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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Vacina protege adolescentes que estão prestes a iniciar vida sexual

camisinha jovem m 20100713 Vacina protege adolescentes que estão prestes a iniciar vida sexualPapiloma Vírus Humano. Esse é o nome dos HPV, vírus transmitidos por contato sexual e que são capazes de provocar lesões de pele ou mucosa, verrugas genitais e até favorecer o aparecimento de câncer de colo de útero, pênis, ânus e vagina.
 
O câncer de colo do útero, aliás, é considerado a quarta causa de morte por câncer no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). O INCA também revela que 19 mil novos casos de câncer de colo uterino e 4 mil mortes pela doença são registrados por ano no país.
 
A boa notícia é que existem vacinas contra diversos tipos de HPV. Não é novidade, mas o fato é que muitas mulheres desconhecem esse recurso ou não se previnem, especialmente as jovens que estão perto de iniciar a vida sexual.
 
“A vacina provoca reação imunológica, promovendo a formação de anticorpos contra tipos específicos de HPV. Vacina é algo preventivo, profilático, portanto, não é terapêutica e não cura”, ressalta Dra. Tatiana Pfiffer, ginecologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, lembrando que “a vacina não substitui a rotina de exames periódicos, como o Papanicolaou”.
 
Segundo ela, a forma mais efetiva de prevenir a população é vacinar antes da primeira exposição ao vírus, ou seja, antes de iniciar atividade sexual. A afirmação está embasada em pesquisas para controle do HPV. E é preciso ficar atento às recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): “A vacina é oficialmente indicada para meninas e mulheres entre 9 e 26 anos.
Ainda não existe uma recomendação oficial quanto à aplicação em meninos no Brasil, mas o Center for Disease Control, nos Estados Unidos, recomenda a sua aplicação para meninos entre 11 e 26 anos”, acrescenta.
 
Às mulheres que desejam a imunização, a ginecologista recomenda consultar um médico, mas “não é necessário fazer exames de HPV para aplicação da vacina”. Gestantes e pessoas alérgicas a componentes da vacina são as únicas contraindicações dos médicos. “Mulheres que estejam amamentando, imunodeprimidas e pacientes que já tiveram resultados positivos para os vírus ou mesmo alguma lesão e verrugas genitais, também podem ser vacinadas. No último caso, ainda há benefícios, já que as jovens poderão ser imunizadas contra outros subtipos virais não presentes na primeira infecção”, explica.

Por fim, a ginecologista faz um último alerta. “Mesmo tomando a vacina deve-se usar camisinha e fazer exames preventivos de rotina. Os cuidados básicos devem ser mantidos para uma vida sexual saudável.”

Tipos de vacinas e proteção
Atualmente, dois tipos de vacinas estão disponíveis no país. A Vacina Quadrivalente, que protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do vírus, responsáveis por 70% dos casos de câncer do colo de útero e por 90% das verrugas genitais. A Vacina Bivalente, também chamada de Vacina contra HPV oncogênico, protege contra os vírus tipo 16 e 18.

Segundo a ginecologista, as doses garantem 100% de eficácia na prevenção de cânceres cervicais, pré-cânceres vulvares e vaginais relacionados aos subtipos de HPV 16 e 18, em mulheres que não haviam sido expostas a esses tipos de vírus – responsáveis por cerca de 70% de todos os cânceres de colo uterino –, 95% de eficácia na prevenção de displasias ou lesões de baixo grau e pré-cânceres causados por HPV 6,11,16 e 18 e 99% de eficácia nos casos de verrugas genitais decorrentes dos subtipos 6 ou 11.

Fonte Corposaun

Novo aplicativo do iPhone AliveCor promete funcionar como eletrocardiograma portátil

Novo aplicativo do iPhone AliveCor, que ainda não lançado, promete possibilitar que usuário possa monitorar seu coração. De acordo com o site Wired Science, o case, que se encaixa no iPhone 4 e 4S, funciona como uma espécie eletrocardiograma portátil, um teste de diagnóstico que avalia a atividade elétrica do coração.
 
Funcionando de forma contrária ao de um monitor pessoal de ritmo cardíaco, que conta os batimentos, este aparelho promete medir os impulsos elétricos que fazem o coração pulsar.
 
Para gravar o ritmo cardíaco, o usuário deverá abrir o aplicativo AliveCor e posicionar o telefone sobre o peito ou colocar os polegares sobre os sensores, desta forma o programa faz uma leitura por trinta segundos, promovendo um upload dos dados. Isso pode ser feito de casa, escritório ou qualquer lugar e ser encaminhado para que seu médico faça o download para análise das informações.
 
O cardiologista Gregg Fonarow comenta que as pessoas que sofrem de problemas cardíacos poderiam fazer um monitoramento contínuo com o acompanhamento do cardiologista em tempo real. “A tecnologia do AliveCor pode ter o potencial para melhorar a qualidade do atendimento e reduzir gastos em saúde. É uma ideia muito animadora”, aponta.
 
A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA ainda não aprovou o dispositivo para uso oficial médico em humanos. No entanto, a versão para uso em cães já está disponível por US$ 199.
 
O cardiologista Eric Topol possui uma amostra do AliveCor para uso humano há um ano e meio e tem usado o aplicativo para acessar os dados da saúde cardíaca de seus pacientes. Comparando as informações do dispositivo com as dos eletrocardiogramas tradicionais o médico afirma que os aparelhos funcionam bem juntos.
 
Caso o aplicativo seja comercializado deverá existir uma orientação prévia dos médicos que podem explicar como utilizar o dispositivo. Para o cardiologista Rajesh Dash, a ideia de colocar esse tipo de dispositivo em um smartphone é muito bom, já que as pessoas estão mais propensas a lembrar de levar seus celulares do que aparelhos volumosos.
 
Fonte Corposaun

Pesquisadores criam tecido elástico que promete funcionar como camisinha

A pílula anticoncepcional é muito segura na prevenção da
gravidez, mas não oferece proteção contra enfermidades
Cientistas criam tecido elástico que promete evitar a gravidez e ao mesmo tempo promover prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis. Material ainda está em fase de pesquisa.

Cientistas da Universidade de Washington, em Seattle, produziram um tecido elástico feito de fibras microscópicas, de poros tão minúsculos que conseguem deter espermatozoides. O tecido também pode ser produzido de forma a se dissolver de forma gradual no corpo, relatam os pesquisadores na revista científica PloS One. Enquanto se dissolve, o material pode liberar medicamentos, como antivirais usados para prevenir a infecção pelo HIV, ou espermicidas, que matam espermatozoides.
 
“Imaginamos materiais que desapareçam lentamente ao longo de dois dias”, declarou Cameron Boll, cientista da Universidade de Washington, em entrevista à Deutsche Welle. “Durante este período, eles poderiam seguir liberando as drogas, mas sem deixar de atuar como uma barreira física”. Os espermatozoides seriam mortos pelas substâncias liberadas, antes que a rede finalmente se dissolvesse.

Segundo os pesquisadores, o tecido é capaz de assumir várias formas, como folhas chatas, tubos ocos ou superfícies curvas. “Uma mulher poderia, por exemplo, com o dedo, dobrar pela metade um pequeno quadrado, de cerca de cinco por cinco centímetros de tamanho, e inseri-lo na vagina.” O nanomaterial tem capacidade de aderência. Ao se dissolver, torna-se uma espécie de gel. O tecido não é visível por fora, ressalta o pesquisador. “Ou seja, as mulheres também poderiam usá-lo sem o consentimento do parceiro.

“Nosso sonho era criar um produto que protegesse as mulheres, ao mesmo tempo, contra o HIV e a gravidez indesejada”, explica Kim Woodrow, chefe da equipe que realizou o estudo. Esta é a primeira vez que nanofibras são consideradas para uso num método contraceptivo.
 
“Uma abordagem inovadora e fascinante”, aponta Michael Ludwig, especialista em ginecologia e obstetrícia da clínica Amedes, de Hamburgo. “Mas primeiro temos que esperar para ver até que ponto esse método é confiável e viável para o uso cotidiano”.
 
A fundação privada de Bill e Melinda Gates aposta na ideia, pois já assegurou ao projeto quase 1 milhão de dólares para a continuação das pesquisas.
 
“Há, de fato, grande necessidade de se criar um novo método de contracepção que evite a gravidez e as doenças sexualmente transmissíveis”, diz Ludwig. O único disponível até agora é o preservativo.
 
A pílula anticoncepcional é muito segura na prevenção da gravidez, mas não oferece proteção contra enfermidades, o que é um grande problema, na opinião do ginecologista. “Não estamos falando apenas da aids. Muitas outras doenças venéreas se transmitem com até mais facilidade, como a hepatite, por exemplo.”
 
Uma sondagem realizada na Alemanha, em 2011, pelo Centro Federal de Educação para a Saúde (BZgA, na sigla em alemão), mostrou que mais da metade de todos os alemães entre 18 e 49 anos escolhe a pílula como contraceptivo, sendo que somente um terço deles prefere o preservativo.
 
Por isso, o sucesso do novo produto depende sobretudo de ele chegar ao mercado no momento certo, diz Ludwig. “Atualmente, não temos uma ideia definitiva da aparência do produto final”, diz o pesquisador norte-americano Cameron Ball.
 
Fonte Corposaun

A resistência ao fio dental

fio dental1 208x300 A resistência ao fio dentalApesar de não ser novidade, o uso do fio dental sofre resistência de uso pela maioria dos brasileiros. “O uso de mais esta ferramenta de higiene bucal é deixada de lado, muitas vezes, por falta de informação e preguiça. Mas, a partir do momento que há uma compreensão melhor da função e do porquê do uso do fio dental, essas pessoas ficam muito mais aptas a tornar isso um hábito.
 
Infelizmente essa ferramenta de higiene dos dentes não é transmitida pela maioria dos pais aos filhos, mas com educação e consciência da importância da perfeita limpeza bucal, isso poderá sim, ser passado às próximas gerações.”, alerta Dra. Maristela Lobo.
 
A importância do fio dental é a mesma da escova de dentes, a única diferença é que o fio ou fita dental vai escovar onde o acesso das cerdas é impossível. “Podemos visualizar como exemplo um indivíduo que vai a uma churrascaria: ele usa o fio dental apenas para remover os resíduos de alimentos que estão indcomodando, naquele momento, entre alguns dentes. Esse é o retrato da cultura do uso do fio dental. Precisamos mudar esse conceito e incorporar a fio dental na prática diária de higiene oral, usando-o da maneira correta”, exemplifica a especialista.
 
Segundo a Dra. Maristela Lobo, o fio ou fita dental pode ser utilizado antes ou depois da escovação, porém, deve ser posicionado a partir do sulco gengival (um espaço de aproximadamente dois milímetros entre a gengiva e os dentes). O indivíduo deverá abraçar o dente com o fio e friccioná-lo trazendo-o de volta até a borda cortante do dente. Isso poderá ocasionar um pequeno sangramento nas primeiras vezes do uso, mas caso persista o dentista deve ser consultado pois poderá ser uma inflamação gengival (gengivite) ou até mesmo perda óssea ao redor dos dentes (periodontite).
 
Para ser eficiente, o fio dental deve ser utilizado uma vez por dia, preferencialmente à noite antes de dormir. “Cada indivíduo demanda um tipo diferente de fio dental, ou seja, para as pessoas que tem os dentes muito próximos, o que dificulta a passagem do fio, devem ser escolhidos os fios plásticos, feitos de teflon ou de nylon, que escorregam com mais facilidade e não desfiam. Já para os que não têm esse tipo de problema, os fios encerados, feitos de tecido, são uma ótima opção.”, alerta Lobo.

Definitivamente, para manter uma boca mais saudável, o uso do fio dental é imprescindível.

Fonte Corposaun

Saiba qual é a escova dental ideal para você

É fundamental se ater ao prazo de validade da escova,
que geralmente dura 2 meses
Segundo o instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, a escova de dentes é uma das cinco invenções mais importantes da história da humanidade, o qual promete limpar os dentes, deixar um hálito fresco e uma boca saudável e livre de doenças.
 
Quem nunca ficou na dúvida ao ir até o mercado e se deparar com a prateleira de escovas de denteS repleta de cores e formatos? Para a especialista em odontologia estética, A Dra. Maristela Lobo, “existem escovas dentais apropriadas para as diferentes idades e condições motoras de cada indivíduo. Crianças e idosos devem escovar os dentes com escovas elétricas, por exemplo, devido às limitações motoras”.

As escovas de dentes têm como principal função remover as bactérias, que uma vez aderidas sobre a superfície dos dentes e gengivas tornam-se nocivas. Ou seja, não existe uma escova de dentes própria para atacar a placa bacteriana, clarear os dentes e remover o tártaro. De acordo com A Dra. Maristela Lobo “O atrito mecânico das cerdas da escova dental, sobre essas superfícies é capaz de desorganizar as colônias de bactérias ou biofilme dental, diminuindo seu número absoluto e impedindo a instalação e progressão das doenças bucais infecciosas”.
 
Independente do modelo da escova – seja com cerdas circulares, retas, centrais, flexíveis ou desalinhadas na borda, as escovas de dente tem a mesma função: eliminar os biofilmes dental e gengival e livrar a boca de doenças. Porém, devem ser utilizadas corretamente. “Muitos indivíduos ainda desconhecem a forma correta de escovar os dentes.”, alerta a Dra. Lobo.
 
“Pelo menos 3 vezes ao dia deve ser feita a escovação dental, sendo que a principal ‘faxina bucal’ será realizada à noite, antes de dormir”, explica A DRA. Lobo e completa: “Além da escovação, a fita dental, as escovas especificas (interdental, bitufo ou unitufo), e outros assessórios como a gaze hidrófila devem ser empregados. Após o café da manhã e almoço, é necessário manter uma escovação de cerca de 2 minutos, aplicando sempre a técnica adequada, ou seja, limpando os dentes, gengivas e língua.”
 
É fundamental se ater ao prazo de validade da escova, que geralmente dura 2 meses, mas as cerdas podem se deformar antes disso. Então o prazo de troca deve depender da integridade da cerda.
 
Fonte Corposaun