministério da Saúde que distribui para todo o país, por meio das Secretarias de Estado de Saúde. Assim, o soro está disponível em serviços de saúde e é oferecido gratuitamente aos acidentados.

Em São Paulo, a relação dos pontos estratégicos para o atendimento dos acidentes por animais peçonhentos está disponível no site:

Link do CVE.SAUDE.GOV.BRwww.cve.saude.sp.gov.br
 
Fonte Instituto Butantan

Bebê prematuro precisa de vacinação especial

Médicos recomendam que eles sejam protegidos contra doenças respiratórias
 
Pulmões frágeis e corações delicados são as duas características mais perigosas - e também recorrentes - dos bebês prematuros. As maternidades brasileiras registram um aumento anual de crianças que nascem antes do tempo previsto e, para que o fenômeno não faça com que a mortalidade infantil seja um pesadelo real destas famílias, os médicos defendem um calendário de vacinação específico para os nascidos antes dos nove meses de gestação.
 
As crianças que chegam ao mundo antes de completar 28 semanas dentro da barriga das mães têm um alto risco de contrair uma doença de nome complicado, mas muito perigosa, chamada de vírus sincicial respiratório (VSR). É este o principal problema que faz com que os recém-nascidos prematuros passem mais tempo internados em UTI e até com risco maior de morrer.

Nos adultos, o VSR costuma causar sintomas simples, como nariz escorrendo e febre baixa. Mas nos muito pequenos ele pode ser fatal. Quem nasce nos meses de outono e inverno fica ainda mais próximo do perigo, já que a época é favorável para a disseminação de problemas respiratórios.
 
A melhor arma para prevenir o VSR, por enquanto, é uma vacina chamada de palivizumabe, indicada para as crianças muito prematuras e aplicada por meio de uma injeção, todo mês, durante um ano. A Sociedade Brasileira de Imunização (Sbim), em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria, pleiteia para que a proteção por meio da imunização seja uma realidade nas maternidades públicas brasileiras. A rede privada já incorporou a aplicação de doses contra o vírus, mas no Sistema Público de Saúde (SUS), apenas os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, além da cidade de Goiânia, fazem da prática uma rotina.
 
Mesmo em São Paulo, afirma o diretor da Sbim, Renato Kfouri, o maior fluxo de bebês que recebem a vacina gratuita contra o VSR vem de hospitais top da rede particular de saúde. "Os dados mostram que as crianças são encaminhadas por unidades particulares. É preciso uma melhor divulgação deste direito que os prematuros de alto risco têm", afirma ele que é pediatra. "As crianças nascidas antes de 28 semanas exigem tantos cuidados específicos, aparelhos modernos de UTI, equipes de fisioterapeutas, nutricionistas, medicamentos de alto custo. Não é aceitável que este caminho, caso cruze com o VSR, seja atrapalhado pela falta da imunização", diz ao pontuar a defesa para que a vacinação especial do prematuro se torne uma política nacional.
 
Cada vez menores
Os números do Ministério da Saúde mostram que em dez anos aumentou em 27% a quantidade de bebês prematuros no País. Em 1997, eles representavam 5,3% do total de nascimentos, hoje chegam a 9% em alguns Estados (6,7% na média). No mundo, calcula a Organização Mundial de Saúde (OMS), de cada dez que nascem, um chega "antes do tempo" previsto.
 
As gestações mais curtas são reflexos de dois fatores principais, afirma os especialistas. O primeiro deles é que as mulheres estão deixando a maternidade para mais tarde o que faz com o risco de prematuridade aumente. O segundo aspecto é que o desenvolvimento da medicina permitiu que a gravidez altamente arriscada, que no passado não sobreviveria ao 5º mês, vingue e chegue a termo. Há relatos de crianças que sobrevivem mesmo nascendo com pouco mais de 400 g.
 
Permitir que os muito pequenos venham ao mundo exigiu oferecer proteção extra a esta população cada vez mais numerosa. Em São Paulo, que em 2006 passou a oferecer a vacina gratuita contra VSR para nascidos antes de 28 semanas, o pediatra orienta a mãe sobre a vacinação, imprime uma carta de recomendação e a família é convocada a comparecer em um dos centros de imunização especial existentes.
 
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) abriga um dos centros especiais. Em 2008, aplicou 375 vacinas em prematuros, quantidade que dobrou em 2009 e a meta agora para este ano é chegar em dois mil vacinados. Além do VSR, a Sociedade de Imunização define um calendário completo para prematuros (nem todas as doses disponíveis no SUS).
 
As doenças respiratórias são as grandes inimigas das crianças de pulmões frágeis (matam duas por hora, segundo últimos estudos). Aos pais, além de conversarem com os médicos sobre a s formas de proteger os filhos por meio de vacina, resta ainda um be-a-bá da boa saúde. Lavar bem as mãos e brinquedos com frequência, evitar a exposição do bebê às pessoas que estejam resfriadas (ainda que bem de leve) e não fumar dentro de casa são três regras que garantem a segurança dos pequenos.
 
Fonte iG

Projeto de saúde monitora prematuros por até 20 anos

Fernanda Aranda/ iG São Paulo
Projeto da Unifesp monitora prematuros por 20 anos. Na foto,
os pés de Eduarda, nascida com menos de um quilo
Para prevenir doenças físicas e psicológicas, iniciativa da Unifesp acompanha cem crianças que nascem todos os anos antes do tempo
 
Nas próximas duas décadas, todos os passos dados pelos pés da foto acima serão monitorados. Por enquanto, os membros de apenas 4 centímetros – menores do que um polegar adulto – precisam crescer mais na incubadora, recebendo oxigênio e alimentação por sonda.
 
A dona dos pezinhos inquietos é Eduarda, nascida no dia 18 de setembro, pesando 846 gramas, depois de uma gestação incompleta de 6 meses. A condição de saúde frágil a levou direto para UTI do Hospital São Paulo, sem previsão de alta. Apesar dos médicos não conseguirem estimar o tempo de internação, eles já prescreveram a receita de um desenvolvimento seguro: 20 anos de acompanhamento intenso após a alta hospitalar.
 
Isso porque os estudos científicos mostram que os bebês com baixo peso extremo (menos de 1,5 quilo) crescem mais suscetíveis a problemas cardíacos, pulmonares, ortopédicos e neurológicos quando comparados às crianças que nascem de gestações de nove meses completos.
 
“As piores condições de saúde, por vezes, demoram a se manifestar, em especial quando são psicológicas. Por isso, decidimos que todos precisam ser monitorados até, no mínimo, os 19 anos e 11 meses” afirma o professor de neonatologia Benjamin Israel Kopelman, um dos idealizadores do Programa de Monitoramento do Prematuro da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
 
O trabalho é feito em parceria com a ONG Viver e Sorrir, por equipes de psicólogos, assistentes sociais, pediatras, nutricionistas e cardiologistas. Todo ano, cerca de cem crianças que nascem com menos de 1 quilo são encaminhadas ao programa.
 
“É isso que vai proporcionar uma vida adulta saudável, independente e com menos sequelas. O prematuro, não importa a idade, sempre será um prematuro”, completa Kopelman.
 
O programa da Unifesp nasceu há 8 anos e foi desenhado de acordo com as demandas colhidas na maternidade São Paulo. Voltado às famílias de baixa renda, o trabalho também é social e já garantiu aparelhos de surdez, cadeiras de roda e próteses ortopédicas aos participantes, tudo por meio de doações.
 
No total, 800 prematuros são monitorados neste projeto. A mais nova é a Eduarda, dos pezinhos de 4 centímetos. O mais velho, Gustavo Martins Pereira, 8 anos, é torcedor do São Paulo, fã de Power Rangers e apreciador de “macarrão de gravatinha com salsicha”.
 
“Como três pratos cheios e ainda quero mais”, diz ele, deixando para trás os tempos de alimentação difícil, que o obrigaram a passar quatro meses na UTI só para ganhar peso.
 
“O Gustavo nasceu com 790 gramas, após seis meses de gestação e eu não conseguia acreditar que ele sobreviveria”, lembra a mãe Eliane da Silva Martins, 40 anos.
 
“Eu ficava ao lado do leito da UTI rezando para ele engordar. Todo dia era uma vitória. Hoje, ele frequenta a escola, não tem nenhum problema cognitivo e, meu Deus, como é arteiro”, reclama e comemora – simultaneamente – Eliane.
 
Até o terceiro ano de vida, Gustavo voltava a cada dois meses para ser avaliado pela equipe. Hoje, as consultas têm espaçamento de um semestre. O monitoramento dos outros prematuros é definido de acordo com o desenvolvimento de cada criança.
 
“E quando elas desaparecem, mudam de casa, nossas assistentes sociais fazem a busca e reforçam a importância da participação no projeto”, contou Kopelman.
 
Pesquisa
Além dos atendimentos clínicos e sociais, também é responsabilidade da equipe do programa da Unifesp fazer pesquisas sobre o desenvolvimento, os tratamentos mais efetivos e as condutas mais exitosas com os prematuros.
 
Isso porque o número de nascidos antes do tempo está em ascensão. O novo relatório do MInistério da Saúde mostra que em 10 anos – entre 2000 e 2010, eles passaram de 6,7% do total de nascimentos para 7,1%. Em São Paulo, informa a Fundação Seade, os prematuros já são 9%.
 
As explicações para esse crescimento são o aumento da idade materna, a proliferação dos tratamentos de fertilização assistida e também os próprios avanços da medicina que garantiram a sobrevivência das crianças muito pequenas e a realização dos partos de gestantes de alto risco.
 
“Mas ainda temos muitos desafios. Os prematuros somam 40% das crianças que não sobrevivem até completar 5 anos”, afirma Ana Lucia Goulart, chefe da Disciplina de Pediatria Neonatal da Escola Paulista de Medicina.
 
Gustavo é um dos sobreviventes. Por meio desta vigília médica, aos 4 anos, começou a usar próteses na perna esquerda, que crescia em desvantagem com relação à direita. Deu certo.
 
Os pés do menino – assim como o de Eduarda, os pés dele nasceram com apenas 4 centímentros – hoje calçam tênis tamanho 24, compatível à idade.
 
“E pulam na cama, sobem e descem escada correndo, jogam futebol”, descreve, com orgulho, a mãe Eliane.
 
Fonte iG

Secretaria de Saúde do DF abre 40 vagas de internação domiciliar de alta complexidade

Brasília – Quarenta pacientes de alta complexidade internados em unidades de terapia intensiva (UTI) de hospitais públicos do Distrito Federal (DF) vão ser transferidos para o serviço home care (atendimento continuado em casa).
 
De acordo com a secretário de Saúde do DF, Rafael Barbosa, 18 famílias já manifestaram interesse no tratamento domiciliar. Os pacientes apresentam algum tipo de quadro crônico que provoca insuficiência respiratória e exige ventilação mecânica, como casos de esclerose amiotrófica, distrofia muscular e paralisia cerebral quadriplégica espástica.
 
“O serviço de home care era uma reivindicação antiga”, disse o secretário. Atualmente, pelo menos oito pacientes no DF fazem uso da internação domiciliar graças a demandas judiciais. “Estamos pioneiramente oferecendo esse serviço”, completou.
 
Para se candidatar ao serviço de atendimento domiciliar, o paciente precisa ser classificado por uma equipe médica como de alta complexidade. Além disso, é necessário que ele more no DF e que a residência tenha condições adequadas às exigências do sistema home care. O próprio paciente ou um responsável legal deve autorizar a transferência com o consentimento formal.
 
A Secretaria de Saúde vai disponibilizar equipamentos, medicamentos, dietas, tratamentos, exames e demais recursos necessários para a assistência em casa. A internação inclui desde curativos e administração de remédios até procedimentos mais complexos como a ventilação mecânica.
 
Uma equipe médica multidisciplinar fará o acompanhamento do paciente em casa, sendo que um técnico de enfermagem ficará responsável pelo monitoramento 24 horas. A família não será autorizada a manusear os equipamentos.
 
A estimativa do governo do DF é que o sistema home care reduza em cerca de 50% os gastos com pacientes crônicos. Na UTI hospitalar, a média de gastos diários é R$ 3 mil, enquanto, em casa, os custos caem para R$ 1,2 mil ao dia.
 
Fonte Agência Brasil

Acidentes com animais peçonhentos crescem 157% nos últimos dez anos

Brasília - O Ministério da Saúde alerta que as notificações de acidentes com animais peçonhentos cresceram 157% na última década. Em 2011, foram mais de 139 mil ocorrências com 293 mortes.
 
Entre os meses de novembro e março, esse tipo de acidente aumenta tanto na zona rural como nas cidades. De acordo com o ministério, são inúmeras as causas, entre elas as chuvas que levam os animais a sair dos esconderijos e tocas, como escorpiões, aranhas e serpentes, e ainda coincide com o período reprodutivo de alguns deles. O desequilíbrio ecológico é outro motivo para o deslocamento dos animais para dentro das casas, em busca de local seco e comida.
 
Nesse período, o aumento de atividades nas lavouras acaba elevando o risco de contato e acidentes com cobras, por exemplo.
 
A Região Nordeste lidera os acidentes com escorpiões no país, superando 30 mil casos em 2011. O estado com o maior número foi a Bahia, com quase 10.500 casos. A Região Sul concentra os casos envolvendo aranhas - foram 18.052 registros no ano passado. O Paraná contabilizou 9.326 casos. As regiões Norte e Centro-Oeste têm o maior número de acidentes com serpentes: 9.329 e 3.326 casos, respectivamente.
 
Para evitar acidentes com escorpiões e aranhas, o ministério orienta que as pessoas devem usar calçados e luvas nas atividades no campo e de jardinagem; examinar calçados e roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-las; vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros e rodapés; usar telas, vedantes ou sacos de areia em portas, janelas e ralos; preservar predadores naturais como seriemas, corujas, sapos, lagartixas e galinhas; limpar terrenos baldios em uma faixa de pelo menos um a dois metros de proximidade ao muro ou cercas.
 
No caso de serpentes, a recomendação é não andar descalço na zona rural e nem em jardins; utilizar sempre sapados fechados com perneiras ou botas de cano longo, além de luvas de couro, e nunca colocar as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, entre espaços situados em montes de lenha ou entre pedras. Outro cuidado é controlar o número de roedores existentes na área para evitar a aproximação de serpentes venenosas que deles se alimentam. No amanhecer e no entardecer, evitar ficar próximo da vegetação rasteira ao chão, gramados ou até mesmo jardins, pois é quando as serpentes estão em maior atividade.
 
Para evitar acidentes com lagartas, o alerta é observar bem ambientes silvestres - troncos, folhas, gravetos - sempre que for executar alguma atividade, além do uso de luvas.
 
Abelhas e marimbondos são atraídos por sons, odores e cores, como barulhos de motores de aparelhos de jardinagem e de motores de popa. A recomendação é que, no campo, o trabalhador fique atento à presença de abelhas, principalmente no momento de arar a terra com tratores. As retiradas de colmeias devem ser feitas, preferencialmente à noite ou ao entardecer, momento em que os insetos estão calmos, com uso de roupa protetora, e principalmente por profissional competente.
 
Fonte Agência Brasil