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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Como não engordar em viagens

Hidratação: o corpo costuma "confundir" fome com sede.
Beber água evita calorias extras
Equilibrar o consumo de alimentos, bebidas alcoólicas e exercícios, mesmo nos dias de folga, mantém o corpo enxuto sem paranoias
 
Sair da rotina por alguns dias é saudável e ajuda a recuperar as energias, mas os irresistíveis excessos desse período resultam, também, em quilos a mais na balança.
 
Sentir a calça apertada e as blusas mais justinhas na volta da viagem pode ser um processo quase natural para algumas pessoas. De fato, pequenos coeficientes, dependendo da faixa etária, são facéis de eliminar.
 
Claudia de Oliveira Cozer, endocrinologista do Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, revela que está dentro do aceitável “ganhar” de dois a três quilos – ou até 5% do peso – durante o período de férias. Ao retornar, porém, o esforço, a dedicação e o suor serão necessários para equalizar o problema. A rapidez desse processo depende da variável idade.
 
"Depois dos 30 anos fica mais dificil converter rapidamente e voltar ao peso habitual. Aos 40, a dificuldade dobra e depois dos 50, triplica."
 
Apesar dos limites, medidas drásticas alimentam apenas as paranóias e em nada beneficiam o organismo, defende a médica. A especialista recomenda fazer uma dieta leve antes dos dias livres para que a “margem de erro” não seja tão pequena.
 
“Investir em exercícios é uma ótima alternativa. O que não resolve é abusar de métodos agressivos para emagrecer rapidamente. Vale um pequeno controle, cuidado e orientação.”
 
A suscetibilidade genética define os níveis de esforços e controles que cada um deve ter com seu próprio peso. Embora pouco contestável cientificamente, mudar a fatídica lógica do corpo (im)perfeito é possível e bastante viável.
 
Algumas medidas podem minimizar ou até zerar a gordura extra carregada na volta para casa. As palavras-chaves da viagem não deixam de ser tranquilidade e diversão. Entretanto, vale acrescentar à bagagem uma boa dose de equilíbrio e leis de compensação.
 
Jogo do contente
Sair da rotina não significa deixar de lado os cuidados com a alimentação regrada ou passar muito tempo sem comer. No dia a dia, é comum juntar o almoço e o jantar e resumi-los a uma refeição. A medida é uma autossabotagem ao organismo, revela Daniela Jobst, nutricionista funcional da clinica NutriJobst, de São Paulo.
 
“Quando o intervalo entre as refeições é longo, o organismo se manifesta de forma mais intensa, a fome é muito maior, por isso a reação é exagerada.”
 
Nessas épocas, vale instituir a lei da compensação. A teoria dos especialistas consiste em equilibrar um dia de excessos e permissões com outros de caminhadas, exercícios e alimentação mais leve, à base de saladas, frutas e grelhados.
 
“Se você exagerou em um dia, segure no outro. Não se permitia abusar todos os dias de folga. Escolha um dia para tomar aquele sorvete refrescante, não beba demais o tempo todo. O álcool tem uma caloria vazia, engorda e não tem nutriente algum. Faça um jogo que satisfaça o desejo daquele doce gostoso, bebida entre amigos, mas sem overdose.”
 
A proposta não exige tabela nutricional, apenas pressupõe certo planejamento ao incluir os alimentos mais calóricos.
 
“Essas gratificações que a comida gostosa provoca, unem as famílias e os amigos, não devem ser evitadas, apenas consumidas com moderação.”
 
Qualquer atividade física, desde que tenha uma duração mínima de 60 minutos também é extremamente benéfica para evitar o ganho de peso.
 
“Vale investir em caminhadas duas vezes ao dia, andar de bicicleta. Ou, ao menos, procurar conhecer os lugares a pé.”
 
A falta de hidratação do corpo faz o organismo confundir sede com fome. Daniela explica que quanto mais hidratado estiver, menor as chances de erro nessas situações. O ideal é ingerir de dois a três litros de água por dia, ou de 20 a 30 ml para cada quilo que o indivíduo tem.
 
“Muitas vezes, pensamos que estamos com fome, mas na realidade o corpo pede água.”

Alguns alimentos também podem estimular o metabolismo, como a vitamina C e A, presente em frutas, verduras e legumes. O complexo B, que pode ser encontrado nos cereais, arroz, pão, macarrão, farinhas – todos integrais –, provoca a sensação de saciedade, evitando petiscar ou exagerar nas refeições.

O ômega 3, presente nos peixes de água profunda, como sardinha, bacalhau, atum, arenque, salmão, cavalinha, é um nutriente que ajuda a queimar gordura, principalmente abdominal.

“Comer bastante peixe, sem fritura, é uma ótima escolha para manter o corpo enxuto e saudável.”
 
Fonte iG

Cuidar do jardim pode render um corpo mais em forma

Um banco do jardim pode se transformar num ótimo suporte
para fazer apoios
Arquiteta e especialistas em fitness dão dicas para transformar a jardinagem em malhação
 
O jardim pode ser uma excelente área de ginástica para quem é fã de malhação. Dependendo da área, é possível criar trilhas para caminhada, construir bancos que ajudam nos treinos e usar as árvores para o alongamento.
 
O simples ato de abaixar e levantar enquanto cava, planta ou transporta os vegetais de um lado a outro, já é uma forma eficaz de perder algumas calorias.
 
E o melhor: é possível personalizar o jardim e ajustá-lo ao seu nível de energia, com equipamentos como vigas e escadas para exercícios de condicionamento – eles são baratos e simples de fazer – além de apetrechos portáteis como rolos, cordas, halteres e bolas suíças.
 
“Se você tem equipamentos de recreação infantil, por exemplo, é fácil adicionar uma barra ou uma armação de corda para adultos em uma casa na árvore”, sugere Bunny Guinness, paisagista que dirige uma empresa de design de jardins perto de Peterborough, na Inglaterra.
 
A atividade de jardinagem em si também pode ser um queimador de calorias formidável, garante Bunny. Com a fisioterapeuta Jacqueline Knox, ela escreveu um livro sobre o tema: Garden Your Way to Health and Fitness (ainda sem tradução para o português).
 
A atividade física regular reduz o risco de muitas doenças, e a jardinagem pode ajudar nisso, afirma Margaret Hagen, uma educadora física da Universidade de New Hampshire.
 
“Usar o ancinho é mais ou menos como usar uma máquina de remo. Mexer uma pilha de adubo é semelhante a levantar pesos. Carregar um regador de 3,7 litros cheio de água em cada mão é como ter nelas dois halteres de aproximadamente 4 quilos. Empurrar um cortador de grama manual é como caminhar na esteira, só que muito mais interessante”, compara Margaret. E dá para queimar mais calorias ainda se forem acrescentados a essas atividades alguns exercícios como apoios, elevações na barra e agachamentos, por exemplo.
 
A professora dá algumas dicas básicas que não devem ser ignoradas, mesmo por quem está habituado a fazer exercícios:
  • Aqueça antes de começar, para evitar câimbras e dores nas juntas
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  • Estabeleça um ritmo e não se esqueça de bebr líquidos, especialmente se o jardim for ao ar livre e tiver sol
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  • Evite se curvar demais – isso força a coluna – usando cabos e extensões enquanto estiver nas atividades de jardinagem
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  • Opte por ferramentas de jardinagem leves e fáceis de manusear
  •  
  • Trabalhe ergonomicamente, reforçando a boa postura e o equilíbrio
"Como alguém que já teve um problema nas costas, eu tento seguir o conselho do meu fisioterapeuta e ter o cuidado de me ajoelhar em vez de me curvar enquanto estou mexendo no jardim. Também me policio para levantar com os joelhos dobrados e as costas retas”, conta Margaret.
 
Não se esqueça de incluir a saúde mental no projeto paisagístico. Vale adicionar um canteiro de ervas que acalmam, fontes relaxantes de água e pequenas áreas de meditação.
 
Uma boa nutrição também é uma parte importante de qualquer pacote de fitness, e poucas coisas têm um gosto melhor do que um alimento servido fresco direto do jardim.
 
“Se na jardinagem você pode melhorar saúde e evitar o estresse, tudo se torna ainda mais gratificante”, diz a paisagista.
 
Fonte iG

domingo, 20 de janeiro de 2013

Dispositivo portátil fornece diagnóstico de HIV em 15 minutos

SpinDx utiliza um disco giratório, como um leitor de CD, para manipular as amostras de sangue
Foto: Randy Wong/Sandia National Laboratories
SpinDx utiliza um disco giratório, como um leitor de CD,
 para manipular as amostras de sangue
Tecnologia vai ajudar a levar serviços médicos disponíveis apenas em centros de saúde para áreas mais remotas do mundo
 
Pesquisadores da Columbia University, nos EUA, demonstraram que um dispositivo portátil é capaz de detectar pacientes com HIV através apenas de uma picada no dedo, e sincronizar os resultados em tempo real, com registos de saúde eletrônicos.
 
A tecnologia representa um passo em direção a fornecer, para áreas remotas do mundo, serviços de diagnóstico disponíveis apenas em centros urbanizados.

Dos 34 milhões de pessoas infectadas com o HIV no mundo, 68% delas vivem na África subsaariana, com o Sul e Sudeste da Ásia carregando a segunda maior taxa da doença.
 
Muitas pessoas infectadas pelo HIV nessas regiões são incapazes de fazer o teste ou se tratarem porque não podem facilmente viajar para centros de saúde. Isso cria uma carga econômica extrema em nações já pobres.
 
Um dispositivo de baixo custo e móvel que realiza testes de HIV poderia ajudar a combater estas tendências, e a epidemia global geral, permitindo o diagnóstico e tratamento de pessoas infectadas pelo HIV em locais de recursos limitados.
 
Neste estudo, a equipe de Curtis D. Chin e Kee Cheung Yuk desenvolveu um aparelho que executa testes de HIV com a qualidade de laboratórios em 15 minutos utilizando o sangue recolhido por meio de uma picada no dedo.
 
O dispositivo também detecta amostras fracamente positivas, e usa redes celulares e via satélite para sincronizar automaticamente os resultados dos testes com os registros de saúde de pacientes de qualquer lugar do mundo. Devido a isso, ele permitirá que as autoridades monitorem a prevalência da doença em todas as regiões geográficas de forma rápida e eficaz. Isso pode melhorar a eficácia na alocação de medicamentos para diferentes comunidades e os cuidados com o paciente em geral.
 
Fonte isaude.net

Tratamento com medicamento por via oral é 52% mais eficaz na esclerose múltipla

Além da eficácia, o fármaco contribui para adesão ao tratamento, produzindo sensível melhora na qualidade de vida do paciente
 
O Gilenya (fingolimode), do laboratório Novartis, é o primeiro tratamento oral para Esclerose Múltipla (EM) e está trazendo resultados satisfatórios para os portadores da doença, ao facilitar a adesão ao tratamento em diversos aspectos, ao contrário das opções disponíveis , como as injetáveis. O tratamento recebeu o prêmio italiano Prix Galien 2012, na categoria medicamento inovador do ano.
 
Ao seguir corretamente tratamento, por ser administrado oralmente, o portador de EM tem imediata melhoria na qualidade de vida, constatando redução de surtos que se manifesta de diversas formas físicas e psicológicas, por atingir o sistema nervoso central.
 
Em estudos, o medicamento demonstrou também eficácia 52% superior na diminuição dos surtos provocados pela doença, em comparação a um dos tratamentos mais utilizados atualmente.
 
Desde o seu lançamento mundial, mais de 49 mil pacientes já foram tratados com fingolimode. O medicamento foi aprovado na Europa em 2011 e está disponível no mercado brasileiro e em diversos outros países, como Estados Unidos, Canadá, Rússia, Austrália, Argentina, Chile e México.
 
A esclerose múltipla é a doença neurológica desmielinizante de caráter inflamatório e neurodegenerativo mais comum do sistema nervoso central, afetando cerca de 2,5 milhões de pessoas no mundo , segundo dados da OMS. Causa incapacidade significativa e progressiva na maioria dos indivíduos afetados, sendo a causa mais comum de incapacidade neurológica adquirida em adultos jovens.
 
Fonte isaude.net

Falta de sono pode causar sentimento de rejeição entre casais

Noites mal dormidas podem deixar as pessoas menos sensiíveis às necessidades do outro lado
Noites mal dormidas podem deixar as pessoas menos sensiíveis
 às necessidades do outro lado
Noite mal dormida deixa a pessoa menos sensível às necessidades do outro lado, afirmam pesquisadores da Universidade da Califórnia
 
Estudo realizado na Universidade da Califórnia, Berkeley, sugere que falta de sono pode desempenhar um papel importante no sentimento de rejeição muito comum entre casais.
 
A pesquisa, realizada com mais de 60 casais, com idades entre 18 a 56, descobriu que a privação de sono pode deixar os casais "cansados demais para dizer obrigado e fazer com que um ou outro parceiro se sinta rejeitado," afirma Amie Gordon, psicóloga da UC Berkeley e principal autora do estudo.
 
"Pouco sono pode nos tornar mais egoístas, priorizando nossas próprias necessidades sobre as do nosso parceiro", disse ela.
 
Os resultados do estudo, apresentados neste sábado (19) na reunião anual da Society for Personality and Social Psychologists, realizada em New Orleans (EUA), lançam uma nova luz sobre a relação emocional de casais e o sono, oferecendo evidências de que uma noite sem dormir deixa as pessoas menos sensíveis às necessidades dos seus próximos.
 
De acordo com os pesquisadores, para muitos casais, a noite pode se transformar em um campo de batalha com ronco alto, barulho de digitação em laptops ou virar de folhas. "Você pode estar dormindo como um bebê, mas se o seu parceiro não estiver, os dois, provavelmente, vão acabar ficando nervosos e pouco sensíveis às necessidades do outro.
 
Durante o estudo, os participantes mantiveram um diário de seus padrões de sono mostrando como uma noite bem ou mal dormida afetou sua apreciação de seus pares. Em outro experimento, eles foram filmados envolvidos em tarefas de resolução de problemas. Aqueles que haviam dormido mal na noite anterior mostraram menos apreço por seu parceiro.
 
Fonte isaude.net