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domingo, 17 de março de 2013

Pedalar pode prejudicar saúde do esperma

Os homens que andam de bicicleta pelo menos cinco horas por semana têm menos quantidade e esperma menos ativo em comparação aos que não se exercitam, segundo um estudo publicado no periódico Fertility and Sterility.
 
De acordo com Lauren Wise, da Universidade de Boston, que conduziu o trabalho, poucos exercícios físicos interferem na saúde do esperma, mas a pesquisa realizada entre atletas competitivos relacionou o ciclismo a problemas genitais ou urinários e baixa qualidade do sêmen.

Durante a pesquisa foi examinada a relação entre a saúde do esperma e do exercício em 2.200 homens atendidos em clínicas de fertilidade. Cada homem forneceu uma amostra de sêmen e respondeu a perguntas sobre sua saúde geral e atividades físicas.

Após o ajuste para o uso de multivitaminas, peso corporal, pressão arterial, a escolha de roupas íntimas e outras variáveis, os autores levantaram que os homens que se exercitavam regularmente — mesmo vigorosamente — não eram mais propensos a ter problemas com a qualidade ou quantidade dos espermatozoides do que os sedentários.
 
No entanto, quando avaliaram os tipos específicos de exercícios, a equipe de pesquisadores notou que os homens que disseram ter gasto pelo menos cinco horas por semana pedalando tinham duas vezes mais chance de ter tanto uma baixa contagem de esperma quanto uma mobilidade relativamente pobre.
 
Entre os homens que não faziam exercício físico regularmente, 23% tinham baixa contagem de espermatozoides — assim como mais de 31% daqueles que pedalaram pelo menos cinco horas por semana.
 
Quase 40% dos ciclistas frequentes tinham baixo número de espermatozoides com boa mobilidade, contra 27% dos homens que não se exercitavam.
 
Para Lauren Wise, o trauma ou o aumento da temperatura no escroto podem explicar a relação entre ciclismo e saúde do sêmen. E afirma ainda que, possivelmente, os homens analisados poderiam não representar a população em geral, uma vez que todos eles procuraram uma clínica de fertilidade e, portanto, estavam mais propensos a ter problemas com seu esperma.
 
Mais estudos são necessários para replicar os resultados antes de os considerarmos causais, finalizou Lauren.
 
Fonte Corposaun

Aplicação de ultrassom nos testículos se apresenta como possível contraceptivo

O pensamento de se usar ondas sonoras para reduzir a
fertilidade masculina surgiu nos anos 70
Pesquisadores que estudam uma nova forma de contracepção masculina apontam que a aplicação de ultrassom nos testículos pode fazer com que a produção de esperma seja suspendida.

Um estudo promovido com ratos mostrou que as ondas de ultrassom podem ser usadas para reduzir a contagem de esperma a níveis considerados inférteis em humanos. A pesquisa doi publicada na revista científica Reproductive Biology and Endocrinology

Os cientistas apontam o ultrassom como um “candidato promissor” como contraceptivo, porém também destacam que novos testes ainda serão necessários para garantir que o método é seguro e que o efeito pode ser reversível.

O pensamento de se usar ondas sonoras para reduzir a fertilidade masculina surgiu nos anos 70, mas agora está sendo explorado a fundo por pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, com financiamento da Fundação Bill & Melinda Gates.
 
O mais recente estudo descobriu que duas aplicações de 15 minutos produzem uma reduçao significativa no número de células produtoras de esperma e consequentemente a contagem de esperma.
As sessões se mostraram mais eficazes quando realizadas com um intervalo de dois dias e feitas por meio de água morna salgada.

Segundo os pesquisadores, homens são considerados subférteis quando sua contagem de esperma fica abaixo dos 15 milhões/ml e a contagem de esperma nos ratos ficou abaixo de 10 milhões/ml.
 
“Ainda precisamos de mais estudos para determinar por quanto tempo dura o efeito contraceptivo e se é seguro utilizá-lo múltiplas vezes”, declarou o líder da pesquisa James Tsuruta.
 
A equipe também precisa garantir que o efeito do ultrassom será totalmente reversível, podendo ser usado com contraceptivo e não como esterilização, além de analisar se pode haver danos cumulativos com a repetição das aplicações.
 
“A ideia é boa, mas ainda é necessário muito trabalho”, aponta o professor de andrologia da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha, Allan Pacey. De acordo com ele, é provável que a produção de esperma volte ao normal após as aplicações, mas “os espermatozóides podem ficar danificados e qualquer bebê que venha deles pode ter problemas. A última coisa que queremos é um dano prolongado ao esperma.”
 
Fonte Corposaun

Pesquisa apresenta nova dispositivo para procedimentos cirúrgicos

medico Pesquisa apresenta nova dispositivo para procedimentos cirúrgicosPesquisadores do Fraunhofer Institute, localizado na Alemanha, promoveram o desenvolvimento de um novo dispositivo que se apresenta capaz de facilitar a realização de procedimentos cirúrgicos. Acompanhe nas próximas linhas dessa matéria mais detalhes sobre essa notícia.
 
Durante a operação, os cirurgiões têm têm que contar com o seu instinto e a experiência para ajudar em cada movimento que fazem, porém, em pouco tempo um novo instrumento promote ajudar. Tal tecnologia é projetada de forma que materiais cirúrgicos podem ser unidos a ele, tornando desta forma as cirurgias de precisão mais fáceis de serem feitas. 
 
O aparelho que é integrado a componentes eletrônicos fornece um feedback para o cirurgião durante o processo, aconselhando-o sobre o andamento da cirurgia.
 
Se o médico aperta um parafuso, por exemplo, em seguida, os sensores medem a força aplicada. Uma vez que o momento ótimo de torção é atingido, LEDs relatam isso por meio de um sinal óptico. “Principalmente os cirurgiões jovens e menos experientes na prática cirúrgica que mais podem se beneficiar desta tecnologia”, aponta o pesquisador Christof Giers.
 
A energia necessária é fornecida e armazenada por meio de um processo de carregamento indutivo ou um sistema de bobinas. “Uma bobina fica dentro do controle da mão, o outro está em uma pequena mesa. O cirurgião apenas tem de colocar o controle na mesa, e a bateria está carregada”, descreve Giers.
 
O instrumento pode ser esterilizado a 134 graus Celsius. Uma vez que os componentes eletrônicos são desligados no processo de esterilização, ele pode resistir a altas temperaturas sem que lhe causem danos. Antes desta nova tecnologia não existiam instrumentos cirúrgicos dentro de eletrônicos, o calor os tornava inoperantes.
 
Os pesquisadores apontam que ainda pretendem melhorar o dispositivo, com uma interface sem fios, fazendo com que os dados dos sensores possam ser transmitidos para um computador, permitindo desta forma que o processo cirúrgico seja documentado.
 
Fonte Corposaun

Medo de represália leva profissionais de saúde a deixar de denunciar casos suspeitos de violência contra crianças

Brasília – Passados mais de 20 anos da instituição do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o Brasil ainda não cumpre integralmente a determinação para que profissionais de saúde notifiquem casos suspeitos ou confirmados de violência contra crianças e adolescentes.
 
Estudos científicos de universidades brasileiras a que a Agência Brasil teve acesso apontam que, em média, seis em cada dez profissionais que identificam violações durante atendimento se omitem e não encaminham a denúncia aos órgãos competentes, contrariando o que está previsto na lei.
 
Para quem atende no Sistema Único de Saúde (SUS), a obrigatoriedade foi reforçada por portaria do Ministério da Saúde, publicada em março de 2001.
 
Dados da pesquisa feita pelo odontólogo João Luís da Silva, do Programa de Pós-Graduação Integrado em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), indicam que 86% dos profissionais entrevistados já suspeitaram de violência física, sexual, psicológica e negligência, mas somente 36,4% deles notificaram o caso. O principal motivo para a omissão foi o medo de retaliação por parte dos agressores (32%), já que, segundo o pesquisador, a falta de sigilo possibilita a identificação do profissional notificador.
 
Para fazer o estudo, que resultou na dissertação de mestrado Entre as Amarras do Medo e o Dever Sociossanitário: notificação da violência contra crianças e adolescentes sob a perspectiva de rede na atenção primária, defendida no ano passado, Silva entrevistou 107 dos 120 profissionais de saúde de nível superior, atuantes na estratégia Saúde da Família em Olinda (PE).
 
Fonte: Entre as Amarras do Medo e o Dever Sociossanitário: notificação da violência contra crianças e adolescentes sob a perspectiva de rede na atenção primária (UFPE)

Na avaliação de João Luís da Silva, que é especialista em saúde pública, o ideal é que a notificação seja encaminhada não apenas pelo profissional de saúde, mas por uma comissão intersetorial de modo a dificultar ou impedir a identificação do responsável pela denúncia.
 
“A alternativa é fazer com que a saúde não trabalhe sozinha, mas intersetorialmente, em uma ação integrada com profissionais de educação, de assistência social e do próprio conselho tutelar. Desse modo, lançaríamos mão de diversos olhares e o profissional da saúde ficaria mais confiante”, disse.
 
Em dissertação de mestrado apresentada ao Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a psicóloga Elisa Meireles também ressalta o medo de represálias e a falta de resguardo nas unidades de saúde como fatores apresentados pelos profissionais para justificar o descumprimento da obrigação legal de notificar os casos.
 
O trabalho, baseado na investigação em duas unidades básicas de Saúde na região metropolitana de São Paulo, foi publicado, em 2011, na revista científica Saúde e Sociedade.
 
“Houve casos que, ao justificar a omissão, os profissionais argumentaram que nem o conselho tutelar consegue ter acesso à família agressora”, comentou a pesquisadora. Ela ressaltou que trechos de depoimentos coletados durante a pesquisa, concluída em 2007, comprovam o sentimento de ameaça, velada ou não, por parte dos profissionais.
 
É o caso de uma agente de saúde entrevista pela psicóloga. “A gente também não pode dizer: 'guarda civil! vem cá! a mulher tá matando a criança!' A gente não pode fazer isso, porque depois pode sobrar para a gente, porque a gente está todo dia lá”, disse a agente, segundo a publicação.
 
“Aqui tem muita gente violenta, a gente fica com muito medo de o pessoal vir e se vingar da gente (...) essa parte também tem que ter muito cuidado, às vezes não é só denunciar, tem que denunciar, claro, mas tem que ser denúncia anônima”, disse uma enfermeira, também segundo o estudo.
 
A coordenadora do grupo de pesquisa sobre violência da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Cléa Adas Saliba Garbin, acredita que a situação não tenha sofrido alterações significativas desde que a pesquisa de Elisa Meireles foi concluída.
 
A professora iniciou no mês passado a segunda fase de um estudo para investigar os motivos que levam os profissionais de saúde a não notificar os casos de violência. Cléa Garbin também quer dimensionar o impacto do medo de represálias no número de notificações.
 
“Ainda não temos números, mas, durante as visitas a campo, ouvimos diversos relatos de técnicos e auxiliares de enfermagem, dentistas e agentes comunitários que demonstram medo real de represália por parte da família, do agressor ou da comunidade”, destacou.
 
Segundo dados preliminares, antecipados à Agência Brasil, 43% dos profissionais da estratégia saúde da família entrevistados disseram já ter suspeitado de casos de violência contra crianças e adolescentes. Entre eles, 61% não tomaram nenhuma atitude diante da suspeita, nem mesmo a notificação obrigatória. Além disso, mais da metade (59,2%) negou conhecer a existência de normas relativas à notificação. Até agora, foram ouvidos 135 profissionais de saúde em um município de grande porte no estado de São Paulo.
 
“Para a saúde pública é um problema grave, porque a omissão em comunicar os casos atendidos leva a um conhecimento precário da dimensão da violência no Brasil e do seu perfil epidemiológico. Isso compromete a implementação de políticas públicas eficazes e bem direcionadas”, disse ela, que vai analisar, pelo menos, 40 municípios de São Paulo nos próximos dois anos.
 
Segundo o ECA, são crianças os cidadãos que têm até 12 anos incompletos. Aqueles com idade entre 12 e 18 anos são adolescentes.
 
De acordo com a coordenadora de Vigilância e Prevenção de Violências e Acidentes do Ministério da Saúde, Marta Silva, a notificação de violências é uma prioridade na agenda da pasta, que tem investido na capacitação e sensibilização dos profissionais sobre a importância desse registro.
 
Ela enfatizou que, como resultado dessas medidas, o número de notificações de violência contra crianças e adolescentes com até 19 anos, por profissionais de saúde, mais que triplicou em três anos, passando de 18.570, em 2009, para 67.097, em 2012. Considerando todos os casos de violência, o número de notificações quadruplicou, ao subir de 40 mil para 163 mil no mesmo período.
 
No fim do ano passado, ainda segundo Marta Silva, o ministério repassou R$ 31 milhões a 857 entes federados – estados e municípios - para serem utilizados em ações de prevenção de violências, como capacitação de profissionais, qualificação de serviços de atendimento e produção de materiais educativos.
 
A coordenadora do Ministério da Saúde acrescentou que a pasta deve lançar, no segundo semestre deste ano, uma estratégia intersetorial para integrar os dados relativos ao atendimento a vítimas de violência em todo o país. Por meio de uma ficha de notificação padronizada, serão encaminhadas ao ministério informações produzidas por todos os órgãos considerados portas de entrada para mulheres, idosos, crianças e adolescentes que tenham sofrido agressões e abusos. Os números serão consolidados pela pasta.

Fonte Agência Brasil

Governo deve lançar plataforma para integrar dados de assistência a vítimas de violência no segundo semestre

Brasília - Uma estratégia intersetorial, envolvendo diversos ministérios, deve ser lançada no segundo semestre deste ano para integrar os dados relativos ao atendimento e à assistência a vítimas de violência em todo o país.
 
Segundo a coordenadora de vigilância e prevenção de violências e acidentes do Ministério da Saúde, Marta Silva, por meio de uma ficha padronizada serão repassadas à pasta informações produzidas por todos os órgãos considerados portas de entrada para mulheres, idosos, crianças e adolescentes que sofrem agressões e abusos.
 
O Ministério da Saúde ficará responsável pela consolidação das notificações feitas por profissionais de saúde, educação, assistência social, de conselhos tutelares, delegacias especializadas, entre outros. Os números serão adicionados ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que reúne dados das doenças de notificação compulsória, como dengue, rubéola e hepatite B.
 
Marta Silva ressaltou que a integração das informações vai oferecer subsídios, a partir de um diagnóstico claro, para orientação de políticas públicas e de ações implementadas por conselhos e órgãos de defesa de direitos em vários setores.
 
Ela enfatizou que a notificação de violências é uma prioridade na agenda do ministério e que a iniciativa faz parte da política de enfrentamento da violação de direitos. “A violência contra crianças, adolescentes, mulheres e idosos configura uma epidemia e está entre as principais causas de adoecimento e morte no Brasil. Por isso, a notificação é um instrumento fundamental para dar resposta [a esse problema] e avançar na prevenção”, disse.
 
Estudos científicos de universidades brasileiras a que a Agência Brasil teve acesso apontam que, em média, seis em cada dez profissionais de saúde que identificam violações durante atendimento se omitem e não encaminham a denúncia aos órgãos competentes, contrariando o que está previsto no Estatudo da Criança e do Adolescente (ECA).
 
A integração dos dados relativos ao atendimento de vítimas de violência é cobrada por especialistas e profissionais, que defendem a medida como ferramenta indispensável para consolidar a garantia de direitos no país.
 
Essa também é a avaliação do coordenador-geral do Observatório Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), Claudio Stacheira. A SDH é um dos parceiros do Ministério da Saúde na implementação da notificação intersetorial.
 
Para Stacheira, a medida representará um marco nas políticas de enfrentamento às várias formas de violência e ajudará a resolver o “nó que existe no processo [de garantia de direitos], porque cada estrutura trabalha com um bloco de informação que nem sempre dialoga com o da rede vizinha”.
 
“Trata-se de uma medida estruturante que vai servir como alicerce para a qualificação sustentável da rede de atendimento. Essa ficha será um marco para sincronização de toda a rede, na medida em que permitirá às diversas estruturas que a integram dialogar em um idioma comum”, avaliou.
 
O coordenador-geral ressaltou que, com o novo formato de notificação, será possível evitar o processo de revitimização, que é a exposição repetida da vítima à necessidade de relatar, aos vários órgãos da rede de atendimento, a violência a que foi submetida.
 
“Como todos vão trabalhar com uma mesma base de dados, vamos evitar que, após procurar atendimento em um órgão, como uma delegacia, e ser encaminhada a serviços complementares, como o de saúde, a vítima tenha que repetir seu relato inúmeras vezes, o que também configura uma violação de direitos”, enfatizou.
 
Ele acrescentou que a garantia do sigilo de informações, como a identidade do profissional notificante e a da pessoa que é atendida, está sendo analisada pelo grupo de trabalho que desenvolve as ferramentas para implementação da medida.
 
O coordenador-geral da Secretaria de Direitos Humanos destacou que as informações da ficha unificada podem ser complementadas por sistemas próprios de cada setor. No caso da rede de proteção à infância, ele disse que o Sistema de Informação para Infância e Adolescência (Sipia), onde são cadastrados os atendimento feitos nos conselhos tutelares, alimentará automaticamente as fichas da notificação integrada.
 
O problema é que apenas 10% dos municípios brasileiros têm conselhos tutelares interligados ao Sipia. Segundo a secretaria, o principal obstáculo para ampliar a integração, na maioria dos casos, é a falta de infraestrutura, como oferta de internet estável na região. A expectativa da pasta é incluir no sistema, até o fim deste ano, todos os municípios com mais de 300 mil habitantes e, em uma segunda etapa, todos com mais de 100 mil habitantes.
 
No ano passado, a Secretaria de Direitos Humanos anunciou que o governo federal lançaria, durante a 9ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, em julho, uma estratégia de notificação integrada da violência física, sexual e psicológica contra menores. A iniciativa Brasil Protege não saiu do papel, mas segundo a pasta, em substituição, um pacto de proteção aos direitos da criança e do adolescente foi assinado por vários ministérios e instituições, em outubro de 2012.
 
O documento define ações de reordenamento e monitoramento da rede de acolhimento, como o fortalecimento dos conselhos tutelares e o aperfeiçoamento do sistema socioeducativo. O pacto, firmado entre os ministérios da Justiça, Saúde, Educação, Trabalho e Emprego e Desenvolvimento Social e Combate à Fome, e por entidades como o Conselho Nacional de Justiça, o Conselho Nacional do Ministério Público e o Conselho Nacional dos Defensores Públicos Gerais, estabelece que as ações sejam desenvolvidas e acompanhadas por um comitê interinstitucional permanente.
 
Fonte Agência Brasil