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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Brasil precisa mensurar impactos da discriminação na saúde da população, defende especialista

Brasília - Casos de discriminação são facilmente identificados por quem é alvo de piadas, chacotas, olhares atravessados ou tratamentos diferenciados. Mensurar os impactos que esses episódios trazem à saúde das pessoas, entretanto, ainda não é comum no Brasil.
 
Para o professor João Luiz Bastos, do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), estratégias difundidas internacionalmente podem ajudar o país a entender como a discriminação pode estar associada, por exemplo, ao aumento da ocorrência de casos de depressão, ansiedade e hipertensão.
 
“A literatura internacional aponta uma forte relação entre quadros de alteração na saúde com o fenômeno da discriminação. É importante que, no Brasil, também sejam desenvolvidos estudos que identifiquem esse impacto, levando-se em conta nossas formas de sociabilidade e de tratar as pessoas em diferentes instâncias, para ver se aqui também essas relações se confirmam e de que forma elas se confirmam”, defendeu Bastos, que é autor do livro Discriminação e Saúde: Perspectivas e Métodos, lançado em novembro pela Editora Fiocruz.
 
Entre as metodologias que podem ser utilizadas por pesquisadores brasileiros, citadas na obra produzida em parceria com o professor Eduardo Faerstein, do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), está a conhecida como auditagem.
 
Por meio dela, são selecionados pares de pacientes com características semelhantes, exceto o aspecto que caracteriza a discriminação que se pretende investigar. Eles se apresentam em um serviço de saúde com os mesmos tipos de roupa e formas de comunicação e solicitam o mesmo tratamento.
 
“Se houver tratamento diferenciado, com encaminhamentos diferentes, poderá ser detectada a discriminação e o prejuízo para o tratamento de determinada patologia”, disse.
 
Segundo João Luiz Bastos, estudos que identifiquem e quantifiquem essas circunstâncias são fundamentais para reduzir a falta de equidade na saúde, “que podem estar nas relações entre profissionais de saúde e pacientes, na prescrição de tratamentos medicamentosos ou de outros procedimentos cirúrgicos e terapêuticos, assim como na própria satisfação dos usuários com o atendimento prestado”.
 
O professor da UFSC também citou a aplicação de “grandes inquéritos” que incluam perguntas sobre experiências discriminatórias e sobre o desenvolvimento de problemas de saúde. “Dessa forma, pode-se avaliar os dados e examinar a relação entre as experiências vividas e a ocorrência de agravos à saúde”, explicou.
 
O professor destacou o caráter inovador do tema, ressaltando que somente durante a década de 1990 a discriminação passou a ser encarada como um fenômeno complexo, nem sempre identificado. Ele lembrou que, antes de 1920, a discriminação racial, por exemplo, sequer era entendida como um problema importante de pesquisa. Segundo ele, a discriminação em qualquer área do cotidiano das pessoas pode trazer prejuízos à saúde.
 
A aposentada Noádia Almeida diz que já perdeu a conta das vezes que foi alvo de discriminação por causa da cor de sua pele. Em um dos episódios, ela foi impedida de deixar uma loja de departamentos na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, após ter trocado uma peça que tinha comprado para a filha.
 
“Eu estava saindo da loja quando dois seguranças me mandaram segui-los até um outro setor e disseram a outro funcionário: ´pegamos a crioula com a muamba no saco’. Como eu tinha a nota fiscal, consegui provar que a peça era minha, mas foram minutos de muita angústia, de muito nervosismo. Todo mundo me olhando, foi um horror”, contou ela, que chegou a faltar um dia ao trabalho por causa do “violento estresse emocional”.
 
O Ministério da Saúde informou, por meio da assessoria de imprensa, que não tem dados sobre os impactos da discriminação na saúde da população, mas destacou que desenvolve várias ações para ligadas ao tema, como as associadas à Política Nacional de Humanização, lançada em 2003. Por meio da iniciativa, os profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) são treinados e capacitados no atendimento que garanta a defesa dos direitos dos usuários, qualquer que seja sua classe social, cor da pele ou condição física ou psicológica.
 
Fonte Agência Brasil

Micose (Tinha)

A micose é uma doença de pele comum, principalmente entre
as crianças, mas pode afetar pessoas de todas as idades
Definição
A micose é uma infecção de pele causada por um fungo e pode afetar a pele do corpo (tinea corporis), do couro cabeludo (tinea capitis), da região da virilha (tinea cruris, também chamada de coceira de jóquei) ou dos pés (tinea pedis, também chamada de pé de atleta).
 
Normalmente, aparecem várias manchas de tinha na pele ao mesmo tempo.
 
Nomes alternativos
Dermatofitose; tinha; tinea
 
Causas, incidência e fatores de risco
A micose é uma doença de pele comum, principalmente entre as crianças, mas pode afetar pessoas de todas as idades. A infecção é causada por um fungo.
 
Muitas bactérias e fungos habitam o corpo humano. Alguns deles são benéficos ao organismo. Outros podem se multiplicar rapidamente e originar infecções. A micose ocorre quando um certo tipo de fungo cresce e se multiplica em qualquer parte da pele, do couro cabeludo ou das unhas.
 
Ela é contagiosa e pode ser transmitida de uma pessoa a outra pelo contato direto da pele ou de objetos contaminados como pentes, roupas sujas e pisos de piscinas e de chuveiros, por exemplo. Também é possível pegar micose através de animais de estimação que tenham o fungo. Os gatos são os portadores mais comuns.
 
Os fungos responsáveis por essa infecção se proliferam em regiões quentes e úmidas. A ocorrência de micose é mais provável quando há umidade frequente (suor, por exemplo) e pequenas lesões na pele, no couro cabeludo ou nas unhas.
 
Sintomas
 
Os sintomas da micose são:

- Manchas vermelhas, salientes e escamosas que coçam e podem se transformar em bolhas e vazar. As manchas costumam ter bordas bem definidas. Elas são mais vermelhas nas extremidades e apresentam o tom normal da pele no centro. Isso pode lembrar a aparência de um anel. A pele pode ficar mais escura ou clara do que o normal.
 
- Quando a área do couro cabeludo ou da barba é infectada, as manchas não têm pelos.
 
- Se as unhas são infectadas, elas ficam descoloridas, grossas e até mesmo descascar.
 
Sinais e testes
O diagnóstico da micose é feito primeiramente baseado na aparência da pele. Caso seja necessário a realização de testes, o fungo poderá ser visto como uma fluorescência quando a pele é examinada sob luz azul (denominada de luz de Wood) em uma sala escura.
 
Um diagnóstico mais definitivo pode ser realizado através de exame microscópico de células obtidas com a raspagem da região da pele infectada.

Tratamento
A micose geralmente responde bem a cuidados caseiros em até 4 semanas, sem a necessidade de consulta médica.
 
- Mantenha a pele limpa e seca
 
- Aplique produtos antifúngicos (talcos, loções ou cremes), disponíveis em farmácias e supermercados Aqueles que contêm miconazol, clotrimazol ou ingredientes similares são geralmente eficazes
 
- Enquanto estiver infectado, lave os lençóis e as roupas usadas para dormir todos os dias
Uma infecção persistente ou grave pode necessitar de tratamento médico. Caso o cabelo esteja infectado, pode ser necessário o uso de antifúngicos orais. Medicações antifúngicas vendidas sob prescrição médica, como o cetoconazol, são mais fortes que os produtos de venda livre e podem ser necessárias. Também pode ser preciso usar antibióticos para tratar infecções bacterianas relacionadas.
 
Animais domésticos infectados também devem ser tratados.
 
Evolução (prognóstico)
A medicação tópica costuma ter resultados satisfatórios no tratamento da tinha em até 4 semanas. Se a infecção for grave ou resistente (ou seja, não responde bem aos cuidados caseiros), ela responderá rapidamente ao uso de antifúngicos orais.
 
Complicações
- Disseminação da tinha para outras áreas
 
- Infecções de pele bacterianas
 
- Dermatite de contato ou outras doenças de pele
 
- Efeitos colaterais de medicações
 
Ligando para seu médico
Procure seu médico imediatamente caso haja qualquer sinal de infecção bacteriana que possa ter sido causada por coceira. Esses sinais consistem em inchaço, pele quente ao toque, piora súbita da vermelhidão das manchas, linhas vermelhas, pus, secreção e febre.
 
Ligue para o médico se:
 
- A micose atingir o couro cabeludo ou a barba.
 
- A pele não apresentar melhoras após 4 semanas de cuidados caseiros.
 
Prevenção
Para prevenir a micose:
  • Mantenha a pele e os pés limpos e secos.
  • Lave o cabelo regularmente, principalmente após cortar o cabelo.
  • Não compartilhe roupas, toalhas, escovas de cabelo, pentes, adereços de cabeça e outros objetos pessoais. Esses objetos devem ser completamente limpos e secos após o uso.
  • Use sandálias ou sapatos em academias, vestiários e piscinas.
  • Evite tocar em animais domésticos com manchas sem pelos.
 
Referências
Weinstein A. Topical treatment of common superficial tinea infections. Am Fam Physician. 2002; 65(10): 2095-2102.
Gupta AK. Treatments of tinea pedis. Dermatol Clin. 2003; 21(3): 431-462.
Pratte M. Common skin conditions in athletes. Clin Fam Pract. 2003; 5(3): 653.
 
Fonte iG

Mariscos e ostras podem reduzir o triglicérides em até 60%

Frutos do mar ajudam a diminuir o triglicérides
O triglicérides é um tipo de gordura no sangue que pode ser muito mais perigosa do que se imagina.
 
Estudos mostram que uma pessoa que esteja com uma proporção ruim do HDL/LDL com aumento de triglicérides apresenta risco quatro vezes maior de ter um ataque cardíaco. Porém, se a relação HDL/LDL está boa, o excesso de triglicérides não é tão perigoso.

Quem já está com os níveis de triglicérides altos, pode contar com a alimentação como grande aliada para abaixá-lo. Há diversos tipos de alimentos que diminuem os triglicérides, veja alguns exemplos:

Frutos do mar
Estudos mostram que o óleo de peixe diminui drasticamente o triglicérides. Entretanto, os mariscos também diminuem o triglicérides em 60%%, as ostras em 20% e caranguejo em 17%, após três semanas ingerindo duas vezes por semana estes alimentos.

Outros alimentos importantes: alho (1 dente por dia), uma xícara de leguminosas por dia e dieta pobre em gorduras, tudo isso também ajuda a diminuir o triglicérides.
 
Em contrapartida, há alimentos que aumentam o triglicérides e devem ser evitados nestes casos: açúcar refinado, sucos de frutas, frutas secas e excesso de álcool.

Dra. Sylvana Braga (www.sylvanabraga.com.br) – Médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra é também palestrante e autora do livro “Dieta Ortomolecular – o segredo de rejuvenescer em total harmonia", que traz mais de 100 receitas para se manter saudável de forma natural.

Alimentos que combatem o colesterol alto

O colesterol alto é um mal que acomete muitas pessoas. Saiba quais alimentos ajudam a combatê-lo.
 
Existem três tipos de colesterol o HDL, o LDL e o VLDL. Sendo os principais o HDL e o LDL, conhecidos popularmente como colesterol bom e colesterol ruim. O colesterol bom (HDL) é uma lipoproteína de alta densidade que ajuda a remover as gorduras dos vasos sanguíneos arteriais, deixando as paredes desses vasos bem limpas e flexíveis, ou seja, é um composto que “calibra” naturalmente as células beneficiando as trocas entre elas. Ele ainda ajuda na produção da bílis e dos hormônios sexuais. Por sua vez, o colesterol ruim (LDL) é uma lipoproteína de baixa densidade que deposita gordura nos vasos sanguíneos arteriais, deixando as paredes desses vasos estreitas e endurecidas.
 
Mesmo não tendo uma receita milagrosa para controlar o colesterol alto (LDL), um tratamento eficaz para diminuir as concentrações de gorduras no organismo é a dieta pobre em gorduras – evitando alimentos como frituras, ovos, queijos amarelos, carne vermelha, dando preferência a uma dieta à base de verduras, saladas e carnes brancas (principalmente frango sem pele e peixes), pois manter uma boa alimentação  juntamente com hábitos saudáveis, beneficiam a redução do colesterol “ruim” (LDL) e o aumento do “bom” colesterol (HDL).
 
Alimentos bons para a sua saúde:

Abacate:
Abacate também beneficia o combate ao colesterol alto, pois é rico em gordura monoinsaturada, que auxilia nas taxas do HDL, o colesterol “bom”.

Alho e Cebola:
Importantes para o combate do colesterol alto, pois o alho possui compostos sulfurados, que reduzem a pressão arterial e as taxas de LDL e também impedem que o colesterol grude nas paredes das artérias. Já a cebola diminui a obstrução dos vasos sanguíneos e a formação de placas de gorduras.

Aveia:
É um alimento rico em fibras solúveis, as quais impedem o colesterol ruim de chegar a corrente sanguínea.
 
Azeite de Oliva:
Na preparação dos alimentos é possível mudar o óleo de soja pelo o azeite de oliva, pois este tem doses boas de ácidos graxos monoinsaturados, que não aumentam as taxas de LDL e ainda ajuda a aumentar consideravelmente os níveis de HDL. Ainda, segundo Jorge Mancini, diretor da Faculdade de Ciência Farmacêutica da Universidade de São Paulo, o azeite possui os compostos fenólicos que evitam a oxidação do colesterol, um fato que propicia a formação das placas de gordura.

Feijão:
Possui fibras solúveis que auxiliam na remoção do colesterol ruim do corpo.

Frutas Cítricas:
Laranja, morango, goiaba e kiwi possuem a vitamina “C”, fundamental para o coração. Essa vitamina reforça as paredes das artérias e combate a formação das placas de gorduras. Sucos podem ajudar numa nutrição balanceada.

Leite desnatado:
E que tal trocar o leite integral pelo desnatado? O leite desnatado vai garantir mais cálcio, e menos gordura ao nosso organismo, pois o integral possui mais ácidos graxos saturados, que, em excesso, aumentam os níveis de LDL.

Linhaça:
Por conter grande quantidade de ômega 3, auxilia no combate ao colesterol ruim (LDL) e no aumento do colesterol bom (HDL).

Oleaginosas:
Esses tipos de alimentos contém gorduras monoinsaturadas, responsáveis por manter o bom funcionamento das artérias e, evitando assim, doenças cardiovasculares. Nozes, castanhas e amêndoas são alguns exemplos.

Pão Integral:
No café-da-manhã, quase ninguém resiste a um pão francês quentinho, não é? Porém, trocar este pão pela versão integral pode beneficiar a diminuir o seu colesterol. A massa do pão integral traz uma grande dose de fibras, substâncias importantes, pois provocam a proliferação das bactérias no intestino, favorecendo o bom funcionamento do mesmo. Algumas dessas bactérias, se bem nutridas, fabricam uma substância chamada propionato, que auxilia nos níveis de gorduras na circulação.

Suco de Uva:
E no momento da sede, prefira o suco de uva (com casca) natural, pois é nele que o coração encontra um parceiro, o resveratrol. Essa substância ajuda na redução do colesterol e ainda tem função oxidante. O resveratrol não é exclusivo do vinho, pois o suco de uva natural também o disponibiliza para o organismo.
 
Tomate:
Além das fibras, o tomate, é capaz de livrar as artérias do LDL ( colesterol ruim), pois ele cheio de licopeno (encontrada também na melancia e goiaba) pigmento vermelho que tem propriedades antioxidantes.

Alimentos que aumentam o colesterol LDL (colesterol ruim) e devem ser evitados. São eles:

Gema de Ovo

Bacon ou toucinho

Carne de frango com pele

Torresmo

Manteiga, creme de leite e nata

Frituras

Salsicha, salame e linguiça

Carnes Vermelhas

Cores dos vegetais são arma da dieta anticâncer

Pesquisas mostram que adicionar à dieta frutas e verduras de cores fortes e variadas ajuda a proteger o corpo de vários tumores
 
Nunca é tarde para incorporar frutas e vegetais à dieta, aconselham os especialistas. Um exemplo: pesquisas recentes sugerem que a ingestão de uma maçã por dia pode realmente manter uma pessoa longe do consultório médico, ajudando a evitar cânceres de garganta, boca, pulmão e possivelmente mama, observa Stacy Kennedy, nutricionista sênior do Instituto do Câncer Dana-Farber, em Boston (EUA). Isso porque as maçãs contêm um nutriente chamado quercetina, que protege o DNA da célula de danos que podem levar ao câncer.
 
“A chave é comê-la crua e com a casca, onde estão concentrados muitos dos nutrientes responsáveis pelo benefício à saúde”, explica Stacy.
 
As frutas vermelhas, outras queridinhas da dieta saudável, têm um preço um pouco mais salgado, mas podem ser estocado em sacos e congelado para uso durante todo o ano. Elas são ricas em antioxidantes e odestaque vai para o cranberrie: evidências indicam que o ácido benzóico encontrado nesses frutos pode inibir o câncer de pulmão e de cólon, e algumas formas de leucemia.
 
Entre os vegetais coloridos, Stacy sugere porções generosas de beterraba, cenoura e nabo frescos.
 
“Quanto mais brilhante e mais rico o pigmento, maior é o nível de nutrientes que atuam contra o câncer”, diz a nutricionista.
 
Vegetais folhosos e verde-escuros como couve, brócolis, repolho e couve de Bruxelas também são importantíssimos, ressalta a especialista. Pessoas que comem boas quantidades desses vegetais têm menores taxas de câncer de próstata, pulmão e estômago.
 
“Couve é uma excelente opção, pois é rica é rica em fitonutrientes que estimulam a desintoxicação do fígado e ajudam o corpo a combater o câncer”.
 
Os alaranjados, como cenoura e abóbora são ricos em nutrientes conhecidos como carotenoides, cujo consumo na dieta vem sendo ligado à prevenção de câncer de cólon, próstata, mama e pulmão, explica Stacy Kennedy.
 
A cor é a chave para encontrar alimentos que combatem o câncer, em qualquer época, acrescenta Stacy.
 
“Uma dieta baseada em vegetais é a melhor maneira de ajudar a diminuir o risco de câncer de todo o ano”, recomenda a nutricionista.
 
Veja a seguir os efeitos terapêuticos de 33 alimentos divididos por cor:
 
Alimentos vermelhos, como a maçã, são ricos em licopeno, que combate o envelhecimento das células, melhora a circulação e protege o coração.
 
Morango é grupo dos vermelhos, assim como....
 
Tomate.
 
Caqui (apesar da cor, também é do grupo dos vermelhos).
 
Melancia.
 
Framboesa.
 
Cereja. 
 
Goiaba vermelha.
 
Nos alimentos amarelos, como a laranja, o destaque é para o betacaroteno. Eles também são riscos vitamina A, C e B-3 e melhoram o sistema imunológico.
 
Damasco é do grupo dos amarelos, assim como....
 
Mamão.
 
Pêssego.
 
Cenoura.
 
Abóbora.
 
Manga.
 
Alimentos verdes, como a alface, têm clorofila, substância com grande potencial antioxidante. Também são ricos em cálcio e ácido fólico.
 
Espinafre é do grupo dos verdes, assim como....
 
Pepino.
 
Salsa
 
Ervilha.
 
Vagem.
 
Agrião.
 
Couve.
 
Brócolis.
 
Kiwi.
 
Os alimentos marrons, como as nozes, são fontes de fibras e selênio, além de serem ricos em ômega 3.
 
Castanha-do-pará é do grupo dos marrons, assim como....
 
Cereais integrais.
 
Os alimentos roxos, como a beterraba, têm vitamina B1 e ácido elágico, substância com propriedades antioxidantes.
 
Uva é do grupo dos alimentos roxos, assim como....
 
Ameixa.
 
Alcachofra.
 
Jabuticaba.
 
Fonte iG