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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Prefeito decreta situação de calamidade pública na saúde em São Gonçalo

Rio de Janeiro – Em seu terceiro dia útil de governo, o recém-empossado prefeito de São Gonçalo, Neilton Mulim, decretou ontem (7) situação de calamidade na saúde pública, devido à falta de profissionais, de leitos e de medicamentos. O município é o segundo mais populoso do estado, com 1 milhão de habitantes, e está em último lugar em saúde básica no Rio de Janeiro, segundo avaliação do Ministério da Saúde.
 
“Decretamos estado de calamidade pública por conta de tudo aquilo que vimos. Eu estive no complexo hospitalar, e vi profissionais de saúde atendendo em banheiros, a ortopedia masculina funcionando dentro do Hospital da Mulher - onde certificamos da ausência de aparelhos importantes, como o ultrassom, além da falta de farmácia básica, insumos, soro fisiológico”, disse o prefeito.
 
Segundo ele, a situação de calamidade faz com que a burocracia diminua e permite a realização de ações emergenciais voltadas à população. O prefeito acredita que, com a iniciativa, a sociedade poderá verificar a situação real do município, que possui um rombo orçamentário de mais de R$ 100 milhões. Neilton Mulim disse que agora busca meios para a contratação de médicos e de outros profissionais de saúde.
 
Fonte Agência Brasil

Unicef abre debate sobre habilidades das pessoas com deficiência

Brasília - O Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) vai selecionar vídeos produzidos por crianças, adolescentes e jovens de até 25 anos sobre o tema deficiência. O vencedor do concurso Tem a ver com habilidade! será usado no lançamento, em maio, do relatório Situação Mundial da Infância 2013: crianças com deficiência. Pela primeira vez, o documento, apresentado anualmente, abordará esse assunto.
 
De acordo com o escritório do Unicef no Brasil, os interessados devem enviar os filmes até o dia 15 deste mês para a sede do Fundo, em Nova Iorque. Os filmes podem ser de qualquer gênero – drama, comédia, documentário, ter duração de um minuto, tratar de experiências pessoais, dos direitos das pessoas com deficiência, além dos desafios que enfrentam.
 
Não há obrigatoriedade de idioma, mas, caso os filmes não sejam em inglês, devem estar acompanhados da transcrição do texto ou ser legendados. A análise caberá a um painel global, formado por comunicadores e jovens. O responsável pela obra vencedora será premiado com uma filmadora. O regulamento do concurso pode ser conferido no site do Unicef.
 
Iniciativas como essa, destinadas a valorizar as habilidades e potencialidades das pessoas com deficiência em vez de evidenciar suas limitações, são fundamentais para a consolidação da inclusão, no entendimento da professora Maria Izabel Tafuri, do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade de Brasília (UnB). Ela enfatizou que crianças, com ou sem deficiência, devem ter assegurado o direito ao pleno desenvolvimento físico e emocional.
 
“Muitas vezes, essas crianças são olhadas com pena e não pode ser assim. Devem ser identificadas as características que permitem que elas se desenvolvam na sociedade por suas habilidades, que são individuais”, disse.
 
“Geralmente a inclusão é entendida como o processo de colocar para dentro quem é considerado diferente, mas não é só isso. Trata-se de um esforço de combate ao preconceito que vivenciamos ao longo da vida, porque a maioria dos adultos de hoje não teve oportunidade e não aprendeu a conviver com pessoas com deficiência quando crianças e não estão prontos para a diversidade”, acrescentou.
 
A professora da UnB também enfatizou que a família tem papel fundamental nesse processo, porque é ela que “vai ter que estar preparada” para enfrentar e dar suporte a essas crianças, quando se depararem com situações capazes de prejudicar o pleno desenvolvimento do seu potencial.
 
A presidenta do Centro de Apoio a Mães de Portadores de Eficiência (Campe), que atua há 10 anos no apoio a famílias cearenses cujos filhos tenham algum tipo de deficiência, Keila Chavez, ressaltou que todas as crianças, qualquer que seja sua condição, têm aptidões, sonhos e anseios. Segundo ela, as famílias devem se esforçar para identificá-los e estimular seu desenvolvimento.
 
Como exemplo, ela citou o caso de seu filho, David Chaves, 16 anos. Com uma síndrome ainda não identificada pelos médicos, ele tem comprometimento intelectual e motor. Mesmo sem falar ou escrever, não deixa dúvidas sobre um sonho pessoal: envolver-se na atividade circense.
 
“Ele é muito divertido e, principalmente quando chega visita aqui em casa, gosta de se exibir, com malabarismos e equilibrando-se nos móveis e na rede. Na cadeira de balanço, por exemplo, ele fica bastante tempo testando em que ponto, com o peso do corpo, ela para de se mover”, disse.
 
Dados do Censo 2010 mostram que o Brasil tem mais de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência: quase um quarto da população.
 
Fonte Agência Brasil

Longevidade em ilha grega intriga cientistas

BBC
Stamatis Moraitis acredita que o vinho da ilha
é o responsável por sua saúde
Moradores de Ikaria, no leste da Grécia, vivem em média 10 anos a mais que a maioria dos europeus
 
Cientistas estão investigando o segredo da longevidade dos 8 mil moradores da Ilha de Ikaria, no leste da Grécia, que vivem em média dez anos a mais que a maioria dos europeus e apresentam uma saúde muito melhor no final de suas vidas.
 
Pesquisadores da Universidade de Atenas, na capital do país, estudaram os moradores locais com mais de 65 anos. Christina Chrysohoou, cardiologista da universidade, afirma que eles sofrem dos mesmos tipos de doenças que as outras pessoas, como câncer e doenças cardíacas, mas estes problemas ocorrem mais tarde.
 
"Não podemos evitar estas doenças, mas eles conseguem preservar a qualidade de vida por muitos anos. A idade média para (a ocorrência de) doenças cardiovasculares é entre 55 e 65 anos. Em Ikaria, isto acontece cerca de dez anos depois", afirmou.
 
Entre os moradores da ilha, o número de fumantes é baixo, o cochilo depois do almoço é regra, o ritmo de vida é lento, e as pessoas se reúnem com amigos e familiares com frequência, bebendo quantidades moderadas de vinho. As famílias grandes dão aos moradores mais idosos um papel importante na sociedade, e os níveis de depressão e demência são baixos.
 
Dieta
Outros fatores também podem contribuir para a longevidade dos moradores da ilha. Mesmo em comparação à dieta típica da região do Mediterrâneo, os que moram na ilha consomem mais peixe, verduras e legumes e também níveis relativamente baixos de carne. Seis entre dez pessoas com mais de 90 anos ainda são fisicamente ativas, em comparação com apenas 20% destas pessoas em outros lugares.
 
A maior parte dos alimentos é cozida em azeite. Grandes quantidades de ervas são colhidas e usadas para temperos e fins medicinais. Muitos fazem um chá consumido diariamente com ervas secas como salvia, camomila, hortelã, entre outras. Para adoçar, apenas o mel local. Muitas destas ervas silvestres são usadas no mundo todo como remédios tradicionais e são ricas em antioxidantes e também diuréticas, o que pode diminuir a pressão sanguínea.
 
Os pesquisadores da Universidade de Atenas também pretendem realizar estudos geológicos da ilha, para saber se elementos radioativos existem em Ikaria e podem terefeito sobre alguns tipos de câncer. Além disso, também há estudos genéticos, que comparam o DNA dos moradores com o DNA de outros que nasceram na ilha, mas deixaram o lugar e, por isso, têm um estilo de vida diferente.
 
Câncer de pulmão
De acordo com os documentos que carrega consigo, Stamatis Moraitis completou 98 anos no dia 1º de janeiro, mas acredita que é mais velho. Todos os dias ele cuida de suas oliveiras, árvores frutíferas e parreiras. Ele fabrica 700 litros de vinho por ano. Há 45 anos, quando morava nos Estados Unidos, ele foi diagnosticado com câncer de pulmão, e os médicos deram a ele apenas nove meses de vida. Moraitis decidiu voltar para Ikaria, para ser sepultado com seus pais. Ele conseguiu reencontrar os amigos no vilarejo, e eles se reuniam para beber vinho.
 
"Pelo menos eu morreria feliz", disse.
 
"Todo dia nos reuníamos, bebíamos vinho e eu esperava. O tempo passou e eu me sentia mais forte. Nove meses passaram, eu me sentia bem. Onze meses passaram, eu me sentia melhor. E agora, 45 anos depois, ainda estou aqui!"
 
Em outra casa mora George Kassiotis, que vai completar 103 anos. Voula, sua mulher, mostra a mesa farta com cogumelos, peixe, verduras, legumes e vinho.
 
"É só um lanchinho", afirma ela.
 
Kassiotis mostra os documentos e fotos. Ele lutou contra os italianos na Albânia durante a Segunda Guerra Mundial e ajudou na construção de uma estrada na ilha, antes de se aposentar em 1970.
 
"Não como alimentos industrializados, não fumo e não me estresso. Não tenho medo da morte. Sabemos que todos vamos chegar lá", disse.
 
Na casa de Nikos Karoutsos, um dono de hotel de 50 anos, o ambiente é parecido: mesa farta, vinho, amigos e familiares visitando, bebendo e comendo juntos. Crianças e adolescentes ficam entre a mesa e o computador. Mais recentemente, Ikaria, perto da costa da Turquia, foi identificada como parte das chamadas "zonas azuis", identificadas pelo autor Dan Buettner, que escreve para a revista National Geographic, como áreas onde as pessoas têm uma vida mais longa.
 
Entre estas "zonas azuis" estão as Ilha de Okinawa, no Japão, a província italiana de Luoro, na Ilha da Sardenha, na Itália, e a cidade de Loma Linda, na Califórnia.
 
Fonte iG

Cálculo renal é mais frequente no verão

Hidratação: uma das medidas mais eficazes
de evitar a formação de cálculos
Falta de hidratação adequada e transpiração são os vilões da saúde dos rins
 
A incidência de cálculo renal aumenta até 20% nessa época do ano, segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), e o motivo é simples. Com a temperatura em elevação, é normal transpirarmos mais. A ingestão de água, no entanto, nem sempre se eleva de forma a compensar essa perda.
 
“Ao perder líquido por outras vias, a urina fica concentrada. As substâncias que normalmente são excretadas acabam retidas, formando as pedras”, explica o nefrologista Daniel Rinaldi, presidente da SBN.
 
Além disso, se houver maior hidratação por conta do calor, o volume de água pode colaborar para a eliminação do cálculo, aumentando ainda mais o número de casos nessa época. Alguns estudos norte-americanos chegaram até a constatar a relação entre o aquecimento global e o aumento na prevalência do cálculo renal.
 
Um dos principais fatores do aparecimento das chamadas pedras no rim são as alterações metabólicas. Outras características, no entanto, podem levar à essa condição como histórico familiar, hábitos de vida, obesidade, resistência a insulina e alimentação inadequada.
 
“A formação é multifatorial e a dieta tem uma grande influência. Geralmente, 85% dos cálculos são de oxalato de cálcio, um mineral presente no metabolismo. A concentração desses cristais forma pedras. Quem tem maior ingestão de proteínas, carne, derivados do leite, verduras escuras tem índices de oxalato maior, por exemplo”, afirma Gustavo de Alarcon, urologista do Hospital São Luiz, em São Paulo.
 
Quem tem pedras no rim nem sempre sabe que elas estão lá. A dor, que começa como cólicas nas costas e pode irradiar para o abdome e até a raiz da coxa, aparece se o cálculo tiver um tamanho médio ou se estiver se movimentando dentro dos canais que ligam o rim à bexiga. Os sintomas também podem incluir náusea, sudorese, vômito, sangue na urina e sensação de bexiga cheia. Do contrário, a condição pode ser um achado em exames de rotina, durante um check-up, por exemplo.
 
Exames de imagem como a ultrassonoagrafia do rim e da bexiga são as principais ferramentas para confirmar o diagnóstico. Os especialistas alertam que o cálculo não deve ser negligenciado.
 
“Todo mundo conhece um amigo, ou um vizinho que já teve, então, acabam dando pouca importância. Mas a condição deve ser acompanhada com um especialista”, diz Alarcon.
 
Os tratamentos variam de acordo com o tamanho e a localização do cálculo e também com as condições do paciente. Em casos mais simples, a conduta é tentar levar à expulsão da pedra e minimizar os possíveis efeitos colaterais com analgésicos, soro ou antiespasmódicos (que inibem a contração de algumas musculaturas do corpo). No entanto, uma parcela da população não consegue eliminar o problema ou ainda tem doenças associadas como a diabetes ou a hipertensão. Nesses casos, a cirurgia – hoje um procedimento minimamente invasivo – é recomendada.
 
Chás caseiros?
Basta uma pequena pesquisa e é possível se deparar com uma enorme quantidade de chás vendidos para o combate à pedra no rim. O mais famoso deles é o “quebra-pedras”. Os médicos, no entanto, afirmam que a ajuda dos chás no combate à litíase renal está muito mais ligada a um maior aumento no consumo de líquidos do que propriamente nos princípios ativos das plantas.
 
Aumentar a hidratação, principalmente no verão, é uma das medidas mais eficazes de evitar a formação de cálculos.
 
Fonte iG

Como turbinar o treino na academia

Treino aeróbico: quem deseja emagrecer deve
realizá-lo antes da musculação
Foco no objetivo e alimentação regrada são duas dicas para obter benefícios de forma saudável e duradoura; veja outras
 
Na época do ano em que a maioria quer emagrecer as academias lotam de um grupo de malhadores que se esforça de verdade para perder uns quilinhos, endurecer a musculatura e melhorar o físico que logo estará à mostra nas praias e piscinas Brasil afora.
 
Seria tudo perfeito não fosse um detalhe: não é tão fácil assim para o corpo se habituar à malhação e muitos desavisados incorrem em erros simples que impedem o treino de evoluir e render tudo o que poderia. Para melhorar o aproveitamento dos exercícios, algumas pequenas dicas realmente podem ajudar. A primeira é estabelecer um foco para o treinamento: emagrecer, ganhar ou definir os músculos. Para cada objetivo há um treino específico, além das dicas para melhorá-lo.
 
Alvaro Junior, coordenador técnico e professor da Runner Paulista, defende que a melhor forma de deixar um treino mais eficaz é prestar atenção à qualidade e à quantidade de repetições dos exercícios.
 
“Independente do objetivo de quem está treinando, é muito importante focar em um treino atento a essas duas características: o número de repetições e a forma como ele é realizado, com mais ou menos força”, diz Junior. Para a pessoa turbinar o treino normal da academia, o ideal é intensificar a prática, respeitando os limites do corpo, claro.
 
Veja a seguir algumas orientações para cada objetivo.
 
Se o objetivo é emagrecer
Esse é o principal desejo da maioria dos frequentadores de uma academia. Essa árdua missão pode ser beneficiada se algumas dicas forem seguidas da maneira correta.
 
“Uma das principais é treinar de segunda a sexta e focar nos exercícios aeróbicos, com corrida na esteira e bicicleta. Aulas também ajudam muito e funcionam como catalizador da queima de gordura, como spinning, pilates, natação e lutas variadas”, comenta Alvaro.
 
Para quem tem dúvidas se o treino de musculação vai aumentar a massa corporal – e assim atrasar o emagrecimento – o treinador explica:
 
“A musculação também emagrece. Quem quer perder alguns quilos pode aliar os dois treinos, mas deve aumentar o número de repetições de cada exercício com um peso menor e um intervalo reduzido entre cada uma. A intensidade e a forma correta de praticar o exercício definem como ele vai trabalhar o organismo”.
 
O professor de educação física da Bio Ritmo, Bruno Mantovani, também indica a prática dos dois tipos de exercícios combinados e alerta para outro fator importante:
 
“Manter o sono regulado e saudável, de sete a oito horas diárias, é o ideal para acordar predisposto e conseguir realizar o treino da maneira mais produtiva possível”.
 
Outra dica do professor é fazer o exercício aeróbico com intensidades diferentes – um dia com uma carga alta para gastar mais calorias, outro com uma carga mais leve e com maior quantidade para metabolizar a gordura.
 
“A musculação deve, sim, ser praticada por quem deseja emagrecer, mas não pode ser a prioridade. Ao chegar à academia, o primeiro exercício deve ser o aeróbico, como corrida e natação. Depois disso dá para fazer um treino intenso de musculação de meia hora para potencializar os resultados”.
 
E para quem pensa que as bebidas energéticas dão um gás e turbinam o treino sem engordar, o coordenador da Runner avisa: a maioria delas é rica em contém sódio, substância que retém líquidos, o que pode resultar em aumento de peso.
 
“É bom ficar ligado nas composições de cada bebida para o treino não ter um efeito contrário ao desejado”, recomenda Alvaro.
 
Trabalho de hipertrofia: sem alimentação adequada não há evolução
Se a meta é aumento muscular
Para quem tem o foco na hipertrofia dos músculos, a situação inverte. Nesse caso, o treino de musculação deve ser priorizado logo na chegada à academia.
 
“Não necessariamente com grandes repetições de cada exercício, mas com uma carga mais pesada para trabalhar os músculos”, diz Alvaro.
 
Para quem tem esse perfil, não adianta colocar peso acima do que pode suportar. Assim, explica o treinador, não é possível potencializar o exercício e a pessoa pode até acabar se lesionando.
 
“Alguns alunos podem ter doenças ou problemas no joelho, na lombar, por exemplo. Para quem não está acostumado a um treino intenso, o ideal é ir aos poucos, com a consciência de que as atividades de musculação vão gerar um resultado apenas com uma regularidade nos treinos e com perseverança”, aconselha Alvaro.
 
Para o professor da Bio Rimo, Bruno Mantovani, além do treino intenso, quem quer ganhar músculos precisa manter uma alimentação regrada, com três refeições diárias e nunca ficar um longo período sem se alimentar. A base para quem quer ganhar massa deve compor alimentos com proteínas, carboidratos e gorduras boas.
 
“Além do café da manhã, almoço e jantar, antes do treino, é importante reforçar a energia com alimentos leves para dar um gás na musculação”, diz Mantovani.
 
“E depois do treino e de gastar tanta energia, a pessoa tem que se hidratar, para assim ter um condutor em seu organismo para catalisar a queima de gordura”, complementa o coordenador da Runner.
 
Para quem busca definição
Pode não parecer, mas esta última etapa do treinamento é a mais longa e difícil de todas. Quem já atingiu um nível de massa corporal satisfatória e busca a definição dos músculos deve ter atenção dobrada para manter os ganhos.
 
“Essa parte costuma ser a mais difícil porque é preciso uma rotina muito regrada de treinos intensos para conseguir definir todos os tipos de agrupamentos de músculos”, diz Alvaro.
 
Os dois professores indicam o uso orientado de suplementos alimentares para turbinar o treino e facilitar a definição de quem já está em dia com a academia.
 
“Produtos como shakes de proteínas e catalizadores com substâncias proteicas, aminoácidos e nutrientes ajudam na definição da massa, além de produtos naturais com base de guaraná que dão aquele gás e causam um aumento de energia”, diz Alvaro.
 
O consenso geral é de que, independente dos objetivos, é fundamental procurar a orientação de um especialista que pode ajudar a potencializar ao máximo toda a energia e a vontade de conseguir um corpo mais saudável e bonito para o verão e para todas as estações do ano.
 
Fonte iG