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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Rio registra 26 casos suspeitos de dengue na primeira semana do ano

Rio de Janeiro – Vinte e seis casos suspeitos de dengue foram registrados na primeira semana deste ano em todo estado do Rio de Janeiro, segundo boletim divulgado ontem (8) pela Secretaria de Saúde.
 
No ano passado, a dengue matou 41 pessoas no estado e foram registrados 184.123 casos suspeitos da doença.
 
A campanha 10 Minutos contra a Dengue, iniciada no ano passado, continua neste verão.
 
A ideia é conscientizar a população fluminense sobre a importância de dedicar diariamente dez minutos de seu tempo para verificar a existência, em casa, de locais que possam se transformar em criadouro do Aedes aegypti.
 
O ambiente doméstico concentra 80% dos focos do mosquito transmissor da doença, segundo a secretaria.
 
Fonte Agência Brasil

7 fatores de risco para hipertensão que podem surpreender você

O sal faz com que o corpo retenha líquido e isso pode aumentar
 a carga sobre o coração, ampliando o risco de pressão arterial elevada
Pressão alta atinge quase 25% dos brasileiros e a maioria desconhece as causas do problema ou como preveni-lo
 
Controlar a pressão arterial é a coisa mais importante que você pode fazer para ajudar a diminuir seu risco de ter um acidente vascular cerebral (AVC), uma das principais causas de morte no mundo, dizem especialistas.
 
Apesar de ser uma ocorrência grave, muitas pessoas não percebem que estão em risco de ter pressão alta, dizem, em coro, as duas sociedades que tratam do tema os EUA, a American Heart Association e a American Stroke Association. As duas associações apontam os principais fatores de risco para a hipertensão. Alguns deles podem surpreender você.
 
1. Histórico familiar: se os seus pais ou algum parente próximo têm ou tinham pressão alta, você está também tem risco de ter o problema. É prudente pesquisar a história médica de sua família, para descobrir se a pressão arterial elevada aparece na família.
 
2. Idade avançada: na medida em que as pessoas envelhecem, passam a ter risco aumentado para hipertensão e doenças cardiovasculares. Isso porque os vasos sanguíneos perdem a flexibilidade com o envelhecimento, o que gera a uma pressão crescente sobre o sistema cardiovascular do corpo.
 
3. Gênero: os homens são mais propensos do que as mulheres a ter pressão arterial elevada até os 45 anos. Entre as idades de 45 a 50 e 55 a 64, o risco de pressão alta é quase o mesmo para homens e mulheres. Depois dos 64, as mulheres são muito mais propensas do que os homens a ter pressão arterial elevada.
 
4. Sedentarismo: passar muito tempo sentado na mesa do escritório ou no sofá de casa aumentam muito o risco de pressão alta. Fazer exercícios regularmente é uma forma natural de reduzí-la.
 
5. Comer muito sal: o sal faz com que o corpo retenha líquido e isso pode aumentar a carga sobre o coração, ampliando o risco de pressão arterial elevada. O melhor é manter a ingestão de sódio em até 1.500 miligramas por dia.
 
6. Ser gordo ou obeso: preste atenção ao seu peso. Sempre. Se você estiver com sobrepeso, perder de quatro a nove quilos já pode ajudar a baixar a pressão arterial.
 
7. Beber demais: o consumo regular e abusivo de álcool pode levar a um aumento dramático na pressão arterial e também causar insuficiência cardíaca, AVC e batimentos cardíacos irregulares. Se você bebe álcool, limite o consumo a não mais que dois drinques por dia para homens e um por dia para mulheres.
 
Fonte iG

Remédio para pressão alta ajuda a prevenir demência, diz estudo

Exame no cérebro de homens que tomavam betabloqueadores mostraram menos lesões do que naqueles que não estavam recebendo tratamento algum contra hipertensão
 
Um estudo realizado entre 774 homens sugere que a ingestão de betabloqueadores pode reduzir o risco de demência.
 
O medicamento é largamente usado para problemas cardíacos, como tratar pressão alta, um conhecido fator de risco para a demência.
 
A pesquisa, que será apresentada na reunião anual da Academia Americana de Neurologia, em março deste ano, foi feita por meio de autópsias feitas em 774 homens.
 
De acordo os pesquisadores da Universidade do Havaí, aqueles que tomavam betabloqueadores para controlar a hipertensão mostraram ter menos lesões cerebrais do que homens que não estavam recebendo tratamento algum contra hipertensão ou que tomavam outros tipos de medicamentos para lidar com o problema. Entre os examinados, 610 sofriam de hipertensão e estavam sob tratamento.
 
De acordo com o autor do estudo, Lon White, ''com o aumento previsto no número de pessoas com Alzheimer, à medida que a população mundial se torna mais velha, fica cada vez mais importante identificar fatores que podem retardar ou prevenir a doença''.
 
Pessoas que sofrem de hipertensão arterial devem procurar auxílio médico a fim de evitar complicações como doença cardíaca, acidente vascular cerebral (AVC) e demência vascular.
 
A hipertensão pode danificar os pequenos vasos que levam sangue ao cérebro, fornecendo o oxigênio essencial para o funcionamento dele. A demência vascular é a segunda forma mais comum de demência após o Alzheimer e pode ocorrer se o fluxo de sangue ao cérebro for reduzido.
 
Uma outra pesquisa, realizada há dois anos, entre um grupo bem maior de homens, um total de 800 mil, já havia sugerido que outro remédio usado para conter a hipertensão, conhecido com bloqueador dos receptores da angiotensina (ARB), pode reduzir o risco de demência, inclusive de Alzheimer, em até 50%.
 
Fonte iG

Secretaria de Saúde do DF investiga falta de médicos em hospitais públicos

Três profissionais não compareceram ao trabalho em hospitais de Samambaia e de Ceilândia. Pacientes voltaram para casa sem atendimento por causa das faltas
 
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (DF) investiga os médicos que faltaram ao trabalho no último fim de semana e provocaram revolta entre os usuários do sistema. No total, três profissionais não compareceram ao trabalho, dois do Hospital Regional de Samambaia e um do Hospital Regional de Ceilândia. Pacientes voltaram para casa sem atendimento por causa dos médicos que faltaram ao plantão.
 
De acordo com a Secretaria de Saúde, os médicos têm até quinta-feira (10) para apresentar justificativa da falta. Caso não apresentem, os médicos serão penalizados, podendo até ser exonerados do cargo. A secretaria já abriu sindicância para investigar o caso, com previsão de 15 a 20 dias para chegar a um resultado.
 
Dos 18 hospitais públicos do DF, cinco restringiram o atendimento devido à sobrecarga de pacientes. Para o primeiro secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM) do DF, Dimitri Gabriel Homar, os principais problemas dos hospitais públicos do DF são a falta de médicos e a falta de gestão. "Os hospitais precisariam ter o dobro dos médicos que têm hoje para funcionar satisfatoriamente", disse.
 
De acordo com Homar, os hospitais do DF não oferecem condições dignas para os médicos exercerem a profissão. "Faltam remédios e roupa de cama. Além disso, o salário dos médicos é baixo", argumentou. Uma avaliação feita pelo CRM do DF, junto com outras entidades de profissionais de saúde, foi entregue à secretaria de saúde do DF em novembro de 2012 e já apresentava a situação precária dos hospitais.

Fonte Agência Brasil

Médico que faltou a plantão em que menina morreu é indiciado pela polícia

Neurocirurgião Adão Orlando Crespo Gonçalves foi indiciado por omissão de socorro depois do delegado ouvir o depoimento do médico que chefiava a emergência na ocasião
 
A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou nesta terça-feira (08) o médico Adão Orlando Crespo Gonçalves, neurocirurgião que faltou ao plantão na noite de Natal. O caso repercutiu depois que a menina Adrielly dos Santos Vieira, de 10 anos de idade, esperou por oito horas para ser atendida no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, zona norte da cidade, após ter sido atingida na cabeça por uma bala perdida em uma favela no bairro de Piedade.
 
O delegado titular da 23ª Delegacia de Polícia, Luiz Archimedes, decidiu pelo indiciamento por omissão de socorro depois de ouvir o depoimento do médico que chefiava a emergência na ocasião. A Polícia Civil informou, por meio da assessoria de imprensa, que o chefe da emergência disse que era da mesma escala que Adão há dois anos, mas nunca tinha visto o neurocirurgião.
 
Depois de concluído, o inquérito será enviado para o Ministério Público. A pena por omissão de socorro é de um a seis meses de prisão, mas pode ser triplicada em caso de morte.
 
No dia 27 de dezembro, a menina Adrielly foi transferida para o Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Municipal Souza Aguiar. Ela teve morte cerebral diagnosticada no dia 31 e morreu na sexta-feira (4). O corpo foi enterrado no Cemitério de Inhaúma, no sábado (5).
 
Fonte iG