Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



segunda-feira, 25 de março de 2013

Os benefícios do bacalhau para a saúde

Bacalhau assado: proteção para o coração e para os ossos
Peixe tradicional da época reduz o colesterol ruim e ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares e câncer
 
O bacalhau é o prato principal da Páscoa, tão tradicional como a troca de ovos de chocolate. A escolha pelo peixe tem origem católica. Na Quaresma e na Semana Santa, a igreja proibia o consumo de carne vermelha. Dizia que fazia alusão ao sangue derramado por Cristo para salvar os pecadores.

Mesmo para os menos religiosos, no entanto, o bacalhau é presença garantida nessa comemoração. Saboroso, com alto valor nutritivo e de fácil digestão, o peixe também é rico em minerais – como o ferro e fósforo –, vitaminas A, E e D e tem colesterol quase zero.
 
Além disso, esse alimento contém ômega-3, importante para diminuir o LDL (o colesterol ruim) e triglicerídeos e para aumentar o HDL (o colesterol bom), além de ser importante na prevenção e controle de doenças cardiovasculares, câncer, aterosclerose, hipertensão e desordens inflamatórias e autoimunes. O bacalhau também tem ômega-6, ácido graxo essencial para o sistema imunológico.
 
A cada 100 g são aproximadamente 350 calorias, 81 gramas de proteína e 50 mg de cálcio (o que, de quebra, ajuda a fortalecer os ossos).
 
Cuidados
Apesar de todos os benefícios, é importante lembrar que a versão assada é sempre mais saudável do que a frita. E atenção, hipertensos: bacalhau é rico em sódio. A mesma porção de 100 gramas contém 2.087mg de sódio, mais do que as a quantidade máxima indicada para ser consumida em um dia inteiro – 2 mil mg.
 
“Todo esse excesso pode causar retenção de líquidos”, alerta a nutricionista Bruna Murta, da rede Mundo Verde. Por isso, o peixe é prejudicial também para quem tem insuficiência renal, já que seria necessária a ingestão de mais água para eliminar o sódio em excesso.
 
Fonte iG

Fiscalização da nova lei seca esvazia bares em São Paulo

Futura Press
Lei seca mais rígida muda os hábitos e esvazia bares
na tradicional Vila Madalena
Desde que as regras da lei seca ficaram mais rigorosas para motoristas, a boêmia Vila Madalena, viu o movimento reduzir em 50%
 
Desde que as regras da lei seca ficaram mais rigorosas para motoristas, a boêmia Vila Madalena, na zona oeste de São Paulo, ficou mais vazia. As novas regras reduziram em 50% o movimento de consumidores nos bares e restaurantes da região, afirma o presidente da Associação de Gastronomia, Entretenimento, Arte e Cultura da Vila Madalena (Ageac), Flavio Pires. Em alguns bares, funcionários foram demitidos e o horário, reduzido.
 
Desde dezembro, quando a nova lei seca foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff, foi instituído, na prática, a tolerância zero de álcool no trânsito em todo o País. O infrator tem de pagar multa de R$ 1.915,40. Além do bafômetro, outras provas, como vídeos e relatos de testemunhas, podem ser usadas para confirmar a embriaguez.
 
Na Vila Madalena, taxistas e clientes relatam blitze frequentes. O gerente de vendas Carlos Afonso Lopes Júnior, que não bebe, já resgatou vários amigos retidos pela fiscalização. "Tenho amigos que evitam vir pra cá por causa da lei seca. Depois desse aperto que houve, a frequência diminuiu bastante."
 
Quem não arrisca dirigir sob efeito de álcool tem poucas opções de transporte. O horário de funcionamento da Estação Vila Madalena do Metrô, da Linha 2-Verde, vai até 0h14 nos dias de semana e 1h de sábado para domingo. A frequência das linhas de ônibus é menor depois da 0h na região. Sobram os táxis, que nem todos podem pagar e que ainda assim não são suficientes para atender à demanda.
 
"Os comerciantes estão desanimados com essa situação. A gente concorda com a legislação, mas o órgão público precisa dar uma estrutura adequada de transporte", diz Flavio Pires. Segundo ele, nenhum representante do Estado procurou os empresários para propor soluções ou explicar a nova lei seca.
 
Na falta de clientes, a vida noturna da região tenta se adaptar. Dono do Bar Jacaré Grill há 22 anos, Marcelo Silvestre diz que este mês o movimento caiu entre 30% e 40%, com forte redução no consumo de cerveja. "Perdi muitos clientes. Não temos transporte público para uma lei como essa."
 
Ele e outros empresários da região tentam criar soluções para atrair o público, como oferecer, de graça, jantar e cerveja sem álcool, sem muito sucesso. Os empresários da Vila Madalena devem se reunir para planejar uma campanha sobre a lei seca voltada ao consumidor, diz o presidente da Ageac.
 
O comportamento do funcionário público Daniel Bertelli reflete a atitude de frequentadores da região. Ele passa a noite à base de refrigerante. "Dirijo moto. Qualquer quantidade de álcool interfere." Colegas de Bertelli acabam bebendo em outros lugares menos visados ou em casa.
 
O Detran disse que faz parte das diretrizes do programa Direção Segura uma "aproximação com os empresários".
 
Fonte iG

Mulheres jogam sutiãs para o alto em ação contra o câncer de mama em Paris

Associação realiza o evento todos os anos para o combate à doença e destina seus recursos para pesquisa e campanhas de prevenção
 
Para mobilizar os franceses para o combate ao câncer de mama, a associação Pink Bra Bazaar criou um jeito diferente de chamar atenção para a doença: convoca todos os anos as mulheres para jogar para o alto seus sutiãs em frente à Torref Eiffel, em Paris.

Divulgação/Pink Bra Bazzar
Mulheres jogam sutiãs para o alto em ação contra o câncer de mama em Paris, em frente à Torre Eiffel

Neste domingo (24), a capital francesa recebeu a quarta edição do evento.
 
A entidade destina os recursos que arrecada à pesquisa e a campanhas de prevenção ao câncer de mama.
 
Fonte iG

Como vão as suas oito saúdes?

Equilibrar todas as áreas essenciais da vida é o objetivo
do método das oito saúdes
Especialistas dão dicas para manter em dia as áreas essenciais da vida: física, espiritual, intelectual, familiar, profissional, financeira, social e ecológica
 
"Saúde para dar e vender". Mesmo o verso da mais popular canção de fim de ano vem precedido dos desejos de "muito dinheiro no bolso". Saúde é importante, mas não é só da saúde física que precisamos na vida.
 
O especialista Rodrigo Fonseca ministra treinamentos sobre inteligência emocional há 15 anos e adota um conceito que define oito saúdes em diferentes áreas-chave: física, espiritual, intelectual, familiar, profissional, financeira, social e ecológica.
 
Segundo ele, essa é uma maneira de ter uma visão global mais clara da própria vida. “Assim é possível visualizar o que pode ser melhorado. Faça uma reflexão e dê notas de zero a dez para cada saúde. A ideia é ver a vida como uma roda. Se o resultado for uma figura pontiaguda, ela não gira direito”, analisa.
 
Para o especialista, as saúdes mais negligenciadas costumam ser a familiar, a social e a ecológica: “Hoje em dia temos que cuidar do desperdício de água e das emissões de carbono. A saúde social nada mais é do que ajudar o outro sem querer nada em troca. E a saúde familiar anda descuidada porque fica cada um na sala vendo tv, ou com seus laptops e smartphones. Falta atenção e reconhecimento. O ser humano existe em função disso”.
 
Cada saúde tem seus sinais de alerta. Veja abaixo quais são e como você pode agir para equilibrá-la novamente e fazer sua roda girar.
 
1. Saúde física
“Quem não se alimenta bem e não se exercita fica em uma angústia danada ou explode de bobeira”, diz Rodrigo. Busque atividades que lembrem o que lhe dava prazer na infância. Para Saulo Batista, coordenador técnico do Studio Jungle Brazil, isso funciona porque a atividade física está ligada ao lado emocional: “Corrida com obstáculos remete a brincar de pique. Sei de gente que voltou a andar de patins e tenho alunos que praticam slackline [atividade na qual uma pessoa anda sobre uma fita estendida entre duas árvores], exercício que requer muita concentração e equilíbrio”.
 
2. Saúde espiritual
Quando a ansiedade se torna uma presença constante, pode ser que a sua saúde espiritual esteja cobrando um pouco mais de atenção. “Vivemos em um ritmo tão corrido, que é comum as pessoas recorrerem à espiritualidade apenas quando estão vivendo alguma situação de crise. Por que não gastar algum tempo com isso todos os dias? Independentemente de suas crenças religiosas ou espirituais, você pode exercitar a fé e realizar algum tipo de meditação”, sugere Karyne M. Lira Correia, mestre em psicologia e consultora em desenvolvimento profissional.
 
3. Saúde intelectual
Sem novas ideias, sempre cansado, sem disposição para ler ou para se concentrar em atividades rotineiras? “Para reequilibrar essa área é simples: mantenha-se informado. Adquira o hábito da leitura e procure coisas novas, que te deem motivação e estímulo”, aponta Elisa Meireles Andrade, coordenadora do curso de Psicologia na Anhanguera UNIBAN.
 
4. Saúde financeira
Um sinal de que essa área não vai bem é comprar algo e logo em seguida enfrentar o temor sobre como se vai pagar. Fábio Gallo, professor de finanças da PUC/SP e da FGV/SP, avalia que o objetivo de poupar é estar preparado para uma emergência, para a aposentadoria e consumir com prazer - ou seja, sem preocupações quanto ao pagamento. O nível de economia varia de acordo com o estilo de vida e a renda de cada um. Como um bom investimento para este ano, Fábio sugere os títulos do Tesouro Nacional do tipo NTN-B, que são uma opção mais conservadora e oferecem rendimentos de 3% a 4% ao ano mais a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) e nos quais se pode investir a partir de R$ 200.
 
5. Saúde familiar
Se o diálogo entre pais e filhos acontece mais por e-mail do que no olho no olho, o relacionamento familiar dá sinais de desgaste. Para recuperar os laços e os valores familiares é preciso uma aproximação gradativa. “Comece a organizar coisas pra fazerem juntos. Peça a opinião do outro. Dê um ‘bom dia’. Se coloque à disposição para conversar. Faça um carinho despretensioso, sem caracterizar algo artificial” sugere Priscila Recco, coach e especialista em Programação Neurolinguística.
 
6. Saúde profissional
Quem não vê mais desafios ou fica indiferente às mudanças que surgem no trabalho deve ficar atento. A tendência, segundo a coaching executiva Daniela do Lago, é que se culpe o trabalho quando o desconforto pode ser reflexo de problemas em outra saúde. Alguém que não sabe administrar o salário, por exemplo, pode achar que é o trabalho que não paga bem. “Quanto mais você puder alinhar a sua missão no trabalho com os seus talentos, melhor. Seja proativo e busque o que for melhor para você, seja em condições de trabalho, seja quanto à satisfação pessoal”.
 
7. Saúde social
Independência em excesso pode virar solidão. “O indivíduo bem integrado, com uma rede ampla de contatos sociais, adoece menos”, analisa a psicóloga Heloísa Fleury. Para reequilibrar esse setor, interesse-se mais pelas pessoas para preservar as amizades e ter relacionamentos mais verdadeiros. “Pertencer a um grupo, a uma comunidade, é ter responsabilidade social. O trabalho voluntário é uma forma de colaborar”, sugere ela.
 
8. Saúde ecológica
Se você não lembra quando foi a última vez em que dispensou a sacolinha plástica no supermercado, preste atenção. Esta saúde pode estar sendo negligenciada. Desenvolver a saúde ecológica é questão de prática e envolve o questionamento se realmente precisamos de algo e qual a sua origem. “Se eu vou comprar determinado alimento e ele é produzido a 50 quilômetros da minha cidade, terá um impacto menor de que um que venha de 500 quilômetros de distância porque estarei mobilizando menos recursos para obtê-lo”, exemplifica Flávio de Sousa, coordenador do curso de ciências biológicas do Centro Universitário de Brasília (UDF).
 
Fonte iG

domingo, 24 de março de 2013

Cirrose hepática é uma das doenças que mais mata no mundo

A cirrose hepática, doença ocasionada pelo uso abusivo de álcool e levou o ex-jogador de futebol Sócrates à morte, está entre as dez que mais matam no mundo segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Seu surgimento, segundo o médico hepatologista Afonso da Rocha Campos, pode demorar de 10 a 15 anos. Contudo, não é por isso que a doença passa a ser menos perigosa - principalmente por ser uma enfermidade que, quando chega, não faz alarde, explica.

Ele diz que quando o paciente passa a apresentar os sintomas, como abdômem inchado e perda de peso, é porque o processo já comprometeu todo o fígado. E no caso das hepatites, os sintomas só aparecem na fase final, mas as complicações são as mesmas dos alcoolistas, alerta.

Segundo o especialista, mesmo quem não seria classificado pela sociedade como alcoólatra entra na lista dos que correm perigo. Mesmo se a pessoa não bebe tanto, mas bebe todos os dias, é ruim.
 
Se o indivíduo passa a semana inteira sem beber, mas compensa no fim de semana, também continua em risco. Ele explica que isso acontece porque, uma vez que o álcool é ingerido, é metabolizado pelo fígado por meio da enzima álcool desidrogenase – que, por sua vez, transforma o álcool em acetaldeído, substância altamente tóxica para o organismo, mesmo em pequenas quantidades.
 
Pacientes que sofrem de cirrose hepática nem sempre fazem uso de bebidas alcoólicas, como se costuma imaginar, afirma Vinicius Machado de Lima, médico gastroenterologista do Hospital Universitário da Universidade de Brasília (HUB).
 
Ele explica que a doença pode ser desenvolvida por vários motivos, como hepatites B e C, doenças autoimunes e doenças hereditárias que levam a alteração do metabolismo. A intolerância a glicose ou a resistência a insulina nos estados pré-diabéticos e no diabetes tipo 2 podem levar ao acúmulo de gordura no fígado, que inflama, relata o médico.
 
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que entre 3 e 4 milhões de pessoas estão infectadas com hepatite C no mundo. Entre elas, cerca de 350 mil pessoas desenvolvem cirrose e/ou câncer de fígado.
 
Fonte Corposaun