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sexta-feira, 1 de março de 2013

Mais de 4 mil médicos começam a atuar em regiões vulneráveis

AdicionO programa tem como principal intenção
influenciar a formação do médico
Brasília - A partir de hoje (1º), 4.392 médicos passarão a atender em 1.407 municípios do Programa de Valorização do Profissional Médico.
 
Eles receberão bolsas de R$ 8 mil mensais, pagas pelo Ministério da Saúde, para atuar em periferias de grandes cidades e em municípios do interior, onde há dificuldade para a contratação de médicos. Os bolsistas irão fazer especialização em saúde da família.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acentua que a preocupação é mudar o perfil da formação médica. “O programa tem como principal intenção influenciar a formação do médico. Nós queremos a experiência do profissional na atenção básica, cuidando das pessoas, entendendo o contexto de onde o paciente mora. Isto tem que ser valorizado na formação do profissional” explicou o ministro.

A atuação dos profissionais nas equipes de atenção básica será supervisionada por instituições de ensino superior. Os médicos vão cumprir 32 horas de atividades práticas e oito horas de atividades teóricas, por semana. Por não terem contrato de dedicação exclusiva, poderão trabalhar em outros locais.

Do total de municípios inscritos para receber profissionais, 49% estão no Nordeste (696), para onde vão 2.494 médicos. O Sudeste tem 25% dos municípios inscritos (357) e vai contar com 1.018 profissionais. O Sul receberá 370 profissionais em 169 cidades. No Norte, que teve o menor número de adesões de municípios, 241 médicos vão atuar em 84 cidades. O Centro-Oeste contará com 269 profissionais em 101 municípios. As periferias das regiões metropolitanas receberão a maior parte dos profissionais (1.724 médicos).
 
Fonte Agência Brasil

Células de câncer aproveitam 'caos' para se reproduzir

BBC
Células de câncer no intestino sofreram o 'estresse de
replicação de DNA'
Células cometem erros ao fazer cópias de seus códigos genéticos. Cientistas querem usar essa instabilidade para criar novos tratamentos contra a doença
 
Uma pesquisa britânica explicou a forma como as células de câncer se aproveitam do 'caos' de seu código genético para se espalhar pelo corpo.
 
Segundo os cientistas responsáveis pelo estudo, as células de câncer que formam um tumor são muito diferentes entre si e, assim, tornam-se mais resistentes aos medicamentos, facilitando sua proliferação.
 
A pesquisa, publicada na revista especializada Nature, constatou que as células de câncer que usavam sua matéria-prima ficavam "estressadas" e cometiam erros ao fazer cópias de seus códigos genéticos.
 
A maioria das células normais no corpo humano tem 46 cromossomos. No entanto, algumas células cancerosas podem ter mais de 100 cromossomos. Além disso, tal padrão é inconsistente: células cancerosas podem ter números diferentes de cromossomos entre si.
 
Para os cientistas, essa diversidade ajuda os tumores a não serem afetados pelos tratamentos e a 'colonizarem' novas partes do corpo.
 
Caos e ordem
Os cientistas da organização Cancer Research UK e do Instituto do Câncer do University College de Londres tentam descobrir como o câncer se transforma em algo tão diverso, com células tão diferentes entre si.
 
Anteriormente se acreditava que, quando uma célula cancerosa se separava para criar duas novas células, os cromossomos não eram divididos de forma igual entre as duas. No entanto, Charles Swanton, que liderou a pesquisa, realizou exames células de um câncer no intestino e concluiu que "há pouca prova" de que isso ocorre.
 
Cânceres são levados a fazer cópias deles mesmos. No entanto, se as células cancerosas não têm mais os tijolos de construção de seu DNA, elas desenvolvem o chamado "estresse de replicação de DNA". De acordo com a pesquisa, é a partir desse "estresse" que surgem os erros e os tumores diversos.
 
"É como construir uma ponte sem todos os tijolos e cimento o bastante para as fundações. Contudo, se você pode fornecer os blocos de DNA, você pode reduzir o estresse de replicação e limitar a diversidade nos tumores, o que pode ser terapêutico", afirmou Swanton.
 
O professor admitiu que "parece errada" a ideia de que pode ser terapêutico fornecer o combustível para o crescimento de um câncer. Mas o pesquisador afirmou que o estudo prova que o estresse de replicação era a raiz do problema e que novas ferramentas podem ser desenvolvidas para lidar com isso.
 
Os pesquisadores identificaram três genes perdidos com frequência em células de câncer de intestino diferentes, que foram muito importantes para o câncer que está passando pelo processo de estresse de replicação de DNA. Todos estavam localizados em uma região do cromossomo 18.
 
"Esta região do cromossomo 18 é perdida em muitos tipos de câncer, sugerindo que este processo não é visto somente no câncer de intestino", afirmou o professor Nic Jones, cientista-chefe da organização Cancer Research UK.
 
"Cientistas agora podem começar a procurar formas de evitar que isto ocorra ou usar esta instabilidade contra o câncer", acrescentou. Os próximos estudos vão investigar se esse mesmo estresse causa a diversidade em outros tipos de tumores.
 
Fonte iG

Misturar bebida diet ao drinque embriaga mais rápido

Ausência de açúcar e de calorias faz o álcool entrar mais rápido na corrente sanguínea
 
Contadores de calorias, cuidado: misturar bebidas dietéticas no drique intensifica os efeitos do álcool, de acordo com os resultados de testes com bafômetro feitos nos Estados Unidos.
 
Uma pesquisa ainda preliminar sobre o uso de diferentes misturas, como refrigerante, suco ou refrigerante diet, mostra que a versão diet pode aumentar o teor de álcool no ar expirado em comparação com drinques feitos com bebidas açucaradas e mais calóricas.
 
“É importante ter consciência desse fenômeno. As pessoas tendem a pensar que o mais importante é cortar calorias, mas quando você está ingerindo álcool, essas calorias ajudam a desacelerar a liberação do álcool para o fígado e o cérebro”, disse a autora do estudo, Cecile Marczinski, professora assistente do departamento de ciência psicológica na Northern Kentucky University, em Highland Heights (EUA).
 
A concentração de álcool no ar expirado – o que a polícia mede para determinar se alguém consumiu mais do que o limite legal de álcool – é afetada por diferentes fatores. Ter alimento no estômago pode reduzir a concentração de álcool na respiração em até 57% em relação ao consumo de álcool com o estômago vazio, de acordo com informações no estudo.
 
Como muitas pessoas estão preocupadas com o próprio peso, particularmente as mulheres, os pesquisadores decidiram ver como algumas bebidas misturadas ao álcool podem afetar os níveis dessa substância no hálito.
 
Para o estudo, publicado este mês na revista Alcoholism: Clinical and Experimental Research, os pesquisadores recrutaram oito homens e oito mulheres com idade média de 23 anos para participar de três sessões do estudo. Em uma sessão eles beberam vodca misturada com um refrigerante normal, sabor limão. Em outra, beberam vodca misturada com a versão diet do mesmo refrigerante, que é artificialmente adoçado com aspartame. Na sessão final, como placebo, eles beberam refrigerante normal com uma pequena quantidade de álcool para criar apenas o cheiro de bebida. Em cada sessão, os voluntários do estudo bebiam de três a quatro drinques num curto período de tempo. O teor de álcool na respiração foi medido oito vezes nas três horas após o consumo dos drinques.
 
Os níveis de álcool no hálito atingiram seu pico 40 minutos após os voluntários terem bebido os drinques. Quando o álcool foi misturado com refrigerante normal, contendo açúcar, o nível de álcool no hálito ficou abaixo do limite legal – de 0,077 naquele país. Mas para os bebedores de refrigerante diet, o pico foi de 0,091, o que está acima do limite legal para dirigir um carro nos EUA. Os níveis de álcool no hálito permaneceram altos para quem bebeu os drinques com refri diet por um período de três horas.
 
Os pesquisadores também fizeram os voluntários do estudo realizar um teste no computador depois de beber. Os participantes que tomaram as bebidas dietéticas tiveram resultados levemente piores, apesar de não terem reportado qualquer diferença na forma como realizaram os testes ou em como se sentiram ao realiza-los, em comparação com os que haviam bebido drinques com refrigerante normal.
 
“Eles foram um pouco mais lentos para responder. Foi uma diferença pequena, mas estatisticamente significativa”, disse Marczinski.
 
Marczinski suspeita de que o álcool foi liberado do estômago mais rapidamente no grupo do refrigerante diet porque não havia açúcar (nem calorias) no estômago para retardar essa liberação. Os pesquisadores não notaram diferença entre homens e mulheres neste estudo. Mas, de acordo com Marczinski, “as mulheres são mais propensas a consumir bebidas alcoólicas com refrigerante diet”.
 
“A mensagem aqui é que as pessoas não devem beber com o estômago vazio, e devem pensar duas vezes na hora de tentar economizar calorias misturando bebidas dietéticas ao álcool”, disse Marczinski.
 
Samantha Heller, nutricionista clínica na Universidade de Nova York concorda que as descobertas do estudo devem encorajar cautela.
 
“Se você não comeu antes de começar a beber, o açúcar no sangue vai cair. Se misturar ao álcool bebidas diet, você terá um risco muito maior de se intoxicar com o álcool”, advertiu ela.
 
Fonte iG

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Pessoal bom dia!  O Blogger está com algum problema de lentidão. Desde as 7:00 horas da manhã só consegui postar 1 matéria, devido a alguma falha do servidor.  Assim que conseguir vou postando mais.

Obrigado pela atenção,

Mauro Munhoz

Médica indiciada por mortes de pacientes é levada para prisão feminina no Paraná

Virgínia Soares de Souza, acusada de ordenar a antecipação de mortes de pacientes na UTI do Hospital Evangélico, em Curitiba, foi transferida para presídio fora da capital do Estado

A médica está detida desde o dia 19 deste mês. A transferência de Virgínia aconteceu no mesmo dia em que o advogado de defesa, Elias Mattar Assad, requereu um "habeas corpus" de sua cliente junto ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR).

Segundo Assad, essa transferência é uma represália à forma como a defesa de Virgínia vem agindo no caso, e é ilegal.

"O que estão fazendo, não dando acesso às informações, beira o fascismo. Além disso, Virgínia é uma pessoa com nível superior e precisaria estar em uma condição especial, conforme a lei", afirmou. A polícia não se pronunciou.
 
Bilhete de mulher internada que pediu ajuda à família para sair de hospital
 
Fonte iG