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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Sanofi disponibiliza biblioteca de imagens médicas na web

Plataforma online dedicada a profissionais de saúde oferece cerca de 900 imagens de vários órgãos e estruturas, para uso em diferentes especialidades médicas
 
“Uma imagem vale mais que mil palavras. No campo da saúde, o aprendizado por meio delas é fundamental em todos os estágios da medicina. Mas a produção de imagens fidedignas do corpo humano é sempre um desafio”. O depoimento acima é da Sanofi, que oferece biblioteca gratuita de imagens médicas para profissionais de saúde em seu portal Medical Services.
 
Com cerca de 900 obras, a Biblioteca já conta com imagens de órgãos como coração, rins, tecidos, cérebro, além de ilustrações de sistemas, estruturas e procedimentos cirúrgicos em várias especialidades médicas. O acervo atual será enriquecido mensalmente e disponibilizado em 3D para download.
 
As imagens são produzidas por Junior Falcetti, ilustrador especializado em artes médicas, que atua há mais de vinte anos em instituições hospitalares de referência como o Instituto do Coração (InCor) e o Hospital Sírio-Libanês. O artista costuma acompanhar cirurgias, às vezes as filma ou fotografa, para criar as peças com a ajuda dos médicos.
 
“Diferente da fotografia, a ilustração permite ao estudante e profissional de saúde enxergar as estruturas de maneira mais específica e didática”, conta Falcetti.
 
Criado há onze anos, o portal Medical Services disponibiliza à classe médica um canal de diálogo, que associa educação médica, atualização científica, ferramentas e serviços que abrangem mais de 130 mil profissionais de saúde de todo o Brasil.
 
Além disso, o portal oferece aulas e palestras on-line, artigos científicos de mais de 2.000 publicações nacionais e internacionais traduzidos para o português, além de artigos comentados e boletins semanais em 27 temas. Uma agenda atualizada dos congressos nacionais e internacionais mais importantes e links para mais de 300 publicações especializadas são apenas alguns dos serviços oferecidos.
 
O conselho editorial é composto por nove médicos, apoiado por jornalistas e colaboradores.
 
Estão abertas as inscrições para a 5ª edição do Prêmio Inovação Medical Services, que busca incentivar projetos e ações de médicos, profissionais e acadêmicos da área de saúde que promovam avanços para a saúde pública.
 
As propostas serão avaliadas pela relevância do tema, a capacidade de modificar uma realidade observada e a sua reprodutibilidade para outros centros de saúde do Brasil, desde hospitais de grande porte da capital aos postos de saúde do interior do País. As inscrições podem ser feitas até 10 de novembro e mais informações sobre o regulamento e a premiação podem ser obtidas no endereço.
 
Fonte SaudeWeb

Hospital Santa Joana obtém acreditação JCI

Durante quatro anos, a entidade se preparou para receber o selo e, para isso, realizou grandes mudanças e adequações em estrutura, processos, protocolos e gestão de pessoas. Confira os detalhes
O Hospital Santa Joana, de Recife, obteve acreditação Internacional da Joint Comission International (JCI). A instituição elegeu dois pilares rumo ao reconhecimento: a segurança do paciente e a qualidade do atendimento hospitalar. Atualmente, apenas 22 hospitais do Brasil detém a JCI.
Entre eles estão os dois hospitais do Grupo Fernandes Vieira, Santa Joana e Memorial São José, únicos do Norte e Nordeste acreditados pela instituição norte-americana. “O alinhamento da tecnologia com recursos humanos capacitados, tem como resultado o mais alto nível internacional em medicina hospitalar. O certificado da Joint Comission International para a nossa cidade e a nossa região é uma proeza que se compara a conquista de um prêmio que poucos conseguem alcançar”, afirma, em comunicado, o diretor-presidente do Hospital Santa Joana e presidente do Grupo Fernandes Vieira, Eustácio Vieira.
Grandes mudanças e adequações em estrutura, processos, protocolos e gestão de pessoas foram realizadas para receber o selo. A entidade destaca as novas políticas do prontuário, o fortalecimento da Gestão de Risco e o investimento em equipamentos e na modernização das instalações físicas. No prontuário, por exemplo, as informações ficaram mais detalhadas e abrangentes.
O documento também foi reforçado no que diz respeito ao acompanhamento da equipe assistencial multidisciplinar, como fisioterapia, farmácia e nutrição.
Para acompanhar e monitorar o preenchimento correto do prontuário, o HSJ criou o Serviço de Arquivamento Médico e Estatística – SAME. “O JCI destaca no manual internacional da acreditação 61 itens que devem ser criteriosamente avaliados no prontuário médico, cujas subdivisões somam em média mil tópicos”, informa a diretora executiva do Santa Joana, Juliana Vieira Maranhão.
“Tudo o que os médicos prescrevem no que se refere a medicamentos, por exemplo, precisa ser controlado pelos farmacêuticos, que se revezam vinte e quatro horas por dia. Essa foi outra mudança que contribuiu para a adequação dos padrões da acreditação”, enfatiza Juliana.
Em 2010, o Santa Joana começou a trabalhar com a Gestão de Risco, ampliando e fortalecendo protocolos, que antes eram direcionados de maneira mais forte para o controle de infecção hospitalar. Dois novos pilares foram adotados: o ambiental e o assistencial. O objetivo é garantir a maior segurança aos colaboradores, pacientes e visitantes, minimizando os efeitos dos riscos e reduzindo os danos pessoais, materiais, de segurança ou ambientais.
Investimentos
Durante quatro anos de preparação para receber o selo JCI foram realizados investimentos em infraestrutura, na compra de novos equipamentos e na qualificação da equipe, que somaram cerca de R$ 12 milhões. No total, mais de 200 funcionários foram contratados para atuar nas áreas médica, de farmácia, fisioterapia e enfermagem.
Um andar inteiro, com 750 m², foi construído para abrigar o novo Centro de Terapia Intensiva (CTI). A área da farmácia foi ampliada e reestruturada. Um novo prédio foi construído, a Unidade Clínico-Cirúrgica, baseada em modernos conceitos de arquitetura e hotelaria hospitalar.
Para atender a alta demanda de procedimentos na Instituição, foi construído um novo Centro de Materiais e Esterilização (CME), com sistema de rastreamento eletrônico de medicamentos, que permite o controle da medicação, do momento em que ela entra na farmácia até ser aplicada no paciente.
Chegando ao hospital, o paciente recebe uma pulseira contendo um código de barras, seu nome e o número do prontuário (SAME), que armazena todos os atendimentos realizados. A pulseira é para garantir a segurança de que todo e qualquer procedimento, será conferido antes de ser aplicado no paciente, seja medição, alimentação, exames ou procedimentos cirúrgicos e invasivos.
Além disso, o HSJ reforçou sua cultura de prevenção de acidentes, com a criação da brigada de incêndio, implantação de rotas de fugas e treinamentos para atuar diante de situações de calamidades e catástrofes. Rondas e auditorias de qualidade e processos foram implementadas para que os profissionais possam identificar, com antecedência, possíveis falhas nos processos.
Fundado em 1979, o hospital foi pioneiro na implantação do conceito de hospital aberto, que recebe médicos que não fazem parte da equipe da instituição, e da criação da comissão de controle de infecção hospitalar.
Fonte SaudeWeb

Samaritano investe R$ 2,5 milhões em novo modelo de farmácia

Sistema traz uma configuração inédita no Brasil e assegura o uso racional de medicamentos e a eficácia da terapia medicamentosa, desde a admissão dos pacientes até a orientação pós-alta
 
O Hospital Samaritano de São Paulo investiu R$ 2,5 milhões em um novo sistema de farmácia automatizado, que engloba tecnologias de armazenagem e distribuição. De acordo com a instituição, os objetivos foram aumentar a segurança do paciente, rastrear o medicamento dentro do Hospital, melhorar processos da enfermagem, evitar o descarte desnecessário de produtos, ampliar a produtividade e otimizar o espaço físico, por meio de estoques compartimentados.
 
O projeto é subdividido em Automação Horizontal, composto por carrosséis de armazenamento de materiais e medicamentos; e Automação Vertical, que compreende os dispensários eletrônicos e correio pneumático, interligando as farmácias – central e satélites – com as unidades de internação.
 
O serviço conta ainda com um conceito de preparo de medicamentos injetáveis, a partir de uma área qualificada nos padrões de sala limpa, que confere maior segurança na assistência.
 
“Este novo modelo favorece não apenas a cadeia logística, mas principalmente a assistência. A equipe de Enfermagem pode dedicar-se mais aos cuidados do paciente, pois tem à disposição, nas unidades de internação, os materiais e medicamentos mais utilizados de acordo com o perfil de cada setor e recebem os medicamentos injetáveis em dose unitária, ou seja, pronta para ser administrada”, exemplifica a Gerente de Suprimentos do Samaritano, Ana Paula Gomes de Melo.
 
Segundo Ana Paula, a Assistência Farmacêutica também foi muito beneficiada com a automação. Isso porque os farmacêuticos da Instituição podem focar em suas atividades clínicas, deixando de atuar em funções operacionais e passando a interagir diretamente com a equipe multiprofissional e pacientes.
 
O novo serviço assegura o uso racional de medicamentos e a eficácia da terapia medicamentosa, desde a admissão dos pacientes até a orientação pós-alta. “Hoje todos os pacientes recebem as informações relacionadas ao tratamento medicamentoso de maneira interativa, já que os farmacêuticos utilizam tablets na beira do leito para passar as orientações necessárias”, finaliza.
 
Fonte SaudeWeb

Software de gestão hospitalar da Totvs recebe certificação da SBIS

Medida reforça a segurança e confidencialidade nas informações do Prontuário Eletrônico do Paciente
 
O software de Gestão Hospitalar da Totvs acaba de receber a Certificação SBIS/CFM conferida pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde e pelo Conselho Federal de Medicina. Essa certificação habilita o uso do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) para a guarda e manuseio dos documentos clínicos dos pacientes. A medida reforça a segurança nas informações e permite que os usuários da solução deixem de utilizar o papel no seu dia a dia.
 
Atualmente, grande parte dos hospitais brasileiros, ainda, não usa o Prontuário Eletrônico. Ao fazerem todos os registros em papéis, necessitam da assinatura dos médicos e profissionais envolvidos no tratamento. Com esse modelo, o volume de papel gerado é muito alto e gera muita dificuldade em todo o andamento do processo de atendimento. Afinal, a informação do prontuário em papel fica disponível somente a um profissional ao mesmo tempo, o que gera baixa mobilidade e ambiguidade de dados.
 
De acordo com a empresa, o sistema garante a distribuição simultânea dos dados para as equipes, onde e quando precisarem, segurança, confidencialidade dos dados e a agilidade na tomada de decisões do corpo clínico, o que reduz custos com internações prolongadas, exames desnecessários e tratamentos errados.
 
“Com um bom Prontuário Eletrônico, o médico pode dedicar mais tempo ao cuidado com os pacientes. Por isso, é tão importante essa certificação completa em nosso produto, que atende a exigência assistencial, a utilização de certificados digitais para os processos de assinatura e autenticação e a garantia de segurança. O mesmo pode ser usado por hospitais gerais ou especializados, de qualquer porte”, ressalta Nelson Berny Pires, diretor do Segmento Saúde da Totvs, em comunicado.
 
Fonte SaudeWeb

Confira dicas de postura para ler sem prejudicar a coluna

Ortopedista orienta cuidados para evitar dores no pescoço
 
Ler se torna ainda mais convidativo em tempos de Feira do Livro em Porto Alegre, mas não dá para descuidar da postura durante a leitura, seja na Praça da Alfândega ou na poltrona de casa. A cervicalgia, dor no pescoço que atinge de 30% a 50% da população mundial, pode ter como causa o período prolongado da coluna cervical em uma posição inadequada na hora da leitura, alerta o ortopedista Aldemar Roberto Rios.
 
O médico explica que a região cervical é responsável por sustentar o peso de seis quilos da cabeça e realizar mais de 600 movimentos diários. Ao ler um livro, o excesso de flexão do pescoço e os períodos extensos na mesma posição ocasionam problemas nos discos intervertebrais.
 
— Estar sentado ou deitado por muito tempo lendo um livro sobrecarrega os anéis fibrocartilaginosos entre as vértebras, responsáveis por amortecer o peso da cabeça e manter a estabilidade da espinha cervical. Isso acelera o processo degenerativo da coluna — esclarece Rios.
 
O ideal na hora de ler é alternar a posição constantemente, além de se alongar e relaxar para tornar o momento saudável.
 
— A coluna foi feita para ser movimentada e evitar que haja problemas nos discos. É preciso ficar também atento para a postura na hora de dormir, quando há uma reidratação natural dos discos, importante para evitar dores durante o dia — afirma o especialista.
 
Rios alerta que não é normal o incômodo na região do pescoço persistir ao ler um livro. A coluna cervical mantém contato com estruturas importantes do organismo, como a medula espinhal, vasos arteriais e venosos e nervos ligados ao cérebro. Por isso, a dor incessante deve ser observada com atenção, já que pode sinalizar outros problemas como as doenças degenerativas. Hérnias de disco ou estenoses, com o estreitamento ou redução do canal por onde passam a medula e os nervos, são comuns.
 
Segundo o ortopedista, a região cervical é a parte mais sensível da coluna. Dores que surgem quando o corpo está relaxado podem indicar doenças psicossomáticas, tumores ou infecções. Outro fator importante é a prática de exercícios, pois auxiliam a diminuição da dor e ajudam no tratamento da coluna.
 
Fonte Zero Hora