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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Moinhos de Vento abre curso técnico em enfermagem para moradores da Restinga e do Extremo Sul

A iniciativa, que disponibiliza 25 vagas, foi desenvolvida pelo Hospital em parceria com o Ministério da Saúde e a Secretaria Municipal da Saúde
 
O Hospital Moinhos de Vento está com 25 vagas abertas para o Curso Técnico em Enfermagem para as áreas da Restinga e Extremo Sul de Porto Alegre. O curso é oferecido pela Escola de Gestão em Saúde do Hospital Moinhos de Vento, que é vinculada ao Projeto Restinga-Extremo Sul e já formou 66 técnicos em enfermagem.
 
A capacitação de recursos humanos é considerada fundamental pelo Projeto desenvolvido pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde e a Secretaria Municipal da Saúde. O Curso Técnico em Enfermagem tem duração de 18 meses com atividades teóricas e práticas em laboratório e estágio no próprio Hospital. O contato com pacientes inicia-se no quarto mês de aula, capacitando o aluno para o atendimento ao paciente.
 
Aproximadamente 90% dos técnicos formados na Escola de Gestão em Saúde já trabalham no próprio Hospital Moinhos de Vento e posteriormente também serão aproveitados no complexo de saúde em construção na Restinga e que deverá estar concluído em 2013, beneficiando mais de 100 mil pessoas da região.
 
Mais informações pelo telefone 35378207, em horário comercial.
 
Saiba mais:
• O curso não tem nenhum custo para o aluno e as aulas acontecerão no turno da manhã.

• Documentos necessários: Originais e cópias do CPF, RG, comprovantes e Ensino Médio e Residência.

• Os candidatos devem ter 18 anos de idade e Ensino Médio completo

• As inscrições acontecerão nos dias 08, 09 e 10 de janeiro de 2013, no período das 09 às 12 horas e das 14 às 17 horas na Escola Ildo Meneghetti – Rua Eugenio Rodrigues da Silva, nº 4919.

• Podem se inscrever moradores da Restinga, Belém Novo, Chapéu do Sol, Lami e Ponta Grossa.
 
Fonte SaudeWeb

Rio sela parceria com Instituto Vital Brazil e Pfizer para cooperação científica

Finalidade da parceria é colaborar no processo de implantação do Centro de Inovação Tecnológica em Saúde (Sautec) da Secretaria de Estado de Saúde, com ação no campo das neurociências
 
O Governador Sérgio Cabral aprovou acordo de cooperação científica e tecnológica para desenvolvimento de pesquisas no Brasil firmado entre o Instituto Vital Brazil e Pfizer, no Rio de Janeiro. A finalidade da parceria é colaborar no processo de implantação do Centro de Inovação Tecnológica em Saúde (Sautec) da Secretaria de Estado de Saúde, com ação no campo das neurociências, do mapeamento cerebral, de pesquisas neuromusculares e neurociências aplicadas ao esforço e à fisiologia do exercício.
 
O Instituto Vital Brazil é responsável pelo desenvolvimento do plano executivo do Sautec, que abrigará uma moderna estrutura para desenvolvimento de técnicas e tecnologias, além de um centro de simulação virtual para capacitação nestas técnicas. Entre as áreas prioritárias estabelecidas inicialmente pelo Sautec estão neurociência, medicina esportiva e terapia celular (ou medicina regenerativa). Este Centro de Inovação integra os esforços da política industrial do Rio de Janeiro coordenados pelo Grupo Executivo do Complexo Industrial das Ciências da Vida (Geciv) e capitaneados pelas Secretarias de Estado de Saúde, de Desenvolvimento Econômico, de Agricultura e de Ciência e Tecnologia para fomentar a base biotecnológica no Estado.
 
“A ideia é que o Sautec seja colocado à disposição das quatro universidades federais e das quatro estaduais instaladas no Rio de Janeiro para utilizarem o Centro no desenvolvimento de suas pesquisas. As sociedades médico-científicas também localizadas no Rio de Janeiro poderão acionar o Centro para compor estudos multicêntricos de cooperação internacional. Essa troca de conhecimento com a Pfizer é primordial para que os avanços em ciência ocorram no Brasil”, comenta Antônio Werneck, presidente do Instituto Vital Brazil, em comunicado.
 
Na prática, a Pfizer poderá contribuir com a implementação conjunta do Plano Diretor do Sautec; análise do mérito científico dos projetos de pesquisas; implementação de programas de pesquisa e definição de estratégias de pesquisa; identificação de possíveis parcerias com universidades do exterior, integração de tecnologias no estado da arte / ciclo de descoberta e elucidação dos mecanismos de novas moléculas; integração de plataformas tecnológicas de última geração; elaboração de documentos, entre outros.
 
“Parcerias estratégicas como esta fazem parte de um plano global da Pfizer na área de P&D, que visa ampliar as pesquisas em países chaves – como é o caso do Brasil, e, por consequência, gerar novas moléculas ou terapias celulares que possam ser co-desenvolvidas no portfólio da companhia de maneira mais eficiente e rápida, por meio de inovação e parcerias”, explica Victor Mezei, presidente da Pfizer Brasil. A companhia poderá colaborar com investimento intelectual e técnico.
 
Para a Dra. Gabriela Cezar, diretora sênior de P&D, Inovação e Parcerias Estratégicas de Pesquisa da Pfizer para o Brasil e América Latina, “esta parceria com o Sautec é uma ação pioneira e fundamental para a P&D da Pfizer no Brasil. Vamos acelerar o desenvolvimento de projetos científicos de alto mérito para o beneficio futuro de pacientes nas referidas especialidades médicas”, comenta.
 
Fonte SaudeWeb

Comissão mantém direito de médicos fazerem paralizações coletivas

“Devem ser consideradas legítimas as iniciativas dos conselhos profissionais destinadas a promover a remuneração digna dos médicos pelas operadoras de planos de saúde”, diz o relator, deputado Mauro Nazif (PSB-RO)
 
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou na última quarta-feira (21) o Projeto de Decreto Legislativo 216/11, do deputado Mandetta (DEM-MS), que permite que o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) promovam paralizações coletivas de médicos e movimentos para descredenciamento de planos. A decisão sustou uma determinação da Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça que proibia as paralizações.
 
Em abril de 2011, os médicos suspenderam o atendimento a clientes de planos de saúde. Em maio do mesmo ano, a SDE instaurou processo administrativo para apurar a suspeita de conduta anticompetitiva relacionada aos movimentos por melhoria dos valores pagos pelos planos de saúde.
 
O relator, deputado Mauro Nazif (PSB-RO), foi favorável ao projeto. Na visão dele, a SDE foi além de suas atribuições. Ele ressalta que, conforme a lei que instituiu o CFM, o médico será solidário com os movimentos de defesa da dignidade profissional, seja por remuneração digna e justa, seja por condições de trabalho compatíveis com o exercício ético-profissional da Medicina. Além disso, a lei proíbe o médico de assumir condutas contrárias a movimentos legítimos da categoria médica com a finalidade de obter vantagens.
 
“Devem ser consideradas legítimas as iniciativas dos conselhos profissionais destinadas a promover a remuneração digna dos médicos pelas operadoras de planos de saúde”, afirmou Nazif. “É mais que sabido que os valores atualmente repassados não condizem com a complexidade e a importância das atividades médicas, não sendo sequer corrigidos para reposição das perdas inflacionárias”, completou.
 
Tramitação
Já aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família, a proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será votada no Plenário.
 
Fonte SaudeWeb

Imposto x medicamento

Sindusfarma evidencia as distorções do sistema tributário brasileiro e mostra o impacto que exerce sobre o acesso a medicamentos
 
Estudo encomendado pelo Sindusfarma, economistas da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) constataram que a arrecadação de impostos nos três níveis de governo cresceu acima do PIB e da inflação nos últimos anos, o que permitiria a redução da carga tributária.
 
As distorções do sistema tributário brasileiro foram analisadas durante debate que marcou o lançamento do livro Arrecadação Fiscal no Brasil 2005 a 2011 – Análise da evolução dos tributos e sua relação com os modernos e eficientes mecanismos de arrecadação do Estado, na última segunda-feira segunda (26), no auditório do Sindusfarma.
 
A coordenadora do trabalho, Maria Cristina Amorim, apontou a ênfase do sistema tributário brasileiro nos impostos sobre o consumo, como o ICMS, que penalizam a população de baixa renda e inibem o desenvolvimento econômico. Também citou a tendência de adotar medidas assistenciais, que minoram mas não resolvem os problemas de fundo.
 
“O governo sozinho não consegue resolver o problema do acesso à saúde”, disse a economista, que elaborou o estudo juntamente com Renaldo Gonsalves e Eduardo Perillo. “É preciso encontrar soluções favoráveis ao envolvimento da indústria farmacêutica e encontrar uma forma justa de tributar”.
 
Autor de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que isenta os medicamentos de uso humano de todos os impostos, o senador Paulo Bauer (PSDB-SC) explicou que a emenda objetiva reduzir os gastos do Poder Público e dos cidadãos na compra de medicamentos, com reflexos altamente positivos para a saúde pública.
 
Segundo ele, no caso de União, Estados e municípios, a medida racionalizaria a aquisição de medicamentos, inflados atualmente pelos impostos, liberando recursos para investimentos em instalações e equipamentos e melhorando assim o atendimento.
 
“É só fazer um levantamento sobre o absenteísmo para o governo ver que é um péssimo negócio taxar os medicamentos”, disse o senador.
 
O presidente executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini, reconheceu que a carga tributária média total no Brasil é menor do que a de países desenvolvidos, como a França – 36% e 44%, respectivamente – mas observou: “Só que lá, o imposto sobre medicamentos é de 2,1%, enquanto aqui é de 33,9%”.
 
Outra distorção apontada por Mussolini é o fato de que alimentos e produtos supérfluos no Brasil têm alíquotas menores que a dos medicamentos de uso humano. “Parece que o governo esqueceu que o medicamento é um bem essencial”, concluiu.
 
Voraz e iníquo
No texto publicado na orelha do livro, o senador Paulo Bauer afirma: “A população – sobretudo a de baixa renda – paga altas taxas de impostos que incidem sobre os medicamentos de uso humano, parte de um sistema tributário voraz e, no caso da saúde, iníquo”.
 
“Se o Estado brasileiro está arrecadando mais por causa do aumento da base de contribuintes e do sucesso no combate à informalidade, nada mais justo do ponto de vista social, e desejável do ponto de vista econômico, que reduza a alíquota, ou até elimine, alguns impostos”, propõe o presidente executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini, no prefácio da obra.
 
Fonte SaudeWeb

Graacc espera ampliar atendimento em 30% com ampliação

O complexo todo demandará investimentos de R$ 100 milhões e um potencial de expansão próximo a 18 mil m² de área construída
 
As obras do novo prédio do Hospital do Graacc estão a todo vapor e, com isso, a entidade espera aumentar em cerca de 30% seu atendimento. A ampliação foi viável a partir da doação do terreno de 4.191 m² (que fica ao lado do atual hospital da instituição) pela Prefeitura de São Paulo. Os investimentos foram estimados em R$ 30 milhões para essa primeira etapa (anexo I), com seis andares e dois subsolos, que deve ser concluída até abril de 2013. O complexo todo demandará investimentos de R$ 100 milhões e um potencial de expansão próximo a 18 mil m² de área construída.
 
“A ampliação permitirá que o Graacc invista ainda mais em pesquisa para aumentar as chances de cura dos pacientes. Além disso, trará a oportunidade de disseminar estudos sobre a doença e de formar novos profissionais voltados à área de oncologia pediátrica, além de fortalecer os atendimentos a crianças e adolescentes com tumores mais complexos”, diz Sérgio Petrilli, médico superintendente do Graacc.
 
Com a expansão, a entidade terá um avançado Centro de Radioterapia Pediátrica que permitirá reduzir efeitos colaterais e aumentar a eficiência do tratamento.
 
“Neste primeiro anexo vamos inaugurar um Centro de Radioterapia Pediátrica modular de alta tecnologia, capaz de oferecer suporte a todas as crianças que precisam desse tipo de tratamento. Mais do que um centro de atendimento, esse serviço será voltado ao desenvolvimento de novos especialistas e realizará atividades integradas com a comunidade”, salienta Petrilli.
 
O Centro de Radioterapia Pediátrica ocupará uma área de cerca de 600m2 em posição estratégica no novo anexo, permitindo a integração com diferentes setores atuais do hospital, entre eles o serviço de imagem. De acordo com o Graac, Os equipamentos permitirão a realização de radioterapia tridimensional, com intensidade modulada estática e movimento, guiada por imagem e radiocirurgia, além de procedimentos necessários a pacientes de transplante de medula óssea.
 
Haverá também uma área de reabilitação e pesquisa genética, biológica, cirúrgica, patológica e clínica, bem como a ampliação dos centros cirúrgicos, do Centro de Transplante de Medula Óssea e o número de leitos. “Atendemos casos que precisam ser tratados em centros especializados e completos”, acrescenta Petrilli ao lembrar que os pacientes com tumores de alta complexidade resultam em uma permanência maior no hospital, aumentando a taxa de ocupação de leitos.
 
Fonte SaudeWeb