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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Unicentro abre vagas

A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), estado do Paraná, publicou edital n° 010/2013-DIRCOAV/UNICENTRO de teste seletivo. O teste seletivo tem como objetivo admitir 44 Professores Colaboradores, para atuarem por tempo determinado na Unicentro.
 
Os novos profissionais perceberão remuneração em torno de R$ 1.802,86 a R$ 7.984,08, conforme a titulação e o regime horário de trabalho.

Inscrições
As inscrições, no valor de R$ 80,00, serão realizadas até o dia 07 de março de 2013, através do site www.unicentro.br e a entrega da documentação exigida para a inscrição é feita nos campus abaixo descritos, até o dia 08 de março de 2013:
 
Protocolo do Campus Santa Cruz - situado à Rua Salvatore Renna – Padre Salvador, 875, Santa Cruz, Guarapuava/PR, das 8h às 11h30min, das 13h às 17h30min e das 19h às 22h30min;

Protocolo do Campus CEDETEG - situado à Rua Simeão Camargo Varela de Sá, 03, Vila Carli, Guarapuava/PR, das 8h às 11h30min, das 13h às 17h30min e das 18h30min às 22h;

Protocolo do Campus de Irati - PR 153, Km 07, Riozinho, Irati/PR, das 8h às 12h, das 13h às 17h30min e das 19h às 22h30min;
 
Os documentos deverão ser entregues pessoalmente ou por correspondência postada por SEDEX para o seguinte endereço:
 
Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO - Diretoria de Concursos, DIRCOAV - TESTE SELETIVO PARA PROFESSORES COLABORADORES – EDITAL Nº 010/2013-DIRCOAV/UNICENTRO - Rua Salvatore Renna - Padre Salvador (Antiga Presidente Zacarias), 875 – Santa Cruz, Caixa Postal 3.010 – Guarapuava, PR – CEP 85.015-430.
 
Provas
Os candidatos inscritos serão avaliados por meio de prova didática e de títulos.
 
O sorteio da prova didática está previsto para o dia 25 de março de 2013, às 08:00 horas. Já a prova didática será realizada na data provável de 26 de março de 2013, nos campus de Santa Cruz e Irati.
 
O horário de realização da prova didática será divulgado através do edital de homologação e convocação para a prova didática, a ser expedido pela Diretoria de Concursos, a partir do dia 14 de março de 2013.
 
Validade
A validade do teste seletivo será de um ano, a contar da data de publicação do edital de aprovação e classificação.
 

Edital / Publicações

Como rigorosas exigências já afetaram dezenas de pacientes da AACD

Crédito: Ricardo Benichio
Igor  realizou seis cirurgias para conseguir locomover-se normalmente
 
Há cerca de dois anos, Igor Pereira, de dez anos, se preparava para encarar uma cirurgia na coluna, quando esbarrou em determinações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
 
Igor nasceu com mielomeningocele – espécie de atrofiamento na coluna, e realizou seis cirurgias para conseguir locomover-se normalmente. Alérgico ao látex enfrentou alguns cancelamentos cirúrgicos devido à falta de luvas no País.
 
Postura ereta, ágil, de cabelos longos e trejeitos tímidos, Igor Pereira, de dez anos, não parece que começou a andar mais tarde do que a maioria das crianças. Mas seus primeiros passos foram aos cinco anos de idade depois de três cirurgias nas pernas, debilitadas pela má formação na coluna, caracterizada pela mielomeningocele.
 
“Se não fossem as cirurgias, ele estaria se arrastando até hoje”, afirma a mãe de Igor, Sheila Pereira, que o acompanha sempre que necessário até a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Igor precisou de seis cirurgias para poder ter a flexibilidade de hoje, podendo correr normalmente.
 
De ônibus, a maratona de uma hora e vinte minutos de Santo André, na região do ABC, até a entidade, localizada na Vila Clementino, zona Sul de São Paulo, já foi mais constante e penosa do que atualmente. Há dois anos, Igor se preparava para encarar a primeira cirurgia na coluna, quando esbarrou em determinações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
 
Na época o mercado brasileiro enfrentava a falta de luvas cirúrgicas sintéticas (livres do látex) devido a exigências da Agência para a importação do produto.
 
“O momento mais complicado foi quando a cirurgia foi cancelada três vezes em um período de dois meses. A gente se preparava, conversava na escola, e eles cancelavam por falta do material”, relembra Sheila. A exigência de certificação compulsória, passando pela aprovação do Inmetro dificultava a importação desse tipo de produto ao Brasil; o que causou cerca de 60 cancelamentos de cirurgia na AACD na época.
 
Estima-se que em torno de 2% da população mundial tenha alergia ao látex, estando sujeita a reações graves. Entre os grupos de maior risco estão os profissionais de saúde e pacientes com malformações. Entre àqueles com espinha bífida, caso do Igor, a incidência de alergia gira em torno de 30%.
 
Com 10% dos pacientes em risco de alergia, a AACD foi uma das mais impactadas pela restrição da Anvisa e, por isso, uniu forças com outras entidades e fornecedores a fim de alterar a regra de importação.
 
A pressão surtiu efeito e a Agência autorizou – excepcionalmente -, em março de 2010, que hospitais importassem luvas cirúrgicas sem látex sem ter que passar pelo processo de qualidade exigido desde dezembro de 2009.
 
Em maio de 2012, a ação civil pública proposta pela Ministério Público Federal, exigindo mudanças na regulamentação, foi arquivada após a confirmação de que a Anvisa publicou a Resolução 55/2011, isentando a importação de luvas cirúrgicas e não-cirúrgicas livres de látex da certificação compulsória.
 
“Hoje não faltam luvas. O atendimento às pessoas intolerantes ao látex está garantido”, afirma o gerente médico do Hospital Abreu Sodré/AACD, Mauro Morais.
 
Apesar de menos flexível e com preço dez vezes maior ao da luva com látex, segundo Morais, a sintética é a única que protege os pacientes suscetíveis a riscos de alergia; evitando irritação na pele, ulcerações, eczema, urticárias, rinite e até choque anafilático.
 
Atualmente, a Ansell, empresa de capital australiano, é a principal fornecedora de luvas livres de látex da AACD. “Hoje conseguimos importar, mas o processo ainda é burocrático principalmente na etapa de registro do produto”, diz a gerente de marketing para Produtos Médicos da Ansell no Brasil, Adriana Sena-Tramel.
 
Além das luvas 100% livres de látex, a fabricante, que fatura US$ 1,2 bilhão por ano, desenvolveu uma luva com uma tecnologia, batizada de SureFit Technology™, que possui um punho especial que permite cobertura extra, evitando que a luva enrole em direção à mão, mantendo-se presa ao jaleco médico. De acordo com Adriana, esta é a maior queixa dos profissionais de saúde ao utilizarem o material mais comum.
 
Fonte Saudeweb

SP entrega 20 novos leitos para dependentes químicos

Agora, o Estado de São Paulo passa a contar com 910 leitos específicos,
 em clínicas próprias ou serviços contratados, para dependentes químicos
Governo do Estado vai investir cerca de R$ 2 milhões por ano para custeio das novas vagas destinadas a adultos
 
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo entrega, oficialmente, nesta terça-feira (26), 20 novos leitos exclusivos para tratamento gratuito de dependentes químicos. As vagas, disponibilizadas no Centro de Atenção Integrada em Saúde Mental (Caism) “Dr. David Capistrano da Costa Filho” da Água Funda, serão custeadas integralmente pelo governo do Estado.
 
Agora, o Estado de São Paulo passa a contar com 910 leitos específicos, em clínicas próprias ou serviços contratados, para dependentes químicos. A meta é que até 2014, o Estado conte com 1,2 mil leitos, ampliando em 149 % a capacidade total de internação. Em 2011 eram 482 leitos.
 
Os 20 leitos serão destinados aos dependentes químicos do sexo masculino, acima dos 18 anos. No Caism, durante o tratamento, os pacientes são atendidos em grupos semanais por equipes multiprofissionais, composta por assistente social, psicólogo, terapeuta ocupacional, enfermeira e psiquiatra. Também são realizados grupos operativos e psicoeducacional e de atendimento familiar.
 
Para os internos, há atividades físicas diárias, como alongamento e aulas práticas na quadra de esportes, além da realização de festivais esportivos. Já nas oficinas terapêuticas, os pacientes podem desenvolver atividades de acordo com sua compreensão e habilidades, como trabalho em madeira ou materiais recicláveis, decoupage, mosaico, pintura, cordas, crochê, costura, bordado, pinturas em tecidos, entre outras.
 
Somente de janeiro a outubro de 2012, foram realizadas 454 internações na unidade. Em média, em 2012, o Caism realizou, por mês, cerca de 485 atendimentos ambulatoriais, incluindo o atendimento oferecido a pacientes psiquiátricos.
 
O Centro mantém um vínculo com os Caps-AD (Centros de Atenção Psicossociais em Álcool e Drogas) e, somente após agendamento ambulatorial, é que o paciente poderá receber alta para dar continuidade ambulatorial ao tratamento.
 
“A dependência química é dos grandes males da atualidade e um problema que envolve também a saúde pública. Por isso, estamos investindo cada vez mais na ampliação da rede de atendimento aos dependentes para garantir que eles tenham um tratamento adequado e eficaz que os ajudem não só no processo de reabilitação, mas também no processo de ressocilização”, diz Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde.
 
Fonte Saudeweb

Prescritos por médicos, antibióticos são ineficazes contra sinusite

sinusite Prescritos por médicos, antibióticos são ineficazes contra sinusite
O estudo mostra a inutilidade dos antibióticos para tratar a
 sinusite comum, com frequência de origem viral
Um estudo publicado na revista Journal of the American Medical Association(Jama) revelou que os antibióticos são ineficazes contra a maioria das infecções dos seios nasais, embora com frequência sejam prescritos por médicos.
 
Segundo o otorrinolaringologista Jay Piccirillo, da Universidade de Washington em St. Louis, nos Estados Unidos, principal responsável pelo teste clínico, as pessoas que sofrem de sinusite [inflamação da cavidade nasal e dos seios nasais] não se sentem melhor ou apresentam menos sintomas quando tomam antibióticos.
 
O estudo mostra a inutilidade dos antibióticos para tratar a sinusite comum, com frequência de origem viral. De acordo com os pesquisadores, a maioria das pessoas se recupera sozinha.
 
No trabalho, , efetuado com 166 adultos, os participantes foram divididos em dois grupos: o de participantes tratado com antibióticos e um grupo de controle, cujos participantes tomaram um placebo.

Os autores da pesquisa afirmam que, nos Estados Unidos, um em cada cinco antibióticos com receita é prescrito para tratar a sinusite. E em vista da resistência crescente dos antibióticos como resultado de seu uso excessivo, era importante saber se estes medicamentos são eficazes contra a sinusite, disseram os especialistas.
 
Para a outra autora da pesquisa, Jane Garbutt, professora associada de medicina na Universidade de Washington, os antibióticos são muito receitados pelos clínicos gerais, mas muitas vezes não são eficazes.
 
Baseados no estudo, os cientistas recomendam, no lugar de antibióticos como a amoxicilina, tratar a dor da sinusite com analgésicos (aspirina, ibuprofeno) e a congestão nasal com descongestionantes.
 
A sinusite é uma doença da mucosa que reveste os seios da face, e muitas vezes, há também a inflamação da mucosa do nariz. Nas pessoas com a doneça, ocorre pouca movimentação dos cílios, o aumento da viscosidade na secreção ou a obstrução dos canais dos seios da face dificulta o movimento da secreção.
 
Dentre os sintomas mais comuns da sinosite estão obstrução das vias aéreas, dificuldade para respirar e dor de cabeça.
 
Fonte Corposaun

Uso inadequado de antibióticos no tratamento de vacas leiteiras

Uso inadequado de antibióticos por produtores rurais e médicos veterinários no tratamento de doenças infecciosas de vacas leiteiras tem contribuído para a presença de resíduos de antimicrobianos no leite.

O pesquisador do Programa de Pós-graduação em Ciência dos Alimentos da Faculdade de Ciência Farmacêutica da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Victor Braule Pinto Marques, aponta que se a quantidade e o tipo de antibiótico contida no leite e seus derivados se apresentar de forma alta, o perigo de reações alérgicas pode causar danos graves à saúde, conforme predisposição do consumidor. Em seus estudos, Victor Braule Pinto Marques buscou normatizar metodologias para a verificação da quantidade de limites máximos desses antibióticos no queijo.

A pesquisa foi estimulada pelo aumento do interesse na avaliação de resíduos de antibióticos em alimentos . Neste campo, limites máximos de resíduos (LMR) para antibióticos em leite foram estabelecidos em todo o mundo.

"Uma política rigorosa de controle desses resíduos é fundamental devido aos impactos para a saúde humana. O alto nível dessas substâncias em derivados do leite pode provocar reações alérgicas, como urticárias, dermatites ou rinites e asma brônquica, além de risco de choque anafilático em casos de indivíduos sensíveis a estes antibióticos, e desequilíbrio da microbiota intestinal. As reações são relacionadas principalmente às penicilinas” , afirma Marques.
 
O estudo demonstra que é necessária uma legislação que possua uma normatização dos métodos de extração de antibióticos, para aumentar a comercialização, de modo que as relações entre os povos possam atender as necessidades comerciais e sanitárias.
 
Alegando esta razão, alguns países adotam barreiras sanitárias a matérias-primas, agropecuárias e produtos alimentícios importados, o que interdita muitos produtos com excesso de antimicrobianos.
 
O pesquisador afirma que novos estudos são necessários para aperfeiçoar as metodologias apresentadas em sua pesquisa, promovendo a avaliação da validação dos parâmetros estabelecidos para outros tipos de queijo.

Fonte Corposaun