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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Protetor solar manipulado garante segurança e personalização ao tipo de pele do cliente

applying sunscreen at beach Protetor solar manipulado garante segurança e personalização ao tipo de pele do cliente
Quanto maior o Fator de Proteção Solar, FPS, mais tempo
é possível ficar ao sol sem danificar a pele
O sol é essencial à vida e a nossa saúde, porém a exposição prolongada ao sol é prejudicial à pele. Para evitar problemas futuros causados pela exposição à radiação solar – notadamente aos raios UVA e UVB, os mais perigosos – é que se faz necessário o uso do protetor solar.
 
Quem não quer comprar um protetor industrializado, seja devido ao preço ou à necessidade de ter algo mais adequado à particularidade de sua pele, deve apostar nos produtos manipulados. Estes possuem a mesma eficácia daqueles presentes nas gôndolas de mercados e farmácias. “Muitas pessoas têm medo de utilizar o protetor solar manipulado achando que a eficácia dele é inferior à do produto industrializado, mas isso é um mito.
 
Os manipulados, se feitos com os critérios adequados, têm o mesmo nível de proteção“, afirma Vilma Antonia Lourenço Fichera, farmacêutica-bioquímica.
 
O único cuidado é escolher uma farmácia conhecida e idônea, pois a manipulação de protetores requer conhecimento técnico e acesso a novas tecnologias, devendo contar com profissionais capacitados. A farmácia que dispõe destes recursos manipulará o protetor de acordo com a solicitação médica e necessidades do cliente, podendo ter um produto final com ótimo sensorial”, salienta Vilma.
 
As principais substâncias presentes na composição do protetor solar são os filtros solares. São eles que protegerão a pele dos raios nocivos que chegam através do sol. Vilma explica que para manipular protetores solares com FPS altos, são empregados filtros solares químicos, que absorvem a radiação, filtros solares físicos, que refletem a radiação,e ainda os filtros químicos mais atuais, que apresentam duplo comportamento, absorvem e refletem a radiação.
 
Quanto maior o Fator de Proteção Solar, FPS, mais tempo é possível ficar ao sol sem danificar a pele. Mas atenção: produto com FPS 70, por exemplo, não significa que irá protegê-lo mais que o dobro do tempo que um similar com FPS 30.
 
Acima de 30 o grau de proteção aumenta, mas não na proporção que o FPS faria supor. Segundo ela, a legislação exige que na rotulagem do produto manipulado seja usado o termo “estimado” para o FPS , visto que as formulações não podem ser analisadas individualmente. Porém a farmácia, para chegar a este fator, possui uma combinação prévia de filtros solares já estudada e analisada por laboratórios credenciados para os testes de FPS (in vitro e in vivo).

A grande tendência do mercado é a utilização de filtros com FPS a partir de 30 e oil free (livres de óleo). Protetores multifuncionais, contendo hidratantes, antioxidantes e antipoluição, também ganham cada vez mais espaço. “Ao visitar o médico dermatologista, é possível ter uma receita de protetor com as particularidades que a pele do paciente pede. O objetivo é adequar o produto a cada perfil de cliente com a mesma segurança de um produto industrializado”, finaliza a farmacêutica.

Fonte Corposaun

Estudo revela que abortos aumentam chances de parto prematuro

As mulheres que tiveram um ou mais abortos antes de ter
 o primeiro filho têm um maior risco de sofrer um parto
 prematuro em uma nova gravidez
O risco de parto antes de 28 semanas de gestação foi 3 vezes maior entre as que já tinham passado por três ou mais abortos, apontou pesquisa feita com mais de 300 mil mulheres
 
As mulheres que tiveram um ou mais abortos antes de ter o primeiro filho têm um maior risco de sofrer um parto prematuro em uma nova gravidez, aponta um estudo publicado nesta quinta-feira pela revista médica britânica "Human Reproduction".
 
Cientistas finlandeses contabilizaram um maior número de partos prematuros e outras complicações relacionadas com o peso dos bebês entre as mulheres que já tinham tido um ou mais abortos antes da gravidez analisada.
 
"Nossos resultados sugerem que os abortos induzidos antes do primeiro parto, concretamente três ou mais, estão associados com um aumento marginal do risco de parto prematuro", explicou Reija Klemetti, principal autora principal da pesquisa.
 
Segundo Reija, o resultado dessa pesquisa não deve alarmar as mulheres porque o aumento desse risco, mesmo que comprovado, ainda é "muito pequeno".
 
A pesquisa, realizada pelo National Institute for Health and Welfare de Helsinque entre 1996 e 2008, contou com a participação de 300.858 mães, detalha a revista publicada pela Universidade de Oxford.
 
Desta forma, o risco de dar à luz prematuramente, antes das 28 semanas de gestação, era três vezes maior entre as mulheres que já tinham passado por três ou mais abortos, o que, por sua vez, aumenta os riscos dos bebês nascerem com danos cerebrais ou algum tipo de incapacidade.
 
Além disso, os pesquisadores observaram que estas mulheres tinham 35% a mais de chances de dar à luz antes das 37 semanas de gestação e 225% a mais de risco do filho nascer com "muito pouco peso".
 
De acordo mo Reija, a percentagem de partos prematuros antes das 28 semanas entre mulheres que nunca abortaram é de três a cada mil.
 
No entanto, entre as mulheres que já tiveram um aborto, este número sobe para quatro. Entre as mulheres que já tiveram dois abortos, a média é de seis a cada mil, enquanto as que tiveram três ou mais, o número de mulheres sobe para 11.
 
Fonte iG

Estudo vê queda de partos prematuros após leis antifumo

Pesquisa belga constatou queda em nascimentos prematuros
após proibição de fumar em lugares públicos
Pesquisa belga constatou queda em nascimentos antes do previsto após introdução de proibição de fumar em lugares públicos
 
A teoria de que a proibição de fumar em locais públicos diminuiria o número de crianças nascidas prematuramente foi fortalecida por uma nova pesquisa.
 
Um estudo de 600 mil partos descobriu três quedas sucessivas no número de bebês nascidos com menos de 37 semanas – cada uma das reduções ocorrendo após uma nova fase de aplicação de leis antifumo.
 
De acordo com a publicação científica British Medical Journal, as tendências de queda não foram encontradas em períodos anteriores às proibições. O estudo, feito pela Universidade Hasselt na Bélgica, acontece depois que uma pesquisa escocesa de 2012 encontrou um padrão semelhante.
 
No entanto, os especialistas escoceses não conseguiram determinar com certeza se a lei antifumo era a causa da mudança, porque os partos prematuros começaram a diminuir antes da proibição. Já era conhecido o fato de que o hábito de fumo da mãe provoca redução de peso no bebê e aumenta o risco de nascimento prematuro.
 
Quedas sucessivas
No levantamento mais recente, os pesquisadores conseguiram analisar a taxa de partos prematuros após cada fase de uma lei antifumo implantada na Bélgica. Lugares públicos e a maior parte dos locais de trabalho foram sujeitos às primeiras proibições em 2006, seguidos pelos restaurantes em 2007 e por bares que servem refeições em 2010.
 
Descobriu-se que a taxa de nascimentos prematuros caía a cada fase da proibição, com mais impacto após a aplicação em restaurantes e bares. Depois das fases de 2007 e 2010, os partos prematuros caíram cerca de 3% em cada período.
 
No geral, isso corresponde a seis partos prematuros a menos em cada mil nascimentos. As mudanças não puderam ser explicadas por outros fatores – como a idade e os status socioeconômico das mães ou efeitos populacionais como mudanças na poluição do ar ou epidemias de gripe. O estudo também não encontrou ligações entre as leis antifumo e o peso dos bebês.
 
O pesquisador Tim Nawrot, que conduziu a pesquisa na Universidade de Hasselt, disse que até mesmo uma pequena redução do tempo de gravidez já havia sido relacionada em outros estudos a condições de saúde adversas na infância e na vida adulta.
 
"Porque as proibições aconteceram em três momentos diferentes, pudemos mostrar que há um padrão consistente de redução do risco de parto prematuro", disse.
 
"Isso dá suporte à ideia de que as leis antifumo trazem benefícios à saúde pública desde os primeiros momentos da vida."
 
Fonte iG

Gelatina: a sobremesa para comer sem culpa

Gelatinas: coloridas, saborosas, leves e nutritivas
Boa fonte de proteínas, rica em aminoácidos e colágeno, a delícia contribui para a saúde e a beleza
 
Deu vontade de um docinho após o almoço? Ou quem sabe no lanche da tarde? A gelatina pode ser a opção que satisfaz. Refrescante, com baixas calorias e rica em nutrientes, a sobremesa colabora com a manutenção da saúde e da boa forma, além de dar uma mãozinha à sua beleza.
 
A gelatina - extraída de ossos e cartilagens de mamíferos, em sua maioria bois - é uma boa fonte de proteínas e rica em aminoácidos e pode ajudar na redução dos níveis de colesterol, triglicerídeos e glicemia.
 
“Contém cerca de 9 dos 10 aminoácidos essenciais ao corpo e uma ótima quantidade de colágeno, a principal proteína estrutural dos ossos e tecido”, diz a nutricionista funcional Gabriela Soares Maia, do Rio de Janeiro.
 
O colágeno é produzido normalmente no organismo, mas por volta dos 30 anos os níveis passam a ser menores e a quantidade vai diminuindo 1% a cada ano. “A alimentação é essencial para a sua manutenção”, explica a especialista.
 
Já existem estudos que mostram que o colágeno em pó, presente no alimento, faz com que o organismo mantenha uma quantidade de massa muscular adequada, ajudando assim o corpo a utilizar mais eficientemente suas reservas de gorduras e açúcar, também facilitando a manutenção dos níveis sanguíneos.

“E ainda contribui para o fortalecimento das unhas, articulações, cabelos e para a hidratação da pele e dos intestinos. Por ser rica em colágeno, portanto, a gelatina é uma boa aliada na manutenção da saúde óssea e na prevenção de doenças como a artrose e osteoporose. Mas a recomendação é que ela seja incluída em uma dieta balanceada (rica em legumes, frutas, cereais integrais e folhas), porque sozinha não faz milagre”. A sobremesa também auxilia no combate à celulite e às rugas.
 
Uma dica importante: prefira usar a gelatina branca em pó ou folha e acrescente sabor com um pouco de suco de frutas de sua preferência. “As industrializadas são ricas em corantes artificiais e açúcar”, alerta Gabriela.
 
Por ser fonte de proteínas, a gelatina ainda garante a saciedade. E pode até ajudar a reduzir um pouco o apetite se consumida antes das refeições, pelo fato de se ligar a grande quantidade de água. “Ela pode ser consumida no finalzinho da tarde, quando a fome aparece”, sugere a nutricionista.
 
Acrescentar um creme de leite à sobremesa dá um gostinho – e calorias - a mais. Mesmo a versão light do creme aumenta o valor calórico. Para quem não passa sem, a dica é usar creme de leite de soja, uma opção mais magrinha.
 
Fonte iG

Fritura em azeite ou óleo de girassol não eleva risco cardíaco, diz estudo

Óleo de oliva: pesquisa não encontrou relação entre consumo
 de fritura usando ele e doenças cardíacas
Mas isso não quer dizer que refeições frequentes compostas de frituras não terão consequências para a saúde, aleram cientistas
 
Um estudo de pesquisadores espanhóis afirmou que fritar alimentos com azeite de oliva ou óleo de girassol não faz mal para o coração.
 
O estudo da Universidade Autônoma de Madri não achou correlação entre frituras com estes dois tipos de óleo ricos em gordura não-saturada e problemas cardíacos ou mortes prematuras.
 
Em um artigo na revista científica online BMJ.com, os pesquisadores alertaram, entretanto, que as conclusões não se aplicam a outros óleos de cozinha, como os óleos de origem animal.

Quase 41 mil adultos, residentes em cinco diferentes regiões da Espanha e hábitos alimentares variados, foram acompanhados ao longo de 11 anos. Eles deram detalhes sobre sua dieta em uma semana típica, incluindo a forma como preparavam e cozinhavam os alimentos. No início da pesquisa, nenhum deles tinha sinais de doença cardíaca. Ao fim do período, tinham ocorrido 606 incidentes relacionados a problemas cardíacos e 1.134 mortes.
 
Quando os pesquisadores analisaram os detalhes dos incidentes, não encontraram qualquer ligação destes com o consumo de alimentos fritos, e isso, segundo os especialistas, se deve ao tipo de óleo usado na fritura, no caso azeite e óleo de girassol.
 
Dieta mediterrânea
Não é de hoje que a dieta dos países do Mediterrâneo, entre os quais está a Espanha, é apontada como saudável por causa da abundância de peixe fresco e frutas e legumes plenos de fibras e de baixas calorias. Inúmeros estudos já apontaram que uma dieta saudável pode reduzir o risco de doenças cardíacas e mesmo câncer.
 
Em um editorial que acompanha o estudo, o especialista Michael Leitzmann, da Universidade de Regensburg, na Alemanha, escreveu que "como conjunto, o mito de que comida frita geralmente é ruim para o coração não é confirmado pela evidência disponível".

"Mas isso não quer dizer que refeições frequentes compostas de frituras não terão consequências para a saúde. O estudo sugere que aspectos específicos das frituras fazem diferença, como o tipo de óleo usado e outros aspectos da dieta", avaliou.
 
A Fundação Britânica para o Coração atualmente recomenda aos indivíduos trocar óleos ricos em gordura saturada, como manteiga e óleos de origem animal e de palma por outros ricos em gordura não saturada, como azeite de oliva e óleo de girassol.
 
A especialista em dieta da entidade, Victoria Taylor, lembra que "independentemente do método de cozinha utilizado, o consumo de alimentos de alto valor calórico implica um alto consumo calórico, que pode levar a ganho de peso e obesidade, fatores para doenças cardíacas".
 
"Uma dieta equilibrada, com abundância de frutas e legumes e apenas uma pequena quantidade de alimentos ricos em gordura é melhor para a saúde do coração", afirmou.
 
Fonte Delas