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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Pesquisa revela que amizades influenciam no humor e na saúde

Estudo revela que “transmissão emocional” pode
ocorrer até pelas redes sociais
Ter amigos alegres aumenta em cerca de 6% as chances de que você seja uma pessoa feliz

Como são seus amigos? Engraçados, dormem pouco, praticam atividades físicas? Esta é a revelação de um recente estudo, que mostra que o bem-estar alheio tem profundo impacto na satisfação das pessoas. E, o mais curioso: essa “transmissão emocional” pode ocorrer até pelas redes sociais.

O estudo, abordado na revista Mente e Cérebro deste mês, também chama atenção para os comportamentos que fazem mal à saúde, como irritação e constantes lamentações, que são como um surto de gripe, sendo transmissível e “contaminando” pessoas de até “três graus de separação”. O fato do amigo de um amigo seu ser uma pessoa alegre, bem-humorada e satisfeita com a própria vida aumenta em cerca de 6% as chances de que você seja uma pessoa feliz. Portanto, além de ter cuidados na escolha dos grupos com os quais se convive, também é importante lembrar que cada um é, de alguma forma, responsável sobre o bem-estar das pessoas com quem se mora, trabalha, estuda e convive.

Em um dos experimentos, desenvolvido ao longo de 20 anos, os cientistas James Fowler, pesquisador da Universidade da Califórnia, e Nicholas Christakis, da Havard Medical Shool de Boston, fizeram a conexão de 53 mil ligações sociais entre cerca de 5 mil pessoas. As pessoas que faziam parte das redes sociais também eram acompanhadas, o que permitiu aos estudiosos a “conexão dos pontos”.

O resultado disso foi que ter um parente de primeiro grau com alguma doença como diabetes, hipertensão, alterações no colesterol, é um fator de risco importante para o desenvolvimento do mesmo quadro não necessariamente em razão da genética, mas em grande parte por causa de hábitos em comum. Ou seja: os pesquisadores concluíram que assim como a saúde, a felicidade pode ser entendida como um fenômeno coletivo.

Tanto a felicidade quanto a dependência de cigarro e a obesidade se espalham mais quando a proximidade é maior, de acordo com os pesquisadores. A matéria mostra que ter um vizinho de porta feliz – com quem nos relacionamos frequentemente – aumenta as chances de satisfação geral com a vida em 34%. Um irmão, amigo ou parceiro afetivo bem-humorado vivendo até 1,6 km de nós incrementa em até 25% nossa probabilidade de nos sentirmos satisfeitos. Se a distância diminuir, melhor: ter uma pessoa querida de bem com a vida num perímetro de até 800 metros favorece em 42% o índice pessoal de satisfação.

Nos últimos tempos, pesquisadores buscam dados através dos meios virtuais. O professor Damon Centola, da Sloan School of Management do MIT, conduziu uma pesquisa com mais de 1,5 mil pessoas, no qual foi criado um fórum na web, com acesso a informações sobre saúde. Um grupo foi estruturado como um bairro residencial e o outro, sem nenhum vínculo. Conclusão: os participantes virtuais se mostraram mais dispostos a aderir aos debates e a oferecer contribuições, pois viam seus “vizinhos” participando. Já o grupo da rede informal não teve o mesmo desenvolvimento.

No mundo real, isso pode significar que o reforço social melhora – ou piora – hábitos de saúde. No futuro, possivelmente as mídias sociais poderão ser aliadas na promoção da saúde para grandes populações.

Fonte Zero Hora

Sete dicas para evitar que crianças se machuquem com brinquedos

Praticamente metade dos acidentes atingem os olhos, alerta oftalmologista

Na hora de comprar um brinquedo de presente, é comum considerar o preço, a beleza, o tamanho, as cores, a funcionalidade, mas quase ninguém imagina que ele pode acabar machucando a criança.
 
Nos Estados Unidos, de acordo com uma comissão de segurança do produto, mais de 250 mil acidentes provocados por brinquedos são tratados nas salas de emergência a cada ano. Praticamente a metade deles afeta o rosto, incluindo os olhos.
 
Brinquedos que vêm desmontados sempre podem causar problemas se a criança levar alguma parte à boca ou mesmo se uma peça se desprender e atingir os olhos. Já brinquedos de propulsão, como armas de ar, de água ou de jato de tinta, costumam fazer estragos. Abrasão da córnea, aumento da pressão ocular e até mesmo uma catarata traumática podem ocorrer devido a esse tipo de acidente — diz o oftalmologista Renato Neves, do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo.

Confira sete dicas de prevenção elaboradas pelo especialista:
1. Adultos precisam ter em mente que o presente deve corresponder à idade da criança. A maioria dos brinquedos traz a faixa etária indicada na embalagem.
 
2. O ideal é fugir dos brinquedos piratas e preferir marcas consolidadas no mercado. Confira a qualidade do material e o manual de uso (se houver). Peças em plástico rígido, por exemplo, podem se soltar facilmente e atingir a vista da criança ou de qualquer pessoa que estiver por perto.
 
3. Molas, dardos, arco e flecha, espadas, arminhas de pressão, carros de propulsão, bonecas desmontáveis e objetos pontiagudos têm alto potencial para provocar acidentes.
 
4. Ao dar produtos esportivos de presente, como bicicletas, skates, patins, raquetes e bolas, entre outros, garanta que a criança vai receber também os equipamentos de proteção, incluindo óculos plásticos;
 
5. Bebês, mesmo com brinquedos macios e arredondados, nunca devem ser deixados sozinhos na hora da brincadeira. Muitos acidentes ocorrem quando estão na banheira, no trocador, no sofá ou na cama dos pais.
 
6. Cuide para que a criança não se machuque ao receber o presente, já que grampos e partes pequenas costumam se desprender quando a embalagem é aberta com entusiasmo.
 
7. Não permita que os pequenos façam uso de tesoura ou faca na hora de abrir e montar os presentes. É sempre bom que um adulto possa auxiliar a criança na tarefa.
 
E se houve acidente?
Em caso de acidente envolvendo os olhos, a primeira recomendação é procurar um serviço de oftalmologia com urgência, para que possa ser realizado um exame mais minucioso.
 
Enquanto o paciente é levado ao médico, as contusões devem ser tratadas de pronto com compressas geladas, sem massagear ou esfregar os olhos.
 
Já em caso de perfurações, o ideal é colocar uma proteção ao redor dos olhos, como um copo plástico, sem fazer pressão no olho afetado.
 
Fonte Zero Hora

Cuidados com alimentação podem ajudar a evitar câncer no sistema gastrointestinal

Excesso de consumo de carne, principalmente
as processadas, pode ser prejudicial
Evidências indicam que consumo exagerado de carne aumenta risco de contrair a doença
 
A dieta dos prazeres à mesa pode ser uma ameaça à saúde se a escolha do cardápio não for bem diversificada no dia a dia. O alerta é do cirurgião oncologista Samuel Aguiar Júnior, diretor do Núcleo de Tumores Colorretais do Hospital A.C. Camargo, hospital referência no tratamento de câncer.
 
De acordo com o médico, embora não se possa fazer uma associação direta de casos de câncer de intestino com o hábito alimentar, existem evidências de que os riscos de se contrair a doença aumentam nos grupos populacionais onde é exagerado o consumo de carnes, principalmente das processadas, enquanto se deixam de lado as fibras vegetais, as frutas e as verduras.
 
O oncologista esclareceu que os experimentos com animais ainda não puderam esclarecer de maneira convincente qual o real impacto sobre a saúde a que estão sujeitas as pessoas que não abrem mão da carne em suas refeições.
 
Existe evidência científica de que padrões em que há excesso de consumo de carne vermelha e excesso contrário de não consumir frutas e verduras aumentam o risco — afirma.
 
Doença afeta gaúchos
Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que os casos de câncer colorretal (tumores encontrados no intestino grosso e no reto) têm, na maioria das vezes, tratamento e cura quando detectados no início. A doença aparece quase sempre em pólipos - lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso. A retirada desses pólipos é o procedimento correto para evitar que se transformem em tumores malignos.
 
A taxa estimada de incidência da doença divulgada pelo Inca em relação a este ano e também para 2013 oscila entre 14,23 e 26,19 novos casos a cada grupo de 100 mil homens e de 15,66 a 28,38 novos casos para as mulheres. As maiores incidências previstas concentram-se em duas localidades: São Paulo, com 26,19 casos a cada grupo de 100 mil homens e de 25,63 referente às mulheres, e no Rio Grande do Sul, onde foi estimado 25,38 em relação às mulheres e 23,04 novos casos para os homens.
 
Perguntado se a população japonesa, que segue à risca a culinária baseada em vegetais e peixes, estaria em vantagem no quesito saúde, o médico respondeu que, entre os japoneses, há alta incidência de câncer de estômago causada pelo consumo de alimentos armazenados em conservas e muito salgados. O ideal é a combinação de uma dieta balanceada com frutas, verduras, legumes de forma mais natural possível e até carne, aliado a exercícios físicos.
 
— A gente fala muito hoje de balanço energético. Mas há uma diferença entre o que você ingere e o que você gasta. Então você pode até ter uma dieta calórica, mas se você gastar muito, você, teoricamente, está compensado. Você pode ter uma dieta pouco calórica, mas se for sedentário, então, você não está protegido. São muitos fatores associados. Quando você associa a fumo, aí você tem uma bomba relógio maior. É muito difícil você identificar um fator único e isolado para câncer de intestino — explica o oncologista.
 
O médico salienta que alimentos inadequados, sedentarismo, excesso de álcool e tabagismo por um período prolongado contribuem para a pessoa vir a desenvolver a doença. A grande maioria dos casos surge em pessoas acima dos 50 anos. Apesar de mais raros, observa Samuel, há registro também entre os jovens e, sempre que isto ocorre, desconfia-se da possibilidade de ser um problema hereditário. A incidência , contudo, de fatores genéticos, herdados de pai para filho, por exemplo, responde por apenas 10% dos casos.
 
Até "o velho e bom chimarrão", muito apreciado pelos gaúchos, aparece como um fator de risco, mas para câncer de esôfago. No entanto, são só evidências que não estão relacionadas à erva e sim ao costume de se tomar a bebida muito quente.
 
Essa evidência, porém, não é tão forte assim — diz o médico.
 
Fonte Zero Hora

Mononucleose

Mononucleose, fotomicrografia das células
Definição
A mononucleose é uma infecção viral que causa febre, dor de garganta e glândulas linfáticas inchadas, principalmente no pescoço.
 
Causas, incidência e fatores de risco
A mononucleose é frequentemente transmitida pela saliva e pelo contato íntimo. É conhecida como "doença do beijo" e ocorre mais com frequência entre 15 e 17 anos. Entretanto, a infecção pode se desenvolver em qualquer idade.
 
A mononucleose em geral está ligada ao vírus Epstein-Barr (EBV), mas também pode ser causada por outros organismos como o citomegalovírus (CMV).
 
Sintomas
A mononucleose pode começar lentamente com fadiga, mal-estar geral, dor de cabeça e dor de garganta. A dor de garganta piora lentamente. As amígdalas incham e desenvolvem uma placa branca amarelada. Os linfonodos do pescoço ficam frequentemente inchados e dolorosos.
 
Uma erupção rosa, semelhante ao sarampo, pode aparecer, principalmente se você tomar os medicamentos ampicilina ou amoxicilina para a infecção de garganta. (NÃO devem ser administrados antibióticos sem um exame positivo para estreptococo)
 
Os sintomas da mononucleose incluem:
  • Sonolência
  • Febre
  • Desconforto geral, ansiedade ou mal-estar
  • Perda de apetite
  • Dores musculares ou rigidez
  • Erupções
  • Dor de garganta
  • Linfonodos inchados, especialmente no pescoço ou axilas
  • Baço aumentado
Os sintomas menos frequentes incluem:
  • Dor no peito
  • Tosse
  • Fadiga
  • Dor de cabeça
  • Icterícia (coloração amarelada da pele)
  • Rigidez do pescoço
  • Hemorragia nasal
  • Taquicardia
  • Sensibilidade à luz
  • Falta de ar
Mononucleose infecciosa
Exames e testes
Durante o exame físico, o médico pode encontrar linfonodos inchados na região frontal ou posterior do pescoço, bem como amígdalas inchadas com uma placa branca amarelada.
 
O médico também pode sentir que o fígado ou o baço estão inchados ao apalpar sua barriga. Pode haver uma erupção cutânea.
 
Os exames de sangue muitas vezes revelam uma contagem de leucócitos mais alta do que o normal e glóbulos brancos de aparência estranha, chamados de linfócitos atípicos, são vistos quando o sangue é examinado em um microscópio.
 
Linfócitos atípicos e exames alterados da função hepática são característicos da doença.
  • O monoteste será positivo para mononucleose infecciosa
  • Um exame especial chamado de título de anticorpos pode ajudar seu médico a distinguir entre uma infecção por EBV aguda atual de uma que tenha ocorrido anteriormente
Tratamento
O objetivo do tratamento é aliviar os sintomas. Medicamentos como esteroides (prednisona) e antivirais (como o aciclovir) têm pouco ou nenhum benefício.
 
Para aliviar os sintomas comuns:
  • Beba muito líquido
  • Faça gargarejos com água morna e sal para aliviar a dor de garganta
  • Descanse bastante
  • Tome paracetamol ou ibuprofeno para a dor e a febre
Você também deve evitar esportes de contato enquanto o baço estiver aumentado (para evitar uma ruptura).
 
Evolução (prognóstico)
A febre normalmente diminui em 10 dias, e as glândulas linfáticas e o baço se recuperam em quatro semanas. A fadiga geralmente desaparece em algumas semanas, mas pode durar dois ou três meses.
 
Complicações
  • Morte em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido
  • Anemia hemolítica
  • Hepatite com icterícia (mais comum em pacientes com mais de 35 anos)
  • Inflamação dos testículos (orquite)
  • Complicações neurológicas (raro), inclusive:
    • Síndrome de Guillain-Barré
    • Meningite
    • Convulsões
    • Paralisia facial temporária (paralisia de Bell)
    • Movimentos descoordenados (ataxia)
  • Infecção de garganta bacteriana secundária
  • Ruptura do baço (raro; evite pressão no baço)
  •  
    Ligando para o médico
    Os sintomas iniciais da mononucleose são muito parecidos aos de uma virose típica.
     
    Não é necessário consultar um médico a menos que os sintomas durem mais de 10 dias ou se você desenvolver o seguinte:
    • Dor abdominal
    • Dificuldade para respirar
    • Febre alta persistente (mais de 38,5°C)
    • Dor de cabeça forte
    • Dor de garganta grave ou amígdalas inflamadas
    • Fraqueza de braços e pernas
    • Descoloração amarela dos olhos e da pele
     
    Ligue para 192 ou vá para o pronto-socorro se desenvolver:
    • Dor abdominal grave, aguda e súbita
    • Dificuldade significativa para engolir ou respirar
    • Pescoço rígido ou muita fraqueza
     
    Prevenção
    As pessoas com mononucleose podem ser contagiosas enquanto apresentarem os sintomas e por mais alguns meses depois. O tempo durante o qual uma pessoa com a doença é contagiosa varia. O vírus pode viver por várias horas fora do corpo. Evite beijar ou compartilhar utensílios se você ou alguém próximo tiver mononucleose.
     
    Referências
    Johannsen EC, Kaye KM. Epstein-Barr virus (infectious mononucleosis, Epstein-Barr virus–associated malignant diseases, and other diseases). In: Mandell GL, Bennett JE, Dolin R, eds. Principles and Practice of Infectious Diseases. 7th ed. Philadelphia, Pa: Elsevier Churchill Livingstone; 2009:chap 139.
     
    Caserta MT, Flores AR. Pharyngitis. In: Mandell GL, Bennett JE, Dolin R, eds. Principles and Practice of Infectious Diseases. 7th ed. Philadelphia, Pa: Elsevier Churchill Livingstone; 2009:chap 54.

    Fonte iG

    Osso da perna enxertado em espinha salva menina em cirurgia pioneira

    Rosie Davies: antes da operação ela corria o risco de
    morrer por compressão dos órgãos internos
    Criança nasceu sem a parte inferior da espinha e corria risco de morrer pela pressão do peso do tronco sobre os órgãos internos
     
    Uma menina britânica de 5 anos que corria o risco de morrer a qualquer momento por compressão dos órgãos internos foi salva graças a uma cirurgia pioneira que corrigiu um buraco em sua espinha com ossos retirados de suas pernas. Segundo a família da criança, antes da operação, Rosie Davies era "basicamente uma bomba-relógio".
     
    Com ossos faltando na parte inferior da espinha, o peso do corpo não tinha apoio e os órgãos internos estavam sendo comprimidos. Para a cirurgia que salvou sua vida, ela teve amputadas as partes inferiores de suas duas pernas, que ela não era capaz de mover.
     
    Rosie nasceu com um problema raro chamado disgenesia vertebral segmentar. Cinco ossos que fariam parte da espinha estavam faltando, deixando um vazio de 10 centímetros na coluna vertebral. Ela também tinha pouca sensação nas pernas, que eram contorcidas em direção à barriga. A menina estava gradualmente ficando com pouco espaço no torso, o que eventualmente levaria à falência dos órgãos internos comprimidos. No último exame antes da operação havia evidências de os rins estavam sendo comprimidos.
     
    Suporte adicional
    As pernas de Rosie foram amputadas do joelho para baixo e um pedaço do osso foi retirado para cobrir o espaço que faltava na espinha. Duas varetas de metal foram então parafusadas à parte superior da espinha e aos quadris para prover um suporte adicional. A operação, no hospital infantil de Birmingham, na Inglaterra, levou 13 horas.
     
    "Antes da operação ela era basicamente uma bomba-relógio – não sabíamos o quanto tempo levaria, não sabíamos quanto tempo teríamos com ela", afirma Scott Davies, pai de Rosie.
     
    "Desde a operação, ela teve sua expectativa de vida aumentada para a de uma criança normal", diz.
     
    Após a cirurgia, também há sinais de que ela está voltando a ter sensação nas pernas, o que significa que ela poderá um dia ser capaz de andar com próteses.
     
    "A Rosie tem uma personalidade forte. É só dar a ela um equipamento para usar e ela usará, seja muletas ou pernas artificiais ou suas mãos. Ela dará um jeito de andar", afirma a mãe da menina, Mandy.
     
    "Tudo o que ela sempre quis foi ser como a irmã. Tudo o que ela quis fazer era andar de bicicleta como a irmã, correr como a irmã", afirma. Os pais de Rosie afirmam que agora ela está mais confiante.
     
    'Caso complicado'
    Uma operação nesta escala havia sido tentada uma única vez no passado, há dez anos na Nova Zelândia.
     
    "Estamos muito felizes com os resultados da operação", afirma Guirish Solanki, um dos neurocirurgiões que operaram Rosie.
     
    "Esta é apenas a segunda vez no mundo que uma equipe cirúrgica tentam fixar a espinha toráxica à lateral do quadril para um problema tão raro quanto o de Rosie", diz o médico.
     
    "Esse caso era muito complicado, porque normalmente as crianças com essa condição não têm uma medula ou nervos que funcionem, mas a Rosie tinha. Então, ao fazer essa operação, tínhamos que ser extremamente cautelosos para não danificar os nervos", afirma Solanki.
     
    Fonte iG