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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O assento do vaso sanitário é mesmo o local mais sujo da casa?

Se as pessoas tivessem que adivinhar qual o lugar mais sujo de suas casas, diriam normalmente “o vaso sanitário” ou pelo menos algum outro item do banheiro, não é o mesmo?
 
Apesar de qualquer coisa que tenha a ver com evacuação levar fama de “suja”, sinto-lhe informar que é mais seguro cortar seus legumes em um assento de vaso sanitário do que em uma tábua de cortar alimentos (utensílio de cozinha), já que a segunda tem 200 vezes mais bactérias fecais.
 
Quem chegou a essa conclusão foi o Dr. Chuck Gerba, professor de microbiologia da Universidade do Arizona (EUA), que estuda como as doenças são transferidas através do ambiente.
 
Seu trabalho envolve medir quantas bactérias são encontradas em utensílios domésticos, e de que tipos são. Ele particularmente procura por bactérias fecais, tais como a E. coli e a Staphylococcus aureus.
 
Em seus estudos, Gerba descobriu que no assento de toalete médio há cerca de 50 bactérias a cada 2,54 centímetros quadrados.
 
“É uma das coisas mais limpas da casa, em termos de micro-organismos”, diz. “É um padrão de ouro, não há muitas coisas mais limpas do que um assento de vaso sanitário quando se trata de germes”.
 
Isso pode ser porque todos temem que o banheiro fique sujo, então o limpam mais regularmente do que outras coisas, deixando-o sempre impecável.
 
O mesmo não é verdade para outros itens domésticos, no entanto. Bactérias vêm para a cozinha, por exemplo, por meio de produtos de carne crua ou vísceras de animais, onde um monte de bactérias fecais se origina.
 
E qual o item mais sujo em nossas casas? A esponja ou pano de cozinha. De acordo com Gerba, existem cerca de 10 milhões de bactérias por 2,54 centímetros quadrados em uma esponja, e um milhão em um pano de prato.
 
Em outras palavras, uma esponja de cozinha é 200.000 vezes mais suja do que um assento de vaso sanitário, e um pano de prato é 20.000 vezes mais sujo.
 
E é assim no mundo todo. “Sempre a coisa mais suja, de longe, é a esponja de cozinha”, diz John Oxford, professor de virologia da Universidade de Londres (Reino Unido) e presidente do Conselho de Higiene, um organismo internacional que compara os padrões de higiene em todo o mundo.
 
Seu mais recente estudo examinou amostras de casas em nove países diferentes, e descobriu que 21% dos panos de cozinha “visivelmente limpos” continham, na verdade, níveis elevados de contaminação. Os panos também falharam no teste bacteriano que procura por E.coli.
 
O estudo internacional também identifica bactérias fecais em outros lugares ao redor da casa. Essas já variam mais de um país para outro.
 
A Arábia Saudita tem os mais sujos frigoríficos, com 95% dos frigoríficos no estudo falhando no teste de bacteriologia para E.coli. Na África do Sul, o mais sujo item é a selagem em banheiros, com quase dois terços com níveis insatisfatórios de E. coli.
 
Embora seja indelicado dizer quais países são mais “sujos”, Oxford afirmou que países como Austrália e Canadá estão particularmente no topo da lista de higiene, enquanto países mais abaixo nessa lista são rotineiramente Índia e Malásia.
 
Fora de casa também há sujeira
Se a sua própria casa é suja, imagine outros locais. O escritório é um deles. O telefone, que as pessoas usam bastante, colocam perto da boca e não limpam com frequência, pode ser particularmente sujo.
 
Segundo Gerba, o ambiente de trabalho médio tem 400 vezes mais bactérias do que um assento sanitário.
 
O supermercado é outro local bastante sujo. Carrinhos de compras são especialmente ruins. E cerca de metade dos sacos de compras reutilizáveis têm bactérias fecais. Alguns têm mais bactérias fecais que roupas íntimas, porque estas são lavadas frequentemente, enquanto as sacolas não.
 
E agora, José?
E o que tudo isso significa para nós, em termos de riscos para a saúde?
 
A E. coli é uma bactéria indicadora. Ela pode não causar, por si só, alguma doença horrível, mas indica que há fezes por perto, e ela pode conter outros organismos, como Salmonella e Shigella, que são muito virulentos.
 
Mas também não há razão para pânico, visto que todos nós tocamos essas coisas surpreendentemente sujas todos os dias, e no geral não ficamos constantemente doentes.
 
“Temos sorte que, como evoluímos mais de dois milhões de anos atrás, temos todo um conjunto de genes cuja única função é fazer com que o sistema imunológico entre em ação”, diz Oxford.
 
Porém, não fique tão dependente da sorte. Levante-se agora mesmo, esterilize-se sua tábua de cortar alimentos, troque sua esponja de lavar louça e lave sua sacola de compras.
 
Fonte Hypescience

Ejaculação feminina

 
A ejaculação feminina é caracterizada pela excreção de líquidos pelas glândulas de Skene e expulsão durante o orgasmo. Esse líquido é claro, às vezes viscoso, ralo e geralmente inodoro, varia de 15 a 350 mg.

O líquido da ejaculação feminina não deve ser confundido com o líquido da lubrificação que permite uma penetração mais fácil e também não deve ser tratado como se fosse urina, pois sua constituição é diferente desta.

Nem todas as mulheres ejaculam e, mesmo as que o fazem, não ejaculam sempre, ela ocorre com maior facilidade pela estimulação do ponto G. Considerando o ponto G um homólogo da próstata masculina, podemos entender por que o líquido que algumas mulheres expelem é similar ao do homem, sem conter espermatozóides.

Historia da ejaculação feminina
Embora até hoje ainda muitos afirmam que a ejaculação feminina é uma lenda ou mito, a ejaculação feminina é um fato observado em laboratório e descrito por Aristóteles e na medicina grega da antiguidade, que acreditava que o líquido expelido era importante na fecundação (Cláudio Galeno 131 - 200). A ejaculação feminina está descrita em várias culturas, por exemplo nos rituais tântricos da Índia.



O anatomista italiano da Renascença Realdo Colombo (1516 - 1559) referiu a ejaculação feminina quando ele explicou as funções do clitóris. E o anatomista holandês Reigner de Graaf (1641 – 1673) descreveu a mucosa membranosa da uretra em detalhes e escreveu que "a substância podia ser chamada muito adequadamente de prostatae feminina ou corpus glandulosum' (...). A função da prostatae é gerar um suco pituito-seroso, que torna a mulher mais libidinosa. (...) Aqui também deve-se notar que o corrimento da prostatae feminina causa tanto prazer quanto o da próstata masculina". De Graaf associou a ejaculação feminina a glândulas presentes ao longo da uretra. Essas glândulas foram descritas em 1880 pelo ginecologista escocês Alexander Skene (1837 – 1900), levando então o seu nome.
 

Ainda no início do século XX, o meio científico defendeu que a ejaculação feminina seria um sintoma de histeria, somatizado na forma de incontinência urinária.

Em 1926, o médico e sexologista holandês Theodoor Hendrik van de Velde (1873-1937) publicou um manual sobre o casamento, onde mencionava que algumas mulheres expelem um líquido durante o orgasmo. Em 1950, o sexólogo alemão Ernst Gräfenberg (1881-1957) descreveu detalhadamente a ejaculação da mulher em relação ao prazer: "Esta expulsão convulsiva de fluidos ocorre sempre no apogeu do orgasmo e simultaneamente com ele. Se se tem a oportunidade de observar o orgasmo dessas mulheres, pode-se ver que grandes quantidades de um líquido límpido e transparente são expelidas em esguichos, não da vulva, mas pela uretra (...). As profusas secreções que saem com o orgasmo não têm um objetivo lubrificador, pois nesse caso seriam produzidas no início do coito e não no auge do orgasmo."
 
Análise química do líquido ejaculado
Pela análise química do líquido expelido, mostrou-se que este nada tinha a ver com a urina, e sim assemelhando-se ao líquido expelido pela próstata masculina. Algumas mulheres de hoje ainda acham que urinam ao ejacular, já que a sensação que antecede a ejaculação é muito semelhante à vontade de urinar. Porém a anatomia também comprova que isso é impossível, uma vez que o músculo pubococcígeo, que se contrai na hora do orgasmo, também é responsável pela contenção urinária.
 
O líquido ejaculado também não tem relação com a lubrificação vaginal, uma vez que a lubrificação é feita antes do orgasmo e é produzida pelas glândulas de Bartholin, enquanto a ejaculação acontece no clímax do ato sexual e seu líquido é produzido na glândula de Skene e liberado através das glândulas de Skene e do canal da uretra.
 
Cultura sexual
Antropólogos relataram rituais de puberdade na tribo batoro de Uganda, onde a ejaculação feminina tem um papel importante num costume chamado "kachapati", que significa "aspergir a parede". Nele, a jovem batoro é preparada para o casamento pelas mulheres mais velhas da aldeia, que lhe ensinam como ejacular.
 
No Japão a ejaculação feminina é chamada "shiofuki", uma palavra que também é utilizada para a fonte que sai do buraco de respirar no alto da cabeça das baleias.
 
Nem todas as mulheres podem ejacular, e isso é absoutamente normal. A questão é que a grande maioria nem sabe que isso é possível, portanto, quando a cultura sexual numa sociedade reconhece a existência da ejaculação feminina, um número maior de mulheres desenvolverá essa capacidade. Se algumas mulheres têm mais sensibilidade no ponto G, e uma conjunção de fatores psicológicos, biológicos e sociais e o conhecimento do próprio corpo, então haverá maior probabilidade de ocorrer o fato, embora não se deva esperar ver uma ejaculação similar à masculina, uma vez que a própria anatomia feminina é diferente.
 
Fonte Wikipedia

Carreira médica passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2013 em SP

Apesar de aprovada em Assembleia, o projeto fica aquém das expectativas, segundo Sindicato dos Médicos
 
Projeto de Lei Complementar do Executivo 39/2012 que institui a Carreira Médica é aprovado por unanimidade no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. A votação ocorreu na terça-feira (18) deste mês, exatamente dois meses após sua apresentação pelo governo do Estado.
 
Entretando, o sindicato dos médicos afirma que o texto está aquém das expectativas que os profissionais nutriram durante quase um ano, tempo que o governo do Estado demorou para apresentar o projeto sem que antes fosse apreciado pela categoria por meio de suas entidades representativas.
 
A Carreira Médica passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2013, sendo assim, a remuneração do médico no próximo ano não deve ultrapassar R$ 3.655 por 20 horas semanais, já contabilizando as gratificações e prêmios, podendo em 2014 chegar a R$ 3.990, ou R$ 6 mil, se considerado o Prêmio de Produtividade Médica, chamado PPM, de 100%. O PPM extingue diversos prêmios e gratificações, sendo que onze foram incorporadas ao novo prêmio. No entanto, para garanti-lo, terá de cumprir algumas regras, entre as quais, ter 100% de comparecimento ao trabalho ou nenhuma falta sem justificativa.
 
Ainda em outubro, o Sindicato dos Médicos apresentou uma série de propostas de emenda ao projeto. A principal era justamente em relação aos critérios do PPM, com melhorias nos critérios de avaliação. Pelo texto sugerido, até cinco faltas injustificadas não haveria nenhuma redução no Prêmio. A proposta segue o que diz o artigo 130 das CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. Nem essa nem nenhuma das 22 propostas de emendas – publicadas no Diário Oficial do Poder Legislativo de 30 de outubro – foram acatadas.
 
O PLC 39 estabelece a carreira médica em três diferentes jornadas de trabalho: uma de 40 horas semanais, uma de 24 e uma de 20 horas semanais. Na jornada de 40 horas, os vencimentos variam aproximadamente de R$ 3.800 a R$ 4.350; na de 24 horas, de R$ 2.280 a R$ 2.610,37; e no regime de 20 horas, vão de R$ 1.900 a R$ 2.175,31. “Esses valores não vão fixar nem atrair profissionais, que, de fato, terão cerca de 20% a 25% de aumento na remuneração atual. É um projeto bem dissociado do que havíamos acertado com a administração estadual, e bem distante do que pretendemos”, lamenta o presidente do Simesp, Cid Carvalhaes.

Fonte : Com informações do Simesp
 
Por SaudeWeb

Ministério habilita mais equipes da Saúde da Família em 13 estados

Iniciativa amplia o acesso da população à Atenção Básica e libera recursos para melhorar a qualidade do atendimento
 
O Ministério da Saúde habilitou mais 1.488 Equipes de Saúde da Família (ESF) e 9.261 Agentes Comunitários de Saúde (ACS), de 13 estados – Amapá, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo -, que também passam a receber os recursos, com o objetivo de ampliar o acesso da população à Atenção Básica. O trabalho das equipes está inserido na nova Política Nacional de Atenção Básica– Saúde Mais Perto de Você, lançada em 2011, que visa incentivar a melhoria da qualidade do atendimento na Atenção Básica, combater o desperdício e monitorar as ações já existentes.
 
Atualmente, o país conta com 33.434 mil Equipes de Saúde da Família implantadas em 5.298 municípios que cobrem 105,5 milhões de brasileiros. São 5,5 milhões a mais de habitantes com acesso à saúde básica em relação a 2010, quando atuavam 31.660 equipes. O número de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) também subiu de 244.883 em 2010 para 257.265 em 2012, representando aumento de mais de 5%.
 
As equipes são multidisciplinares, formadas por médicos, enfermeiros, técnicos ou auxiliares de enfermagem e até 12 agentes que atuam junto às comunidades, desenvolvendo ações de promoção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico e tratamento, recuperação, reabilitação de doenças. Hoje, são 256.959 mil Agentes Comunitários de Saúde em todo Brasil. Os valores repassados aos municípios integram o Piso da Atenção Básica Variável (PABV), que prevê incentivo que varia de R$ 85,5 mil a R$ 128,3 mil por ESF, e R$ 10 mil por ACS, ao ano.
 
A Estratégia da Saúde da Família é a principal meta do Ministério da Saúde para reorientar o modelo de atenção à saúde da população, a partir da atenção primária, considerada a mais próxima da porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), além de ser capaz de resolver até 80% dos problemas de saúde das pessoas. A execução da estratégia é compartilhada entre o Ministério da Saúde com os Estados, Distrito Federal e Municípios.
 
Entre 2010 e 2012, houve crescimento dos recursos na Atenção Básica, passando de R$ 9,73 bilhões (2010) para R$ 13,36 bilhões (2012). Um incremento de 37%.
 
Credenciamento
O Ministério da Saúde também credenciou 30 municípios de 10 estados, por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU), a receber incentivo às ações de Saúde Bucal, no âmbito da Estratégia Saúde da Família. Bahia, Amapá, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo, Ceará, rio Grande do Norte e Tocantins serão beneficiados.
 
Melhor em casa
Além das portarias referentes às Equipes de Saúde da Família foi publicada outra portaria liberando R$ 2,2 milhões para custeio e manutenção das equipes de Atenção Domiciliar nos estados do Acre, Amazonas, Bahia e o Distrito federal irão receber.O benefício faz parte das ações do Melhor em Casa, programa que visa reorganizar o processo de trabalho das equipes que atendem os pacientes em suas casas. No primeiro ano de funcionamento do programa, foi constatado que as equipes atendem principalmente casos de Acidente Vascular Cerebral (20%), seguido de casos de hipertensão (9,3%) e de pacientes com a doença de Alzheimer (5,4%). Outros atendimentos frequentes incluem pacientes com diabetes mellitus, com a doença de Parkinson, doenças pulmonares e fraturas de fêmur. A maior parte desses pacientes são mulheres (58%).
 
Os pacientes que são atendidos pelas equipes do Melhor em Casa são encaminhados principalmente pelas Equipes de Saúde da Família (53,7%) ou estavam internados em hospital (28,9%). Esse dado mostra que o programa está articulado com a Atenção Básica, ajuda a reduzir as internações desnecessárias e as filas dos serviços de urgência e emergência.
 
NASF
Em outra portaria o Ministério da Saúde credenciou 14 Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) nos estados da Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo. Atualmente, o país conta com 1.909 núcleos. Nos núcleos Tipo I, os profissionais devem cumprir, no mínimo, 200 horas semanais de trabalho e, nos tipo II, os servidores a obrigatoriedade é para 120 horas semanais mínimas.
 
Os municípios que aderirem ao NASF Tipo I recebem R$ 20 mil do Ministério da Saúde para a implantação da unidade e mais R$ 240 mil anuais para o custeio das equipes. A modalidade Tipo II conta com R$ 8 mil para implantação e mais R$ 96 mil de custeio/ano. Os recursos são repassados do Fundo Nacional de Saúde para os fundos municipais.
 
Os núcleos são constituídos por equipes multiprofissionais que trabalham afinadas e vinculadas às Equipes de Saúde da Família e os profissionais são responsáveis pelas consultas, discussões de casos e ações de educação permanente em saúde com a população.
 
Fonte SaudeWeb

Cremesc solicita Intervenção Federal em Santa Catarina

Medida foi tomada para garantir o acesso da população ao atendimento hospitalar, pois há insuficiência de profissionais e insumos nos hospitais catarinenses
 
O Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina (CREMESC) comunica que entrou com representação no Ministério Público Estadual e Federal, na Procuradoria Geral da República, no Ministério Público do Trabalho, nos Tribunais de Contas da União e do Estado e na Assembleia Legislativa solicitando das respectivas instituições – de forma urgente – a intervenção da Secretaria de Estado da Saúde. Com isso, o Conselho busca a garantia de que a população catarinense tenha acesso aos serviços de saúde nos hospitais públicos. A ação tem apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM).
 
A decisão de solicitar a intervenção Federal foi firmada após reunião realizada nesta segunda-feira, 17, no CREMESC, com a participação de diretores técnicos, diretores clínicos e presidentes de Comissões Éticas dos Hospitais Públicos da Grande Florianópolis.
 
A gravidade da situação nos hospitais catarinenses deve-se à insuficiência de profissionais e insumos. Médicos, enfermeiros e técnicos estão atendendo a população com limite de recursos, correndo riscos, devido à falta de condições mínimas de trabalho e, consequentemente, quem está sendo penalizada é a população catarinense com a falta de atendimento hospitalar.
 
Fonte SaudeWeb