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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Lanchar durante a noite favorece o ganho de peso

O estudo mostra que a habilidade de ratos de regular seu nível de açúcar no sangue varia ao longo do dia. Resultados encontrados mostram também que interrupções no ciclo cicardiano dos animais fizeram com que eles ganhassem mais gordura.
 
O ciclo cicardiano é o relógio interno do corpo, que regula as diversas funções do organismo.
 
“Interromper nosso relógio biológico leva a uma perturbação (do ritmo) do metabolismo de forma que há maior tendência de acumular gordura.
 
Não é apenas o que você come, mas quando você come que é importante”, explica o co-autor Carl Johnson da Vanderbilt University (EUA).
 
A pesquisa foi publicada no periódico Current Biology.
 
Fonte Live Science

Medicamento para asma é eficaz no tratamento de problemas da pele

O estudo encontrou evidências de que o tratamento com
omalizumabe é mais seguro do que com medicamentos
 com corticóides e ciclosporina imunossupressora
De acordo com pesquisa publicada no New England Journal of Medicine, um medicamento para asma pode ser eficaz no tratamento de urticária e erupção cutânea grave.
 
O estudo envolveu 323 pessoas com problemas de pele em 55 centros médicos. O tratamento com o medicamento Omalizumabe foi aplicado em pessoas cuja terapia anti-histâmica padrão não conseguiu resolver a urticária idiopática crônica ou urticária crônica espontânea.
 
De acordo com o pesquisador responsável pelo estudo, Dr. Sarbjit "Romi" Saini, médicos e pacientes podem ter um tratamento rápido, seguro e bem tolerado com o omalizumabe, que pode ser indicado inicialmente no lugar de anti-histâmicos.
 
O estudo foi realizado entre 2009 e 2011 e a maioria dos envolvidos era do sexo feminino com idades entre 12 e 75 anos. Os voluntários foram divididos, aleatoriamente, em três grupos que receberam dosagens diferentes de omalizumabe ou um placebo por quatro meses, durante os quais foram acompanhados através de exames regulares.
 
Todos os participantes do estudo apresentavam urticária crônica e erupção cutânea por pelo menos seis meses, muitos tendo sofrido com a condição por mais de cinco anos. De acordo com Saini, o estudo encontrou evidências de que o tratamento com omalizumabe é mais seguro do que com medicamentos com corticóides e ciclosporina imunossupressora, que podem acarretar em efeitos colaterais graves e tóxicos, como pressão arterial elevada e infecções.
 
Fonte UPI

Governo do Rio destinará 2% do ICMS do álcool e cigarro à prevenção da dependência química

Entre as principais funções da nova secretaria está a contratação
 de leitos para o tratamento da dependência química,
por meio de convênios
Com lideranças religiosas nas primeiras filas, o deputado federal Filipe Pereira (PSC) foi nomeado ontem (25) pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, para a nova Secretaria Estadual de Prevenção à Dependência Química.
 
O governador assinou o decreto que criou a secretaria em evento no salão nobre do Palácio Guanabara, nesta segunda-feira, 25, e adiantou que o orçamento do órgão contará com 2% de todo o ICMS arrecadado com a venda de cigarros e bebidas alcoólicas.
 
Em seu discurso, o governador destacou que espera que a inciativa torne o Rio uma referência na redução de uso de drogas e disse que a atuação da secretaria não ficará restrita às drogas ilícitas: "Falamos muito da cocaína e do crack, mas não vamos esquecer o álcool, nem nenhuma dependência química de remédios".
 
Entre as principais funções da nova secretaria está a contratação de leitos para o tratamento da dependência química, por meio de convênios. Sérgio Cabral defendeu a cooperação com entidades religiosas de todas as denominações e com outras secretarias, como a de Educação e de Assistência Social, para coordenar o tratamento e a prevenção às drogas.
 
Em sua primeira entrevista coletiva como secretário, Filipe Pereira enfatizou a importância da obtenção de lugares para o tratamento de dependentes químicos. Ele disse que um dos focos de seu trabalho será a recuperação dos dependentes da Cracolândia da Avenida Brasil, na zona norte.
 
Fonte Agência Brasil

Cresce o número de municípios com risco de dengue

O levantamento mostra ainda que também cresceu o número de
municípios em situação de alerta para a incidência de doença
O mês de janeiro registrou 267 municípios com risco de incidência de dengue em todo o país, entre eles as capitais do Tocantins, Palmas, e de Rondônia, Porto Velho. No mesmo período do ano passado, esse número era 146. Os dados constam do levantamento Índice Rápido de Infestação por Aedes Aegypti (Liraa) divulgado ontem (25) pelo Ministério da Saúde.
 
O levantamento mostra ainda que também cresceu o número de municípios em situação de alerta para a incidência de doença. Eles passaram de 384 para 478. As cidades de Belém (PA), Fortaleza (CE) e do Rio de Janeiro (RJ) estão nessa lista.
 
A pesquisa é feita em 983 municípios com base nos os focos de reprodução do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, encontrados. "O Liraa permite que cada município tenha uma fotografia de onde está o mosquito e [deve] combinar isso com aquilo que pode salvar vidas", disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
 
O Brasil, com 204.650 casos de dengue, registrou nas sete primeiras semanas de 2013 um índice de 105,5 casos da doença por 100 mil habitantes, enquanto no mesmo período de 2012 foram 36,3. A região brasileira com maior incidência da doença em 2013 é o Centro-Oeste, que apresentou 561,4 casos por 100 mil habitantes. A Região Nordeste, com 22 casos por 100 mil habitantes, foi a que teve a menor incidência.
 
O levantamento constatou que a Região Sul não teve incidência de dengue autóctone, ou seja, casos em que a infecção ocorreu no próprio município.
 
Fonte Agência Brasil

Novo estudo reforça dieta mediterrânea como protetora do coração

Comida mediterrânea: dieta regada a peixes, grãos integrais,
 tomate e azeite de oliva protege o coração
Pesquisa monitorou 7,5 mil pessoas por cinco anos. Quem comeu ao estilo mediterrâneo teve risco de doença cardíaca reduzido em 30%
 
Despeje um pouco de azeite de oliva, de preferência sobre peixes e vegetais: um dos mais longos e científicos estudos sobre a dieta mediterrânea sugere que este estilo de se alimentar pode reduzir as chances de problemas cardiovasculares, especialmente acidente vascular cerebral (AVC), em pessoas mais velhas e com alto risco de sofrer esses eventos.
 
O estudo durou cinco anos e envolveu cerca de 7.500 pessoas na Espanha. Aqueles que comeram ao estilo mediterrâneo, com azeite de oliva e oleaginosas, tiveram um risco 30% menor de ter problemas cardiovasculares graves em comparação com aqueles que, apesar de orientados a seguir uma dieta com baixo teor de gordura, não cortaram muito desse ingrediente da dieta. Por dieta mediterrânea entende-se o consumo regular de frutas, peixe, frango, feijão, molho de tomate, saladas e vinho, com poucas quantidades de doces, bolos e biscoitos.
 
A dieta mediterrânea já é apontada como saudável para o coração. Mas a recomendação era baseada em estudos de observação. A nova pesquisa é muito mais forte, porque as pessoas estudadas foram divididas em grupos de diferentes dietas e foram seguidas por um longo tempo e cuidadosamente monitoradas. Os médicos inclusive fizeram testes de laboratório para verificar se os voluntários que estavam na dieta mediterrânea estavam consumindo mais azeite de oliva ou nozes do que o recomendado.
 
A maioria destas pessoas estava tomando medicamentos para baixar o colesterol e a pressão arterial, e os pesquisadores não alteraram estes tratamentos, disse um dos líderes do estudo, Ramon Estruch, do Hospital Clinic de Barcelona. No entanto, como um primeiro passo para evitar problemas cardíacos “pensamos que dieta é melhor do que um remédio, porque tem pouco ou nenhum efeito colateral. A dieta funciona”, disse Estruch disse.
 
Os resultados foram publicados esta semana na versão online da publicação científica New England Journal of Medicine e foram discutidos em uma conferência sobre nutrição em Loma Linda, Califórnia (EUA).
 
Fonte iG