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segunda-feira, 4 de março de 2013

Alta sensibilidade à luz pode ser sintoma de infecções ou doenças oculares graves

Problemas na vista como o astigmatismo podem causar fotofobia,
além de situações pontuais, como gripes e enxaquecas
Fotofobia pode ser um sintoma de outros problemas, muitas vezes graves, como infecções, cicatrizes na córnea por alergias, glaucoma, entre outros
 
Nossos olhos sempre reagem à presença de luz, especialmente em grande intensidade. Porém a sensibilidade excessiva, que muitas vezes ocorre até em ambientes com pouca luz, é chamada de fotofobia. As células da retina reagem à luz e o resultado é um desconforto com iluminação natural ou artificial, o que no verão, com a intensidade do sol, pode se tornar insuportável.
 
Problemas na vista como o astigmatismo podem causar fotofobia, além de situações pontuais, como gripes e enxaquecas. No entanto, é preciso estar alerta, pois a fotofobia pode ser um sintoma de outros problemas, muitas vezes graves, como infecções, cicatrizes na córnea por alergias, glaucoma, entre outros.
 
Os cuidados com a fotofobia se iniciam ao procurar um oftalmologista, que investigará as causas da sensibilidade e, se necessário, indicará o tratamento. O problema também pode ocorrer em crianças, por isso é importante que os pais estejam atentos aos filhos.
 
— No surgimento das queixas é importante que os pais procurem a avaliação de um especialista, pois elas podem ser sinais de doenças específicas como glaucoma congênito, astigmatismo, doenças inflamatórias como uveíte, herpes e reumatismo ou tumores oculares — alerta a oftalmologista Maria Cristina Kobayashi.
 
Como a fotofobia causa um grande desconforto e dor nos olhos com a presença de luz, é importante que aqueles que sofrem do problema tomem algumas medidas para minimizar os efeitos e não se privar de aproveitar os dias ensolarados.
 
Dicas da oftalmologista:
- O primeiro passo é procurar um oftalmologista para obter um diagnóstico preciso;
 
- Para quem usa óculos de grau, as lentes fotossensíveis são uma ótima opção. Além de reduzir a claridade incômoda, estas lentes aumentam o contraste e a nitidez, pois se adaptam as diferentes condições de luminosidade e melhoram sua visão , oferecendo mais conforto e também proteção;
 
- Ao optar pelo uso de óculos escuros, é importante escolher lentes com proteção aos raios UV para evitar danos aos olhos;
 
- Nos dois casos, no uso de óculos escuros e no uso de lentes fotossensíveis é preciso escolher lentes de boa qualidade e estar sempre em dia com os cuidados com sua saúde visual.
 
Fonte Zero hora

Encerrando série de publicações, site especial traz dicas para alcançar o bem-estar interior

1. Você vai mudar, mesmo sem querer. Cedo ou tarde, sua vida vai ser modificada, mesmo que você não queira. Muitas vezes, mudamos porque somos impulsionadas por acontecimentos dolorosos ou de grande paixão inesperados. Poucas vezes isso acontece pela simples busca por mudanças. Logo, precisamos baixar a guarda, tranquilizar o coração e compreender o que aconteceu.
 
2. Produza, faça coisas novas, converse, movimente-se. Estar bem física e mentalmente é essencial para garantir o bem-estar.
 
3. Cuide da sua saúde. Na terceira idade, é comum aparecerem incômodos como dores articulares, diminuição do tônus muscular e problemas de coluna. Procure ajuda médica, pois nada atrapalha mais a qualidade de vida do que não estar em plenas condições físicas
 
4. Não fume, não beba. Mantenha uma dieta saudável com pouco sal, açúcar e gordura e pratique exercícios físicos frequentemente
 
5. Tome cuidado com o estresse do dia a dia. Controle suas emoções e pensamentos para ter uma vida mais leve e evitar doenças futuras ocasionadas pelas preocupações em excesso
 
6. Cative e mantenha uma rede de apoio. Além da família, amigos e até ajuda do governo fazem diferença na autoestima
 
7. Invista em leituras e em programas culturais. O cérebro precisa ser constantemente estimulado, não importa a idade
 
8. Liberte-se da acomodação. Mudança não é uma jornada simples, sobretudo para quem é avessa a aventuras que embaralham a rotina. No entanto, trata-se de uma reformulação vital. Do contrário, corremos o risco de morrer asfixiados por pura e simples falta de motivação.
 
9. Procure atividades pela quais tenha real interesse. Evite aquelas que servem apenas para "matar o tempo". O intuito deve ser desenvolver uma nova habilidade e aprender coisas novas.
 
10. Espiritualize-se. Um estudo da Universidade Duke mostrou que os pacientes que registravam pensamentos espirituais em uma agenda tinham menos problemas de saúde e mais humor. Faça um diário parecido como terapia. Suas palavras não precisam ser profundas nem bem fundamentadas. Basta que elas mostrem o apreço pela vida.
 
Fonte Zero Hora

Pessimistas vivem mais e em melhor estado de saúde, diz estudo

Entre as pessoas pesquisadas, as mais velhas
são as mais realistas
Insatisfação sobre futura situação pessoal incitaria mais cuidados com a saúde e mais prudência
 
As pessoas mais pessimistas sobre suas perspectivas de felicidade futura vivem mais tempo e em melhor estado de saúde que aquelas que são otimistas, segundo um estudo alemão publicado nesta quinta-feira.
 
"As pessoas mais velhas que esperam um nível de satisfação limitado sobre sua futura situação pessoal vivem mais tempo e em melhor estado de saúde que as que imaginam um futuro cor-de-rosa", relata o instituto econômico alemão IDW, que cita um estudo universitário em um comunicado.
 
Os pesquisadores da Universidade Friedrich-Alexander de Nuremberg se basearam em dados do painel sócio-econômico alemão, um amplo estudo multidisciplinar que incluiu 30 mil pessoas desde 1984.
 
— É provável que o fato de ser mais pessimista sobre seu futuro incite as pessoas mais velhas a cuidarem mais de sua saúde e a se mostrarem mais prudentes — sugere Frieder Lang, diretor do instituto de psicologia gerontológica da Universidade de Nuremberg, citado no comunicado.
 
Entre as pessoas pesquisadas, as mais jovens são as que se mostram mais otimistas sobre sua situação cinco anos mais tarde, e as mais velhas, por sua vez, são as mais realistas.
 
Quando mais idade a pessoa tem, mais pessimista ela é, afirmam os autores do estudo. Paradoxalmente, quanto maior for a renda e melhor a saúde, também se é mais pessimista porque o potencial de melhora é escasso, segundo Lang.

Fonte Zero Hora

Vitamina D pode auxiliar na fertilidade

O organismo produz vitamina D quando exposto ao sol, mas
alguns alimentos também podem ser fonte desse nutriente
como salmão, bife de fígado e gema de ovo
Conhecida pelo seu papel de regular absorção de cálcio e fósforo no organismo, substância também modula a função dos órgãos sexuais
 
As vitaminas exercem um papel importante no organismo humano e podem ser aliadas no momento de ter um bebê. O efeito da alimentação na fertilidade, sobretudo feminina, está cada vez mais descrito em trabalhos científicos. Pesquisas recentes mostram que a vitamina D, em especial, conhecida pelo seu papel de regular absorção de cálcio e fósforo no organismo, modula a função dos órgãos sexuais e é crucial para a integridade os tecidos sexuais e a reprodução.
 
Direta e indiretamente, a D está relacionada a pelo menos 2 mil genes, o que comprova a sua vasta gama de benefícios. Conforme o especialista em reprodução humana Nilo Frantz, a prescrição de vitaminas faz parte da rotina de muitas instituições que tratam os problemas de infertilidade.
 
— Na nossa clínica já adotamos a rotina de dosar os níveis sanguíneos de vitamina D em pacientes que realizam tratamentos como a fertilização in vitro — relata o médico.
 
Estudos, como o da Kocaeli University/USA, demostram que altos níveis de vitamina D no organismo auxiliam na fisiologia reprodutiva. A suplementação da vitamina D atua como um regulador celular do metabolismo das pacientes. De acordo com a investigação, os dados obtidos a respeito dos efeitos da vitamina D em ratos demostrou que a falta desta vitamina na fisiologia reprodutiva desses animais, reduziu em 75% a capacidade de fertilidade, assim como a deficiência do crescimento neonatal também foram descritos.
 
Outras investigações experimentais com modelos de ratos mostram insuficiência gonadal, expressão gênica reduzida e deficiência nos níveis de estrógenos, assim como defeitos ósseos. Alguns pesquisadores têm atribuído a redução da fertilidade à reduzidas taxas de vitamina D. No entanto, outros estudos sugerem que, em ratos machos, a fertilidade é mais criticamente afetados por níveis de cálcio, independente da vitamina D. De fato, a falta de cálcio afeta a maturação do espermatozoide, capacitação e reação acrossômica Os dados revelam também que o consumo de uma dieta deficiente em vitamina D, antes e durante a gravidez, em ratos afeta negativamente a fecundidade, independentes da idade das fêmeas e índice de massa corporal (IMC).
 
Segundo a nutricionista Rosa Silvestrim, esse nutriente é fundamental para proliferação e diferenciação dos tecidos, síntese e secreção de hormônios tireoidianos e paratireoidianos, secreção de insulina, modulação do sistema imune, atividade cerebral, adequado funcionamento cardiovascular, controle da pressão arterial, entre outros benefícios. Mas é importante destacar que o excesso de vitamina D provoca produção excessiva de urina, dor, náusea e perda de apetite, assim como aumento na reabsorção óssea.
 
O especialista em reprodução humana Marcos Höher lembra que outras pesquisas, como a do grupo de pesquisadores da University of Graz, Aústria, demonstram que a vitamina "D" no corpo humano auxilia na regulação hormonal da mulher e também na contagem de espermatozoides do homem.
 
— No Rio Grande do Sul é verificado um maior percentual de insuficiência e de deficiência desta vitamina em relação à média brasileira. Isto ocorre pelo período mais longo de frio e, com mais pessoas de pele clara, devido aos cuidados em evitar a exposição à radiação solar, mesmo nos meses de calor — ressalta.
 
O estudo, publicado no Jornal Europeu de Endocrinologia, analisou 2.300 pessoas e revelou que os efeitos da vitamina nos hormônios sexuais de ambos os sexos é um meio de explicar porque as taxas de concepção caem no inverno e aumentam significativamente no verão nos países do norte europeu.
 
Fontes de vitamina D
O organismo produz vitamina D quando exposto ao sol, mas alguns alimentos também podem ser fonte desse nutriente. Salmão, atum enlatado conservado em água, sardinha, gema de ovo, queijos, bife de fígado e cogumelos são alguns exemplos.
 
Fonte Zero Hora

Como aliviar as dores e o inchaço nos seios durante e após a gravidez

Mamilos escurecem e incham, as dores aumentam e podem surgir estrias e flacidez
 
Dentre as diversas modificações que ocorrem no organismo materno durante a gravidez estão as alterações nas mamas, como aumento de tamanho, inchaço, aumento da sensibilidade, mudança na coloração da aréola e do mamilo. Essas alterações são importantes para preparar as mamas para a produção de leite e iniciar a amamentação. O inchaço e a sensibilidade podem acarretar desconfortos que vão acompanhar a gestante até o final da gravidez. Geralmente a sensibilidade nos seios ocorre desde as primeiras semanas de gravidez. Segundo a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, há mulheres que confundem a rigidez nos seios com os sintomas da menstruação.

— Durante o período menstrual, o inchaço é passageiro, ao contrário do que ocorre na gestação. Na gravidez ocorre aumento da circulação sanguínea, podendo levar a um inchaço mais prolongado e maior sensibilidade, que pode persistir durante toda gravidez — explica a médica.

Além disso, a produção de hormônios nas glândulas mamárias pode elevar a temperatura das mamas.

— Isso é comum, mas se a gestante notar vermelhidão, apresentar febre, dor nas mamas, mal estar e calafrios, precisa conversar com o seu médico. Tais sinais podem alertar para uma inflamação, a mastite, causada pelo acúmulo de leite e infecção. Isso pode ocorrer na gestação e na fase pós-parto — alerta.

O sutiã ideal durante a gravidez
Uma alternativa para amenizar dores e inchaço durante a gravidez é utilizar um sutiã mais confortável. Segundo Erica, o ideal é escolher modelos sem meia taça com aro, pois sutiãs deste modelo tendem a apertar ou machucar as mamas. Além disso, as alças devem apresentar boa sustentação para aliviar o peso e garantir mais conforto. Na hora de dormir, é melhor escolher um top de ginástica ou um sutiã sem fechos e fivelas para não incomodar. As grávidas que praticam exercícios devem utilizar um sutiã com nível de sustentação adequado para a atividade praticada.

É hora de amamentar
Após o nascimento do bebê, a dor nas mamas pode aumentar pelo estímulo nos mamilos para as primeiras sugadas do recém-nascido. Nesse período podem surgir fissuras, que são pequenas rachaduras. Para evitar este problema, é importante não limpar o leite que escorre dos mamilos, pois este tem ação de proteção nas mamas. Depois dessa fase de amamentação, é natural que as mamas voltem ao normal.

— As mamas podem até diminuir, pois o músculo fica um pouco enfraquecido. E para evitar que uma mama fique maior que a outra devido à amamentação, é importante alternar os seios na hora de alimentar o bebê.

Cuidados especiais

Vale tomar alguns cuidados para minimizar todos esses desconfortos que podem afetar as mamas:

• Na gravidez, os mamilos escurecem e incham, as dores aumentam e podem surgir estrias e flacidez. Evite usar sabonetes e cremes nos mamilos. Os hidratantes podem ser usados nas mamas, evitando os mamilos e aréolas. A hidratação deixa a pele mais fina, e se o mamilo for hidratado em excesso pode sofrer rachaduras mais facilmente.

• Na primeira consulta de pré-natal seu médico deve analisar suas mamas e orientá-la sobre os cuidados especiais de acordo com o seu tipo de mamilo.

• Para gestantes que apresentam mamilos muito pequenos, planos e até invertidos existem alguns exercícios que melhoram o formato do mamilo, deixando-o mais apto para amamentação.

• A gestante pode fazer exercícios manuais diários, com movimentos fáceis como por exemplo segurar o mamilo com o dedo indicador e polegar e delicadamente realizar movimentos de esticar o mamilo e torcer para a esquerda e a direita.

• Mulheres de pele muito clara e sensíveis tendem a ter mais facilidade para rachaduras. O uso esporádico de buchas no mamilo pode ajudar a deixar a pele do mamilo mais espessa, com menos tendência para machucados e rachaduras.

• Não esfregue em excesso buchas ou toalhas nos mamilos, pois o desgaste da pele favorece o aparecimento de lesões e retira a proteção natural da pele.

• Banho de sol nos mamilos durante 15 minutos ajuda a manter a pele do mamilo mais firme e resistente, com menos propensão a rachaduras. Prefira o sol da manhã ou do final da tarde e use filtro solar.

• Todo exercício ou uso de buchas deve ser recomendado pelo seu médico, para que isso não prejudique ao invés de ser benéfico.

• Durante as mamadas é importante posicionar o bebê adequadamente fazendo com que ele pegue o mamilo por inteiro.

• A amamentação é um momento muito importante, pois além de fornecer o alimento mais rico e completo para o crescimento do seu filho, é um momento mágico, de troca de calor, amor e carinho.

• A amamentação não deve ser dolorosa. Se estiver com muita dor, provavelmente a pega do bebê está errada. Converse com seu médico e explique o que está sentindo.

• As mamas podem latejar e tendem a sofrer pequenas rachaduras, principalmente quando a pega da boca do bebê é inadequada.

• Depois de amamentar não lave os mamilos, deixe o restinho do leite, pois ele atua como um cicatrizante natural.

• Se a mama estiver muito cheia, dolorida, vazando leite e o bebê não estiver conseguindo sugar corretamente, procure retirar um pouco de leite antes da mamada, com ordenha manual ou com uma bombinha para aliviar o inchaço e o efeito dolorido.
 
Fonte Diário Catarinense