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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Campanha nacional de prevenção à aids no carnaval enfoca uso do preservativo

Pesquisas recentes apontam queda do uso da camisinha
em todas as faixas etárias
Rio de Janeiro - O governo federal lançou ontem (31) campanha nacional de prevenção à aids durante o carnaval deste ano. Com o tema A Vida É Melhor sem Aids. Proteja-se. Use Sempre a Camisinha, o foco da campanha é enfatizar a importância do uso do preservativo na hora da relação sexual.
 
No evento, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, destacou que pesquisas recentes apontam queda do uso da camisinha em todas as faixas etárias.
 
“Houve uma queda considerável de 58% para 49% nas relações com parceiros casuais, ou seja, as pessoas se conhecem e têm relações sem o devido uso do preservativo", disse Barbosa, que representou o ministro Alexandre Padilha. A pasta informou que 68,6 milhões de preservativos serão distribuídos em todo o país.
 
O secretário destacou ainda o aumento de casos da doença entre jovens homossexuais. "Na população em geral de adultos brasileiros, a prevalência do HIV é 0,4%; entre os jovens homossexuais, esse percentual chega a 10% e, às vezes, até a 12%, ou seja, é vinte vezes maior do que na população em geral. Este número se refere a jovens homossexuais, profissionais do sexo e travestis”.
 
Pela primeira vez, a campanha foi lançada em uma comunidade de baixa renda, no Morro dos Prazeres, na região central do Rio. Durante a cerimônia, foram reapresentados projetos de 18 agentes que participam de campanhas preventivas nas favelas cariocas, além da premiação de vídeos educativos produzidos por pessoas de diversas partes do Brasil, com foco no combate à doença. As ações fazem parte do Projeto Aids e Comunidades, resultado de uma parceria da organização não governamental Centro de Promoção da Saúde com o Ministério da Saúde.
 
Fonte Agência Brasil

Pará começa a definir medidas de combate à dengue em 2013

Foram confirmados 171 casos de dengue clássica este ano, com
 uma morte,  no município de Rurópolis, no sudoeste do estado.
Brasília - A coordenadora estadual do Programa de Controle de Dengue no Pará, Aline Carneiro, informou em nota que com a chegada do período chuvoso, o estado já se mobiliza para tomar providências e fazer frente à dengue.
 
Dentre as estratégias adotadas estão o trabalho de conscientização da população e as providências para otimizar o serviço de coleta de lixo, a partir do trabalho em conjunto com órgãos de saneamento e limpeza urbana.
Conforme dados da Secretaria de Saúde Pública do Pará (Sespa), foram confirmados 171 casos de dengue clássica este ano, com uma morte, no município de Rurópolis, no sudoeste do estado.
 
Segundo a Sespa, essas medidas vêm sendo tomadas ao longo dos anos, em períodos chuvosos, e têm se mostrado bem sucedidas. Em 2012 foram confirmados 12.790 casos de dengue, 2.443 menos do que no ano anterior. Em 2011, 20 pessoas morreram vítimas da doença, e no ano passado esse número caiu para quatro.
 
De acordo com o Ministério da Saúde, até o dia 19 deste ano foram notificados no país 49.992 casos de dengue, dos quais 89 considerados graves. Isso representou uma redução de 61% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram houve 231 casos graves.
 
Fonte Agência Brasil

Estudo reforça associação entre vacina antigripe da GSK e narcolepsia

O Pandemrix foi administrado a 30 milhões de pessoas, sendo
 cerca de 6 milhões na Grã-Bretanha, durante a pandemia
de gripe de 2009-2010
Vacina foi administrada a 30 milhões de pessoas, sendo cerca de 6 milhões na Grã-Bretanha, durante a pandemia de gripe de 2009-2010
 
Crianças da Grã-Bretanha imunizadas contra a gripe suína H1N1 com uma vacina do laboratório GlaxoSmithKline têm um risco significativamente aumentado de desenvolverem narcolepsia, um raro distúrbio do sono, segundo resultados de um novo estudo científico.
 
As conclusões, que ainda não foram publicadas na íntegra, formam o primeiro indício sólido na Grã-Bretanha de que a vacina, chamada Pandemrix, está vinculada à narcolepsia infantil.
 
Pesquisas na Finlândia, Suécia e Irlanda já havia apontado associações claras nesse sentido, e na semana passada a Reuters noticiou que uma vinculação semelhante era esperada na pesquisa britânica.
 
O Pandemrix foi administrado a 30 milhões de pessoas, sendo cerca de 6 milhões na Grã-Bretanha, durante a pandemia de gripe de 2009-2010.
 
Num sumário da pesquisa ao qual a Reuters teve acesso, os cientistas britânicos dizem que "o risco aumentado de narcolepsia após o Pandemrix sugere uma associação causal consistente com os relatos da Finlândia e Suécia".
 
O sumário mostra que a equipe comandada por Liz Miller, consultora de epidemiologia da Agência de Proteção da Saúde (HPA) do Reino Unido, encontrou um risco quase dez vezes superior para casos do distúrbio do sono entre crianças avaliadas em centros do sono e que haviam sido imunizadas com o Pandemrix.
 
Uma porta-voz da HPA disse que não poderia confirmar o aumento de dez vezes no risco, mas divulgou nota em nome de Miller dizendo que os resultados sugerem um aumento do risco "consistente com as conclusões de estudos em outros países europeus".
 
A narcolepsia é um transtorno complexo e que dura a vida toda. Estima-se que haja 200 a 500 casos a cada milhão de pessoas. Os sintomas mais comuns são uma forte sonolência durante o dia, mas em casos mais graves ela também causa pesadelos, alucinações, paralisia no sono e cataplexia - quando fortes emoções provocam uma repentina perda do tônus muscular.
 
Não há cura conhecida, e os cientistas desconhecem a causa exata da doença, mas especialistas dizem que os sintomas podem ser tratados com uma combinação de drogas que altera o ciclo de sono e vigília.
 
O laboratório GSK havia informado anteriormente à Reuters que seus dados davam conta de que pelo menos 795 pessoas na Europa desenvolveram narcolepsia em associação com o uso do Pandemrix desde que a vacina começou a ser administrada, em 2009.
 
Na quinta-feira, a empresa disse que está empenhada em localizar outros casos.
 
Fonte iG

Como beber mais água durante o dia

Água: manter garrafas nos locais onde trabalha estuda ou
permanece por muito tempo ajuda a forjar o hábito
Veja como criar o hábito de beber água ao longo do dia e evite a desidratação
 
Beber água em quantidade adequada facilita a digestão, aumenta a concentração, ajuda a eliminar toxinas do corpo e ainda mantém a pele jovem e bonita.

Apesar de todos esses benefícios, muita gente não consegue consumir o necessário para hidratar satisfatoriamente o corpo ao longo do dia.
 
Sentir sede já é um sintoma da desidratação, um quadro que pode ser agravado por diversos fatores como infecções, gravidez, amamentação, febre, diarreia, calor e idade – idosos e crianças são mais suscetíveis.

A melhor maneira de evitar a desidratação é transformar o ato de beber água em um hábito corriqueiro.
 
Veja a seguir algumas maneiras de aumentar a sua ingestão de água:
  • Coloque um copo de água (ou uma moringa) no criado-mudo do quarto
  • Mantenha uma garrafinha reutilizável na mesa de trabalho e estabeleça uma meta de enchê-la pelo menos 5 vezes ao longo da jornada de trabalho
  • Leve uma garrafinha de 250ml cheia de água sempre com você (na bolsa, na mochila ou na pasta)
  • Beba um copo de água antes de iniciar qualquer grande refeição (isso ajuda a criar o hábito)
  • Se você é fã de sucos, comece a diluí-los com água. Além de aumentar a ingestão de água, ao reduzir a quantidade de suco da mistura você estará deixando de ingerir mais calorias
  • Se você não consegue viver sem as bolhas do refrigerante, prefira água com gás
  • Colocar rodelas de limão, hortelã ou frutas vermelhas na água pode ser um bom incentivo para ingerir mais líquidos
  • Sempre que sentir fome, beba um copo de água antes de comer algo. Muitas vezes a sensação de sede é confundida com vontade de comer
Fonte iG

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Saiba como identificar os animais peçonhentos mais perigosos

Assista ao especialista do Instituto Butantan fala sobre as características dos animais e como evitar picadas de aranhas, escorpiões e aranhas

link: http://tvig.ig.com.br/id/5103f665068a396cdd000014.html
 
Durante o período entre os meses dezembro e março aumentam em cerca de 30% os acidentes com picada de animais peçonhentos no Brasil, por causa do aumento da circulação destes animais, em função de seus ciclos de nascimento e reprodução.
 
No país, de acordo com dados do Instituto Butantan, ocorrem cerca 57 mil acidentes por ano com picadas de escorpião, seguidos por um pouco menos de 57 mil casos por ano de picadas de aranhas e 36 mil de cobras.
 
Marcelo Bellini Lucas, biólogo do Museu do Instituto Butantan em São Paulo, afirma que é preciso saber reconhecer estes animais, pois dependendo da espécie há maior ou menor risco de morte. O escorpião amarelo ( Tityus serrulatus ) é o animal que causa mais acidentes no país. Ele está distribuído na região sudeste e centro oeste e as fêmeas se reproduzem sem a presença de um macho. Cada fêmea libera cerca de mil ovos, sendo que apenas 100 viram novos filhotes.
 
Em segundo lugar entre os casos de acidentes vêm as picadas de aranhas. A aranha armadeira ( Phoneutria sp ) é um animal grande com 10 cm de comprimento que se abriga entre materiais de construção, por exemplo. Diferente da picada da aranha armadeira que é dolorosa, a picada da aranha marrom ( Loxosceles sp ) só é percebida cerca de uma semana depois com os pontos de necrose, quando o problema a já está avançado.
 
Cerca de 90% dos casos de acidentes com serpentes e causada pelo grupo das jararacas ( Bothrops sp ) que compreende cerca de 30 espécies em todo o país. Embora seja menos comum, a picada das cascavéis (generos Crotalus e Sistrurus ) é a que mais mata no Brasil, por ser muito mais letal que a das jararacas, das aranhas e dos escorpiões.

Fonte iG