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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Alimentos que combatem o colesterol alto

O colesterol alto é um mal que acomete muitas pessoas. Saiba quais alimentos ajudam a combatê-lo.
 
Existem três tipos de colesterol o HDL, o LDL e o VLDL. Sendo os principais o HDL e o LDL, conhecidos popularmente como colesterol bom e colesterol ruim. O colesterol bom (HDL) é uma lipoproteína de alta densidade que ajuda a remover as gorduras dos vasos sanguíneos arteriais, deixando as paredes desses vasos bem limpas e flexíveis, ou seja, é um composto que “calibra” naturalmente as células beneficiando as trocas entre elas. Ele ainda ajuda na produção da bílis e dos hormônios sexuais. Por sua vez, o colesterol ruim (LDL) é uma lipoproteína de baixa densidade que deposita gordura nos vasos sanguíneos arteriais, deixando as paredes desses vasos estreitas e endurecidas.
 
Mesmo não tendo uma receita milagrosa para controlar o colesterol alto (LDL), um tratamento eficaz para diminuir as concentrações de gorduras no organismo é a dieta pobre em gorduras – evitando alimentos como frituras, ovos, queijos amarelos, carne vermelha, dando preferência a uma dieta à base de verduras, saladas e carnes brancas (principalmente frango sem pele e peixes), pois manter uma boa alimentação  juntamente com hábitos saudáveis, beneficiam a redução do colesterol “ruim” (LDL) e o aumento do “bom” colesterol (HDL).
 
Alimentos bons para a sua saúde:

Abacate:
Abacate também beneficia o combate ao colesterol alto, pois é rico em gordura monoinsaturada, que auxilia nas taxas do HDL, o colesterol “bom”.

Alho e Cebola:
Importantes para o combate do colesterol alto, pois o alho possui compostos sulfurados, que reduzem a pressão arterial e as taxas de LDL e também impedem que o colesterol grude nas paredes das artérias. Já a cebola diminui a obstrução dos vasos sanguíneos e a formação de placas de gorduras.

Aveia:
É um alimento rico em fibras solúveis, as quais impedem o colesterol ruim de chegar a corrente sanguínea.
 
Azeite de Oliva:
Na preparação dos alimentos é possível mudar o óleo de soja pelo o azeite de oliva, pois este tem doses boas de ácidos graxos monoinsaturados, que não aumentam as taxas de LDL e ainda ajuda a aumentar consideravelmente os níveis de HDL. Ainda, segundo Jorge Mancini, diretor da Faculdade de Ciência Farmacêutica da Universidade de São Paulo, o azeite possui os compostos fenólicos que evitam a oxidação do colesterol, um fato que propicia a formação das placas de gordura.

Feijão:
Possui fibras solúveis que auxiliam na remoção do colesterol ruim do corpo.

Frutas Cítricas:
Laranja, morango, goiaba e kiwi possuem a vitamina “C”, fundamental para o coração. Essa vitamina reforça as paredes das artérias e combate a formação das placas de gorduras. Sucos podem ajudar numa nutrição balanceada.

Leite desnatado:
E que tal trocar o leite integral pelo desnatado? O leite desnatado vai garantir mais cálcio, e menos gordura ao nosso organismo, pois o integral possui mais ácidos graxos saturados, que, em excesso, aumentam os níveis de LDL.

Linhaça:
Por conter grande quantidade de ômega 3, auxilia no combate ao colesterol ruim (LDL) e no aumento do colesterol bom (HDL).

Oleaginosas:
Esses tipos de alimentos contém gorduras monoinsaturadas, responsáveis por manter o bom funcionamento das artérias e, evitando assim, doenças cardiovasculares. Nozes, castanhas e amêndoas são alguns exemplos.

Pão Integral:
No café-da-manhã, quase ninguém resiste a um pão francês quentinho, não é? Porém, trocar este pão pela versão integral pode beneficiar a diminuir o seu colesterol. A massa do pão integral traz uma grande dose de fibras, substâncias importantes, pois provocam a proliferação das bactérias no intestino, favorecendo o bom funcionamento do mesmo. Algumas dessas bactérias, se bem nutridas, fabricam uma substância chamada propionato, que auxilia nos níveis de gorduras na circulação.

Suco de Uva:
E no momento da sede, prefira o suco de uva (com casca) natural, pois é nele que o coração encontra um parceiro, o resveratrol. Essa substância ajuda na redução do colesterol e ainda tem função oxidante. O resveratrol não é exclusivo do vinho, pois o suco de uva natural também o disponibiliza para o organismo.
 
Tomate:
Além das fibras, o tomate, é capaz de livrar as artérias do LDL ( colesterol ruim), pois ele cheio de licopeno (encontrada também na melancia e goiaba) pigmento vermelho que tem propriedades antioxidantes.

Alimentos que aumentam o colesterol LDL (colesterol ruim) e devem ser evitados. São eles:

Gema de Ovo

Bacon ou toucinho

Carne de frango com pele

Torresmo

Manteiga, creme de leite e nata

Frituras

Salsicha, salame e linguiça

Carnes Vermelhas

Cores dos vegetais são arma da dieta anticâncer

Pesquisas mostram que adicionar à dieta frutas e verduras de cores fortes e variadas ajuda a proteger o corpo de vários tumores
 
Nunca é tarde para incorporar frutas e vegetais à dieta, aconselham os especialistas. Um exemplo: pesquisas recentes sugerem que a ingestão de uma maçã por dia pode realmente manter uma pessoa longe do consultório médico, ajudando a evitar cânceres de garganta, boca, pulmão e possivelmente mama, observa Stacy Kennedy, nutricionista sênior do Instituto do Câncer Dana-Farber, em Boston (EUA). Isso porque as maçãs contêm um nutriente chamado quercetina, que protege o DNA da célula de danos que podem levar ao câncer.
 
“A chave é comê-la crua e com a casca, onde estão concentrados muitos dos nutrientes responsáveis pelo benefício à saúde”, explica Stacy.
 
As frutas vermelhas, outras queridinhas da dieta saudável, têm um preço um pouco mais salgado, mas podem ser estocado em sacos e congelado para uso durante todo o ano. Elas são ricas em antioxidantes e odestaque vai para o cranberrie: evidências indicam que o ácido benzóico encontrado nesses frutos pode inibir o câncer de pulmão e de cólon, e algumas formas de leucemia.
 
Entre os vegetais coloridos, Stacy sugere porções generosas de beterraba, cenoura e nabo frescos.
 
“Quanto mais brilhante e mais rico o pigmento, maior é o nível de nutrientes que atuam contra o câncer”, diz a nutricionista.
 
Vegetais folhosos e verde-escuros como couve, brócolis, repolho e couve de Bruxelas também são importantíssimos, ressalta a especialista. Pessoas que comem boas quantidades desses vegetais têm menores taxas de câncer de próstata, pulmão e estômago.
 
“Couve é uma excelente opção, pois é rica é rica em fitonutrientes que estimulam a desintoxicação do fígado e ajudam o corpo a combater o câncer”.
 
Os alaranjados, como cenoura e abóbora são ricos em nutrientes conhecidos como carotenoides, cujo consumo na dieta vem sendo ligado à prevenção de câncer de cólon, próstata, mama e pulmão, explica Stacy Kennedy.
 
A cor é a chave para encontrar alimentos que combatem o câncer, em qualquer época, acrescenta Stacy.
 
“Uma dieta baseada em vegetais é a melhor maneira de ajudar a diminuir o risco de câncer de todo o ano”, recomenda a nutricionista.
 
Veja a seguir os efeitos terapêuticos de 33 alimentos divididos por cor:
 
Alimentos vermelhos, como a maçã, são ricos em licopeno, que combate o envelhecimento das células, melhora a circulação e protege o coração.
 
Morango é grupo dos vermelhos, assim como....
 
Tomate.
 
Caqui (apesar da cor, também é do grupo dos vermelhos).
 
Melancia.
 
Framboesa.
 
Cereja. 
 
Goiaba vermelha.
 
Nos alimentos amarelos, como a laranja, o destaque é para o betacaroteno. Eles também são riscos vitamina A, C e B-3 e melhoram o sistema imunológico.
 
Damasco é do grupo dos amarelos, assim como....
 
Mamão.
 
Pêssego.
 
Cenoura.
 
Abóbora.
 
Manga.
 
Alimentos verdes, como a alface, têm clorofila, substância com grande potencial antioxidante. Também são ricos em cálcio e ácido fólico.
 
Espinafre é do grupo dos verdes, assim como....
 
Pepino.
 
Salsa
 
Ervilha.
 
Vagem.
 
Agrião.
 
Couve.
 
Brócolis.
 
Kiwi.
 
Os alimentos marrons, como as nozes, são fontes de fibras e selênio, além de serem ricos em ômega 3.
 
Castanha-do-pará é do grupo dos marrons, assim como....
 
Cereais integrais.
 
Os alimentos roxos, como a beterraba, têm vitamina B1 e ácido elágico, substância com propriedades antioxidantes.
 
Uva é do grupo dos alimentos roxos, assim como....
 
Ameixa.
 
Alcachofra.
 
Jabuticaba.
 
Fonte iG

domingo, 2 de dezembro de 2012

Consumo diário de pão previne aparecimento de doenças cardiovasculares

Pessoas que ingerem alimento branco ou integral têm baixos níveis de colesterol ruim e menor concentração de insulina no sangue
 
Estudo realizado por pesquisadores da , na Espanha, mostrou que o consumo de pão, especialmente integral, pode prevenir doenças cardiovasculares.
 
O estudo identificou os fatores metabólicos que são possivelmente relacionados aos efeitos benéficos do pão sobre o perfil lipídico e sobre a saúde cardiovascular de seus consumidores.
 
A equipe, liderada por Rafael Llorach, examinou o impacto do consumo de pão (branco e integral) em 275 voluntários mais velhos com alto risco de problemas cardiovasculares.
 
Os resultados mostraram que o consumo diário de pão, especialmente de farinha integral, tal como um elemento de uma dieta equilibrada, é associado a um perfil lipídico saudável, com níveis mais baixos de insulina no sangue.
 
"O estudo metabolômico nos levou a identificar os fatores metabólicos potenciais escondidos por trás dos efeitos positivos que o consumo do pão tem sobre o perfil lipídico e que pode ser determinante para uma melhor saúde cardiovascular", afirma a pesquisadora Cristina Andrés-Lacueva.
 
Os autores identificaram um metabólito relacionado à atividade de PPAR-alfa, receptor nuclear envolvido no metabolismo lipídico que é gerado nos consumidores de pão integral.
 
O estudo sugere que as pessoas que consomem diariamente pão, branco ou integral, mostram um perfil lipídico saudável, com baixos níveis de colesterol LDL (ruim) e níveis mais elevados de colesterol HDL (bom) do que as pessoas que consomem esporadicamente ou não consomem o alimento.
 
A equipe notou ainda que o consumo regular de pão está associado a uma menor concentração de insulina. "Este é um dos dados realmente importantes, quando o corpo não responde de forma correta para a ação da insulina, a glicose não pode atingir a parte interior das células e se acumula no sangue", explica Andrés-Lacueva. Este mecanismo de resistência à insulina, é um processo patológico fundamental no desenvolvimento do diabetes e também foi associado a um risco elevado de doença cardiovascular.
 
Os resultados do estudo coincidem com trabalhos científicos anteriores que mostraram um efeito preventivo derivado do consumo de fibras.
 
Fonte isaude.net

Pesquisa revela nova origem celular para o câncer de pâncreas

Testes com camundongos demonstram papel fundamental das células acinares nos estágios iniciais da doença
 
Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos EUA, descobriram novas células que dão origem ao câncer de pâncreas, ou adenocarcinoma pancreático ductal.
 
Estudo com camundongos, publicado na Cancer Cell, pode ajudar no desenvolvimento de métodos de detecção precoce e melhores tratamentos.
 
"Antes, acreditava-se que esse tipo de câncer surge a partir das células epiteliais em dutos pancreáticos. Mas neste estudo, mostramos que os dutos não têm quase nenhuma resposta a mutações oncogênicas, mutações que dão origem aos tumores cancerígenos", afirma a pesquisadora Maike Sander.
 
O estudo revelou que outro tipo de células no pâncreas, chamadas células acinares, converte-se em uma célula do tipo do duto que inicia tumores. Os investigadores também demonstraram que a inflamação do pâncreas, o que é um fator de risco significativo para a doença, promove a conversão das células acinares em precursores de tumores.
 
Kras é um gene que pode causar câncer quando é mutado. Ele forma a proteína Kras, que está envolvida nas vias de sinalização celular, crescimento celular e apoptose, ou morte celular. Os agentes que bloqueiam a atividade do gene Kras mutante ou de sua proteína pode parar o crescimento do câncer.
 
A pesquisa mostrou que o oncogene Kras pode facilmente induzir lesões pré-malignas, chamadas PanIN, nas células acinares pancreáticas adultas, mas não nas células ductais.
 
Levando em conta o fato de que as células acinares são muito mais abundantes do que as células ductais no pâncreas de ratos adultos, a diferença na capacidade das células acinares de gerar PanIN permaneceu mais de 100 vezes maior do que a capacidade das células ductais.
 
Além disso, o estudo demonstrou que, quando PanIN se origina das células acinares, elas ativam o fator de transcrição dutal Sox9. Os cientistas mostram que a ativação de Sox9 é necessária para converter as células acinares em lesões pré-malignas.
 
Segundo os pesquisadores, os resultados demonstram um papel fundamental das células acinares nos estágios iniciais de câncer de pâncreas, e apontam para Sox9 como um alvo potencial para a prevenção precoce dos tumores.
 
Fonte isaude.net

Aparelhos de pressão da rede estadual de saúde da BA vão passar por avaliação

Objetivo é medir qualidade e evitar diagnósticos equivocados. O trabalho será iniciado na próxima segunda-feira
 
A partir de uma parceria firmada entre a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e o Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), todos os tensiômetros (aparelho de pressão) usados nas unidades da rede estadual de saúde serão avaliados. O objetivo é garantir a qualidade dos equipamentos e, consequentemente, evitar diagnósticos equivocados.
 
O trabalho será iniciado na próxima segunda-feira (3), no Almoxarifado Central da Sesab (Alcen). Inicialmente, os técnicos do Ibametro vão avaliar os tensiômetros novos, estocados no almoxarifado. Estes aparelhos vão substituir os que estão em uso nas unidades, que por sua vez serão recolhidos para também serem verificados.
 
A manutenção adequada dos tensiômetros, segundo o diretor de Regulação de Mercado do Ibametro, Edson Sales, garante seu bom funcionamento. "Do contrário, torna-se arriscado utilizá-los para fazer o diagnóstico do paciente, já que o resultado da medição provavelmente não refletirá a realidade," revela.
 
O diretor Tecnologia da Sesab, Handerson Leite, explica que existem estudos demonstrando que o diagnóstico errado de pessoas com pressão normal (normotensas) como hipertensas, custa para o sistema de saúde cerca de U$ 50,00 entre a realização de exames complementares e o consumo de medicamentos.
 
Nas situações em que o diagnóstico de hipertensos é feito erroneamente, como normotensos, o problema é ainda mais grave, e tornando-se impossível avaliar os custos para o sistema de saúde, pois a hipertensão arterial é patologia prevalente para casos de infarto, acidente vascular encefálico, insuficiência renal crônica, dentre outras.
 
Fonte isaude.net