Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Curso capacita conselheiros e líderes comunitários em prevenção ao uso de drogas

As inscrições podem ser feitas pela internet
Brasília – Conselheiros e líderes comunitários de todo o país podem se inscrever até a próxima sexta-feira (22) no curso gratuito de prevenção ao uso de drogas. A capacitação faz parte do Programa Crack, É Possível Vencer e é promovida pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad). As inscrições podem ser feitas pela internet.
 
O Ministério da Justiça informou que o objetivo do curso é capacitar 40 mil conselheiros municipais e líderes comunitários para atuar na prevenção do uso do crack, do álcool e de outras drogas, com foco na defesa e na promoção dos direitos humanos e também na articulação e no fortalecimento das redes locais.
 
O curso será a distância, com carga horária de 120 horas, duração de três meses e certificado de extensão universitária emitido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). De acordo com o ministério, tutores especializados vão acompanhar os alunos, que devem receber o material didático em casa.
 
O Programa Crack, É Possível Vencer, prevê a capacitação de profissionais de áreas como educação, saúde, assistência social, justiça, segurança pública, além de conselheiros, líderes comunitários e religiosos, além de profissionais e voluntários que atuam em comunidades terapêuticas. Dados do governo federal indicam que, até o momento, 105 mil pessoas foram capacitadas pela iniciativa.
 
Fonte Agência Brasil

Pesquisa revela má distribuição de médicos no país


O país é marcado pela desigualdade no que se refere ao
 acesso à assistência médica
Brasília – O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulga hoje (18) novos dados sobre o perfil e a distribuição de médicos no Brasil. De acordo com a instituição, a pesquisa demonstra que o país é marcado pela desigualdade no que se refere ao acesso à assistência médica.
 
Segundo o estudo, fatores como a ausência de políticas públicas nas áreas de ensino e trabalho e os baixos investimentos têm contribuído para que profissionais de saúde permaneçam mal distribuídos pelo território nacional e com baixa adesão ao Sistema Único de Saúde (SUS), sobretudo em áreas de difícil provimento.
 
A pesquisa Demografia Médica no Brasil: Cenários e Indicadores de Distribuição foi desenvolvida em parceria com o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e traz dados sobre a migração de médicos pelo país, a presença de profissionais no SUS e a distribuição de médicos formados no exterior.
 
Fonte Agência Brasil

Caminhada em São Paulo chama a atenção para a fibromialgia

A maior parte dos pacientes de fibromialgia são mulheres
São Paulo – Pacientes, parentes e amigos de pessoas que sofrem de fibromialgia fizeram na manhã de ontem (17) uma pequena caminhada pela zona sul da capital paulista. A caminhada teve início na frente do Hospital São Paulo (Hospital Universitário da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp) e seguiu até a Estação Santa Cruz do metrô.

O destino dos cerca de 30 participantes era a Estação Clínicas do metrô, onde estão expostos trabalhos artísticos feitos por pacientes que fazem tratamento contra fibromialgia no hospital.
 
A exposição, chamada AdorArte, estará aberta até o dia 22 deste mês. Dos mais de 200 trabalhos produzidos por 80 mulheres foram selecionados 20 para a exposição. Os trabalhos foram desenvolvidos por pacientes com fibromialgia que participaram do Projeto Mão à Obra, desenvolvido pela fisioterapeuta e artista Andréia Salvador Baptista e coordenado pelo professor Jamil Natour.
 
O objetivo da iniciativa foi avaliar a eficácia da terapia artística para o tratamento da dor e fazer com que os pacientes falassem sobre o que estavam sentindo. “As pacientes tiveram aulas de artes e de expressão corporal e se expressaram por meio das telas, já que falar sobre a doença nem sempre é tão fácil”, disse a fisioterapeuta. Segundo Andréia, a terapia artística, aliada à atividade física, deu grande resultado. “Trabalhando não só o físico mas também o emocional o efeito é mais duradouro. Elas (pacientes) ficaram por mais de um ano sem dor”, falou a fisioterapeuta.
 
Os trabalhos estão expostos no salão principal do hospital e na Estação Clínicas. “Estão expostas obras de arte que falam de fibromialgia. Foram feitas por pacientes que participaram de um grupo de terapia durante cinco meses. E, nesse grupo, essas pessoas se expressavam artisticamente. Desse trabalho surgiram obras muito bonitas que decidimos expor”, disse Andréia.
 
Segundo a fisioterapeuta, a maior parte dos pacientes de fibromialgia são mulheres. As pinturas, de cores bem fortes, retratam flores, pessoas, corações, ilhas e vasos de plantas, entre outros temas. “As obras retratam sensações e angústias ligadas a dor difusa, fadigas, alterações de sono e humor, além de demonstrar ao público em geral que a arte pode ser terapêutica”, diz um cartaz que apresenta as obras expostas.
 
A fibromialgia é uma dor generalizada e crônica. “Normalmente a fibromialgia aparece quando há estresse físico ou emocional. Se a pessoa é geneticamente predisposta, desenvolve [a fibromialgia]”, explicou Andréia.
 
Uma das pacientes do hospital que participou do projeto é Monica Maria Rabelo, de 66 anos. Monica, que acompanhou a caminhada, diz ainda sofrer de fibromialgia. “Sinto dores na perna, nas mãos, no braço. É muito ruim”, disse ela. À Agência Brasil, Monica contou que nunca tinha pintado uma tela antes de participar do projeto no hospital. “Nunca pintei nada. É gostoso. Faz bem. E ajuda (a amenizar as dores) porque você se distrai”.
 
Fonte Agência Brasil

“Café cura ressaca” e outras 4 verdades sobre o álcool

Especialista elenca informações importantes sobre o consumo de cerveja, cachaça, vinho e uísque
 
A hepatologista Débora Dourado, que atua no Hospital São Luiz (SP), elencou 5 verdades sobre o consumo de bebidas alcoólicas.

Algumas parecem “conversa fiada” – como o famoso “não lembro de nada” – mas a médica oferece explicações científicas para o comportamento na bebedeira.
 
Confira:
 
1. Misturar tipos de bebidas deixa bêbado mais rápido: Verdade. Os fermentados são menos agressivos do que os destilados. Misturar os dois aumenta a dosagem etílica.
 
2. Mulher é mais fraca para a bebida: Verdade. O organismo feminino tem hormônios que reagem pior com o álcool e aceleram a bebedeira.
 
3. Café ajuda a curar a ressaca: Verdade. No dia seguinte, optar pela cafeína é bom, em especial para a dor de cabeça. A substância é usada nos tratamentos de enxaqueca.
 
4. Tive amnésia por causa da bebida: Verdade. Algumas pessoas são mais afetadas do que outras. O álcool afeta a área cerebral responsável pela memória e por guardar informações.
 
5. Beber de estômago vazio é perigoso: Verdade. Sem comida, o corpo prioriza a absorção do álcool.
 
Fonte iG

Cerca de 30% da população de São Paulo é obesa, indica pesquisa

De 15 mil pessoas analisadas, 19% tinham obesidade de forma mais leve
Profissionais do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP avaliaram 15 mil pessoas - 12,1 mil mulheres e 3,9 mil homens
 
Depois de avaliar 15 mil pessoas, profissionais do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) e do Instituto do Coração (InCor) chegaram à conclusão de que 29% das pessoas que circulam pela cidade de São Paulo são obesas.
 
Iniciativa do Programa Meu Prato Saudável, dos 15 mil participantes que foram avaliados, 12,1 mil eram mulheres e 3,9 mil homens. A análise nutricional dessas pessoas mostrou que 19% tinham obesidade grau 1 (forma mais leve), 7,2%, obesidade grau 2 e 2,7%, obesidade grau 3 ou obesidade mórbida. Além disso, 37,4% dos participantes da pesquisa tinham sobrepeso, totalizando 66,4% de pessoas acima do peso ideal.
 
A avaliação foi feita durante o último trimestre em mutirões de promoção da saúde promovidos no último trimestre de 2012 em estações do metrô, no Parque Ibirapuera e no chamado Quadrilátero da Saúde, onde fica o complexo do HC-FMUSP. Segundo a análise, entre as mulheres, 35,8% estavam com sobrepeso e 30,1% eram obesas, totalizando 65,9% de pessoas do sexo feminino acima do peso considerado ideal. Entre os homens havia 44,2% com sobrepeso e 23,9% obesos.
 
Segundo a nutricionista do Programa Meu Prato Saudável, Mirian Furtado, o resultado indica que as pessoas estão mais sedentárias e se alimentando mal, fatores principais para gerar a obesidade. “Há as facilidades que as pessoas têm, que são o carro, a escada rolante, elevador. Os alimentos gordurosos, a falta de tempo para almoçar e os hábitos errados contribuem”. O sobrepeso ocorre quando o Índice de Massa Corpórea (IMC), relação entre peso e altura, vai de 25 até 29,9. A partir de 30 de IMC, a pessoa é considerada obesa.
 
Mirian disse que a obesidade pode gerar diversos problemas de saúde. Além de problemas respiratórios, há o risco de doenças crônicas. “Não quer dizer que o obeso necessariamente vai ter uma doença, mas pode acontecer e essas pessoas estão mais predispostas a isso. Diabetes, hipertensão, colesterol elevado e outras doenças cardiovasculares que estão associadas à obesidade”.
 
O Programa Meu Prato Saudável tem o objetivo de mudar os hábitos alimentares sem obrigar a pessoa a muitas restrições. A ideia é orientar a população sobre como se alimentar no seu cotidiano de forma saudável. A recomendação da nutricionista é que os prato sejam equilibrados. “O ideal é dividir metade do prato com vegetais variados no tipo e cor. Para a outra metade, um quarto de carboidratos [arroz, batata, massas] e o restante proteína vegetal e animal [grãos, carnes ou ovo]”.
 
A meta do programa é alcançar toda a população brasileira até a Copa do Mundo de 2014. A iniciativa será levada a outros estados brasileiros, como o Rio de Janeiro.
 
Fonte iG