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segunda-feira, 4 de março de 2013

Custos médico-hospitalares de planos têm expansão de 16,4%

De acordo com o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), os custos médico-hospitalares dos planos individuais de saúde cresceram quase o triplo da inflação nos 12 meses encerrados em junho de 2012 em comparação com o mesmo período de 2011.
 
O IESS apontou que o índice variação teve alta de 16,4% no período, enquanto o IPCA se expandiu em 6,1%.
 
As internações, com expansão de 16,6%, foram as responsáveis pela maior pressão no indicador.
 
Fonte Saudeweb

SUS quer política de atendimento para portadores de doenças raras

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (27) que vai colocar em consulta pública documentos sobre a elaboração de uma política pública específica para o tratamento de portadores das cerca de 8 mil doenças raras catalogadas e de apoio aos parentes.
 
O anúncio foi feito no 3º Seminário sobre o Dia Mundial das Doenças Raras, coordenado pelo deputado federal Romário (PSB-RJ). Durante o evento, diversas entidades relacionadas a essas doenças cobraram do Ministério da Saúde ações específicas para cerca de 15 milhões de brasileiros que sofrem com as doenças raras. Ações nas áreas de informação, pesquisa e diagnóstico foram cobradas pelas entidades.
 
A ideia do Ministério da Saúde é criar uma rede de atendimento integrado ao Sistema Único de Saúde (SUS). José Eduardo Fogolin, coordenador-geral de Média e Alta Complexidade do Ministério da Saúde, informou que a política a ser criada prevê a instalação de centros especializados e que os cuidados vão além do tratamento da doença. Os pacientes e seus parentes deverão ser acolhidos pelo sistema de saúde. “Estruturar a rede é o primeiro passo. Primeiro vamos definir o acolhimento e onde o paciente vai ser atendido”, declarou. Ele ressaltou que a área de pesquisa não vai ser esquecida.
 
O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, espera publicar até o próximo mês uma norma para agilizar a aprovação de medicamentos para o tratamento das doenças raras. Ele informou ainda que a Anvisa vai adotar um modelo de regulação que permita aos pacientes usar medicamentos que ainda estão na fase de estudo, conhecido como programa de uso compassivo.
 
Fonte Saudeweb

Alta sensibilidade à luz pode ser sintoma de infecções ou doenças oculares graves

Problemas na vista como o astigmatismo podem causar fotofobia,
além de situações pontuais, como gripes e enxaquecas
Fotofobia pode ser um sintoma de outros problemas, muitas vezes graves, como infecções, cicatrizes na córnea por alergias, glaucoma, entre outros
 
Nossos olhos sempre reagem à presença de luz, especialmente em grande intensidade. Porém a sensibilidade excessiva, que muitas vezes ocorre até em ambientes com pouca luz, é chamada de fotofobia. As células da retina reagem à luz e o resultado é um desconforto com iluminação natural ou artificial, o que no verão, com a intensidade do sol, pode se tornar insuportável.
 
Problemas na vista como o astigmatismo podem causar fotofobia, além de situações pontuais, como gripes e enxaquecas. No entanto, é preciso estar alerta, pois a fotofobia pode ser um sintoma de outros problemas, muitas vezes graves, como infecções, cicatrizes na córnea por alergias, glaucoma, entre outros.
 
Os cuidados com a fotofobia se iniciam ao procurar um oftalmologista, que investigará as causas da sensibilidade e, se necessário, indicará o tratamento. O problema também pode ocorrer em crianças, por isso é importante que os pais estejam atentos aos filhos.
 
— No surgimento das queixas é importante que os pais procurem a avaliação de um especialista, pois elas podem ser sinais de doenças específicas como glaucoma congênito, astigmatismo, doenças inflamatórias como uveíte, herpes e reumatismo ou tumores oculares — alerta a oftalmologista Maria Cristina Kobayashi.
 
Como a fotofobia causa um grande desconforto e dor nos olhos com a presença de luz, é importante que aqueles que sofrem do problema tomem algumas medidas para minimizar os efeitos e não se privar de aproveitar os dias ensolarados.
 
Dicas da oftalmologista:
- O primeiro passo é procurar um oftalmologista para obter um diagnóstico preciso;
 
- Para quem usa óculos de grau, as lentes fotossensíveis são uma ótima opção. Além de reduzir a claridade incômoda, estas lentes aumentam o contraste e a nitidez, pois se adaptam as diferentes condições de luminosidade e melhoram sua visão , oferecendo mais conforto e também proteção;
 
- Ao optar pelo uso de óculos escuros, é importante escolher lentes com proteção aos raios UV para evitar danos aos olhos;
 
- Nos dois casos, no uso de óculos escuros e no uso de lentes fotossensíveis é preciso escolher lentes de boa qualidade e estar sempre em dia com os cuidados com sua saúde visual.
 
Fonte Zero hora

Encerrando série de publicações, site especial traz dicas para alcançar o bem-estar interior

1. Você vai mudar, mesmo sem querer. Cedo ou tarde, sua vida vai ser modificada, mesmo que você não queira. Muitas vezes, mudamos porque somos impulsionadas por acontecimentos dolorosos ou de grande paixão inesperados. Poucas vezes isso acontece pela simples busca por mudanças. Logo, precisamos baixar a guarda, tranquilizar o coração e compreender o que aconteceu.
 
2. Produza, faça coisas novas, converse, movimente-se. Estar bem física e mentalmente é essencial para garantir o bem-estar.
 
3. Cuide da sua saúde. Na terceira idade, é comum aparecerem incômodos como dores articulares, diminuição do tônus muscular e problemas de coluna. Procure ajuda médica, pois nada atrapalha mais a qualidade de vida do que não estar em plenas condições físicas
 
4. Não fume, não beba. Mantenha uma dieta saudável com pouco sal, açúcar e gordura e pratique exercícios físicos frequentemente
 
5. Tome cuidado com o estresse do dia a dia. Controle suas emoções e pensamentos para ter uma vida mais leve e evitar doenças futuras ocasionadas pelas preocupações em excesso
 
6. Cative e mantenha uma rede de apoio. Além da família, amigos e até ajuda do governo fazem diferença na autoestima
 
7. Invista em leituras e em programas culturais. O cérebro precisa ser constantemente estimulado, não importa a idade
 
8. Liberte-se da acomodação. Mudança não é uma jornada simples, sobretudo para quem é avessa a aventuras que embaralham a rotina. No entanto, trata-se de uma reformulação vital. Do contrário, corremos o risco de morrer asfixiados por pura e simples falta de motivação.
 
9. Procure atividades pela quais tenha real interesse. Evite aquelas que servem apenas para "matar o tempo". O intuito deve ser desenvolver uma nova habilidade e aprender coisas novas.
 
10. Espiritualize-se. Um estudo da Universidade Duke mostrou que os pacientes que registravam pensamentos espirituais em uma agenda tinham menos problemas de saúde e mais humor. Faça um diário parecido como terapia. Suas palavras não precisam ser profundas nem bem fundamentadas. Basta que elas mostrem o apreço pela vida.
 
Fonte Zero Hora

Pessimistas vivem mais e em melhor estado de saúde, diz estudo

Entre as pessoas pesquisadas, as mais velhas
são as mais realistas
Insatisfação sobre futura situação pessoal incitaria mais cuidados com a saúde e mais prudência
 
As pessoas mais pessimistas sobre suas perspectivas de felicidade futura vivem mais tempo e em melhor estado de saúde que aquelas que são otimistas, segundo um estudo alemão publicado nesta quinta-feira.
 
"As pessoas mais velhas que esperam um nível de satisfação limitado sobre sua futura situação pessoal vivem mais tempo e em melhor estado de saúde que as que imaginam um futuro cor-de-rosa", relata o instituto econômico alemão IDW, que cita um estudo universitário em um comunicado.
 
Os pesquisadores da Universidade Friedrich-Alexander de Nuremberg se basearam em dados do painel sócio-econômico alemão, um amplo estudo multidisciplinar que incluiu 30 mil pessoas desde 1984.
 
— É provável que o fato de ser mais pessimista sobre seu futuro incite as pessoas mais velhas a cuidarem mais de sua saúde e a se mostrarem mais prudentes — sugere Frieder Lang, diretor do instituto de psicologia gerontológica da Universidade de Nuremberg, citado no comunicado.
 
Entre as pessoas pesquisadas, as mais jovens são as que se mostram mais otimistas sobre sua situação cinco anos mais tarde, e as mais velhas, por sua vez, são as mais realistas.
 
Quando mais idade a pessoa tem, mais pessimista ela é, afirmam os autores do estudo. Paradoxalmente, quanto maior for a renda e melhor a saúde, também se é mais pessimista porque o potencial de melhora é escasso, segundo Lang.

Fonte Zero Hora