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domingo, 11 de novembro de 2012

Conheça a mulher com os maiores seios naturais do mundo

DivulgaçãoNorma Stitz criou seu próprio império usando nada mais que aquilo que a Mãe Natureza lhe deu: seios grandes!
 
Faz 12 anos que ninguém consegue tirar um recorde que Norma Stitz tem em suas mãos. Bom... O recorde imbatível não está exatamente nas mãos dela. Olha bem: tá na cara. Ou logo abaixo dela, né?
 
Norma Stiz é dona dos maiores seios naturais do mundo. Ela já ganhou uma grana preta só por ter os seios do jeito que são. Ela produz e protagoniza filmes adultos muito bem vendidos na internet. Além disso, ela também ganha dinheiro fazendo eventos. Por conta disso, a moça acha que seus instrumentos de trabalho precisam ser protegidos e decidiu contratar guarda-costas que protejam sem patrimônio.
 
Norma disse em entrevista à revista Closer que até tarefas comuns, como ir ao supermercado, se tornam mais difíceis por conta do assédio. — Pessoas cutucam meus seios para saber se são reais.
 
— Algumas pessoas tomam liberdade e apalpam meus seios. Fãs me perseguem e, quando faço eventos, fico rodeada de homens e mulheres. Eu percebi que precisava de segurança depois de um evento em uma boate há cerca de um ano, quando uma multidão me cercou.
 
O segurança de Norma recebe quase R$ 2 mil por semana para evitar que pessoas tentem fazer qualquer coisa não autorizada com os seios dela.
 
O busto de Norma mede 2,59 m, cada um de seus seios pesa cerca de 20 kg e ela fez uma promessa de jamais fazer uma cirurgia de redução de tamanho. Norma tem dois filhos, um com 25 e outro com 22 anos de idade, e contou que não pode amamentá-los por conta do tamanho de seus seios.
 
A mulher conseguiu conquistar sua própria fortuna, mesmo tendo começado a usar os seios gigantes para faturar só com 34 anos de idade. Apesar do aparente sucesso, Norma diz que nem tudo são flores.
 
— As pessoas se esquecem que eu sou uma pessoa, não só um par de seios enormes.
 
Por incrível que pareça, Norma está namorando com um fã. Gareth Brown tem 44 anos e ela se diz muito feliz ao lado dele.
 
— Eu adoro ler as mensagens que meus fãs me mandam, mas tenho que tomar cuidado com possíveis perseguidores. Norma se diz mais segura com a presença de um guarda-costas que, na real, não está ali para cuidar exatamente das costas dela.
 
Fonte R7

Higiene íntima: 10 dicas para o sexo feminino

Getty ImagesSaiba como manter a região genital livre de odores indesejados e infecções
 
1. A limpeza da região genital deve ser diária com sabonete comum e água corrente
 
2. É importante passar os dedos entre os pequenos e grandes lábios para tirar a gordurinha branca produzida naturalmente ou os restos de papel higiênico
 
3. Após o banho, orienta-se secar a região genital delicadamente com uma toalha macia
 
4. O excesso de pelos na genitália pode provocar o acúmulo de secreções, por isso é importante cortá-los ou manter a depilação em dia
 
5. Se a mulher se sentir confortável, pode dormir sem calcinha para arejar a região. Outra alternativa é optar por uma lingerie de algodão
 
6. O uso de protetor diário absorve a umidade, a transpiração e as possíveis secreções, prolongando a sensação de limpeza
 
7. A ducha vaginal só deve ser feita com orientação médica. O excesso ou a falta de limpeza pode alterar o pH da vagina
 
8. Após a relação sexual, a limpeza deve ser realizada normalmente com água e sabonete
 
9. Durante a menstruação, a higiene íntima pode ser feita com mais frequência e de acordo com o fluxo menstrual
 
10. Perfumes e desodorantes íntimos são contraindicados porque podem disfarçar algum tipo de infecção vaginal
 
Fonte R7

Excesso ou falta de higiene íntima feminina é prejudicial à saúde

Especialistas ensinam como manter a região genital livre de odores indesejados e infecções
 
A falta de intimidade com o próprio corpo, segundo a psiquiatra Dra. Carmita Abdo, fundadora do Programa de Estudos em Sexualidade da USP (Universidade de São Paulo), reflete em atitudes muitas vezes equivocadas em relação à higiene íntima.
 
Segundo a médica, o excesso ou a falta de limpeza podem prejudicar o pH da vagina — grau de acidez que impede a ação de bactérias — e resultar em uma série de doenças.
 
— Muitas mulheres consideram a região genital “suja”, quando na realidade a secreção e o odor característicos fazem parte do corpo feminino e atuam como uma proteção às infecções. Inclusive esse cheiro natural costuma atrair os homens.
 
Pode parecer incoerente falar que em pleno século 21 a região genital feminina é pouco explorada por suas donas, mas a antropóloga Mirian Goldenberg, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), garante que ainda há muita vergonha e preconceito em ralação ao tema e que isso dificulta o progresso feminino.
 
— As brasileiras se preocupam tanto com a aparência física e com agradar o parceiro que esquecem a importância de cuidar de sua genitália. E esse cuidado vai muito além do banho, é preciso conhecer o próprio corpo.
 
A Dra. Carmita concorda com a colega e acrescenta que alterações na coloração do corrimento e no odor característico da vagina podem ser sinais de alguma doença.
 
— Quando o odor é mais forte, a secreção vaginal está amarelada e há coceira, dor ou ardência a mulher deve procurar o ginecologista.
 
Fonte R7

sábado, 10 de novembro de 2012

Analgésicos podem causar impotência

Homens idosos tendem a tomar mais analgésicos e ter mais problemas sexuais, mas isso significa que um problema causa o outro?
 
Talvez sim. Foi o que concluiu um novo estudo, que afirmou que a ligação entre medicamentos para dor e impotência se manteve mesmo após a exclusão de idade e diversas outras doenças como possíveis explicações.
 
A pesquisa mostra que os usuários regulares de drogas como aspirina, paracetamol, ibuprofeno e celebrex são 38% mais propensos a sofrer de disfunção erétil do que os homens que não tomam os analgésicos anti-inflamatórios.
 
De acordo com instituto nacional de saúde americano, cerca de 1 em cada 100 homens na faixa dos 40 anos têm disfunção erétil, em comparação com quase metade dos homens com mais de 75 anos.
 
No estudo atual, os cientistas analisaram questionários sobre a saúde de quase 81.000 homens com idades entre 45 e 69 anos. Em geral, apenas metade afirmou tomar analgésicos regularmente (pelo menos cinco vezes por semana) e menos de um terço relatou moderada ou severa disfunção erétil.
 
Daqueles que tomavam analgésicos regularmente, 64% disseram que nunca tinham ereção, em comparação com 36% dos homens que não tomavam os remédios tão frequentemente.
 
Após a verificação de fatores como idade, peso, pressão arterial alta e doenças cardíacas, os pesquisadores ainda encontraram um risco 38% maior de disfunção erétil entre os homens que tomam analgésicos.
 
Ainda assim, os cientistas alertam que os resultados não provam que analgésicos provocam impotência. É possível que fatores desconhecidos estejam em jogo, ou que eles não tenham conseguido eliminar a influência de outras doenças inteiramente.
 
Por exemplo, muitos homens tomam uma dose baixa de aspirina porque estão em maior risco de ataque cardíaco, o que significa que seus vasos sanguíneos não estão em forma, e isso pode afetar o pênis também.
 
As artérias do pênis são menores do que aquelas que vão para o coração, e por isso podem ficar bloqueadas até vários anos antes. Elas obstruem o sangue que normalmente faz o pênis crescer e tornar-se duro.
 
Porém, os cientistas acreditam que tais drogas analgésicas bloqueiam os hormônios que “comandam” as ereções dos homens, o que pode ajudar a explicar as novas descobertas.
 
Como o estudo não testou os analgésicos diretamente, os pesquisadores advertem que os homens não devem parar de usar os remédios por medo de reduzir as chances de conseguir uma ereção.

Fonte Hypescience

Videogames funcionam como analgésicos

Uma nova pesquisa mostrou que jogar videogame reduz ansiedade e dor crônica, principalmente em períodos pós-operatórios. Os médicos responsáveis apontam os jogos como uma forma alternativa, que faria parte do tratamento para diminuir a dor de seus pacientes.
 
Segundo os pesquisadores a realidade virtual apresentada nos jogos não funciona apenas distraindo o paciente da dor, mas afeta a forma com que o cérebro responde aos estímulos que causam o desconforto. O mecanismo neurobiológico que está por trás do fenômeno ainda não é conhecido.
 
A pesquisa analisou o efeito dos videogames, primeiramente, em quem mais joga – crianças e pré-adolescentes – que foram testados em relação à sua tolerância com água fria (e os coitados estavam achando, apenas, que iam jogar Final Fantasy de graça…). A tolerância à dor variava de acordo com a idade do voluntário.
 
Em uma parte do estudo, no qual as crianças usavam capacetes de realidade virtual, crianças com menos de 10 anos mostraram pouca tolerância à água (embora, mesmo assim, conseguiram agüentar mais tempo do que se estivessem sem o capacete), enquanto as mais velhas se mostraram mais fortes.
 
Cientistas acreditam que isso ocorra devido a diferenças no cérebro, especificamente nas partes responsáveis pelas funções cognitivas do órgão, que são alteradas de acordo com a idade.
 
Fonte Hypescience